Crioablação percutânea guiada por imagem no tratamento de tumores renais

Dr. Marcos Roberto de Menezes

O grande avanço tecnológico dos métodos de imagem, alinhado à busca incessante pela menor invasividade na medicina moderna, tem alavancado de forma expressiva os procedimentos terapêuticos guiados por imagem, acrescentando força, volume e complexidade ao seu escopo de atuação.

A possibilidade da aplicação de modalidades de imagem para guiar de forma precisa procedimentos diagnósticos e terapêuticos minimamente invasivos, utilizando-se de instrumentos miniaturizados, mudou definitivamente o curso da medicina nas últimas quatro décadas. A noção de destruição percutânea do tumor – de forma localizada, com mínima morbidade e mortalidade – vem se tornando aceita como parte do armamentarium moderno do tratamento oncológico, sendo a ablação percutânea guiada por imagem uma opção cada vez mais aceita para casos selecionados de pacientes com tumor renal.

A descoberta de um número cada vez maior de tumores incidentais pequenos e confinados ao parênquima renal, tem estimulado o desenvolvimento de terapias menos agressivas, capazes de preservar o maior volume possível de tecido renal viável.

Recentes avanços no conhecimento da biologia do CCR, bem como no seu tratamento cirúrgico, tem viabilizado tais abordagens em tumores renais pequenos, representadas pela nefrectomia parcial aberta ou laparoscópica (cirurgias poupadoras de néfrons).

Para tumores com menos de 4,0 cm, os resultados das nefrectomias parciais são tão efetivos quanto os obtidos pela cirurgia radical, em termos de recorrência local. A ablação percutânea é a extensão natural dessa abordagem terapêutica; parênquima renal e função são preservados, e o tumor pode ser tratado com sucesso. Em relação às técnicas cirúrgicas minimamente invasivas, a ablação percutânea é a menos invasiva, com menos complicações e mais rápida convalescença. A ablação percutânea pode ser repetida quando não completamente bem sucedida ou repetida várias vezes nos pacientes com câncer renal associado a doenças sindrômicas que desenvolvem múltiplos tumores ao longo sua vida (Von Hippel-Lindau, Esclerose Tuberosa ou CCR papilares hereditários). Finalmente, a ablação percutânea é a única opção de tratamento local em pacientes que não são candidatos à cirurgia:

  • Pacientes com rim único, cujo comprometimento funcional requer a máxima preservação de tecido viável;
  • Pacientes com comorbidades clínicas que inviabilizem o procedimento cirúrgico;
  • Pacientes com predisposição ao desenvolvimento de múltiplos tumores renais;
  • Pacientes com restrições psicológicas a cirurgias invasivas;
  • Pacientes que se recusam a receber o tratamento cirúrgico convencional.

A incidência desta neoplasia vem crescendo em todo mundo, um fenômeno fortemente associado ao aumento do seu diagnóstico incidental pelos diferentes métodos de imagem. Outro fator importante seria o aumento da exposição a agentes carcinógenos diversos, principalmente os de maior concentração nas sociedades industriais urbanas. Dessa forma, um grande número de neoplasias renais tem sido diagnosticado nas últimas duas décadas, a maioria composta por lesões pequenas (menores que 4 cm), de achado fortuito em exames de rotina, muitas vezes não relacionados a queixas do trato geniturinário (60% delas são descobertas de forma incidental).

No Brasil, embora não sejam disponíveis dados tão atuais, estima-se atualmente uma incidência aproximada de sete a dez casos por 100.000 habitantes/ano, segundo estatísticas do Instituto Nacional do Câncer.

As terapias ablativas como a radiofrequência e a crioablação são modalidades de tratamento minimamente invasivo mais empregadas e estudadas no tratamento de tumores localizados no rim.  Têm sido amplamente utilizadas no tratamento dos tumores renais na última década, sobretudo em pacientes sem condição cirúrgica em Estádio I.

Apresentam como vantagem principal a menor invasividade, possibilitando destruição tumoral sem a necessidade de cirurgias ou incisões. Impactam, portanto, em uma redução significativa da morbidade terapêutica, do tempo de internação e dos custos.

Crioablação

A crioablação consiste na aplicação de sucessivos ciclos de congelamento e descongelamento dos tecidos neoplásicos a partir de crioprobes (agulhas) inseridos no interior dos tumores sob orientação radiológica, atingindo temperaturas mínimas de até -40°C, promovendo a destruição tecidual a partir da ruptura de membranas celulares. O mecanismo de congelamento deve-se à propriedade termodinâmica do gás argônio de sofrer acentuada perda de calor durante sua expansão em uma câmara fechada (efeito Joule-Thompson). O descongelamento é obtido a partir da substituição do argônio pelo gás hélio, cujas propriedades termodinâmicas de expansão têm efeito oposto, aquecendo o sistema.

A possibilidade de visualização e monitorização da expansão da bola de gelo pela TC ou RM permite uma otimização do tratamento completo do tumor e menor risco de lesão das estruturas adjacentes. A crioterapia oferece um menor risco de lesão do sistema coletor, dado a relativa resistência do urotélio ao congelamento. Outro ponto positivo desta terapia é seu efeito analgésico intrínseco decorrente da aplicação das baixas temperaturas nos tecidos peri-tumorais, reduzindo de forma efetiva a dor  pós-procedimento.

Apesar da ablação renal por radiofrequência ou crioterapia já estarem descritas a mais de dez anos, séries maiores com seguimento mais longo têm surgido apenas mais recentemente na literatura.

A técnica de ablação renal percutânea tem o potencial de preservação do parênquima renal com menor morbidade quando comparada com a cirurgia aberta ou laparoscópica.   Alguns trabalhos com seguimento de cinco anos sugerem que a radiofrequência e a crioablação são tratamentos eficazes e com baixo risco de complicações.

As melhores taxas de sucesso são obtidas no tratamento de lesões com até 4,0 cm, sobretudo em tumores exofíticos ao parênquima renal. O tamanho do tumor é o fator mais importante para predizer a resposta. Outro aspecto influenciador é a experiência e infraestrutura técnica dos diferentes centros.

A experiência do nosso grupo no Hospital Sírio-Libanês, que iniciou os primeiros procedimentos há sete anos, já conta 150 pacientes tratados.

Com a melhora constante e a difusão da técnica, a crioablação percutânea renal tem se estabelecido como uma alternativa eficaz e menos invasiva para o tratamento de um grupo selecionado de pequenos tumores renais.

 

AMB lamenta falecimento do Prof. Dr. Adib Jatene

Jatene

A Associação Médica Brasileira lamenta o falecimento do Prof. Dr. Adib Domingos Jatene, que tanto lutou pela evolução da especialidade e pela saúde do país. A cirurgia cardiovascular perde um de seus ícones, a história e o pilar inicial da cirurgia cardiovascular.

Nossos sentimentos à toda a família Jatene!

Audiência pública debate vírus Ebola e Chikungunya

De acordo com o Ministério da Saúde, até o dia 25 de outubro, 828 casos de infecção pelo vírus Chikungunya foram diagnosticados no Brasil. Do total, 299 foram transmitidos dentro do próprio país. Outros 39 casos foram importados, ou seja, os pacientes foram infectados durante viagens a outros países. Nas últimas duas semanas, houve um aumento de 491 casos.

Para discutir planos de contenção de novas epidemias, como a febre chikungunya  e o vírus Ebola, a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara do Deputados (CSSF)  realiza, dia 13 de novembro, uma audiência pública. O debate foi solicitado pelos deputados Amauri Teixeira (PT-BA), Mandetta (DEM-MS), Eleuses Paiva (PSD-P), Geraldo Resende (PMDB-MS) e Rosane Ferreira (PV-PR).

A Chikungunya é transmitida principalmente pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo que espalha o vírus da dengue. Os principais sintomas são febre alta, dor de cabeça, dor nos músculos e nas articulações. O quadro mais agudo chega a durar 10 dias, mas as dores nas articulações podem se estender por até seis meses.

Chikungunya

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, houveram  458 casos de transmissão interna na Bahia, 330 no Amapá e 1 em Minas Gerais. Quanto aos casos importados, foram registrados 17 em São Paulo,  4 no Ceará, 3 no Rio de Janeiro e mais 3 em Roraima. Rio Grande do Sul, Paraná e Distrito Federal registraram dois casos, cada. Amazonas, Amapá, Goiás, Maranhão, Minas Gerais e Pará tiveram apenas uma notificação de caso importado.

Do total de casos, 155 foram confirmados por exame laboratorial e 673 por critério clínico-epidemiológico. O diagnóstico pode ser feito pela observação dos sintomas, caso o paciente tenha tido contato com outras pessoas infectadas.

Devem participar da audiência pública Paulo Gadelha, presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); Joaquin Molina, representante da Organização Pan-Americana da Saúde; Luiz Carlos Pereira Júnior, diretor técnico do Instituto de Infectologia e Hospital Emílio Ribas e Paulo Coury , superintendente de Vigilância de Portos, Aeroportos e Fronteiras da Anvisa.

O encontro acontece a partir das 9h30, quinta-feira (13), no plenário 7 do anexo II da Câmara dos Deputados.

Sociedade Brasileira de Infectologia

SBI divulga nota oficial sobre Vírus Ebola

Apesar de considerada improvável a introdução do vírus no país, a detecção do primeiro caso suspeito da doença, no último dia 9, deixou as autoridades de saúde e os médicos em alerta. Procedente da Guiné, o individuo estava em Cascavel, Paraná, quando os sintomas surgiram. Foi a oportunidade de testar os planos de contingência elaborados, comprovando sua necessidade e importância no cenário atual, assim como a possibilidade do Ebola chegar ao Brasil.

“É evidente que o Ebola se tornou uma ameaça global, uma Emergência Internacional em Saúde Pública segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Ainda que endêmica em países africanos, o que diferencia a magnitude deste surto, entre outras coisas, são número de vítimas significativamente maior, envolvimento de 3 países simultâneos e a globalização que permite  que doenças emergentes se dissipem pelo mundo”, comenta Rodrigo Angerami, coordenador do Comitê Científico de Doenças Emergentes/reemergentes/negligenciadas da SBI.

Com intensa transmissão e elevada incidência nos países afetados – Libéria, Serra Leoa e Guiné –, o vírus mantém sua letalidade. Dados da OMS, até 17 de outubro, mostram 9.191 os casos de doença, com 4.596 mortes.

Para a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), é mandatória a existência de planos de contingência bem estruturados e atualizados, amplamente divulgados e de fácil aplicação em serviços de saúde, públicos e privados, de todo o território nacional.

“A SBI possui um contingente de infectologistas que representam um papel fundamental no âmbito da saúde pública, como avaliador de casos suspeitos, agente divulgador de informações técnicas e científicas e como consultores junto aos órgãos de Governo, na elaboração de documentos e planos norteadores das ações de vigilância, assistência, prevenção e controle de infecção pelo vírus Ebola”, destaca dr. Rodrigo.

Além disso, o especialista tem forte atuação na adoção de medidas preventivas para evitar a transmissão da infecção em serviços de saúde – com especial preocupação à vulnerabilidade nesta situação, com 416 de profissionais infectados; destes, 233 com evolução fatal.

Confira a nota na íntegra em www.infectologia.org.br/pdf/nota_sobre_ebola.pdf. Acompanhe também o vídeo com orientações sobre o uso de EPI (transportes) em www.alscience.com.br

Sociedade Brasileira de Mastologia

Diferenças geográficas alteram tipos de câncer de mama

Sex, 24 de Outubro de 2014 12:48
Estudo realizado por pesquisadores da Sociedade Brasileira de Mastologia poderá ajudar a traçar melhor estratégia de prevenção e cuidados com a saúde das mulheres brasileiras

A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) aproveita o Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção ao câncer de mama, para lançar os resultados de um estudo que comprova que as diferenças geográficas alteram os tipos de câncer de mama nas brasileiras. As mulheres das regiões Sul e Sudeste, por exemplo, apesar de maior incidência do câncer de mama, apresentam tumores menos agressivos, enquanto as do Norte e Nordeste, têm menor frequência de casos, mas tumores mais agressivos.
Segundo a patologista Filomena M. Carvalho, membro da SBM e que liderou a pesquisa junto com Carlos E. Bacchi, diretor do Laboratório Bacchi, em Botucatu (SP), esse fato é atribuído à grande diversidade econômica, racial, cultural e ambiental que o Brasil oferece e demonstra a importância de aplicar estratégias de abordagem diferentes ao câncer de mama, levando em consideração a localidade. “Encontramos diferenças significativas entre as cinco regiões geográficas brasileiras – tendo cada uma suas distintas composições raciais e diferenças de clima, hábitos alimentares, urbanização e condições socioeconômicas. Essas diferenças devem ser contempladas nos programas de prevenção e detecção do câncer de mama”, explica a médica.
Os pesquisadores estudaram os casos de 5.687 mulheres, no período de dois anos, provenientes das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste, sendo 2.461, 1.056, 551, 678 e 553 pacientes, respectivamente. As diferenças nestes números refletem o tamanho da população em cada região e a incidência de câncer em cada uma delas. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), as regiões Sul e Sudeste apresentam as maiores incidências, ou seja, 71 casos para cada 100 mil mulheres, enquanto que a menor incidência é vista na região Norte, com 21 casos para cada 100 mil mulheres.
O estudo mostrou que a distribuição dos diferentes tipos de câncer de mama difere significativamente nas diferentes regiões geográficas brasileiras. Os tumores menos agressivos, ou seja, aqueles que apresentam receptores hormonais (denominados luminais), predominam nas populações com maior frequência da doença, ou seja, nas regiões Sul e Sudeste, enquanto aqueles mais agressivos, sem expressão de receptores hormonais (perfis denominados HER2 e triplo-negativo) têm maior frequência na região Norte, seguida das regiões Centro-Oeste e Nordeste, regiões que possuem menos casos.
Considerando o alto grau de misturas raciais na população brasileira, não se pode negar que outros fatores contribuem para as diferenças encontradas, tais como o clima, hábitos alimentares, fatores culturais e grau de industrialização. O Sul e o Sudeste têm maior contribuição de descendentes de europeus, não só racial, mas de hábitos alimentares e, inclusive, um clima mais ameno. Assim como as mulheres europeias, as brasileiras destas regiões têm histórico de tumores menos agressivos. Já as regiões Norte e Nordeste têm a maior contribuição da raça negra. “Outros trabalhos científicos da literatura internacional já apresentaram dados que mostram que mulheres afrodescendentes, sejam europeias ou americanas, apresentam tumores mais agressivos do que as mulheres da raça branca”, explica Filomena, afirmando que os dados têm que ser discutidos e devem ser contemplados pelos órgãos responsáveis pelos programas de prevenção e detecção precoce.
O estudo conseguiu fazer um melhor levantamento das disparidades geográficas, que tem por objetivo traçar uma estratégia mais focada de cuidados de saúde. “Para entender melhor a biologia do câncer de mama em países grandes como o Brasil, com diversificada composição econômica, racial e climática entre as diferentes regiões geográficas, são necessários estudos como esse para optimização do investimento estratégico e atenção às minorias, no nosso caso, sobretudo a região Norte”, ressalta Filomena. Os diferentes tipos de câncer têm apresentação clínica, evolução e resposta aos tratamentos convencionais bastante diversos, mas todos merecem atenção para o diagnóstico o mais precoce possível. Neste sentido, a SBM alerta para a importância da mamografia e incentiva as mulheres a fazerem o exame anualmente, a partir dos 40 anos, por se tratar de um método eficaz para detectar de forma precoce o câncer de mama.

Sociedade Brasileira de Dermatologia

Em São Paulo, presidente da SBD recebe certificado pelo apoio ao Ceads

 31/10/2014 às 18:06, em CampanhasEventosNa MídiaNotas

Em nome da Diretoria da SBD, a atual presidente, Denise Steiner, recebeu nesta sexta-feira (31/10) um certificado da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (Usp) e do Centro de Estudos e de Apoio à Dermatologia Sanitária (Ceads), em resposta ao Acordo de Cooperação Científica entre a SBD Nacional e o Ceads para capacitação dos associados efetivos da SBD ao longo de 2013 e 2014. Neste período, médicos dermatologistas participaram de cursos de DST, hanseníase, gestão de consultório, atendimento em situações de abuso sexual, media trainning, pesquisas científicas pela internet e fotografia digital, todos eles realizados no Ambulatório de Dermatologia Sanitária do Centro de Saúde Escola Geraldo de Paula Souza da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (Usp).

A homenagem ocorreu na parte da manhã durante o 37o Fórum de Debates do Ceads, no Centro de Tecnologia (Cetec) da Disciplina de Telemedicina da Faculdade de Medicina da Usp. Sob coordenação do Prof. Dr. Silvio de Alencar Marques, o encontro abordou o tema “Desafios da Educação Médica Brasileira” e também teve o apoio científico da SBD.

Cartilhas educativas  

A coordenadora do Departamento de DST e Aids da SBD, Luiza Keiko, fez a intermediação entre a Diretoria da SBD e os médicos interessados em realizar o estágio, além de tê-los capacitado em doenças infectocontagiosas no Instituto de Infectologia Emilio Ribas.

Com a parceria também foram desenvolvidas cartilhas educativas em forma de história em quadrinhos, com orientações e medidas de prevenção de doenças dermatológicas, como o câncer da pele, hanseníase, doenças sexualmente transmissíveis e dermatoses ocupacionais.

Associação Catarinense de Medicina

Posse da Nova Diretoria ACM

Publicado dia 29 de outubro de 2014 – 12:10

A Associação Catarinense de Medicina- ACM informa a nova diretoria eleita para a gestão 2014/2017, cuja cerimônia de posse realizou-se no dia 17 de outubro de 2014 na sede da ACM.

Segue abaixo a nominata:

DIRETORIA ACM

Rafael Klee de Vasconcellos
Presidente

Eduardo Nobuyuki Usuy Jr
Vice-presidente
Dir. Depto. Convênios

Roger Pirath Rodrigues
Secretário Geral

Ademar José de Oliveira Paes Jr
Dir. Pub. Científicas

Andre Mendes Arent
Dir. Defesa Profissional

Sergio Marcos Meira
Dir. Patrimônio
Dir. Administrativo
Dir. Financeiro
Dir. Prev. e Assist.
Dir.Tecnologia e Informática Médica

Antonio Dimas Neve Jacobowski
Dir. Esportes

Jonas Krischke Sebastiany
Dir. das Regionais

Concetta Esposito
Dir. Científico

Luciana Paladini
Dir. Sócio-Cultural

Ronaldo Della Giustina
Dir. Comunicação

VICE-PRESIDENTE DISTRITAIS

Distrito Sul – RENATO LOPES MATOS
Distrito Planalto – FABIANO MARCOS BRUN
Distrito Norte – RICARDO POLLI
Distrito Vale do Itajaí – PATRICK CARDOSO CANDEMIL
Distrito Extremo-Oeste – JORGE ALBERTO HAZIM

Associação Médica de Brasília

Posse da nova Diretoria AMBr

Na noite do dia 18 de outubro, a Associação Médica de Brasília promoveu a solenidade de posse para os diretores responsáveis pela gestão do triênio 2014-2017. Luciano Gonçalves de Souza Carvalho manteve-se na presidência da Associação.

Integram a diretoria o vice-presidente Ognev Meireles Cosac; o diretor administrativo Jorge Gomes de Araújo; o diretor econômico Carlos José Sabino Costa; o diretor de planejamento Elias Couto de Almeida Filho; o diretor de comunicação Antônio Geraldo da Silva; a diretora de editoração científica Ana Patrícia de Paula; a diretora científica Angélica Amorim Amato; o diretor social Fernando Fernandes Correia e a diretora de relações com a comunidade Olímpia Alves Teixeira Lima.

Delegados Efetivos

Aristotenis Cardoso Cruz, Eudes Fernandes de Andrade, João de Sousa Nascimento Filho, José Henrique Leal de Araújo, José Nava Rodrigues Neto e Wendel dos Santos Furtado.

Delegados Suplentes

Aloísio Nalon Queiroz, Carlos Alberto de Santa Ritta Filho, Evaldo Trajano Filho, Jaldo de Aguiar Barbosa, Roberto Cavalcanti Gomes de Barros e Susany de Oliveira Suderio.

Conselho Fiscal Titular

Márcio de Castro Morem, Nivaldo Cavalcante Barros  e Roberto Nicolau Cavalcanti de Souza.

Conselho Fiscal Suplente

Adalberto Amorim de M. Júior, Baelon Pereira Alves e Bolivar Leite Coutinho.

Associação Bahiana de Medicina

Posse festiva da ABM lota entidade e emociona os presentes

Publicada no dia 03/11/2014 às 10h53

A calorosa e emocionante posse festiva da ABM, recheada de música entoada por teclado e flauta, foi aberta na noite de quinta-feira (30), na sede da entidade, com o tocante Hino Nacional. Em seguida, o então Presidente, Dr. Antonio Carlos Vieira Lopes, fez a entrega do título de mérito funcional aos funcionários Paulo Roberto Vasconcelos e Sebastião Oliveira Ataíde. O Presidente invocou as palavras do escritor Antoine de Saint-Exupéry para abrir a solenidade, explicou sua trajetória antes e durante a ABM, especialmente quando exerceu com muito amor a função de professor universitário, e citou os desafios da próxima gestão.

“Não poderia deixar de citar o enfraquecimento das entidades médicas com as sociedades de especialidades. Perdemos receita e força de congregação. Perdeu força o movimento médico. Algo deve ser feito em nível nacional para recuperar a associatividade de uma categoria tão atingida pelo governo federal. Agora, como diretor da AMB, vou defender essa bandeira”, pontuou Vieira Lopes. Destacou ainda a vitória na justiça que a ABM obteve com a transferência de propriedade do Clube dos Médicos e a união das entidades médicas congregadas pelo Cosemba. “Participamos juntos de lutas memoráveis”. Ao final de sua fala, homenageou os funcionários e colaboradores da ABM.

Em seguida foi feita homenagem pela Diretora Dra. Claudia Galvão ao então Presidente. Ela falou, em lindas palavras, sobre a importância de Vieira Lopes para sua vida e para a ABM. Em seguida, Dr. Robson Moura recebeu o título de presidente da ABM pelo Conselho Superior da ABM e o emblema da Associação, antes usado por Vieira Lopes. Foi feita a leitura dos nomes da nova diretoria.

Dr. Robson Moura citou, entre outras, metas para a gestão que se inicia, como a repaginação do site, com área específica para o associado; manutenção do alto padrão da revista; parcerias entre as Diretorias Acadêmicas das Faculdades de Medicina e a ABM; trazer o alunado de Medicina para a entidade; e manter os mutirões de saúde. Também defendeu mais recursos para o SUS e o combate à corrupção. Ao final, fez emocionados agradecimentos à família e a todos que contribuíram para a sua trajetória.

Para o Presidente do Sindimed, Francisco Magalhães, Vieira Lopes vai deixar grande marca no movimento médico. Dr. Abelardo Meneses, presidente do Cremeb, lembrou que a gestão dinamizou, modernizou a entidade. “Ele esteve na linha de frente de muitos movimentos, continuamos com seu exemplo”, completou. Ao final, fez um apelo para que os médicos façam uma oposição racional ao governo federal. O Chefe de Gabinete da Sesab, Dr. Paulo Barbosa, enfatizou que a ABM cumpriu sua missão, ajudando a construir diálogo com a Sesab.

Compuseram a Mesa Alta da Solenidade o então Presidente da ABM, Dr. Antonio Carlos Vieira Lopes, o atual Presidente, Dr. Robson Moura, o Chefe de Gabinete da Sesab, representando o Governo da Bahia, Dr. Paulo Barbosa, o Presidente do Cremeb, Dr. Abelardo Garcia de Meneses, o representante da Bahia no Conselho Federal de Medicina, Dr. Jecé Brandão, o promotor de Justiça Dr. Rogerio Queiroz, o Presidente do Sindimed e do Cosemba, Dr. Francisco Magalhães, o Presidente da Academia de Medicina da Bahia, Dr. Almério Machado, e, representando todos os ex-Presidentes da ABM, Dr. Altamirando Santana. Prestigiaram a solenidade, entre outros, a vereadora eleita deputada estadual Fabíola Mansur, Dra. Itana Viana, representando a OAB-BA, o Presidente da Associação dos Procuradores do Estado da Bahia, Dr. Marcos Sampaio,  e o representante da Bahia no Conselho Federal de Odontologia, Dr. Mario Dourado. Ao final da solenidade, os presentes participaram de um coquetel de confraternização.