Mandetta convoca os médicos para uma participação mais efetiva nas atividades que envolvem as decisões sobre a saúde

Toda negociação com o governo, que resultou na criação de um novo decreto que substituirá o 8.497/2015, só foi possível graças ao envolvimento dos deputados que fizeram parte do Grupo de Trabalho formado no dia 12/08, por determinação do presidente da Câmara dos Deputados.

O deputado federal Luiz Henrique Mandetta (MS) foi um dos apoiadores de primeira hora dos médicos na defesa da qualidade na formação do especialista no Brasil. Sensibilizado com os danos que o decreto 8.497 causariam à saúde do País, Mandetta foi o autor do Projeto de Decreto Legislativo 157/2015, fundamental para que o governo propusesse um acordo para construção de um novo decreto em consenso com a classe médica e os deputados.

No vídeo abaixo, ele convoca os médicos para uma participação mais efetiva nas atividades que envolvem as decisões sobre a saúde.

Novo decreto ainda aguarda assinatura da Presidência da República e deve ser publicado nos próximos 15 dias

Lideranças das entidades médicas se reuniram na manhã desta quarta-feira, dia 26 de agosto, com a Presidência da Câmara dos Deputados, para apresentar o texto final acordado com governo para substituição do Decreto 8.497/2015. O novo decreto ainda aguarda assinatura da Presidência da República e deve ser publicado nos próximos 15 dias.

No vídeo abaixo, Eduardo Cunha (presidente da Câmara dos Deputados), Carlos Vital (presidente do Conselho Federal de Medicina) e Florentino Cardoso (presidente da Associação Médica Brasileira) falam sobre o debate em torno do tema e a criação do novo decreto, uma vitória para a saúde brasileira.

Cursos de medicina sem estrutura crescem e chegam a custar R$ 7 mil

Matéria veiculada no Fantástico (TV Globo), neste domingo (23/8) mostra de forma pormenorizada, com casos e estatísticas, o que há muito a Associação Médica Brasileira (AMB) vem alertando: o caos gerado pela criação indiscriminada de faculdades de medicina no País. “É mais um exemplo de uma política equivocada para a saúde no Brasil. Esse governo acredita que pode resolver problemas estruturais com uma canetada, sem discutir com quem conhece formação médica”, critica Florentino Cardoso, presidente da AMB.

Quando as primeiras turmas das novas escolas se formarem, o Brasil passará a ter uma relação de médico por habitante superior à registrada na Europa. “Infelizmente não teremos uma saúde melhor do que temos hoje, porque mais uma vez o foco do governo é quantidade, sem preocupação com qualidade”, lamenta Florentino.

Mesmo com esta perspectiva de aumento exponencial no número de médicos, novas faculdades seguem sendo abertas e nada se faz para melhorar a qualidade das escolas já existentes, a fim de garantir que a população seja atendida por médicos capacitados e bem preparados para desenvolver suas atividades.

Assista. É alarmante. Dá medo.

http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/08/cursos-de-medicina-sem-estrutura-crescem-e-chegam-custar-r-7-mil.html

Acidentes de Trânsito apresentam números e custos altos

Médicos da Abramet e outros profissionais estarão, em Gramado/RS, discutindo o tema e buscando soluções.

O Congresso Brasileiro sobre Acidentes e Medicina do Tráfego, que ocorrerá em Gramado de 10 a 13 de setembro, irá discutir e definir ações para a diminuição de acidentes de trânsito no Brasil.

O diretor científico da Abramet/RS (Associação Brasileira de Medicina do Tráfego), o médico Ricardo Hegele questiona: “Educação ou punição? Por quanto tempo teremos que contar as vítimas deste trânsito caótico, que mata?” E ainda afirma: “Precisamos unir o Governo, as entidades e a sociedade, para que nos convençamos de que precisamos mudar esta realidade.”

Acidente de trânsito é a segunda maior causa de morte no Brasil, sendo que nosso país é o quinto do mundo neste ranking, precedido por Índia, China, EUA e Rússia.

Cerca de 45 mil pessoas perdem a vida em acidente de trânsito. Além das mortes, outro problema grave são as internações e demoradas recuperações, na maioria das vezes, causando despesas consideráveis ao Governo, que acaba deixando de investir em outros programas de saúde. De 2008 a 2013, o número de internações devido a acidentes de transporte terrestre aumentou 72,4%. Em 2013, o SUS registrou 170.805 internações por acidentes de trânsito e R$ 231 milhões foram gastos no atendimento às vitimas. Esse valor não inclui custos com reabilitação, medicação e o impacto em outras áreas da saúde.

Até 70% dos serviços de emergência do país são ocupados por vítimas de acidentes de trânsito. As fatalidades e lesões do trânsito têm um alto preço físico, emocional, social e financeiro que atinge as vítimas, familiares e pessoas próximas. Muitos pacientes ficam com sequelas permanentes com alto impacto no restante de sua vida e os custos dos acidentes de trânsito representam cerca de 2% do PIB do Brasil.

De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2014, 24% dos motoristas do Brasil dizem associar ou já ter associado álcool e direção. Ainda segundo a PNS, metade da população (49,8%) admite nem sempre usar o cinto de segurança no banco de trás dos veículos. Nas áreas rurais do país, 41% afirmam que nem sempre usam capacete quando estão na garupa das motos.

O 11º Congresso Brasileiro Sobre Acidentes e Medicina de Tráfego ocorrerá de 9 a 13 de setembro de 2015, no Wish Serrano Resort, em Gramado/RS, com palestrantes de renome

Desde a sua fundação, em 1980, a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) congrega os especialistas em Medicina de Tráfego desenvolvendo ações, estudos e pesquisas visando à prevenção de acidentes decorrentes da mobilidade humana, procurando evitá-los ou mitigar a dor por eles provocada. Por isso, a importância da realização de reuniões de caráter científico, tais como congressos, simpósios e cursos de atualização.

A realização do 11º Congresso Brasileiro Sobre Acidentes e Medicina de Tráfego é da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego e organização da Rossi e Zorzanello Feiras e Empreendimentos.  Mais informações sabrina@rossiezorzanello.com.br.

Fonte: portalsaude.saude.gov.br e portal.cfm.org.br

Simpósio – Ensino Médico e Especialidades Médicas

Organização: Academia Nacional de Medicina & Associação Médica Brasileira

Dia 03 de setembro – 5ª feira

ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA

Av. General Justo, 365, 7º.andar, Centro, Rio de Janeiro

 

15:00 – Abertura: Presidentes ANM & AMB

 

15:15 – História e evolução da especialização em medicina (Residência Médica) – 25 min

Prof. Evandro G. de Sousa – Universidade Federal de Uberlândia

 

15:40 – A regulação e seu impacto – Avanços e retrocessos com a regulação, antes do “Mais Médicos”, depois do “PROVAB”, do “Mais Médicos”, e do “Mais Especialistas”– 25 min

Prof. Adnan Neser – Comissão Estadual de Residência Médica (SP)

 

16:05 – A AMB, a educação médica continuada e a qualificação dos médicos brasileiros – 25 min

Prof. Edmund Baracat – USP

 

16:30-17:00 – Discussão

 

17:00-18:00 – Chá Acadêmico – Conversa informal entre os participantes

 

18:00 – Palestra – Programa Mais Médicos e Mais Especialistas

Prof. Florentino Cardoso – Presidente AMB – 30 min

Debatedores: Acad. José Gomes Temporão e Acad. José Luiz Amaral

Carta das Entidades Médicas aos Parlamentares Brasileiros

Vossa Excelência Deputado / Senador

Como é do conhecimento do nobre parlamentar, a Presidência da República publicou decreto número 8497 no último dia 5 de agosto de 2015, que objetiva regulamentar a formação do Cadastro Nacional de Especialistas. Na realidade, o decreto não visa apenas criação de cadastro, mas levará ao comprometimento na formação do especialista, podendo colocar em risco a saúde da população. Por intervenção do Colégio de Líderes da Câmara Federal, na última semana foi realizada reunião entre entidades médicas, parlamentares, governo federal (Ministério da Saúde e Ministério da Educação) para revisão do decreto, resultando em novo texto de consenso. Nesse sentido, pedimos apoio à Vossa Excelência para manutenção e cumprimento do texto acordado por todos, que garantirá um melhor atendimento à população. Ao ensejo, renovamos votos da mais alta estima e consideração.

Associação Médica Brasileira
Conselho Federal de Medicina
Federação Nacional dos Médicos
Associação Nacional dos Médicos Residentes
Associação Brasileira de Ligas Acadêmicas de Medicina
Associação dos Estudantes de Medicina do Brasil
Associação Bahiana de Medicina
Associação Catarinense de Medicina
Associação Médica Cearense
Associação Médica da Paraíba
Associação Médica de Brasília
Associação Médica de Goiás
Associação Médica de Minas Gerais
Associação Médica de Pernambuco
Associação Médica de Rondônia
Associação Médica de Roraima
Associação Médica de Tocantins
Associação Médica do Acre
Associação Médica do Amapá
Associação Médica do Amazonas
Associação Médica do Espírito Santo
Associação Médica do Estado do Rio de Janeiro
Associação Médica do Maranhão
Associação Médica do Mato Grosso
Associação Médica do Mato Grosso do Sul
Associação Médica do Paraná
Associação Médica do Rio Grande do Norte
Associação Médica do Rio Grande do Sul
Associação Paulista de Medicina
Associação Piauiense de Medicina
Sociedade de Medicina de Alagoas
Sociedade Médica de Sergipe
Sociedade Médico-Cirúrgica do Pará
Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura
Associação Brasileira de Medicina Preventiva e Adm. em Saúde
Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia
Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular
Sociedade Brasileira de Cancerologia
Sociedade Brasileira de Cardiologia
Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço
Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
Associação Brasileira de Cirurgia Da Mão
Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva
Colégio Brasileiro de Cirurgiões
Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica
Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica
Sociedade Brasileira de Citopatologia
Sociedade Brasileira de Clínica Médica
Sociedade Brasileira de Coloproctologia
Sociedade Brasileira de Dermatologia
Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva
Federação Brasileira de Gastroenterologia
Sociedade Brasileira de Genética Médica
Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia
Federação Brasileira Das Associações de Ginecologia e Obstetrícia
Sociedade Brasileira de Hansenologia
Associação Brasileira de Hematologia , Hemoterapia e Terapia Celular
Sociedade Brasileira de Hepatologia
Associação Médica Homeopática Brasileira
Sociedade Brasileira de Infectologia
Sociedade Brasileira de Mastologia
Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade
Sociedade Brasileira de Medicina Do Exercício e Do Esporte
Associação Nacional de Medicina Do Trabalho
Associação Brasileira de Medicina de Tráfego
Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação
Associação de Medicina Intensiva Brasileira
Associação Brasileira de Medicina Legal e Perícias Médicas
Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear
Sociedade Brasileira de Nefrologia
Sociedade Brasileira de Neurocirurgia
Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica
Academia Brasileira de Neurologia
Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral
Associação Brasileira de Nutrologia
Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial
Sociedade Brasileira de Patologia
Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial
Sociedade Brasileira de Pediatria
Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Associação Brasileira de Psiquiatria
Colégio Brasileiro de Radiologia
Sociedade Brasileira de Radioterapia
Sociedade Brasileira de Reumatologia
Sociedade Brasileira de Urologia

Decreto 8.497/2015 não interferirá mais na formação dos médicos especialistas

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A decisão foi tomada nesta quinta-feira durante a segunda reunião do Grupo de Trabalho para reformulação do Decreto 8.497/2015. A principal preocupação da Associação Médica Brasileira (AMB) era com as brechas legais abertas por artigos no decreto, que permitiam que o governo interferisse unilateralmente nas formas de certificação dos médicos especialistas no Brasil e na qualidade da formação desses profissionais.

A garantia de que o decreto não irá interferir na formação dos médicos especialistas é consequência do acordo feito pelo Grupo de Trabalho formado por representantes do governo, das entidades médicas e da Câmara dos Deputados.

Em linhas gerais, o acordo prevê que o decreto normatize o Cadastro Nacional de Especialistas e garanta segurança jurídica para o modelo vigente de formação de especialistas, conduzido desde 2002 pela Comissão Mista de Especialidades.

A minuta do novo decreto deverá ser entregue aos deputados do Grupo de Trabalho até às 11 horas da próxima terça-feira. Caso isso não aconteça, o Pedido de Urgência para o Projeto de Decreto Legislativo 157, que susta os efeitos do decreto 8.497, volta à pauta da Câmara dos Deputados na sessão do dia 26/8, quarta-feira, juntamente com a análise do mérito.

“A publicação do texto acordado hoje (20/8) preserva a qualidade da saúde para população brasileira. Houve bom senso para solução do problema e a contribuição dos deputados foi fundamental neste processo. Conseguimos evitar que a saúde brasileira desse um grande passo atrás. Infelizmente, tivemos que gastar muita energia para chegar ao ponto onde estávamos há três semanas. Muito trabalho para corrigir um decreto que podia ter sido conduzido de outra forma. O ponto positivo foi ver que quando há união e diálogo transparente, podemos fazer coisas importantes e positivas pela saúde brasileira”, declara Florentino Cardoso, presidente da AMB.

A AMB convocou as sociedades de especialidade para nova mobilização no Congresso Nacional na próxima quarta-feira, dia 26 de agosto, data que vence o prazo dado pela Câmara dos Deputados para um acordo entre os médicos e o governo.

Estiveram presentes na reunião desta quinta-feira pela AMB (Associação Médica Brasileira) o presidente da entidade Florentino Cardoso e o diretor Diogo Leite Sampaio; pelo CFM (Conselho Federal de Medicina), o presidente Carlos Vital e o vice-presidente Mauro Ribeiro; pela FENAM (Federação Nacional dos Médicos), o presidente Otto Baptista e o diretor Jorge Darze; pelo Ministério da Educação, o diretor de Desenvolvimento da Educação em Saúde Vinícius Ximenes; e pelo Ministério da Saúde, o secretário de Gestão do Trabalho Hêider Aurélio Pinto e assessoria jurídica.

Representando a Câmara dos Deputados, como parte da comissão de avaliação do decreto, estiveram presentes os seguintes parlamentares: Luiz Henrique Mandetta (MS), Jorge Solla (BA), Alexandre Serfiotis (RJ), Marcelo Castro (PI), Antônio Brito (BA), Odelmo Leão (MG), Gorete Pereira (CE) e Hiran Gonçalves (RR).

A reunião aconteceu na Presidência da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, a partir das 8h30 da manhã.

Convidamos todos os médicos brasileiros a procurarem deputados federais e senadores, a partir de agora, pedindo apoio para essa importante causa para a medicina e a saúde de todos os brasileiros.

Entre nos links a seguir e procure seu Deputado e Senador:

Deputados

Senadores

 

Decreto 8.497 deve ficar restrito ao Cadastro Nacional de Especialistas

Este foi o compromisso firmado na tarde desta terça-feira, durante a primeira reunião do Grupo de Trabalho para reformulação do Decreto 8.497, criado para regrar sobre o Cadastro Nacional de Especialistas, mas que abria brechas legais para que o governo interferisse unilateralmente nas formas de certificação dos médicos especialistas no Brasil e na qualidade da formação desses profissionais.

O Grupo de Trabalho foi criado na última quarta-feira (12/8), por conta de um acordo entre a base do governo, os deputados Luiz Henrique Mandetta (MS) e Mendonça Filho (PE) e o presidente da Câmara dos Deputados para que não fosse votado o Regime de Urgência do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 157, que sustaria os efeitos do Decreto 8.497.

Na reunião desta terça, o decreto foi inteiramente rediscutido e o pleito das entidades médicas foi bem recebido pelos ministérios da Educação e da Saúde, no sentido de garantir uma redação mais clara, para deixar os efeitos do decreto restritos ao Cadastro Nacional de Especialidades. “Evoluímos no que diz respeito ao conceito do decreto e à necessidade de deixá-lo específico e restrito ao cadastro. Concordamos no que deve ser excluído para que não haja mais dúvidas, insegurança jurídica e para que tenhamos garantida a formação de especialistas como se dá atualmente: por meio da residência médica e do título de especialista da AMB e Sociedades de Especialidades”, afirmou Florentino Cardoso, presidente da AMB.

A nova redação do decreto já começou a ser produzida nesta terça. Ainda faltam artigos a serem reescritos, o que deve acontecer nesta quinta-feira (20/8), quando haverá nova reunião na Câmara dos Deputados para finalização dos trabalhos. Todo este processo está sendo acompanhado e avalizado também por uma comissão de deputados. A expectativa é de que, na próxima semana, a Casa Civil publique o novo texto, com as modificações feitas nas reuniões do Grupo de Trabalho para reformulação do Decreto 8.497.

Estiveram presentes na reunião desta terça-feira pela AMB (Associação Médica Brasileira) o presidente da entidade Florentino Cardoso e o diretor José Bonamigo. Pelo CFM (Conselho Federal de Medicina), o presidente Carlos Vital. Pelo Ministério da Educação, o secretário-executivo Luiz Cláudio Costa, o secretário de Educação Superior Jesualdo Pereira Farias e o diretor de Desenvolvimento da Educação em Saúde Vinícius Ximenes. Pelo Ministério da Saúde, o secretário de Gestão do Trabalho Hêider Aurélio Pinto. Pela Associação Nacional de Médicos Residentes, a diretora Naiara Costa Balderramas.

Representando a Câmara dos Deputados, como parte da comissão de avaliação do decreto, estiveram presentes os seguintes parlamentares: Luiz Henrique Mandetta (MS), Jorge Solla (BA), Alexandre Serfiótis (RJ), Marcelo Castro (PI), Roberto Brito (BA), Adelmo Leão (MG), Gorete Pereira (CE) e Hiran Gonçalves (RR), representando o deputado Celso Russomano (SP).

A reunião aconteceu na Secretaria Executiva do Ministério da Educação, às 14h30.

Sobre o Decreto 8497/2015

Na quarta feira, 12 de agosto de 2015, estivemos acompanhando as discussões na Câmara Federal sobre o Decreto Presidencial 8497/2015, que agride frontalmente a saúde, a medicina, as entidades médicas e o médico.

A mobilização feita, com efetiva participação das Sociedades de Especialidades, Federadas da AMB, CFM, ANMR, AEMED-BR e o apoio dos Deputados Mandetta (MS), Mendonça Filho (PE) e André Figueiredo (CE), do Senador Ronaldo Caiado (GO) e outros parlamentares que entenderam nossa causa, fez com que o Governo recuasse. Esperamos que se estabeleça o melhor para a saúde da nossa população. Não podíamos permitir tamanha afronta e agressão à formação de médicos especialistas no Brasil, nem à autonomia da AMB e Sociedades de Especialidades.

O “rolo compressor” do governo tentava desqualificar os verdadeiros e fortes argumentos das entidades médicas, mas não conseguiu. Não deixemos a mentira prosperar. Foi importante a atuação do Presidente da Câmara, Deputado Eduardo Cunha (RJ), quando solicitou aos Deputados Mandetta e Mendonça Filho a retirada de pauta da votação da urgência do PDL (Projeto de Decreto Legislativo) 175/2015, que sustava o Decreto Presidencial. Houve acordo, após o compromisso público do Presidente da Câmara, para que fosse criada uma Comissão com a participação de Deputados Federais (da base aliada e de oposição, 4 no total), Ministérios da Saúde e da Educação (um de cada) e das Entidades Médicas (AMB, CFM, Fenam e ANMR). No prazo máximo de duas semanas tentaremos (por meio desta Comissão) construir o consenso num novo texto para o Decreto 8497/2015. Caso não haja consenso, o PDL 175/2015 voltará para pauta em 15 dias, para votação da urgência seguida a votação do mérito na mesma sessão plenária.

Dessa maneira, conclamamos todos os médicos brasileiros a aumentar a mobilização e contato com os Deputados Federais dos seus estados, para que entendam os riscos do decreto como está e abracem nossa causa. As Sociedades de Especialidades e todas as demais entidades médicas devem engajar-se ainda mais nessa luta, que visa manter a qualidade da formação do médico especialista no Brasil.

Agradecemos desde já o que fizeram e o que ainda farão para manter a medicina brasileira respeitada. A AMB está de plantão 24h, todos os dias da semana, nas pessoas do Presidente e dos Diretores, até o desfecho dessa causa que tanto interesse desperta.

Associação Médica Brasileira

 

AMB orienta médicos a convocarem representantes parlamentares na derrubada de Decreto 8.497/2015

ATENÇÃO MÉDICOS!

Representantes da Associação Médica Brasileira (AMB), o CFM, todas as Sociedades de Especialidades e Associações Médicas Federadas acabaram de se reunir com o Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, com a participação do Dep. Luiz Henrique Mandetta e lideranças de vários partidos, no intuito de informar e sensibilizar a respeito do Decreto 8497/2015, para que seja aprovado o Regime de Urgência, viabilizando a derrubada do DECRETO DITATORIAL que prejudica as Sociedades de Especialidades.

A VOTAÇÃO SERÁ HOJE. VAMOS À LUTA!

Convidamos todos os médicos brasileiros a procurarem parlamentares federais dos seus estados, a partir de agora, pedindo apoio a essa importante causa para a saúde, a medicina e para os médicos brasileiros.
Entre no link a seguir e procure seu deputado:www.camara.leg.br