FEBRE AMARELA – INFORMATIVO ATUALIZADO (13/02/2017)

 

Médicos infectologistas da Sociedade Brasileira de Infectologia, filiada à AMB, atualizaram o Informativo sobre a Febre Amarela, falando sobre a doença, os riscos, sintomas, tratamentos e contraindicações, prevenção e indicação para vacinação, incluindo link do MS para lista dos municípios com indicação para a vacinação.
Informe-se, previna-se e divulgue.

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Informativo para profissionais de saúde

Informativo para a população brasileira

Presidentes discutem especialização em neurologia pediátrica

O presidente da AMB, Florentino Cardoso, reuniu-se na sede da AMB, na manhã desta terça-feira, com o presidente da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil (SBNI), Rubens Wajnsztejn.  O motivo da reunião solicitada pelo professor Rubens foi a preocupação existente hoje em relação ao Título de Especialista em Neurologia Pediátrica, e, para isso, Wajnsztejn solicitou inserção maior da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) e seu departamento de neurologia infantil, representado pela SBNI.

“Nos colocamos à disposição para colaborar e fazer isso de forma legal, regimental e estatutária, a fim de que a ABN,  caso queira, também possa realizar prova de especialista para área de atuação em neurologia pediátrica, em conjunto com a Sociedade Brasileira de Pediatria”, destacou o presidente da AMB, Florentino Cardoso. “Enfim, discutimos o conjunto especialidade e área de atuação: como foi no passado, como é hoje e o que precisa para ser especialidade médica ou área de atuação”, finalizou Cardoso. Também participou da reunião o advogado Carlos Michaelis, representando o departamento jurídico da AMB.

Dr. Rubens Wajnsztejn

AMB e CFM: união em defesa da classe em 2017

A exemplo do que ocorreu no ano passado, as diretorias da Associação Médica Brasileira e do Conselho Federal de Medicina voltaram a se reunir neste início de ano, visando definir estratégias para as ações conjuntas em 2017. O encontro aconteceu na manhã desta sexta-feira, na sede da AMB, em São Paulo.

“Temos várias pautas convergentes, com interesses comuns às nossas entidades, em defesa dos interesses dos médicos brasileiros como a ética no final vida, medicina baseada em evidências, defesa profissional, autonomia, condições de trabalho, reconhecimento do trabalho médico, entre outros”, destacou o presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital.

Ele também assinalou que para este ano  estão programados . vários  eventos e encontros conjuntos a serem realizados pela AMB e CFM, além do desenvolvimento de pautas de ordem política e legislativa que  serão desencadeadas de maneira convergentes entre as entidades.

O primeiro desses eventos – que também terá a participação de países ligados à Confemel ( Confederação Médica Latino-Americana e do Caribe)  acontecerá em março, no Rio de Janeiro, e será destinado a debater aspectos ligados à terminalidade da vida. O resultado servirá como contribuição das entidades médicas latino-americanas à WMA – Associação Médica Mundial.

“Essa reunião consolidou a união e continuidade do nosso trabalho conjunto – AMB e CFM em muitos assuntos diretamente ligados à classe médica. Temos algumas pautas separadas, pela peculiaridade  das próprias entidades, mas que serão apoiadas e respeitadas por ambas. Avaliamos e discutimos o cenário atual da política nacional, a nossa relação com o governo, especialmente ações ligadas ao Ministérios de Saúde e da Educação. Em todas as reuniões ligadas à política nacional ou internacional, abrangendo WMA e Confemel, a AMB e o CFM estarão lado a lado”, sentenciou o presidente da AMB, Florentino Cardoso.

Na foto: Aldemir Soares (1º Secretário da AMB); Diogo Sampaio ( Diretor de Comunicações da AMB); Carlos Vital ( Presidente do CFM); Florentino Cardoso ( Presidente da AMB); Jeancarlo Cavalcante ( Conselheiro do CFM e Presidente da Confemel); Miguel Roberto Jorge ( 2º Tesoureiro da AMB) ; Antonio Salomão (Secretário-Geral da AMB)

Adquira já a CBHPM 2016

CBHPM 2016

A AMB lançou a publicação de uma ampla e revisada edição da CBHPM, a partir do exitoso trabalho da Comissão Nacional de Honorários e da Câmara Técnica da CBHPM, com a participação e de todas as Sociedades de Especialidade, de participantes do Sistema de Saúde Suplementar, da Agência Reguladora e das entidades médicas. Devemos entendê-la como o padrão mínimo aceitável (Resolução CFM nº 1.673/03) para o estabelecimento da remuneração do nosso exercício profissional. Desejamos que, a cada momento, seja uma ferramenta legítima de apoio, de proteção, e que sua adoção por todos os segmentos da Saúde Suplementar Brasileira.

Este trabalho, hoje reconhecido pelo sistema de Saúde Suplementar Brasileiro, vem sendo incorporado progressivamente pelas mais importantes operadoras de planos de saúde e é entendido pela agência reguladora ANS como a condição básica para que seus procedimentos possam ser incorporados ao Rol de Procedimentos, atualizado periodicamente por esta agência.

Temos a certeza de que, tendo como norteadores a ética e o racional, o fortalecimento da CBHPM como aliada necessária ao reconhecimento da dignidade de nosso exercício profissional, e a melhoria da qualidade assistencial aos nossos pacientes, será apenas uma questão de tempo e de sensibilidade político-administrativa, a adoção da CBHPM também pelo Sistema Único de Saúde (SUS). E esta, já podemos adiantar, será a uma de nossas próximas metas! É importante ressaltar que, a cada edição da CBHPM (atualmente realizada a cada dois anos), novos procedimentos são incorporados e outros extintos, atendendo à necessária dinâmica da prática médica, mutante e evolutiva por sua finalidade e natureza.

A Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) está disponível para aquisição em brochura e em CD (dados tabulados).

Para sócios da AMB que estejam em dia com sua contribuição somente será cobrado o valor de manuseio e envio.

http://amb.org.br/adquirir-cbhpm/

Sepse mata mais que infarto e câncer de mama e intestino. Profissionais se reúnem em São Paulo para discutir o tema

O Brasil tem uma das mais altas taxas de mortalidades por sepse do mundo. Alguns estudos epidemiológicos mostram que os índices brasileiros são maiores do que os de países economicamente semelhantes, como a Argentina. Nos dias 4 e 5 de maio, o ILAS – Instituto Latino Americano de Sepse, organizará o XIV Simpósio Internacional de Sepse, em São Paulo, no Centro de Convenções Frei Caneca. O encontro reunirá os mais importantes nomes nacionais e internacionais para falar sobre o tema e para apresentar as novas estratégias para a mudança do cenário brasileiro e em outros países. Serão mais de 60 convidados nacionais e seis internacionais. Sepse no Brasil – A alta taxa de mortalidade e morbidade por sepse em nosso país é devido a uma série de fatores. Acredita-se que o pouco conhecimento da população sobre a doença e a dificuldade dos profissionais de saúde em diagnosticar rapidamente a síndrome sejam razões importantes que devem ser trabalhadas. Dados de estudos epidemiológicos brasileiros, coordenados pelo Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), apontam que a taxa de mortalidade em nosso país pode chega a 55% dos pacientes que apresentam sepse nas UTIs brasileiras. Na última década, a taxa de incidência da doença aumentou entre 8% e 13% em relação à década passada, sendo responsável por mais óbitos do que alguns tipos de câncer, como o de mama e o de intestino. “A sepse é uma doença cujas características e sintomas são muito inespecíficas e cujo reconhecimento e internação precoces fazem toda a diferença no tratamento, pois as primeiras horas são importantíssimas para o tratamento com antibioticoterapia e reposição volêmica”, explica Dr. Luciano Azevedo, presidente do ILAS. Crianças, idosos e pessoas com sistema imune deficiente, como pacientes com HIV ou com câncer, estão no grupo de maior risco. “A sepse pode começar com uma infecção, como a pneumonia ou uma infecção urinária, que se não tratada adequadamente pode evoluir e levar ao óbito”, esclarece Dr. Luciano. Informações sobre o XIV Fórum Internacional Sepse: www.forumsepse.com.br

AMB OBTÉM LIMINAR, EM AÇÃO CONTRA O CONSELHO FEDERAL DE BIOMEDICINA, QUE RESTRINGE ATUAÇÃO INDEVIDA DE BIOMÉDICOS

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Pedido de liminar em Ação Civil Pública, impetrada pela Associação Médica Brasileira (AMB) contra resoluções do Conselho Federal de Biomedicina (CFBM), foi acolhido pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte em 30 de novembro de 2016. As normas suspensas vinham dando amparo à atuação dos biomédicos muito além dos limites definidos por lei, extrapolando inclusive a capacidade técnica e de formação destes profissionais e gerando insegurança e risco para os pacientes.

A decisão da justiça tem efeito nacional e abrange as atribuições “estéticas invasivas e prescrições” do biomédico. Para a AMB, essas atividades são estranhas à atuação profissional da biomedicina e são restritas ao campo dos detentores de formação médica. No entendimento do Judiciário, ao acolher os argumentos apresentados, a formação do biomédico permite sua participação em atividades complementares ao diagnóstico em equipes de saúde.

Em sua decisão, a juíza federal Gisele Maria da Silva Araújo Leite, afirma que toda “atuação regulamentadora do Conselho Federal de Biomedicina para a atividade do profissional Biomédico, importa em fixar competências que extrapolam o poder regulamentador do referido Conselho Profissional, já que possibilita a atuação do Biomédico em serviços de estética, inclusive com atuação de prescrição e intervenção invasiva, sem a supervisão médica, à míngua de autorização legal”.

De acordo com a entidade, o ato profissional biomédico não faz qualquer referência à realização de tratamento estético, por exemplo. A liminar proferida abrange as resoluções do CFBM: 197 (21/02/2011), 214 (10/04/2012) e 241 (29/05/2014), além das Normativas 03/2015, 04/2015 05/2015.

Comissão Jurídica de Defesa do Ato Médico (CFM e AMB)
“Felizmente, o bom senso prevaleceu e a juíza concedeu a liminar em favor da segurança dos pacientes brasileiros. É inadmissível que profissionais de biomedicina atuem como se médicos fossem, utilizando as resoluções do CFBM para burlar a legislação brasileira e ludibriar pacientes”, declara Florentino Cardoso, presidente da AMB.

Para Carlos Vital, presidente do CFM, “a defesa das prerrogativas determinadas na Lei nº 12.842/2013 (Lei do Ato Médico), atribuídas unicamente ao profissional médico, é uma das mais relevantes prioridades dos Conselhos de Medicina, no desempenho de suas missões em benefício da sociedade e dos legítimos interesses de classe. Ao impetrar essas ações e recursos, o que se busca é o respeito à soberania do princípio tão jurídico quanto civilizado e imprescindível ao bem estar social de que a lei é para todos”.

Os resultados recentes, que incluem esta liminar e outras decisões, são decorrência do trabalho estratégico desenvolvido pela Comissão Jurídica de Defesa ao Ato Médico, composta pelos advogados responsáveis pelas Coordenações e Departamentos Jurídicos do CFM, da AMB e de vários Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) e sociedades de especialidades médicas.

De forma conjunta, a Comissão criou e estudou estratégia jurídica para fazer contraposição aos atos administrativos ilegais praticados por alguns conselhos profissionais e tem tomado todas as medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis para suspender e anular judicialmente esses normativos, requerer a apuração da responsabilidade dos gestores que os editaram e denunciar casos concretos de exercício irregular da medicina, com apuração da responsabilidade civil e criminal de todos os profissionais envolvidos nos inúmeros casos de prejuízo a pacientes que chegam diariamente a conhecimento da Comissão.

“Esta liminar deferida pavimenta a legalidade, por meio de campanha promovida pela Comissão Jurídica de Defesa do Ato Médico (CFM e AMB) perante o judiciário e que garante a segurança aos pacientes e toda medicina, ante a suspensão de todas as resoluções e normativas do CFBB que violam a lei do Ato Médico”, analisa o advogado Carlos Michaelis Jr, da AMB.

 

Denuncie irregularidades na remuneração dos médicos

Futuro incerto, falta de perspectiva na carreira e prejuízos financeiros são realidades conhecidas para diversos profissionais da medicina. Em alguns municípios, gestores se aproveitam da fragilidade dos vínculos trabalhistas para desonrar os compromissos contratuais, causando alta rotatividade nesses postos de trabalho e deixando, dessa forma, uma longa lista de médicos prejudicados.

No caso da doutora Elisangela Sivieiro, não obstante os enormes prejuízos causados pela falta de pagamento, uma decisão judicial quis obrigar a profissional a continuar submetida ao mesmo trabalho em que não é remunerada há sete meses, sob ameaça de multa e detenção por descumprimento.

A Associação Médica Brasileira já extinguiu o processo no caso de Palmital/SP, mas quer identificar outros médicos em situação semelhante. Se você passou ou está passando pelo mesmo problema, cadastre-se pelo formulário.

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NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE A PROVA PARA TÍTULO DE ESPECIALISTA EM PSIQUIATRIA

A Associação Médica Brasileira (AMB) informa que a prova para obtenção do título de Especialista em Psiquiatria, com previsão de aplicação hoje 16/11, pela Associação Brasileira de Psiquiatria (SBP), foi suspensa, pelo não cumprimento das normas da AMB para emissão de títulos.

A competência e responsabilidade para emissão dos títulos é da AMB, cabendo a esta zelar pela qualidade da formação dos especialistas.

Nova data para realização do exame será divulgada pela AMB e pela ABP assim que estiverem garantidas as normas da AMB para a emissão de Título de Especialista.