AMB e CFM: união em defesa da classe em 2017

A exemplo do que ocorreu no ano passado, as diretorias da Associação Médica Brasileira e do Conselho Federal de Medicina voltaram a se reunir neste início de ano, visando definir estratégias para as ações conjuntas em 2017. O encontro aconteceu na manhã desta sexta-feira, na sede da AMB, em São Paulo.

“Temos várias pautas convergentes, com interesses comuns às nossas entidades, em defesa dos interesses dos médicos brasileiros como a ética no final vida, medicina baseada em evidências, defesa profissional, autonomia, condições de trabalho, reconhecimento do trabalho médico, entre outros”, destacou o presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital.

Ele também assinalou que para este ano  estão programados . vários  eventos e encontros conjuntos a serem realizados pela AMB e CFM, além do desenvolvimento de pautas de ordem política e legislativa que  serão desencadeadas de maneira convergentes entre as entidades.

O primeiro desses eventos – que também terá a participação de países ligados à Confemel ( Confederação Médica Latino-Americana e do Caribe)  acontecerá em março, no Rio de Janeiro, e será destinado a debater aspectos ligados à terminalidade da vida. O resultado servirá como contribuição das entidades médicas latino-americanas à WMA – Associação Médica Mundial.

“Essa reunião consolidou a união e continuidade do nosso trabalho conjunto – AMB e CFM em muitos assuntos diretamente ligados à classe médica. Temos algumas pautas separadas, pela peculiaridade  das próprias entidades, mas que serão apoiadas e respeitadas por ambas. Avaliamos e discutimos o cenário atual da política nacional, a nossa relação com o governo, especialmente ações ligadas ao Ministérios de Saúde e da Educação. Em todas as reuniões ligadas à política nacional ou internacional, abrangendo WMA e Confemel, a AMB e o CFM estarão lado a lado”, sentenciou o presidente da AMB, Florentino Cardoso.

Na foto: Aldemir Soares (1º Secretário da AMB); Diogo Sampaio ( Diretor de Comunicações da AMB); Carlos Vital ( Presidente do CFM); Florentino Cardoso ( Presidente da AMB); Jeancarlo Cavalcante ( Conselheiro do CFM e Presidente da Confemel); Miguel Roberto Jorge ( 2º Tesoureiro da AMB) ; Antonio Salomão (Secretário-Geral da AMB)

Adquira já a CBHPM 2016

CBHPM 2016

A AMB lançou a publicação de uma ampla e revisada edição da CBHPM, a partir do exitoso trabalho da Comissão Nacional de Honorários e da Câmara Técnica da CBHPM, com a participação e de todas as Sociedades de Especialidade, de participantes do Sistema de Saúde Suplementar, da Agência Reguladora e das entidades médicas. Devemos entendê-la como o padrão mínimo aceitável (Resolução CFM nº 1.673/03) para o estabelecimento da remuneração do nosso exercício profissional. Desejamos que, a cada momento, seja uma ferramenta legítima de apoio, de proteção, e que sua adoção por todos os segmentos da Saúde Suplementar Brasileira.

Este trabalho, hoje reconhecido pelo sistema de Saúde Suplementar Brasileiro, vem sendo incorporado progressivamente pelas mais importantes operadoras de planos de saúde e é entendido pela agência reguladora ANS como a condição básica para que seus procedimentos possam ser incorporados ao Rol de Procedimentos, atualizado periodicamente por esta agência.

Temos a certeza de que, tendo como norteadores a ética e o racional, o fortalecimento da CBHPM como aliada necessária ao reconhecimento da dignidade de nosso exercício profissional, e a melhoria da qualidade assistencial aos nossos pacientes, será apenas uma questão de tempo e de sensibilidade político-administrativa, a adoção da CBHPM também pelo Sistema Único de Saúde (SUS). E esta, já podemos adiantar, será a uma de nossas próximas metas! É importante ressaltar que, a cada edição da CBHPM (atualmente realizada a cada dois anos), novos procedimentos são incorporados e outros extintos, atendendo à necessária dinâmica da prática médica, mutante e evolutiva por sua finalidade e natureza.

A Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) está disponível para aquisição em brochura e em CD (dados tabulados).

Para sócios da AMB que estejam em dia com sua contribuição somente será cobrado o valor de manuseio e envio.

http://amb.org.br/adquirir-cbhpm/

Sepse mata mais que infarto e câncer de mama e intestino. Profissionais se reúnem em São Paulo para discutir o tema

O Brasil tem uma das mais altas taxas de mortalidades por sepse do mundo. Alguns estudos epidemiológicos mostram que os índices brasileiros são maiores do que os de países economicamente semelhantes, como a Argentina. Nos dias 4 e 5 de maio, o ILAS – Instituto Latino Americano de Sepse, organizará o XIV Simpósio Internacional de Sepse, em São Paulo, no Centro de Convenções Frei Caneca. O encontro reunirá os mais importantes nomes nacionais e internacionais para falar sobre o tema e para apresentar as novas estratégias para a mudança do cenário brasileiro e em outros países. Serão mais de 60 convidados nacionais e seis internacionais. Sepse no Brasil – A alta taxa de mortalidade e morbidade por sepse em nosso país é devido a uma série de fatores. Acredita-se que o pouco conhecimento da população sobre a doença e a dificuldade dos profissionais de saúde em diagnosticar rapidamente a síndrome sejam razões importantes que devem ser trabalhadas. Dados de estudos epidemiológicos brasileiros, coordenados pelo Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), apontam que a taxa de mortalidade em nosso país pode chega a 55% dos pacientes que apresentam sepse nas UTIs brasileiras. Na última década, a taxa de incidência da doença aumentou entre 8% e 13% em relação à década passada, sendo responsável por mais óbitos do que alguns tipos de câncer, como o de mama e o de intestino. “A sepse é uma doença cujas características e sintomas são muito inespecíficas e cujo reconhecimento e internação precoces fazem toda a diferença no tratamento, pois as primeiras horas são importantíssimas para o tratamento com antibioticoterapia e reposição volêmica”, explica Dr. Luciano Azevedo, presidente do ILAS. Crianças, idosos e pessoas com sistema imune deficiente, como pacientes com HIV ou com câncer, estão no grupo de maior risco. “A sepse pode começar com uma infecção, como a pneumonia ou uma infecção urinária, que se não tratada adequadamente pode evoluir e levar ao óbito”, esclarece Dr. Luciano. Informações sobre o XIV Fórum Internacional Sepse: www.forumsepse.com.br

AMB OBTÉM LIMINAR, EM AÇÃO CONTRA O CONSELHO FEDERAL DE BIOMEDICINA, QUE RESTRINGE ATUAÇÃO INDEVIDA DE BIOMÉDICOS

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Pedido de liminar em Ação Civil Pública, impetrada pela Associação Médica Brasileira (AMB) contra resoluções do Conselho Federal de Biomedicina (CFBM), foi acolhido pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte em 30 de novembro de 2016. As normas suspensas vinham dando amparo à atuação dos biomédicos muito além dos limites definidos por lei, extrapolando inclusive a capacidade técnica e de formação destes profissionais e gerando insegurança e risco para os pacientes.

A decisão da justiça tem efeito nacional e abrange as atribuições “estéticas invasivas e prescrições” do biomédico. Para a AMB, essas atividades são estranhas à atuação profissional da biomedicina e são restritas ao campo dos detentores de formação médica. No entendimento do Judiciário, ao acolher os argumentos apresentados, a formação do biomédico permite sua participação em atividades complementares ao diagnóstico em equipes de saúde.

Em sua decisão, a juíza federal Gisele Maria da Silva Araújo Leite, afirma que toda “atuação regulamentadora do Conselho Federal de Biomedicina para a atividade do profissional Biomédico, importa em fixar competências que extrapolam o poder regulamentador do referido Conselho Profissional, já que possibilita a atuação do Biomédico em serviços de estética, inclusive com atuação de prescrição e intervenção invasiva, sem a supervisão médica, à míngua de autorização legal”.

De acordo com a entidade, o ato profissional biomédico não faz qualquer referência à realização de tratamento estético, por exemplo. A liminar proferida abrange as resoluções do CFBM: 197 (21/02/2011), 214 (10/04/2012) e 241 (29/05/2014), além das Normativas 03/2015, 04/2015 05/2015.

Comissão Jurídica de Defesa do Ato Médico (CFM e AMB)
“Felizmente, o bom senso prevaleceu e a juíza concedeu a liminar em favor da segurança dos pacientes brasileiros. É inadmissível que profissionais de biomedicina atuem como se médicos fossem, utilizando as resoluções do CFBM para burlar a legislação brasileira e ludibriar pacientes”, declara Florentino Cardoso, presidente da AMB.

Para Carlos Vital, presidente do CFM, “a defesa das prerrogativas determinadas na Lei nº 12.842/2013 (Lei do Ato Médico), atribuídas unicamente ao profissional médico, é uma das mais relevantes prioridades dos Conselhos de Medicina, no desempenho de suas missões em benefício da sociedade e dos legítimos interesses de classe. Ao impetrar essas ações e recursos, o que se busca é o respeito à soberania do princípio tão jurídico quanto civilizado e imprescindível ao bem estar social de que a lei é para todos”.

Os resultados recentes, que incluem esta liminar e outras decisões, são decorrência do trabalho estratégico desenvolvido pela Comissão Jurídica de Defesa ao Ato Médico, composta pelos advogados responsáveis pelas Coordenações e Departamentos Jurídicos do CFM, da AMB e de vários Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) e sociedades de especialidades médicas.

De forma conjunta, a Comissão criou e estudou estratégia jurídica para fazer contraposição aos atos administrativos ilegais praticados por alguns conselhos profissionais e tem tomado todas as medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis para suspender e anular judicialmente esses normativos, requerer a apuração da responsabilidade dos gestores que os editaram e denunciar casos concretos de exercício irregular da medicina, com apuração da responsabilidade civil e criminal de todos os profissionais envolvidos nos inúmeros casos de prejuízo a pacientes que chegam diariamente a conhecimento da Comissão.

“Esta liminar deferida pavimenta a legalidade, por meio de campanha promovida pela Comissão Jurídica de Defesa do Ato Médico (CFM e AMB) perante o judiciário e que garante a segurança aos pacientes e toda medicina, ante a suspensão de todas as resoluções e normativas do CFBB que violam a lei do Ato Médico”, analisa o advogado Carlos Michaelis Jr, da AMB.

 

Denuncie irregularidades na remuneração dos médicos

Futuro incerto, falta de perspectiva na carreira e prejuízos financeiros são realidades conhecidas para diversos profissionais da medicina. Em alguns municípios, gestores se aproveitam da fragilidade dos vínculos trabalhistas para desonrar os compromissos contratuais, causando alta rotatividade nesses postos de trabalho e deixando, dessa forma, uma longa lista de médicos prejudicados.

No caso da doutora Elisangela Sivieiro, não obstante os enormes prejuízos causados pela falta de pagamento, uma decisão judicial quis obrigar a profissional a continuar submetida ao mesmo trabalho em que não é remunerada há sete meses, sob ameaça de multa e detenção por descumprimento.

A Associação Médica Brasileira já extinguiu o processo no caso de Palmital/SP, mas quer identificar outros médicos em situação semelhante. Se você passou ou está passando pelo mesmo problema, cadastre-se pelo formulário.

[Clique aqui]

NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE A PROVA PARA TÍTULO DE ESPECIALISTA EM PSIQUIATRIA

A Associação Médica Brasileira (AMB) informa que a prova para obtenção do título de Especialista em Psiquiatria, com previsão de aplicação hoje 16/11, pela Associação Brasileira de Psiquiatria (SBP), foi suspensa, pelo não cumprimento das normas da AMB para emissão de títulos.

A competência e responsabilidade para emissão dos títulos é da AMB, cabendo a esta zelar pela qualidade da formação dos especialistas.

Nova data para realização do exame será divulgada pela AMB e pela ABP assim que estiverem garantidas as normas da AMB para a emissão de Título de Especialista.

Casos suspeitos de microcefalia associada ao zika vírus já são 1.248

infografico_zikavirusA médica e membro da Comissão de Parto, Aborto e Puerpério da FEBRASGO, Dra. Lucila Nagata, em entrevista à AMB aborda o Zika Vírus, doença que chegou recentemente ao Brasil e é transmitida pelo mosquito Aedes Aegipty, mesmo vetor da dengue.

A doutora explica que o vírus tem sido frequente nos estados do Nordeste, mas de acordo com o Ministério da Saúde, o número de casos de malformação congênita cerebral aumentou para 1.248 no país e já atinge 13 Estados.

Como surgiu o Zika Vírus no Brasil?

Segundo um boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, em fevereiro de 2015 começaram a surgir no Brasil casos que depois foram atribuídos à doença.

 Essa rápida disseminação da doença é preocupante?

Sim, porque nas regiões Norte e Nordeste está aumentando muito a incidência da microcefalia. Além disso, dados do Ministério da Saúde mostram que que o número de casos de malformação congênita cerebral aumentou para 1.248 no país e já atinge 13 Estados.

 O que deve ser feito de imediato ao se identificar os sintomas de Zika?

É uma virose. Ainda não existe um tratamento, e os sintomas são parecidos com o da dengue, embora menos agressivos. Em 70% a 80% das pessoas são assintomáticas.

 A forma de transmissão é idêntica da dengue? Tem outros tipos de contágio?

 A transmissão é feita pelo mosquito Aeges Aegypti, o mesmo mosquito que transmite a dengue.

 A doença tem tipos de classificação?

Não tem. Os sintomas desaparecem de três a sete dias. Trata-se de uma doença muito sutil.

Como identificar se o vírus é o Zika, Dengue ou Chikungunya?

É por exclusão de sintomas. Não existe no Brasil ainda nenhum exame específico ou sorologia.

Quais os perigos que a doença pode causar às gestantes? Pode causar microcefalia no bebê?

Má formação fetal grave – microcefalia. O bebê nasce com a cabeça pequena, com o perímetro cefálico menor do que os 33 centímetros considerados normais. Além de trazer risco de morte, a condição pode ter sequelas graves para os bebês que sobrevivem, como dificuldades psicomotoras (no andar e no falar) e cognitivas (como retardo mental).

Quais medidas os governantes estão adotando para evitar epidemias?

Tentar controlar os lugares onde tem o foco do mosquito. Orientar a população para não acumular água parada – as mesmas medidas da dengue.

O que deve ser evitado durante o tratamento da Zika?

 A medicação é feita por analgésico e os cuidados devem ser os mesmos para não cortar os efeitos do medicamento.

Quais as medidas de prevenção?

 Não acumule água parada para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti;

–      Use repelentes diariamente;

–      Coloque telas protetoras em janelas e portas de casa;

–      Sempre que possível use roupas que cubram os braços e pernas.

Gincana de Medicina da ABM reúne quase 500 alunos em dois meses

O evento foi encerrado com chave de ouro no INESS; Grupo Cecil venceu a competição e participantes poderão escolher curso gratuito no Instituto de Ensino e Simulação em Saúde

Depois de competir entre 480 alunos, sete grupos chegaram à fase final da I Gincana Intermédica da ABM, que foi realizada presencialmente no domingo (08.11), no Instituto de Ensino e Simulação em Saúde (INESS), em Nazaré. Idealizado pela Associação Bahiana de Medicina, em parceria com instituições de ensino superior, a competição começou no dia 14 de setembro com as provas realizadas em ambiente virtual.

Os grandes vencedores da competição, que integram o grupo Cecil, poderão escolher um curso de treinamento médico com os mais modernos manequins disponíveis no INESS. A diretora da ABM e idealizadora da iniciativa, Dra. Clarissa Mathias, comemorou os resultados do último dia de competição. “Nós utilizamos as questões do teste do progresso, seguida por uma simulação do INESS, e o nível de aprendizado foi excelente. Os estudantes receberam muito bem a atividade”, avaliou, garantindo que a atividade complementar veio para fazer parte definitivamente do calendário acadêmico.

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Membro do grupo Cecil, que venceu a competição, a estudante Bruna Souza falou da experiência e ressaltou a qualidade dos equipamentos usados durante a prova final no INESS. “Eu achei interessante as diversas faculdades terem essa discussão bem diferenciada. Gostei bastante das estruturas e dos bonecos do INESS. O boneco fala e faz tudo [risos] e eu achei bem interessante. Foi uma experiência que agregou bastante conhecimento”, comemorou Bruna.

Quem também comemorou o encerramento no INESS foi o presidente da ABM, Dr. Robson Moura. Avaliando como exitosa a competição, ele afirmou que o evento contribuiu bastante para a aprendizagem dos alunos de Medicina e reforçou a importância da prova presencial, que ocorreu durante o encerramento no INESS. “Eles puderam praticar a teoria que aprendem em sala de aula. E nós também nos comunicamos mais com os estudantes de Medicina e mostramos a eles a sua casa, que é a ABM. Estamos de portas abertas para recebê-los e colaborar no atendimento às suas demandas”, assegurou.

Dr. Wilson Bruno, representante do Portal Meduniverse, que realizou as avaliações no âmbito digital, avaliou positivamente a primeira edição da Gincana da ABM, destacando a participação dos estudantes no evento. “O que surpreendeu foi o sucesso da Gincana. O volume de acessos que tivemos no Portal chegou a 62 mil visualizações nos dois meses. Ficamos muito felizes com a parte virtual gincana, com a participação dos estudantes. A gente parabeniza também a Dr. Izio por essa fase do simulado no INESS que fez com que os estudantes fizessem todas as simulações em manequins modernos”, disse. Ele falou ainda da importância dessa participação estudantil e confirmou uma segunda edição da Gincana de Medicina.

Já o coordenador do INESS, Dr. Izio Kowes, elogiou o comprometimento dos estudantes de medicina na competição. Para Dr. Izio, o sucesso da Gincana se deu também por conta do sucesso dos alunos nas provas: “Para nós do INESS, foi uma manhã histórica. Nós desenvolvemos essa finalização dessa gincana entre oito faculdades de medicina aqui da Bahia. Eu acho que foi um coroamento do trabalho em equipe e dos alunos que se envolveram e se comprometeram com todo o processo, desde o início da Gincana até esse encerramento”.

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Durante a prova final, os grupos participaram de duas provas: a primeira etapa com perguntas e respostas e a segunda com a simulação de atendimento em um cenário prático. O professor Adelmo Machado também comentou a importância do último dia da Gincana ser presencial e no próprio INESS. “Foi muito importante porque, além de estimular os alunos, os casos foram bastante aprofundados e com conteúdo muito importante e isso consequentemente é um estimulo à educação médica”, avaliou o docente.

Também durante a Gincana, foi criado o Conselho do Estudante, para que os participantes possam criticar e dar sugestões com o intuito de prover melhorias ao evento nas edições seguintes. A I Gincana Intermédica 2015 foi realizada pela ABM em parceria com o Portal Meduniverse e as Faculdades de Medicina da UFBA, EBMSP, UNIFACS, UNEB, FTC e UNIME.