Especialistas internacionais apresentam novas técnicas de oncoplastia

Jornada Brasileira de Oncoplástica, promovida pela SBM, acontece de 10 a 12 de abril, em São Paulo

A cirurgia de reconstrução mamária é atualmente uma das maiores evoluções do tratamento do câncer de mama, porém menos de 10% das pacientes brasileiras submetidas à mastectomia têm acesso à ela, mesmo após o Governo ter sancionado a Lei nº 12.802, que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a realizar cirurgia reparadora em quem retirou a mama devido ao câncer. A maioria das mulheres vive mutilada há anos aguardando, seja por falta de informação, medo, vergonha ou autoestima baixa.

Uma das formas de diminuir as filas é ampliar o número de profissionais disponíveis e treinados para esse tipo de cirurgia. E é para atualizar e aprimorar novas técnicas que a Sociedade Brasileira de Mastologia promove, entre os dias 10 e 12 de abril, em São Paulo, a Jornada Brasileira de Oncoplástica 2015 – Da Reconstrução à Reparação, que apresentará as mais recentes técnicas cirúrgicas e indicações, além de implicações e demonstrações de casos clínicos.

Mastologistas e cirurgiões de mama terão a oportunidade de acompanhar cirurgias ao vivo, assim como assistir aos importantes especialistas internacionais Richard Rainsbury, da Inglaterra; Eduardo Gonzalez, da Argentina; e Mario Rietjens, da Itália.

Os principais pontos que serão destacados no evento serão a utilização das membranas acellulares em reconstrução mamária; a redução das taxas de re-excisões após as cirurgias conservadoras oncológicas e oncoplásticas; a mastectomia preservadora de pele e de pele e mamilo: técnica para evitar complicações; a expansão mamária pós radioterapia; além da reconstrução mamária em sarcomas e reconstrução mamária em pacientes obesas.

O evento, que acontece no Hotel Bourbon Convention Center, em Moema, é voltado para mastologistas, oncologistas, cirurgiões de mama, residentes e estudantes. Dez vagas serão destinadas para acompanhamento presencial no centro cirúrgico com os médicos internacionais. Para se inscrever, basta enviar um email parasecretaria@sbmastologia.com.br ou pelo site da SBM (sbmastologia.com.br). Telefone para contato: (21) 2262-7306.

Anvisa amplia medidas para aumentar a segurança do receptor e do doador de sangue

O Diário Oficial da União publicou dia 18 de março os procedimentos, normas e diretrizes essenciais para as Boas Práticas no Ciclo do Sangue. As regras estão descritas na Instrução Normativa (IN) nº 1, que explicita as reformulações pelas quais está passando o sistema de hemovigilância brasileiro. A norma prevê, ainda, que o detalhamento conceitual e operacional sobre o tema estará descritos no Guia para a Hemovigilância. Este documento já está disponível no site da Anvisa. 

Com a IN, os eventos adversos ocorridos desde a doação até o receptor do sangue deverão ser notificados ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) por meio do sistema Notivisa. Esta medida tem o objetivo de subsidiar gestores e demais profissionais de saúde com informações úteis para o planejamento de medidas para reduzir riscos, além de inovar ao estabelecer prazos para a comunicação e a notificação dos eventos adversos.

Até a publicação da Instrução, a vigilância sobre os eventos adversos ao uso do sangue no Brasil estava restrita às reações ocorridas no decorrer ou após as transfusões sanguíneas. Esta ampliação do escopo da hemovigilância brasileira vem sendo discutida, por cerca de três anos, no âmbito da Comissão Permanente de Hemovigilância, que é a instância formalmente constituída para assessorar tecnicamente a Agência nas questões relacionadas ao tema.

A IN estabeleceu, por exemplo, que, em casos de óbito decorrentes de reações transfusionais, o fato deve ser comunicado e notificado ao SNVS em um prazo máximo de 72 horas. Situações como estas eram de notificação obrigatória mesmo antes da norma. No entanto, não havia prazo máximo estabelecido. Uma das inovações da norma é a obrigatoriedade de notificação de reações graves à doação, que devem ser feitas ao SNVS pelo serviço de saúde onde o fato ocorreu até o 15º dia útil do mês subsequente à identificação do evento.

O documento proposto por essa comissão – formada por representantes do Ministério da Saúde, vigilâncias sanitárias dos Estados, serviços de saúde, além de associações de especialistas e pacientes com doenças hematológicas – foi objeto de consulta ampliada a diversos órgãos e entidades relacionadas ao tema.

Os diferentes serviços envolvidos com os processos abordados na IN terão 12 meses a partir da publicação desta norma para se adequarem às suas exigências.

Motivação do Mais Médicos: enviar dinheiro a Cuba

Desde a implementação do Mais Médicos, em 2013, a Associação Médica Brasileira (AMB) levantou suspeitas sobre a legalidade e finalidade do programa do governo federal. Na noite desta terça-feira, 17, o Jornal da Band,em reportagem de Fábio Pannunzio, apresentou diálogos entre a representante da Organização Pan Americana para a Saúde (Opas) com assessores do Ministério da Saúde. O conteúdo é revelador: a criação e implantação do programa, via Medida Provisória votada às pressas pelo Congresso serviria ao propósito escuso de enviar dinheiro para Cuba.

À época do anúncio do programa, julho de 2013, a AMB afirmou em diversas audiências públicas, para a imprensa e em reuniões com parlamentares que o Mais Médicos estava envolto em uma nebulosa falta de transparência, além de trazer consigo uma grande quantidade de inconstitucionalidades.

O presidente da AMB, Florentino Cardoso ao tomar conhecimento da reportagem afirmou: “antes do programa começar, a Associação já fazia críticas e se opunha à maneira como o Mais Médicos seria feito. Não tivemos a devida atenção, principalmente por parte do governo federal, que nos taxou de corporativistas. Com a verdade vindo à tona, estamos provando que os médicos brasileiros sempre estiveram ao lado dos pacientes, principalmente os das áreas mais afastadas e pobres que ainda seguem sem atendimento adequado”.

Em agosto de 2013, a associação protocolou o pedido de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), contra o Mais Médicos. A alegação foi “o exercício ilegal da medicina em solo brasileiro”, já que autorizava “pessoas sem avaliação da habilitação técnica praticar atos médicos no Brasil”. Foram três ações movidas pela AMB, sem sucesso, mas que se julgada corretamente teria funcionado.

Entre os principais problemas apontados pela AMB está o fato do programa ter sido aprovado alegando urgência. Entretanto, o projeto foi acordado dois meses antes de anunciado com a fachada de “resposta às manifestações populares”.

O programa infringia os direitos dos trabalhadores já que para trabalhar nas unidades públicas os profissionais do Mais Médicos não realizariam concurso público e sem fazer o teste de revalidação de diplomas – prova obrigatória para quem se forma fora do país.  Além disso, os estrangeiros passaram apenas duas semanas se acostumando com a língua portuguesa.

Em tempos de transparência, estranha-se queem quase dois anos de programa, nem a Opas nem o governo federal apresentaram documentos informando quantos são os profissionais cubanos, onde atendem e quanto custa para os cofres públicos.

A AMB exige que o governo melhore as condições de trabalho, hoje abaixo do mínimo exigível para o exercício da medicina, o livre ir e vir dos cubanos em território brasileiro, e que apresente as razões pelas quais estes profissionais estão sendo violados nos seus direitos de trabalho ao serem remunerados com menos de 30% do que o governo brasileiro desembolsa com o convênio.

É preciso defender os médicos do regime ditatorial que os cerca mesmo em solo brasileiro. Não permitindo que sejam vigiados por membros do governo cubano (pagos com dinheiro do povo brasileiro) e a não sofrer pressão para mandar suas famílias de volta para Cuba.

Assim como todo o povo brasileiro, a AMB aguarda uma explicação clara e verdadeira quanto à ao Mais Médicos, bem como a apresentação de todos os contratos firmados entre a Opas e o governo brasileiro.

PEC mutilada

Por Ronaldo Caiado

A proposta de emenda constitucional se transformou numa forma de tirar recursos da saúde e condenar pacientes à morte

A aprovação da PEC do Orçamento Impositivo pode trazer resultados tão graves para a saúde no Brasil que o melhor seria denominá-la “PEC Dra. Virgínia Helena”. Para quem não se lembra, trata-se da médica de Curitiba indiciada e presa por praticar eutanásia em pacientes na UTI. Testemunhas dizem que ela “antecipava óbitos”, principalmente de usuários do SUS. A PEC se transformou numa forma de tirar recursos da saúde e condenar pacientes à morte.

O oportunismo de Dilma Rousseff impressiona. Aproveitou uma luta histórica para agir. O objetivo original da PEC do Orçamento Impositivo era quebrar a prática do Executivo de tutelar votações polêmicas, sinalizando com a liberação de emendas dos parlamentares. A proposta tramitou pela Câmara e foi aprovada quase que por unanimidade. Porém, assim que deixou aquela Casa, foi totalmente mutilada.

Na prática o governo do PT transferiu toda a maldade para as mãos do “Senado de Renan Calheiros”, que assumiu a tarefa com seu estilo híbrido, no intuito de manter os acordos nada republicanos com o Planalto. Renan bradou que “só promulgaria a PEC se viesse da Câmara como saiu do Senado”. Diante dessa ameaça, a PEC será promulgada hoje.

Desde a nova Constituição, lutamos para minimizar o problema do financiamento do SUS. Em 2000 comemoramos a aprovação da emenda 29, que vincula recursos nas três esferas de governo. A emenda define que os municípios ficarão com 15% da arrecadação dos impostos; os estados e o Distrito Federal, 12%; a União, o valor aplicado no ano anterior corrigido pela variação do PIB. A emenda também recebeu um acréscimo que autoriza, por lei complementar, a revisão dos recursos da União vinculados à Saúde destinados aos estados e municípios.

Isso significa que por lei — e sem ter que mudar a Constituição — podemos aumentar o financiamento da saúde repassando mais verba da União. Pelo menos é o que pretende o projeto de lei de iniciativa popular chamado Saúde + 10, que colheu mais dois milhões de assinaturas. Pela proposta, a União repassaria 10% da receita corrente bruta para financiar a saúde, o que implicaria no aumento gradual para o setor de aproximadamente R$ 50 bilhões.

O Congresso vai enterrar anos de lutas e conquistas para liberar R$ 15 bilhões de emendas individuais. Se a PEC do Orçamento Impositivo estivesse valendo em 2014, o valor teria sido R$ 7 bilhões a menos para a saúde. É um crime baixar o financiamento da saúde e vincular a base de cálculo a uma norma constitucional, que hoje é por lei complementar, mais simples de ser aprovada com votos favoráveis de 257 deputados e 41 senadores.

Dilma transfere para o Congresso a triste tarefa de negar saúde aos brasileiros. Não é difícil prever que, posteriormente, ainda se dará ao luxo de dizer que não teve culpa de nada e que precisará retomar a famigerada CPMF para conseguir atender a saúde da população.

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Congresso Brasileiro de Cirurgia de Mão alerta sobre prevenção e perigos e de traumas nas mãos de crianças

Todos os anos são registradas 6 mil mortes e mais de 140 mil internações na rede pública de crianças abaixo de 14 anos, vítimas de acidentes domésticos, segundo o Ministério da Saúde.

Há diversos tipos de acidentes infantis e a incidência maior ou menor de uma determinado tipo está relacionada a faixa etária e o desenvolvimento motor da criança.  Mãos e punhos são os membros mais suscetíveis a traumas pois são estas partes do corpo que a criança mais utiliza.

De 1 a 3 anos, por exemplo, quedas e esmagamentos são mais comuns pois nesta idade, as crianças já abrem portas e gavetas, escalam móveis, correm e não tem nenhuma consciência do perigo. “Crianças são impulsivas e agem sem medir consequências, os pais devem ficar atentos, pois uma pequena distração pode causar traumatismos, como um grave ferimento na mão”, afirma Giana Giostri, presidente do 35 Congresso Brasileiro de Cirurgia de Mão.

Segundo os especialistas, a cozinha é o lugar mais perigoso da casa. Há diversos vilões domésticos neste local como facas, tesouras e objetos pontiagudos. “Além da cozinha, janelas e portas também são locais de perigosos. É importante que se instale fixadores presos à parede ou pesos de porta para evitar que estas batam e prendam a mão das crianças”, explica Giostri.

Para discutir estes problemas e apontar soluções, a Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão organiza todo os anos um Congresso Brasileiro de Cirurgia de Mão.  A 35ª edição acontecerá entre os dias 19 e 21 de março, no Paraná.

No congresso, os mais importantes especialistas de cirurgia de mão vão compor mesas redondas e palestras e poderão trocar experiências sobre seus casos com o participantes.  O evento é uma oportunidade para alertar a população sobre os riscos dos traumas de mãos e como previni-los.

Informações gerais:

35º Congresso Brasileiro de Cirurgia de Mão

Data: de 19 a 21 de março

Local: Bourbon Cataratas – Foz do Iguaçu/ PR

Confira a programação: http://www.mao2015.com.br/grade-19-03.php

Associação Médica Brasileira defende que familiares de cubanos fiquem no Brasil

AMB organiza movimento, diz o presidente Florentino Cardoso; crítico ao Mais Médicos, ele afirma que é ‘questão humanitária’

BRASÍLIA – O presidente da Associação Médica Brasileira, Florentino Cardoso, afirmou nesta sexta-feira, 13, que a entidade está organizando um movimento em defesa da permanência de familiares dos profissionais do Mais Médicos no Brasil. “A posição da AMB sobre a vinda dos profissionais cubanos para o programa é conhecida. Nunca fomos contrários ao serviço deles no País, mas ao fato de eles fazerem a validação do diploma”, disse. “Mas há uma questão humanitária. Não há como admitir a separação de famílias”, completou.

Reportagem publicada nesta sexta pelo jornal Folha de S. Paulo afirma que o governo cubano estaria pressionando intercambistas para que eles convencessem seus familiares a retornar para Cuba. De acordo com relato dos médicos, o governo cubano ameaça chamá-los de volta para o seu país, caso familiares insistam ficar.

A pressão, de acordo com um dos profissionais ouvidos pelo Estado, acontece sobretudo no momento em que o médico está próximo de sair de férias. Durante a folga, médicos geralmente viajam para seu país de origem. Funcionários do governo cubano dizem para profissionais que, caso eles não convençam a família a voltar para o país definitivamente, eles também não serão readmitidos na missão brasileira.

Sem informações. O diretor do departamento de Planejamento e Regulação da Provisão de Profissionais da Saúde, Felipe Proenço, afirmou ter recebido uma mensagem em rede social de um supervisor de São Paulo, alertando sobre a ameaça feita a profissionais que atuam na região. “Não fomos oficialmente comunicados. Nenhum supervisor, médico ou prefeito procurou o ministério relatando esse tipo de problema.”

Proenço advertiu, no entanto, que o governo cubano terá de arcar com custos de um eventual retorno para o país de profissionais que atualmente participam do Mais Médicos. De acordo com ele, o contrato firmado com a Organização Pan-Americana de Saúde para o recrutamento dos profissionais prevê que despesas com a viagem para o Brasil sejam ressarcidas em caso de desistência do profissional. Caberá também ao governo cubano providenciar a substituição do profissional, sem custo para o Brasil.

A maior parte dos profissionais que atuam no Mais Médicos é cubana. São 11.429, o equivalente a 80% da força de trabalho. Proenço afirmou que até o momento, os índices de desistência desse grupo são extremamente baixos: 40 saíram do programa, por razões médicas ou pessoais.

A lei do Mais Médicos prevê a possibilidade de que profissionais estrangeiros sejam acompanhados por familiares. Integrantes da família recebem um visto com duração equivalente ao tempo de serviço do profissional: 36 meses. “A regra sempre existiu”, disse o diretor. O Ministério da Saúde disse não saber quantos familiares de Mais Médicos estão no País. O Ministério das Relações Exteriores, responsável pela concessão do visto, também não informou quantos documentos foram concedidos para familiares de profissionais do Mais Médicos.

Desconhecimento. O representante da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Joaquim Molina, afirmou que em nenhum momento foi procurado por representantes do governo de Cuba para conversar sobre a presença no Brasil de familiares de profissionais do Mais Médicos. “Não é essa nossa atribuição. A relação se estabelece de acordo com aquilo que está determinado nos termos do acordo”, disse Molina. Ele lembrou, no entanto, que a possibilidade da vinda de familiares há muito está prevista. “Não se trata de uma novidade. Tanto é que há previsão da concessão de visto para integrantes da família.”

 

Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo

 

Comissão de Saúde visita AMMG

Dia 4 de março, o presidente da Associação Médica de Minas Gerais, Lincoln Lopes Ferreira, recebeu representantes da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. A visita é um marco na participação da entidade nas lutas em prol da classe médica e do desenvolvimento do setor de saúde.

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Estiveram presentes os deputados Arlen Santiago (PTB), Carlos Pimenta (PDT), Jean Freire (PT) e Ricardo Faria (PC DO B). O deputado Antônio Jorge (PPS) justificou a ausência e manifestou compartilhar dos ideais da classe médica para melhoria do setor de saúde. Na oportunidade, foram debatidas questões importantes como a criação da carreira de estado para o médico, financiamento da saúde, formação dos futuros profissionais e abertura de escolas de medicina no país, bem como as dificuldades dos hospitais em manterem suas atividades no estado. O presidente da Comissão,  Arlen Santiago, disse que a participação da AMMG nas reuniões é de grande relevância e já incluiu a entidade como integrante dos encontros. Em conformidade com a Associação Médica Brasileira (AMB), a AMMG tambémapoia a manifestação pacífica que ocorrerá neste domingo, 15 de março.

 

Foto: Daniela Colen

SBU/RJ investe na Educação Continuada e promove o Intensivão pré-TiSBU

Pela primeira vez acontecerá no Rio de Janeiro a edição do Intensivão pré-TiSBU, curso gratuito voltado especificamente para a preparação da Prova para a obtenção do Título deEspecialista da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).  O projeto é uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Urologia Seccional Rio de Janeiro, que organiza e coordena o Intensivão pré-TiSBU, através dos Departamentos e das Comissões de Educação Continuada e Apoio à Residência Médica. É voltado para todo o Estado do Rio e abrangendo ainda outros Estados da Região Sudeste. O curso com 24horas de carga horária ocorrerá em dois finais de semana, entre os dias  28 e 29 de março e 11 a 12 de abril de 2015, das 8h h às 15:00hs, no Auditório do Hospital Federal da Lagoa, na rua Jardim Botânico, 501, bairro Jardim Botânico.

Para o diretor da SBU/RJ, Dr. Juan Renteria, da Comissão de Apoio à Residência Médica,existe uma demanda grande por parte dos residentes por este tipo de curso. O evento é similar ao Proteus, curso que promove preparação intensiva para o médico residente em Urologia. Opinião esta endossada pelo Dr. Pedro Augusto Reis, também integrante da direção da entidade médica e da Comissão de Apoio à Residência Médica. “O Intensivão visa preencher uma lacuna na formação do urologista no Rio de Janeiro e certamente é o início de um evento que pretende se tornar tradicional na Urologia no Estado”, afirma Dr. Pedro Reis.

O curso preparatório tem o objetivo de estimular no aluno de residência médica de Urologia dos principais hospitais do País, a atualização e educação continuada, para o médico ingressar no mercado de trabalho com maior embasamento técnico e teórico. Além disso, o residente terá a possibilidade de conversar com especialistas renomados, podendo estabelecer uma troca de informações. De acordo com Dr. José Anacleto, que integra a Comissão de Educação Continuada, é fundamental capacitar e treinar esse profissional e torná-lo apto as mudanças do regimento da titularidade de especialista.

A medida atende as exigências da Associação Médica Brasileira e do Conselho Federal de Medicina, estando de acordo com as normas de Acreditação para a titularidade de Especialista. “Antes, no final do terceiro ano do curso de Residência Médica, era aplicado uma única prova. Atualmente é uma prova a cada ano. Ou seja, no final do curso de três anos, o residente R1, R2 e R3, é submetido a uma prova a cada ano, que vai estabelecer uma média final, garantido a sua Titularidade. Esse mecanismo oferece mais chances ao aluno de estudar de maneira regular e aprofundada, e assim ter mais oportunidade de conseguir a Titularidade”, atesta o Dr. Anacleto.

Os organizadores apontam que o Intensivão é um programa de aulas sintetizadas e de alta qualidade, que abrange todo o conteúdo programático que a Prova de Título exige, tendo embasamento no modelo de provas aplicadas anteriormente e na bibliografia indicada.  O Dr. Juan Renteria destaca ainda que é um curso intensivo, no entanto, o modelo principal foi o Curso de Educação Continuada, ministrado mensalmente, desde o início do ano passado. “No Intensivão, aproveitamos a estrutura básica do Curso de Educação Continuada e compactamos as aulas, ministradas por seus professores”, ressalta.

Questões referentes a Transplante Renal, Neurourologia, Disfunções Miccionais e Uropediatria exigiram uma preparação ainda mais meticulosa, suprindo a necessidade e promovendo a trocas de experiências. O Coordenador de Neuro-Urologia e Disfunções Miccionais, Dr. Ailton Fernandes reforça que o objetivo é ajustar os módulos com o intuito de discutir temas teório-práticos, com informações relevantes e respeitando a programação definida pela Comissão de Seleção e Título de Especialista.

 

Portanto, o Intensivão vai ministrar um estudo mais aprofundado de vários Subespecialidades, podendo ser empregado para aperfeiçoar conhecimentos para reciclagem profissional. “A proposta do curso preparatório é abranger o conhecimento de forma mais ampla, levantando todos os temas da prova”, acrescenta Dr. José Anacleto.

 

A obtenção do Título de Especialista da SBU significa a conquista do reconhecimento oficial da formação e habilitação especializada do médico urologista, que passará a receber o IBJU (periódico indexado da SBU), e ter acesso ao conteúdo exclusivo do site oficial da entidade com aulas e vídeos, além de descontos em cursos, simpósios, jornadas e congressos.

 

Outro ponto importante é a repercussão profissional, porque cada vez mais cresce aexigência e valorização do Título por clínicas e hospitais privados e por empresas de seguro e planos de saúde, afora o reconhecimento dos pacientes de que esse é um profissional que passou pelo crivo de avaliação da Sociedade Médica Especializada.

 

Toda a execução do projeto Intensivão pré-TiSBU está a cargo da SBU-RJ e os interessados podem se inscrever no site da instituição: www.sburj.org.br

SBU/RJ investe na Educação Continuada e promove o Intensivão pré-TiSBU

Pela primeira vez acontecerá no Rio de Janeiro a edição do Intensivão pré-TiSBU, curso gratuito voltado especificamente para a preparação da Prova para a obtenção do Título deEspecialista da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).  O projeto é uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Urologia Seccional Rio de Janeiro, que organiza e coordena o Intensivão pré-TiSBU, através dos Departamentos e das Comissões de Educação Continuada e Apoio à Residência Médica. É voltado para todo o Estado do Rio e abrangendo ainda outros Estados da Região Sudeste. O curso com 24horas de carga horária ocorrerá em dois finais de semana, entre os dias  28 e 29 de março e 11 a 12 de abril de 2015, das 8h h às 15:00hs, no Auditório do Hospital Federal da Lagoa, na rua Jardim Botânico, 501, bairro Jardim Botânico.

Para o diretor da SBU/RJ, Dr. Juan Renteria, da Comissão de Apoio à Residência Médica,existe uma demanda grande por parte dos residentes por este tipo de curso. O evento é similar ao Proteus, curso que promove preparação intensiva para o médico residente em Urologia. Opinião esta endossada pelo Dr. Pedro Augusto Reis, também integrante da direção da entidade médica e da Comissão de Apoio à Residência Médica. “O Intensivão visa preencher uma lacuna na formação do urologista no Rio de Janeiro e certamente é o início de um evento que pretende se tornar tradicional na Urologia no Estado”, afirma Dr. Pedro Reis.

O curso preparatório tem o objetivo de estimular no aluno de residência médica de Urologia dos principais hospitais do País, a atualização e educação continuada, para o médico ingressar no mercado de trabalho com maior embasamento técnico e teórico. Além disso, o residente terá a possibilidade de conversar com especialistas renomados, podendo estabelecer uma troca de informações. De acordo com Dr. José Anacleto, que integra a Comissão de Educação Continuada, é fundamental capacitar e treinar esse profissional e torná-lo apto as mudanças do regimento da titularidade de especialista.

A medida atende as exigências da Associação Médica Brasileira e do Conselho Federal de Medicina, estando de acordo com as normas de Acreditação para a titularidade de Especialista. “Antes, no final do terceiro ano do curso de Residência Médica, era aplicado uma única prova. Atualmente é uma prova a cada ano. Ou seja, no final do curso de três anos, o residente R1, R2 e R3, é submetido a uma prova a cada ano, que vai estabelecer uma média final, garantido a sua Titularidade. Esse mecanismo oferece mais chances ao aluno de estudar de maneira regular e aprofundada, e assim ter mais oportunidade de conseguir a Titularidade”, atesta o Dr. Anacleto.

Os organizadores apontam que o Intensivão é um programa de aulas sintetizadas e de alta qualidade, que abrange todo o conteúdo programático que a Prova de Título exige, tendo embasamento no modelo de provas aplicadas anteriormente e na bibliografia indicada.  O Dr. Juan Renteria destaca ainda que é um curso intensivo, no entanto, o modelo principal foi o Curso de Educação Continuada, ministrado mensalmente, desde o início do ano passado. “No Intensivão, aproveitamos a estrutura básica do Curso de Educação Continuada e compactamos as aulas, ministradas por seus professores”, ressalta.

Questões referentes a Transplante Renal, Neurourologia, Disfunções Miccionais e Uropediatria exigiram uma preparação ainda mais meticulosa, suprindo a necessidade e promovendo a trocas de experiências. O Coordenador de Neuro-Urologia e Disfunções Miccionais, Dr. Ailton Fernandes reforça que o objetivo é ajustar os módulos com o intuito de discutir temas teório-práticos, com informações relevantes e respeitando a programação definida pela Comissão de Seleção e Título de Especialista.

Portanto, o Intensivão vai ministrar um estudo mais aprofundado de vários Subespecialidades, podendo ser empregado para aperfeiçoar conhecimentos para reciclagem profissional. “A proposta do curso preparatório é abranger o conhecimento de forma mais ampla, levantando todos os temas da prova”, acrescenta Dr. José Anacleto.

A obtenção do Título de Especialista da SBU significa a conquista do reconhecimento oficial da formação e habilitação especializada do médico urologista, que passará a receber o IBJU (periódico indexado da SBU), e ter acesso ao conteúdo exclusivo do site oficial da entidade com aulas e vídeos, além de descontos em cursos, simpósios, jornadas e congressos.

Outro ponto importante é a repercussão profissional, porque cada vez mais cresce aexigência e valorização do Título por clínicas e hospitais privados e por empresas de seguro e planos de saúde, afora o reconhecimento dos pacientes de que esse é um profissional que passou pelo crivo de avaliação da Sociedade Médica Especializada.

Toda a execução do projeto Intensivão pré-TiSBU está a cargo da SBU-RJ e os interessados podem se inscrever no site da instituição: www.sburj.org.br