{"id":42,"date":"2021-08-04T16:52:45","date_gmt":"2021-08-04T19:52:45","guid":{"rendered":"https:\/\/amb.org.br\/asb\/?page_id=42"},"modified":"2021-08-04T16:52:45","modified_gmt":"2021-08-04T19:52:45","slug":"o-que-queremos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/amb.org.br\/asb\/o-que-queremos\/","title":{"rendered":"O que queremos"},"content":{"rendered":"\n<p>No Brasil, meio milh\u00e3o de m\u00e9dicos trabalham nos cuidados de mais de 210 milh\u00f5es de habitantes, em uma sociedade na qual as desigualdades sociais seguem evidentes e crescentes. O pa\u00eds ocupa a 79\u00aa posi\u00e7\u00e3o no ranking mundial do \u00cdndice de Desenvolvimento Humano (IDH) e \u00e9 o 7\u00ba mais desigual do mundo, com um \u00cdndice Gini de 0,549, fazendo com que cerca de 80% da popula\u00e7\u00e3o dependa de pol\u00edticas p\u00fablicas para o acesso a a\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os de sa\u00fade.<br><\/p>\n\n\n\n<p>A cria\u00e7\u00e3o do Sistema \u00danico de Sa\u00fade, SUS, representou o mais importante marco civilizat\u00f3rio do s\u00e9culo. Desde 1990, a mortalidade infantil caiu 47,5%; a raz\u00e3o da mortalidade materna decresceu de 143,2 para 59,7 por 1.000 nascidos vivos; e a expectativa de vida aumentou em 17,9% passando de 62,7 anos (1980) para 76,6 anos (2019).<br><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo 81,8% dos m\u00e9dicos o \u201cBrasil deve assegurar a sa\u00fade como direito de todos e dever do Estado, por meio de uma cobertura universal e igualit\u00e1ria em sa\u00fade\u201d; a maioria diz que o financiamento do SUS deveria ser expandido; e 88,7% discordam \u201ctotalmente\u201d de que o SUS \u201cdeve ser destinado apenas aos cidad\u00e3os de baixa renda ou desempregados\u201d (Demografia M\u00e9dica, Conselho Federal de Medicina 2018).<br>Al\u00e9m disso, pol\u00edticas p\u00fablicas de sa\u00fade impactam forma\u00e7\u00e3o m\u00e9dica e de outros profissionais, o acesso e a qualidade dos servi\u00e7os.<br><\/p>\n\n\n\n<p>A ASB compreende que o SUS \u00e9 essencial para a sa\u00fade e o bem-estar da popula\u00e7\u00e3o brasileira; que os m\u00e9dicos, ladeados pelos demais profissionais das equipes multidisciplinares, s\u00e3o a base para o bom funcionamento do SUS; e que um SUS forte \u00e9 fundamental para a implanta\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica de gest\u00e3o eficaz e eficiente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Brasil, meio milh\u00e3o de m\u00e9dicos trabalham nos cuidados de mais de 210 milh\u00f5es de habitantes, em uma sociedade na qual as desigualdades sociais seguem evidentes e crescentes. O pa\u00eds ocupa a 79\u00aa posi\u00e7\u00e3o no ranking mundial do \u00cdndice de Desenvolvimento Humano (IDH) e \u00e9 o 7\u00ba mais desigual do mundo, com um \u00cdndice Gini de 0,549, fazendo com que cerca de 80% da popula\u00e7\u00e3o dependa de pol\u00edticas p\u00fablicas para o acesso a a\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os de sa\u00fade. A cria\u00e7\u00e3o do Sistema \u00danico de Sa\u00fade, SUS, representou o mais importante marco civilizat\u00f3rio do s\u00e9culo. Desde 1990, a mortalidade infantil caiu 47,5%; a raz\u00e3o da mortalidade materna decresceu de 143,2 para 59,7 por 1.000 nascidos vivos; e a expectativa de vida aumentou em 17,9% passando de 62,7 anos (1980) para 76,6 anos (2019). 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