ASSOCIAÇÃO MÉDICA DA PARAÍBA FAZ HOMENAGENS EM FESTA DE 95 ANOS

Para comemorar os 95 anos da Associação Médica da Paraíba (AMPB), federada da AMB, foi realizada uma grande festa na última sexta-feira (31/5), em João Pessoa (PB). Durante o evento, que contou com a presença do presidente da AMB, Lincoln Ferreira, foram homenageados ex-presidentes da AMPB, médicos e personalidades locais que contribuíram para a Medicina da Paraíba.

Estrela Maroja, a primeira médica Dermatologista da Paraíba, representada na festa pela filha, Flávia Maroja, que também é Dermatologista, e o médico Urologista, Jacinto Medeiros, CRM número 10 (ele ainda exerce a atividade médica), foram lembrados pelo seu pioneirismo. O presidente do Sistema Correio de Comunicação, Roberto Cavalcanti, que apoia à medicina da Paraíba em seus veículos de comunicação, recebeu a homenagem do presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Lincoln Lopes Ferreira, e da presidente da Associação Médica da Paraíba (AMPB), Débora Cavalcanti.

Um dos momentos marcantes da festa foi também o reconhecimento pelos serviços prestados à AMPB (fundada em 03/05/1924) dos ex presidentes em atividade: Antônio de Pádua de Souza Neves, Fábio Antônio da Rocha de Souza, Gilson Guedes, João Modesto Filho, Mário Uchoa, Orniudo Fernandes, Otávio Sérgio Lopes, Paulo Sérgio Régis Toscano, Péricles Serafim, Silvino Chaves, e Wilberto Trigueiro.

Para Débora Eugênia Braga Nóbrega Cavalcanti, primeira mulher presidente da AMPB, e primeira mulher paraibana na diretoria da AMB, “é muito importante manter viva a história da AMPB. Principalmente passar aos jovens médicos o sentimento de união, da força do associativismo, e o amor à Medicina. Ao mesmo tempo trabalhar para no futuro manter a nossa AMPB cada vez mais forte e atuante, cuja missão é defender a dignidade profissional do médico e a assistência de qualidade à saúde da população paraibana e brasileira”, declarou Débora Cavalcanti.

O presidente da AMB, Lincoln Ferreira, parabenizou a diretoria da AMPB pela festa e homenagens, “os nossos cumprimentos a todos os médicos da Paraíba pelos 95 anos da AMPB, federada à AMB. Parabenizo todos os ex-presidentes e demais homenageados nesta noite pelos serviços prestados à Medicina. Quero também dizer à Dra. Débora, Diretora de Assuntos Parlamentares e presidente da Comissão de Assuntos Políticos (CAP) da AMB, que sempre pode contar com nosso total apoio na AMB. Cumprimento-a e a sua equipe pelo trabalho sério e competente que vocês vêm realizando na Associação Médica da Paraíba e, também, na AMB.”, declarou Lincoln Ferreira.

COMISSÃO DA AMB DISCUTE PAUTA DO MÉDICO JOVEM

Residência médica, saúde mental dos médicos, carreira médica de estado, violência contra os médicos, denúncias de estudantes sobre escolas médicas, atrasos nas bolsas de residência, valorização dos preceptores, especialização médica, exame Revalida, e informática na Medicina, todos esses assuntos foram abordados na reunião desta terça-feira (28/05) da Comissão do Médico Jovem, da Associação Médica Brasileira (AMB).

Para o vice-presidente da AMB, Diogo Leite Sampaio, que também é presidente da comissão, “esses temas são de extrema importância para a Medicina, para os médicos e para a Saúde. Precisam ser acompanhados de perto pelos jovens médicos, que desde cedo devem participar cada vez mais do associativismo médico, pois só assim as principais pautas da Medicina e dos médicos poderão encontrar soluções na forma de projetos nos Congresso Nacional, ou sendo levadas como demandas e propostas de soluções ao MEC e ao Ministério da Saúde”, explica o vice-presidente da AMB.

O presidente da Associação Médica Cearense, Carmelo Silveira Carneiro Leão Filho, entende que a Comissão do Jovem Médico precisa “atrair o jovem médico para a Associação Médica Brasileira, valorizando o médico brasileiro, principalmente nesta fase em que ele está iniciando no mercado de trabalho, para entender suas dificuldades e proporcionar a ele benefícios”.

Para Maikon Madeira, diretor de Comunicação da Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR), a reunião foi extremamente positiva. “A ANMR veio aqui definir seus propósitos. Ganhamos um grande apoio da AMB para seguir defendendo nossas lutas”, comemorou.

Milena Palma, presidente da AEMED-BR, também acredita que a comissão é um importante espaço para os médicos jovens e estudantes levarem suas demandas. “Podemos trazer nossas demandas e garantir que os estudantes de medicina do Brasil tenham voz e possam ser ouvidos”, declarou.

Participaram da reunião os membros da comissão: Diogo Sampaio (AMB), Juracy Barbosa (AMB), Carmelo Silveira Carneiro Leão Filho (Associação Médica Cearense), Milena Palma (AEMED-BR) e Maikon Madeira (ANMR).

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COMISSÃO DE COMBATE À DEPENDÊNCIA QUÍMICA VAI DESENVOLVER DIRETRIZES PARA A ÁREA

O Brasil possui cerca de 3,5 milhões de usuários de drogas, segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz. Atenta às questões que impactam a saúde brasileira, a Comissão de Combate à Dependência Química da AMB se reuniu, nesta terça-feira (28), para organizar o desenvolvimento de diretrizes para pautar a atuação médica em relação à dependência química.

Participam da reunião Carmita Abdo, presidente da comissão e diretora da AMB; Arthur Guerra de Andrade, professor titular de Psiquiatria da Faculdade de Medicina do ABC e professor associado da USP; e Marcelo Ribeiro, professor afiliado do departamento de Psiquiatria da UNIFESP e professor do Curso de Medicina da Universidade Nove de Julho – UNINOVE.

A comissão vai trabalhar no levantamento das diretrizes já existentes sobre a dependência química para avaliar a necessidade de atualização e na criação de novos padrões, por meio de subcomissões, como explica Carmita Abdo.

“É preciso criar critérios para indicar questões como a abordagem do tratamento ambulatorial, quando internar, os profissionais envolvidos e o relacionamento com a família. Definimos pela criação de subcomissões de trabalho, compostas por profissionais das mais variadas correntes de pensamento sobre o tema. O objetivo é que a universalidade nos leve a um consenso que beneficie aos pacientes”, reforça a presidente da Comissão.

DIRECIONAMENTOS

Os focos de atuação do grupo também foram definidos na reunião. A ideia é aprofundar o debate sobre o consumo de álcool e sobre o padrão de consumo de drogas no Brasil.

“Também vamos nos debruçar sobre a nova política federal sobre drogas, apresentada recentemente e que tem como base a internação involuntária, a abstinência e as comunidades terapêuticas para combater a dependência química”, explica Arthur Guerra de Andrade, membro da comissão e professor titular de Psiquiatria da Faculdade de Medicina do ABC.

DEBATE MULTIDISCIPLINAR

Diante dos desafios no enfrentamento às drogas no Brasil, Marcelo Ribeiro, membro da comissão, professor afiliado do departamento de Psiquiatria da UNIFESP e professor do Curso de Medicina da Universidade Nove de Julho – UNINOVE, explica a importância de criar padrões para nortear a abordagem dos médicos.

“A dependência química é um campo vasto, no qual profissionais com diferentes condutas e ideias se posicionam e convivem. As diretrizes oferecem um caminho geral que facilita a comunicação e possibilita o uso dos recursos da melhor forma possível”, detalha Marcelo Ribeiro.

A próxima reunião da  Comissão de Combate à Dependência Química da AMB será realizada em 11 de junho, quando serão indicados os nomes que vão compor as subcomissões de trabalho.

Imagens: Gabriela Costa/Timbro

COMBATE À DEPENDÊNCIA QUÍMICA

Atenta às questões que impactam a saúde brasileira, a de Comissão de Combate à Dependência Química da AMB está reunida para organizar o desenvolvimento de diretrizes para pautar a atuação médica em relação à dependência química.

Participam da reunião Carmita Abdo, presidente da comissão e diretora da AMB; Arthur Guerra de Andrade, professor titular de Psiquiatria da Faculdade de Medicina do ABC e professor associado da USP; e Marcelo Ribeiro, professor afiliado do departamento de Psiquiatria da UNIFESP e professor do Curso de Medicina da Universidade Nove de Julho – UNINOVE.

Foto: Gabriela Costa/Timbro

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COMISSÃO DA AMB DISCUTE REVALIDA

 

A Comissão de Ensino Médico e Pós-Graduação, da Associação Médica Brasileira (AMB), discutiu na reunião desta terça-feira (28/05) futuras propostas para o Exame Revalida.

“A Revalidação de diplomas no Brasil vive uma situação muito crítica. Da forma como vem acontecendo permite que profissionais malformados se habilitem a atuar como médicos no Brasil. O Exame Revalida não é de forma alguma punição ao médico que se formou no exterior. Entendemos que todos os médicos devem ser avaliados independente de onde tenham se formado para que a população possa ter a tranquilidade e a segurança de estar sendo atendida por um profissional que não vai colocar sua saúde em risco.”, acredita o vice-presidente da AMB, Diogo Sampaio, que também preside a Comissão.

Na pauta da comissão, foram tratados também os Certificados de Habilitação concedidos pela AMB, e a Informática na Medicina. Participaram da reunião além de Diogo Sampaio, Maria José Martins Maldonado, Diretora Acadêmica da AMB, José Roberto Baratella, Presidente da Federação das Academias de Medicina,  Antonio Carlos Palandri Chagas, Diretor Científico da AMB, e Carlos Serrano, editor da Revista Científica da AMB.

Fotos: RGA/Timbro

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PRESIDENTE DA AMB RECEBE HOMENAGEM DA SBCM

O presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Lincoln Lopes Ferreira, recebeu a Medalha de Mérito em Educação, como parte das comemorações dos 30 anos da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, em solenidade realizada nesta quinta-feira (23/05). A honraria é uma homenagem concedida somente às autoridades cuja atuação vem sendo decisiva em favor da valorização da educação da Clínica Médica no Brasil.

De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, Antônio Carlos Lopes, A homenagem foi dada ao Dr. Lincoln Ferreira e a outras pessoas que cultivam em suas vidas pessoais e profissões a valorização da educação científica, mas principalmente pessoas que praticam a educação social e humana. “Na Sociedade Brasileira de Clínica Médica, que completa 30 anos, valorizamos desde o princípio a relação médico paciente e humanização da prática médica. E isso só é possível com médicos que gostem de gente. Isso se reflete também na ética médica, que para mim se resume em nunca prejudicar o paciente. E a educação nesse contexto é a somatória de valores humanos e profissionais”, declarou.

“Agradeço à Sociedade Brasileira de Clínica Médica por esta honra. Para nós é motivo de orgulho a homenagem, principalmente por se tratar da valorização da educação nas relações humanas, principalmente entre médico e paciente. Entendemos a educação como algo mais amplo que o estudo, e sim como um conjunto de valores que vão desde o conhecimento até o respeito ao próximo. Na Medicina nos preparamos tecnicamente, cientificamente, socialmente, e como seres humanos, para podermos dar sempre o nosso melhor aos nossos pacientes”, declarou o presidente da AMB, Lincoln Ferreira.

Foto: César Teixeira/AMB

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I FÓRUM DE MEDICINA DE TRAFEGO DISCUTE A CONTRIBUIÇÃO DA ÁREA DA SAÚDE PARA A REDUÇÃO DA MORBIMORTALIDADE NO TRÂNSITO

 

Ontem (23/5), foi realizado o I Fórum de Medicina de Trafego na sede do Conselho Federal de Medicina em Brasília. Na abertura estiverem presentes o presidente do CFM Carlos Vital Tavares Correa Lima e o Coordenador da Câmara Técnica de Medicina de Tráfego José Fernando Maia Vinagre; Lincoln Lopes Ferreira, presidente da Associação Médica Brasileira; Juarez Monteiro Molinari, presidente da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego; Sandra Frota Albuquerque Dino de Castro Costa, presidente da Comissão Especial de Direito Médico e da Saúde da OAB Nacional; e Carlos Magno da Silva Oliveira, Coordenador-Geral de Planejamento Operacional do DENATRAN.

As apresentações e debates abordaram os diversos aspectos para a redução da morbimortalidade no trânsito, desde as regras de concessão de habilitações, aptidão física e mental dos condutores, até os riscos a que condutores podem estar submetidos (doenças, fadiga, sono, uso de drogas e álcool) e que podem afetar seu desempenho ao volante com consequência para si, para demais passageiros, outros condutores e pedestres. Também foi destacada a atuação do médico nos exames de aptidão para a concessão de habilitações e no atendimento a bordo.

Para Juarez Molinari, presidente da ABRAMET, o evento foi coroado de êxito. “Agradeço à Lincoln, à AMB e ao CFM pelo apoio à ABRAMET. Hoje temos Comissões que tratam sobre a questão do trânsito na AMB, no CFM e nos CRMs.”

Na oportunidade também foi lançada a cartilha “Transporte seguro de crianças em veículos automotores”, que será distribuída a médicos, em especial pediatras para orientação aos pais.

“Com a lei do uso da cadeirinha para crianças, uma conquista da ABRAMET, já houve a redução de 30% das vítimas neste segmento. Com o lançamento da cartilha e a parceria com os médicos e agentes de trânsito em sua divulgação e podemos chegar a índices maiores”, complementa Juarez Molinari.

Para Lincoln Ferreira, presidente da AMB, trabalhar na prevenção é sempre importante e a educação de condutores é fundamental para reduzirmos os riscos no trânsito. “Em especial às nossas crianças, as quais temos o dever de proteger, pois são incapazes de tomar uma decisão, dependem do condutor estar consciente”.

NOVAS FORMAS DE PAGAMENTO MÉDICO

 

Cláudio Lottenberg, presidente do United Health Group Brasil e Presidente do Conselho Deliberativo do Hospital Albert Einstein, fala sobre a qualidade pautada na segurança das práticas assistenciais na saúde.

Ele participou como palestrante da reunião conjunta do Conselho Científico e da Comissão de Defesa Profissional, realizada nesta terça-feira.

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EQUILIBRIO DE FORÇAS

Carlos Jasmin, diretor de Defesa Profissional da AMB, fala, na reunião conjunta do Conselho Científico e da Comissão de Defesa Profissional, sobre a visão dos médicos sobre os pagamentos por valor:

“Precisamos que haja simetria de forças, que os contratos respeitem as duas partes e que haja transparência. Assim, conseguimos o ponto principal dessa relação: confiança.”

Foto: Jorge Gutierrez/Timbro