AÇÃO DA AMB CONTRA MAIS MÉDICOS (ADI 5035) VAI A PLENÁRIO NO STF HOJE (27/09/2017)

A sessão plenária iniciará às 14h e tem transmissão ao vivo pela TV Justiça.

Dia 31/08 a ADI 5035 havia entrado na pauta, mas por falta de tempo não chegou a ser discutida.

A ação foi protocolada em 23/08/2013 e nos dias 25 e 26/11/2013, foi realizada audiência pública para ouvir o depoimento de autoridades e especialistas sobre o “Programa Mais Médicos”.

No dia 16/05/2017 a AMB protocolou junto ao STF pedido de urgência na designação de sessão de julgamento para apreciação da medida cautelar, já que há mais de 3 anos o processo está com o relator, o Ministro Marco Aurélio.

As motivações para a ADI e a inconformidade da AMB com a ausência de sessão de julgamento, mesmo após audiência pública ter sido realizada nos dias 25 e 26/11/2013, tem como principais motivos os inúmeros prejuízos a um dos maiores interesses públicos resguardados na Constituição Federal: a saúde pública digna e de qualidade à população brasileira, pois o Programa Mais Médicos, em suas premissas e sua posterior execução, possibilitaram a desproporcional e irracional situação de profissionais atuantes no Mais Médicos:

  1. Estrangeiros, sem formação profissional.
  2. Estrangeiros, quando médicos, com dispensa da revalidação de diploma, obrigatoriedade em qualquer país sério do mundo para avaliar conhecimentos, habilidades e atitudes dos médicos formados no exterior e verificar se as competências são equivalentes às exigências brasileiras.
  3. Estrangeiros com a dispensa de comprovação de proficiência na língua portuguesa.
  4. Estrangeiros ocupando espaços onde anteriormente havia médicos brasileiros, que foram demitidos. Prefeituras substituíram médicos brasileiros por médicos cubanos, para trocar a fonte de recursos de pagamento da esfera municipal para a federal, em função da situação orçamentária dos municípios.
  5. Estrangeiros, na grande maioria cubanos, recebendo menos de 1/3 dos valores devidos, para que o restante fosse encaminhado à OPAS e à Cuba.
  6. Médicos brasileiros tendo suas inscrições dificultadas pelo o sistema, sendo rejeitadas ou não concluídas. Fato este que ainda está presente e que fez com que a AMB entrasse com nova ação, desta vez na Justiça Federal do Distrito Federal.

 

Foto: Dorivan Marinho SCO/STF (06 07 2011)

SEMANA NACIONAL DE TRÂNSITO VAI ATÉ O DIA 25 DE SETEMBRO

A SBOT se soma à campanha por segurança no trânsito, maior causa de traumas evitáveis.

A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT mobilizou todas as suas Regionais, distribuídas pelos estados brasileiros, bem como os 12 mil médicos associados para a campanha da Semana Nacional de Trânsito, anunciada pelo Conselho Nacional de Trânsito – Contran. 
O tema ‘Minha escolha faz a diferença no trânsito’ foi considerado oportuno pela Diretoria da SBOT, já que “os acidentes e as fraturas causadas pelos acidentes de trânsito se tornaram verdadeira epidemia que lota os hospitais e serviços de atendimento de urgências do País inteiro”, afirma o presidente da instituição, João Maurício Barretto.
Os ortopedistas lembram que embora a mídia se refira sempre ao número pontual de feridos nos acidentes de trânsito dos grandes feriados, Semana da Pátria, Natal e Carnaval, por exemplo, para o ortopedista cada acidente representa trabalho e dedicação durante meses inteiros, após a ocorrência dos acidentes. “É que uma fratura grave numa perna, por exemplo, exige não só o atendimento imediato, para minorar o sofrimento, como também uma cirurgia, às vezes a colocação de um implante e meses de acompanhamento para levar à recuperação”, pois o osso precisa ser consolidado e depois são necessárias sessões de fisioterapia para que os músculos, atrofiados durante o período de imobilização, voltem a se fortalecer.
A SBOT, que já se envolveu em campanhas vitoriosas, como para a obrigatoriedade do uso do capacete pelos motociclistas e pela cadeirinha de segurança para o transporte de crianças em veículos, fez um folder com as recomendações pela maior segurança no trânsito (https://portalsbot.org.br/…/uploads/2017/09/Campanha-SBOTu-…), que segundo Barretto, não é um problema exclusivo do Brasil, mas do mundo. Tanto é assim que a Organização Mundial da Saúde calculou que o trânsito mata 1.260.000 pessoas por ano no planeta, o que significa que uma morte evitável ocorre a cada 30 segundos.
O custo dos acidentes de trânsito é incalculável, segundo os ortopedistas, pois o total de feridos chega perto de meio bilhão, já que estatisticamente para cada óbito, 11 pessoas ficam com sequelas, 38 são internadas e 380 precisam de atendimento ambulatorial. A prova de que seria fácil reduzir drasticamente os acidentes também é dada pela estatística mundial, segundo a qual a velocidade não é a maior causa de acidentes, mas sim a conjugação de álcool ou drogas com direção.

PALOCCI É MÉDICO, É CALCULISTA, É FRIO?

foto: EBC

Em depoimento ao juiz Sérgio Moro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou o ex-escudeiro fiel como alguém que “se não fosse uma pessoa, seria um simulador”. Disse ainda sobre o ex-ministro dos governos Lula e Dilma: “…é médico, é calculista, é frio”.
Lula está certo ou errado? Provavelmente está certo. Ele conhece Palocci. Sabe como ele é.
O que Lula não sabe, ou finge não saber, é que há mais de 430 mil médicos no Brasil que em nada se identificam com a má conduta de Palocci. E se envergonham. Não por ele ser médico. Mas por ele ser um brasileiro que tanto mal fez ao país. Da mesma forma como se envergonham com o próprio Lula, que transformou os interesses do País em pretextos para transações ilícitas e espúrias, drenando os recursos que deveriam ir para demandas tão importantes para a população, como as da educação, da segurança e, principalmente, da saúde.
Esta declaração é prova do desespero do ex-presidente diante da Justiça e mais uma comprovação do desrespeito que ele e seus partidários têm pelos médicos brasileiros.
Felizmente, o povo brasileiro conhece os médicos e sabe que eles enfrentam um sistema sucateado e mal gerido. E sabem o quanto estes médicos se empenham em superar as adversidades.
Nós, médicos brasileiros, continuamos atendendo nossos pacientes com dedicação, competência e humanismo, inclusive aqueles que dependem exclusivamente do SUS (mais de 170 milhões de brasileiros). Trabalhamos em postos de saúde, hospitais e em outras instituições de saúde onde, na grande maioria das vezes, faltam condições mínimas de trabalho e para o atendimento. Sempre procurando fazer o que nos é mais importante: cuidar bem das pessoas.
Os médicos brasileiros não podem se deixar abalar por declarações como esta. Palocci não representa o médico brasileiro. E Lula, felizmente, não é mais presidente da república.

Associação Médica Brasileira

 

SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA PROMOVE, PELO SEGUNDO ANO, A CAMPANHA SETEMBRO DO CORAÇÃO

Entidade fará um alerta para um problema que é responsável por 29% de todas as mortes em nosso país

As doenças cardiovasculares já vitimaram 240 mil pessoas no Brasil, entre 1º de janeiro e 1º de setembro deste ano, segundo o Cardiômetro (www.cardiometro.com.br), idealizado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia. As doenças do coração causam o dobro de mortes de todos os tipos de câncer juntos, mais do que duas vezes todos os acidentes e a violência e 6,5 vezes mais do que todas as infecções, incluindo a AIDS.

“É uma epidemia e precisamos vencer essa guerra com mais cuidados ao coração”, alerta o presidente da SBC, Marcus Bolívar Malachias. Para o cardiologista precisamos reverter esse quadro para o Brasil não se tornar, nas próximas décadas, o líder mundial em mortes por doenças cardiovasculares. “A maioria dessas mortes podem ser evitadas e ajudaria muito se as pessoas praticassem atividades física, tivessem uma alimentação mais adequada, não fumassem e tomassem os medicamentos prescritos pelo médico”, resume o presidente da SBC.

O Setembro do Coração, que faz parte do Movidos pelo Coração (maior movimento nacional de combate às doenças cardiovasculares), ressalta, com ações em mídias sociais e em locais públicos, quais são os principais fatores de risco para o coração: hipertensão arterial, colesterol elevado, diabetes, tabagismo, obesidade, ingestão excessiva de álcool, estresse, sedentarismo, além da idade, do histórico familiar e da etnia. “Eles são conhecidos há anos, porém precisamos disseminá-los mais”, completa o diretor de Promoção da Saúde Cardiovascular da SBC, Weimar Sebba Barroso.

A SBC irá promover o famoso gesto com as mãos em formato de coração em mídias sociais e com a participação de artistas, músicos, cantores e celebridades. “Pretendemos associar o ato, que já simboliza o amor, também com o cuidado com o coração. Cuidar da própria vida é o maior ato de amor”, completa o diretor de Comunicação da SBC, Celso Amodeo. Para participar é muito fácil: basta postar nas mídias sociais uma foto, vídeo ou gif fazendo o símbolo do coração com as mãos, depois marque com #eu cuido do meu coração.

Mascote e Dia Mundial do Coração

Neste ano, a SBC lançou um mascote, o Dr. Cordélio, que de forma lúdica transmitirá informações sobre prevenção das doenças cardiovasculares. No Dia Mundial do Coração, em 29 de setembro, haverá atividades em várias capitais com distribuição de folhetos informativos da campanha, exames de colesterol, glicemia e medição de pressão arterial. Confira o vídeo da campanha: http://setembrodocoracao.com.br/video-influenciadores

DIA NACIONAL DE COMBATE E PREVENÇÃO À TROMBOSE

Trombose: você sabe o que é?

 

No Dia Nacional de Combate e Prevenção à Trombose, SBACV explica o que é a doença que pode evoluir para embolia pulmonar e matar

 

Hoje, 16 de setembro, é celebrado o Dia Nacional de Combate e Prevenção à Trombose, doença caracterizada pelo desenvolvimento de um coágulo (trombo) dentro de um vaso sanguíneo. Isso causa o entupimento do vaso e dificulta o retorno venoso ao coração.

 

A Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) alerta que quando não tratado, o trombo pode migrar para o pulmão e causar a embolia pulmonar, que pode ser fatal. Por se tratar de uma doença que muitas vezes é assintomática, identificar se pertence ao grupo de risco é muito importante. De acordo com a estimativa da SBACV, de maneira geral, há 60 casos de trombose venosa profunda para cada 100.000 habitantes ao ano.

 

“A trombose faz parte das doenças do programa do Checkup Vascular, campanha da SBACV que estimula as pessoas a procurarem um especialista para verificar seu risco para as doenças vasculares”, explica o presidente da SBACV, Dr. Ivanésio Merlo.

 

Os sintomas da trombose são: dor, edema (inchaço) unilateral, vermelhidão na pele, cianose (coloração azul arroxeada), dilatação do sistema venoso superficial, aumento da temperatura local, empastamento muscular (rigidez da musculatura da panturrilha) e dor à palpação. “Ao notar qualquer um desses sintomas é preciso procurar uma emergência”, aponta Merlo.

 

Quem tem casos na família da doença tem seu risco aumentado para desenvolvê-la. “Pessoas com familiares com a doença devem fazer um perfil hematológico, exame para verificar a possibilidade de ter trombofilias, uma enfermidade que causa a coagulação no vaso por herança genética”, explica o cirurgião vascular.

 

Embolia Pulmonar

A trombose venosa localizada nas pernas não oferece risco de morte. Entretanto, o coágulo pode se desprender dela, migrar pela corrente sanguínea e se alojar nos vasos sanguíneos do pulmão – conhecido como embolia pulmonar, que apresenta risco de morte. Esse coágulo bloqueia a artéria pulmonar, restringindo o fluxo de sangue nos pulmões. Os sintomas da embolia pulmonar são mais nítidos e o atendimento deve ser feito imediatamente: dor no peito, falta de ar, tosse repentina (com possibilidade de expectorar sangue), sudorese e tontura, entre outros.

 

Risco para desenvolver TVP:

– Idade

– Uso de medicações, como contraceptivos orais, quimioterápicos e tratamentos hormonais

– Obesidade

– Presença de varizes nas pernas

– Gravidez

– Pós-parto

– Tabagismo

– Câncer

– AVC (Acidente Vascular Cerebral)

– Traumatismos, principalmente nas extremidades inferiores (risco de TVP por volta de 70% )

– Doenças crônicas, como insuficiência cardíaca e doenças pulmonares crônicas

– Doenças agudas, como infarto do miocárdio, e infecções, como pneumonia

– Fraturas ósseas

Comissão de Combate ao Tabagismo da AMB ratifica proibição a dispositivos eletrônicos

Hoje à tarde, durante a reunião ordinária da Comissão de Combate ao Tabagismo da AMB, foi incluída na pauta a exposição de representantes da Phillips Morris International (PMI) sobre o cigarro aquecido.

A o final da exposição, a Comissão confirmou o posicionamento da AMB em 6 de junho de 2017 sobre a proibição de qualquer dispositivo eletrônico para fumar, dentre eles o cigarro eletrônico e aquecido.

Clique aqui e veja a o alerta  da AMB sobre o uso de dispositivos eletrônicos

MANIFESTO PELA UNIÃO DA AMB

Clique aqui para acessar o manifesto das Federadas.

São Paulo, 4 de setembro de 2017

As federadas da Associação Médica Brasileira, abaixo signatárias, vêm a público, em especial perante seus associados e demais médicos brasileiros, manifestar seu incondicional respeito à AMB e ao processo eleitoral da entidade, que findou em 31 de agosto para a gestão do triênio 2017/2020.

O encaminhamento dado pela atual diretoria da Associação Paulista de Medicina (APM) à questão da eleição para diretoria da AMB está em total dissonância em relação às demais federadas. Além de injustificadamente não aderir à plataforma de votação eletrônica disponibilizada pela AMB, o que garantiu economia aos cofres de todos e também a segurança de um processo auditado por todas as partes, a APM ainda se auto conferiu poderes para declarar um vencedor para a diretoria da entidade-mãe.

Não é saudável para o Sistema AMB que uma federada se atue como se fosse tivesse mais direitos e poderes do que as demais. Todas federadas têm igual importância, independentemente do estado que representem ou da quantidade de sócios que possuam. É inaceitável que, uma federada, de forma isolada, declare vencedora esta ou aquela chapa.

Na hipótese de a Justiça aceitar a argumentação da APM, a AMB precisará ter acesso à documentação para auditar e validar o resultado, via Comissão Eleitoral. Somente depois disso é que tais votos serão computados.

Os interesses das entidades e da classe médica devem estar acima dos interesses pessoais. Contendas de fora da AMB não deveriam contaminar ou prejudicar a entidade como ocorre neste momento. Não é este o associativismo que defendemos. Disputas internas e pessoais só levam à desagregação e definhamento das entidades. Precisamos canalizar forças para vencer os reais inimigos da saúde brasileira e da classe médica, tarefa possível somente se estivermos unidos e remando na mesma direção.

Somos a favor da legalidade e dos princípios éticos. Acreditamos no resultado da eleição que utilizou a plataforma disponibilizada pela AMB, tanto pelo histórico de honestidade e correção da atual gestão da entidade, quanto pelas empresas que atuaram no processo, altamente reconhecidas e capacitadas.

Dentro do Sistema AMB o protagonismo tem que ser das causas da AMB e não deste ou daquele grupo. Desta ou daquela federada. E o todo sempre tem que ser mais do que a soma das partes.

Sociedade de Medicina de Alagoas – Dr. Fernando Antônio Gomes de Andrade

Associação Médica do Amazonas – Dr. Aristóteles Comte de A. Filho

Associação Bahiana de Medicina – Dr. Robson de Freitas Moura

Associação Médica Cearense – Dr. Carmelo Silveira C. Leão Filho

Associação Médica de Goiás – Dr. José Umberto Vaz de Siqueira

Associação Médica do Maranhão – Dr. Mauro Cesar Viana de Oliveira

Associação Médica do Mato Grosso – Dr. Aurélio Abdias Sampaio Ferreira

Associação Médica do Mato Grosso do Sul – Dra. Maria José Martins Maldonado

Associação Médica de Minas Gerais-  Dra. Maria Inês de Miranda Lima (presidente eleita)

Sociedade Médico-Cirúrgica do Pará –  Dr. Raimundo José S. de Castro

Associação Médica da Paraíba – Dra. Débora Eugênia Cavalcanti

Associação Médica de Pernambuco – Dra. Helena Maria Carneiro Leão

Associação Piauiense de Medicina – Dr. Elisiário Cardoso da Silva Junior

Associação Médica do Rio Grande do Norte –  Dr. Marcelo Matos Cascudo (presidente eleito)

Associação Médica do Rio Grande do Sul –  Dr. Alfredo Floro Cantalice Neto

Sociedade Médica de Sergipe – Dr. José Aderval Aragão

Associação Médica de Tocantins – Dr. Genildo Ferreira Nunes

 

SETEMBRO AMARELO: Campanha visa conscientizar a população para a prevenção do suicídio

A Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP promove, anualmente, a campanha Setembro Amarelo, com o objetivo principal de informar corretamente a população acerca da prevenção do suicídio. Em 2016, a campanha atingiu mais de 50 milhões de pessoas em todo o país, chamando a atenção para esta triste realidade por meio de caminhadas, simpósios, palestras e colaboração com a imprensa.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde – OMS, quase um milhão de pessoas morrem por suicídio anualmente, o equivalente a uma morte a cada 40 segundos. No Brasil, de acordo com os números do Sistema de Informações de Mortalidade – SIM do Ministério da Saúde, ocorrem, em média, 32 mortes por suicídio/dia. Diversos estudos apontam que aproximadamente 100% das mortes por suicídio estão associadas a um transtorno psiquiátrico. Visando contribuir para a redução desses números alarmantes, a campanha Setembro Amarelo busca conscientizar a população acerca da importância da identificação e tratamento corretos das doenças mentais, o que traria um impacto direto na redução das mortes por suicídio.

Falar sobre suicídio de maneira responsável e com base em informações corretas ajuda na sua prevenção. Pensando nisso, a ABP e o Conselho Federal de Medicina – CFM lançaram duas cartilhas com orientações acerca do tema: “Comportamento suicida: conhecer para prevenir”, um manual dirigido a profissionais da imprensa; e “Suicídio: informando para prevenir”, voltada aos profissionais da área de saúde.

Acesse a página da campanha Setembro Amarelo conheça a programação, as cartilhas e saiba como participar.
http://abp.org.br/portal/?s=setembro+amarelo&submit.x=7&submit.y=9