Suspensão de 70 planos de saúde de 11 operadoras passa a valer hoje

Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar, 43 operadoras já tiveram as vendas suspensas e 890 voltaram ao mercado após comprovar melhorias no atendimento.

A partir desta quinta-feira (19/2), 70 planos de saúde de 11 operadoras estão suspensos por determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O anúncio foi feito na semana passada diante de reclamações de usuários sobre questões como descumprimento de prazo de atendimento e negativa indevida de cobertura.

Das 11 operadoras com planos suspensos, oito já tinham planos em suspensão no ciclo de monitoramento anterior; três não constam na última lista de suspensões e uma tem o plano suspenso pela primeira vez. A suspensão, de acordo com a ANS, é preventiva e perdura por três meses. A estimativa é que a medida proteja cerca de 580 mil beneficiários.

Paralelamente, a ANS anunciou a reativação de 43 planos de saúde que estavam com a comercialização suspensa, já que houve comprovada melhoria no atendimento ao cidadão nos últimos três meses.

Dados da agência indicam que há hoje no país 50,8 milhões de consumidores com planos de assistência médica e 21,4 milhões com planos exclusivamente odontológicos. Desde o início do programa de monitoramento, 1.043 planos de 143 operadoras já tiveram as vendas suspensas e 890 voltaram ao mercado após comprovar melhorias no atendimento.

 

Fonte: Correio Braziliense

AMB acompanha Simpósio do Programa Mais Médicos na Unifesp

No dia 11 de fevereiro, a Associação Médica Brasileira esteve presente no Simpósio Programa Mais Médicos, realizado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O evento contou com a participação da comunidade científica, estudantes de cursos de saúde, gestores e trabalhadores do SUS.

O encontro aconteceu durante todo o dia com o objetivo de debater a assistência à saúde no Brasil, a partir do programa, analisando o atual panorama de sua implantação. A AMB esteve representada pelo diretor de defesa profissional, Emilio Zilli, pela gerência executiva e pelo jurídico.

Um dos temas discutidos foi a prioridade dos médicos brasileiros na participação do programa. Segundo Zilli, só isso não é suficiente. “O governo está tentando legitimar o programa por meio de uma inserção maior de médicos brasileiros, mas que, na realidade, ainda resta um trabalho muito grande a se fazer além da presença física dos profissionais, principalmente na qualificação do atendimento. O sistema só vai funcionar com a adesão das entidades médicas e do profissional médico brasileiro, quando passarem a acreditar na intenção do governo pela melhoria real da qualidade assistencial da saúde. Além disso, o sistema de monitoramento não é válido, em nossa opinião, a partir do momento em os monitores não são apresentados como qualificados para tal função”.

Na mesa de abertura estiveram presentes Soraya S. Smaili, reitora da Unifesp; Vinicius Ximenes Muricy da Rocha, diretor de Desenvolvimento da Educação em Saúde da Secretaria da Educação Superior, representando o Ministro da Educação, Cid Gomes; Hêider Aurélio Pinto, secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, representando o Ministro da Saúde, Ademar Arthur Chioro dos Reis; Antonio Carlos Lopes, diretor da Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp); Mauro Gomes Aranha Lima, vice-presidente do Conselho Regional de Medicina dos Estado de São Paulo (Cremesp); José De Filippi Júnior, secretário da Saúde do município de São Paulo; Joaquín Molina, representante da Organização Panamericana de Saúde no Brasil; e Raúl Bonne Hernández, presidente da Associação dos Docentes da Unifesp (Adunifesp).

IMG_3422

 

Foto: assessoria de imprensa Unifesp

Governo Federal programa “Menos Saúde” no Ceará

Atualmente, o Ceará está em quinto lugar em relação ao número de participantes do programa Mais Médicos, com 1.008 profissionais em atuação, perdendo apenas para os estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Mas, a despeito do incremento na quantidade de médicos, a saúde cearense está longe de sair da crise. O problema, mais uma vez, não está concentrado nos recursos humanos, mas na precariedade da estrutura, condições de trabalho e falta dos insumos mínimos para o atendimento.

A ausência de repasses do Governo Federal para a manutenção da saúde foi a principal reclamação na reunião da Associação dos Municípios do Ceará junto ao novo secretário estadual da pasta, Carlile Lavor. Os prefeitos cearenses expuseram ainda riscos preocupantes quanto a continuidade do funcionamento dos hospitais pólos e regionais, cujas demandas ultrapassam os orçamentos locais.

Um exemplo da falta de controle na saúde da população são os 700 casos de sarampo registrados apenas no Ceará, do ano passado para cá. O estado recebeu técnicos da Organização Mundial de Saúde para intervir no alerta à disseminação de uma doença que, no resto do continente, está em processo de erradicação.

Nos plenários da Assembleia Legislativa e Câmara Municipal da capital, as denúncias não param. Relatos de falta de seringas, medicamentos, e até de recargas do vale-transporte para pacientes em tratamento. O maior problema exposto pelos parlamentares foi, novamente, o atraso nos repasses federais para a área. “Este ano ainda não chegou um real ao Município”, apontou o vereador de Fortaleza, Adail Jr (PROS).

Na outra esfera, os deputados denunciam que as unidades estaduais também estão sem recursos há meses. O deputado Carlos Felipe (PCdoB) reforçou a preocupação relacionada ao subfinanciamento da área. “Há a necessidade de aumento, sobretudo pela União”, argumentou, referindo-se a participação federal cada vez menor.

Apesar de toda a crise exposta nas mídias e discutida nas casas legislativas, na nova etapa do programa Mais Médicos, cujas inscrições se encerraram no último dia 29, o Governo Federal liberou a solicitação de 528 novos médicos apenas para o Ceará.

Com informações do Diário do Nordeste e Ministério da Saúde.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO – Reforma Estatutária

O Presidente e o Secretário Geral da Diretoria da Associação Médica Brasileira – AMB, associação civil, de âmbito nacional, sem finalidade lucrativa, com sede e foro na cidade de São Paulo, na Rua São Carlos do Pinhal, nº 324, Bela Vista, CEP 01.333-903, registrada perante o 3º Ofício de Registro de Título e Documentos e Civil de Pessoas Jurídicas – S.P., sob o nº 502622, no uso de suas atribuições e prerrogativas estatutárias, em conformidade com o artigo 26, do Estatuto Social, convocam os Associados Efetivos da Associação Médica Brasileira – AMB, com direito a voto, para  que compareçam à Assembleia Geral Extraordinária que será realizada no dia 08 de maio de 2015, sexta-feira às 8h30 em primeira convocação ou às 9h00 em segunda convocação com qualquer número de associados.

 Local do Evento: Associação Médica de Minas Gerais

                    Av. João Pinheiro,161 – Belo Horizonte / MG.

Pauta: 

  1. Reforma do Estatuto Social da Associação Médica Brasileira – AMB. 

Em cumprimento ao artigo 26, do Estatuto Social da AMB, somente poderão participar da Assembleia Geral os Associados Efetivos que estejam em dia com suas obrigações estatutárias à data da presente convocação.

De Acordo com o § 3º, do artigo 26, do Estatuto Social da AMB, os Associados em dia com as suas obrigações estatutárias poderão elaborar a reforma do Estatuto, encaminhando-as à Diretoria Executiva da AMB, por intermédio das entidades federadas a que pertencem, com antecedência suficiente para que essas propostas sejam recebidas na sede da AMB até 60 (sessenta) dias antes da realização da Assembleia Geral Extraordinária, observando o que preceitua o § 2º, do artigo 26 do Estatuto Social,”

Atenciosamente,

Dr. Florentino de Araújo Cardoso Filho

Presidente da  AMB

Dr. Antonio Jorge Salomão
Secretário Geral AMB

Confira o Calendário Reforma Estatutária 2015

Anvisa aprova resolução sobre Pesquisa Clínica no Brasil

De acordo com o site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, as novas normas de pesquisa clínica em medicamentos e produtos para saúde devem ser publicadas nos próximos dias no Diário Oficial da União.

Umas das mudanças propostas pela Anvisa na área é a definição de prazo para a avaliação dos Dossiês de Desenvolvimento Clínico de Medicamento (DDCM) contendo projetos de ensaios clínicos a serem realizados no Brasil. Para os estudos de fase III, com medicamentos sintéticos e com realização em outros países contidos em um DDCM, e que constitui cerca de 60% dos estudos analisados, a agência terá um prazo máximo de 90 dias para a sua avaliação .

Os estudos de fase I e II, com medicamentos biológicos ou realizados apenas no Brasil, por sua vez, terão uma meta de 180 dias para sua avaliação pela Anvisa, mas não poderá ser iniciado até ser submetido a ela.

Wanderley Bernardo, coordenador do Projeto Diretrizes, da AMB, explica que a Anvisa, no entanto, não contribui tecnicamente no desenvolvimento das pesquisas, uma vez que os protocolos de estudos são oriundos de instituições de ensino e pesquisa reconhecidos e que contam, muitas vezes, com fomento de órgãos estaduais ou federais, acompanhados de seus pareceres. “Tais protocolos já foram avaliados e aprovados por um Comitê de Ética e Pesquisa Nacional (CONEP). Portanto, não pode haver motivo para se retardar o início da execução de tais protocolos, uma vez que existe a segurança e o cuidado de toda a regulação prévia, a ser atendida, antes mesmo da avaliação do órgão regulatório”.

A definição dos prazos seria, para o médico, “uma medida que regula a agenda do órgão regulatório”, para facilitar a avaliação dos estudos das fases I e II em um maior espaço de tempo; permitindo uma “saída estratégica de liberação” dos estudos mais avançados, após 90 dias sem parecer. “Os muitos estudos fase III contarão, como sempre, com a avaliação das instituições proponentes, dos órgãos de fomento e dos comitês de ética e pesquisa”, acrescenta.

Cirurgia Bariátrica e Reprodução Assistida reconhecidas como área de atuação

A Resolução nº 2.116/2015, publicada no final de janeiro pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) incluiu a cirurgia bariátrica e a reprodução assistida como categorias de áreas de atuação. A certificação para profissionais atuantes nessas áreas será por meio da Associação Médica Brasileira, uma vez que estarão vinculadas às especialidades de Cirurgia do Aparelho Digestivo e Cirurgia Geral, em relação à Cirurgia Bariátrica, e Ginecologia e Obstetrícia, na de Reprodução Assistida.

A Resolução publicada é de autoria do primeiro secretário da AMB e conselheiro do CFM, Aldemir Soares, que explicou como os profissionais médicos poderão obter certificações nas novas áreas. “Após a publicação da Resolução do CFM, a AMB vai elaborar e divulgar um edital estabelecendo as regras para a certificação dos médicos que já realizam cirurgias bariátricas e reproduções assistidas. Depois dessa fase, será dado um prazo para que os programas de formação nessas duas áreas de atuação possam se estruturar. Haverá um reposicionamento dos cursos de formação, que terão de ser regulamentados”.

O diretor da AMB ressaltou ainda que os médicos que já atuam e são especializados nas duas áreas não estariam em discordância com a boa prática médica antes da regulamentação. “Quem procurou se aperfeiçoar e está atuando, deve continuar. Só precisa procurar a AMB para obter a certificação”.

A Resolução 2.116/2015, além da criação das novas áreas, incluiu oficialmente a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear no Conselho Científico da AMB, vinculou as áreas de atuação em Dor e em Medicina do Sono à Pediatria e restringiu à Cirurgia Torácica e Pneumologia a área de endoscopia respiratória.

Ministério da Saúde convida AMB para discutir a saúde no Brasil

Reunião Ministro Chioro e Diretores da Associação Médica Brasileira

Na quarta-feira, 28 de janeiro, a AMB (Associação Médica Brasileira) e o Ministério da Saúde se reuniram em Brasília para discutir os rumos da saúde no país. Entre os temas abordados estiveram a distribuição de médicos no Brasil, a qualidade na formação dos médicos, projeto Diretrizes, a participação da AMB junto aos órgãos federais voltados pra saúde como a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), além de medidas para valorização do parto normal e o uso de dispositivos médicos (órteses, próteses, materiais especiais implantáveis).

No encontro, a AMB também apresentou ao ministro Arthur Chioro a avaliação da entidade sobre a atual situação do sistema de saúde no Brasil, assim como a construção de uma agenda positiva para saúde pública e suplementar no país.

Além do ministro Chioro e outros representantes da equipe técnica do Ministério, também estiveram presentes na reunião, representando a AMB: o presidente Florentino Cardoso, o secretário Geral, Antônio Jorge Salomão, o representante da AMB na Comissão Mista de Especialidades, Fábio Jatene, o diretor de Defesa Profissional, Emilio Zilli, o tesoureiro, José Bonamigo e o diretor de Comunicação, Diogo Sampaio.

Prefeitura de SP quer diminuir para 60 dias fila para exame e consulta

Após patinar na promessa de acabar com a longa espera da fila da saúde na rede municipal, a gestão Fernando Haddad (PT) fixou a meta de chegar, até 2017, a uma demora de no máximo 60 dias para que um paciente do SUS consiga uma consulta ou exame.

O último dado sobre a fila, de julho, mostrava uma espera de 205 dias para consultas e de 124 dias para exames.

A nova meta, que não consta do plano de governo de Haddad, foi estabelecida pela Secretaria Municipal da Saúde no desenvolvimento de um plano com conselhos municipais e subprefeituras.

O secretário adjunto da pasta, Paulo de Tarso Puccini, diz que a orientação é que os médicos solucionem mais casos no primeiro atendimento básico, evitando atolar a fila de especialidades. “Com isso, uma espera aceitável seria entre 30 e 60 dias no máximo na rede pública.”

A prefeitura não informa dados da demora atual nem do começo da gestão, mas há relatos de longas esperas.

A dona-de-casa Edilene Soares aguarda há um ano a cirurgia para a fimose de seu filho Pedro, 2. A aposentada Erminda Maria Carvalho, 83, conta que estava com problemas no aparelho de audição em janeiro, mas só conseguiu a consulta do otorrino para abril. Maria Eunice Belmino da Silva, 64, chegou a esperar oito meses por uma consulta com um cardiologista.

MAIS UNIDADES

O novo plano discutido pela pasta também fixou metas específicas para alguns procedimentos -como queda em 50% do tempo de espera para vasectomia e laqueadura.

Outros objetivos são regionais, como a diminuição da demora de procedimentos cirúrgicos de média complexidade de dois anos para seis meses em Cidade Tiradentes, distrito da zona leste.

Lideranças na área de saúde avaliam que a verdadeira diminuição da fila será alcançada só com a criação de novas unidades de atendimento prometidas por Haddad.

Apenas 10 das 32 unidades da Rede Hora Certa já foram concluídas. Das 43 Unidades Básicas de Saúde prometidas, apenas 4 foram entregues.

“Os sistemas de aviso não diminuíram a fila de espera como o esperado e isso era uma aposta de todos”, diz o promotor Arthur Pinto Filho, que atua na área de saúde pública. “Só quando essa rede de atendimento se estruturar, com novos hospitais, é que vamos dar conta do problema.”

Paulo Spina, do Fórum Popular de Saúde, concorda. “A prefeitura tem essa visão de que a melhoria da gestão pode melhorar a situação, mas a verdade é que falta tudo, hospitais, médicos.”

 

Fonte: Folha de S. Paulo

COMUNICADO À POPULAÇÃO BRASILEIRA

esse

 

 

 

 

 

 

 

 

A AMB – Associação Médica Brasileira, representando as sociedades de especialidades médicas, com base nas informações apresentadas pela mídia, contendo denúncias graves sobre atitudes antiéticas e criminosas na indicação e utilização de materiais em procedimentos médicos, vem a público informar:

Repudiamos que fatos dessa natureza ocorram em nosso meio e consideramos que tais denúncias devam ser investigadas pelos órgãos competentes com a punição dos culpados dentro do rigor da Lei.

A Classe Médica Brasileira, na sua grande maioria, é constituída por profissionais bem formados, supervisionados e treinados pelas Sociedades Médicas de Especialidades, os quais conduzem suas atividades pautadas nos mais rigorosos critérios técnico e ético e fundamentadas nas normas de cada Sociedade.

Os médicos brasileiros orientam seu trabalho com base em condutas reconhecidas internacionalmente e contrárias às apresentadas nas reportagens.

As atitudes ilícitas de alguns não podem colocar em descrédito a Classe Médica, cuja atuação prioriza a saúde e a segurança do paciente, fundamentais para o sucesso no tratamento. Temos convicção de que imprensa e sociedade brasileira saberão fazer essa distinção.

A AMB está convocando uma força-tarefa com as entidades públicas e privadas envolvidas neste tema, no sentido de criar e aperfeiçoar mecanismos para coibir de forma rigorosa tais práticas, e continuará trabalhando para proporcionar formação técnica e ética aos médicos brasileiros.

 

Florentino Cardoso

Presidente da Associação Médica Brasileira

Também são signatárias deste posicionamento as seguintes entidades médicas:

Academia Brasileira de Neurologia
Associação Brasileira de Alergia e Imunologia
Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica
Associação Brasileira de Medicina de Tráfego
Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação
Associação de Medicina Intensiva Brasileira
Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Federação Brasileira de Gastroenterologia
Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular
Sociedade Brasileira de Cardiologia
Sociedade Brasileira de Cancerologia
Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão
Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Sociedade Brasileira de Citopatologia
Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia
Sociedade Brasileira de Hansenologia
Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista
Sociedade Brasileira de Hepatologia
Sociedade Brasileira de Infectologia
Sociedade Brasileira de Mastologia
Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear
Sociedade Brasileira de Nefrologia
Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica
Sociedade Brasileira de Neurocirurgia
Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Sociedade Brasileira de Patologia
Sociedade Brasileira de Pediatria
Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Sociedade Brasileira de Radioterapia
Sociedade Brasileira de Urologia

Câmara aprova salário de 10 mil para médicos da rede municipal

Mudança, que atinge 6,5 mil médicos, vale para aqueles que fazem jornada de 40h/semana em postos, prontos-socorros e hospitais.

Após aprovarem uma reforma na carreira do funcionalismo, criando piso de R$ 6.200 para servidores graduados a partir de 2016, os vereadores paulistanos aprovaram no início da noite desta quarta-feira, 17, também em segunda e definitiva votação, projeto de lei que aumenta o salário inicial dos médicos da rede municipal de R$ 7.066 para R$ 10 mil. O reajuste nos vencimentos desses profissionais vai ocorrer por meio de um bônus de cerca de R$ 3 mil.

Com a votação, o prefeito Fernando Haddad (PT) consegue cumprir sua promessa de igualar o salários dos médicos da rede municipal ao dos brasileiros contratados pela Prefeitura no programa Mais Médicos, via governo federal. O salário vale para profissionais lotados em postos de saúde, prontos-socorros e hospitais que cumprem jornada de 40 horas semanais.

O governo informou que 6.551 médicos vão ter os salários reajustados a partir de 2015. Com a reforma aprovada para o funcionalismo, o vencimento inicial de um médico da rede municipal vai ser de R$ 12 mil em 2016, de acordo com a gestão Haddad.

 

Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo