Lideranças médicas apoiam a Frente Nacional em Defesa da Saúde, da Medicina e do Médico

apoio a frente (1)

“Se for para unir e fortalecer a classe médica e evitar a partidarização da medicina, evitar o aparelhamento e enfraquecimento das entidades, somos favoráveis ao movimento nacional e contrários a criação de um novo sindicato”. – Alfredo Cantalice, presidente da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS)

“A Frente Nacional em Defesa da Saúde, da Medicina e do Médico é importante, nós precisamos disso. Eu penso que nós não precisamos de mais sindicatos, nós já temos a FENAM. O que nós precisamos é discutir as questões internas e nos unir”. – Eduardo Vaz, presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

“A Frente Nacional em Defesa da Saúde, da Medicina e do Médico deve vir para ser um espaço onde os médicos, dos mais jovens aos mais experientes, possam buscar alternativas e soluções para melhorias na saúde e, claro, em todos os aspectos que envolvem a carreira, desde a formação acadêmica, tão importante e que tem sido tão ameaçada nos últimos anos, até a questões mais complexas envolvendo toda a estrutura do sistema de saúde, as especialidades etc.” – Jacqueline Nunes de Menezes, presidente da Associação Brasileira de Ligas Acadêmicas de Medicina (Ablam)

“Acredito que a Saúde no Brasil está sendo vilipendiada por ações governistas que não buscam melhorar a qualidade de atendimento à população, e sim aumentar a oferta de médicos como se isso simplesmente fosse resolver o problema da saúde brasileira. A Frente vem para que se possa mostrar a todos a nossa preocupação com o cuidado digno à população brasileira”. – Arthur Danila, presidente da Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR)

 

 

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