NARGUILÉ: USO TRAZ RISCOS SEVEROS À SAÚDE

Uma sessão de 20 a 80 minutos ao redor do narguilé, inalando a fumaça aromatizada e respirando o ar do ambiente, equivale a consumir cem cigarros, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Seduzidos pelas artimanhas da indústria tabagista para atrair clientes, cada vez mais jovens e adolescentes passam a utilizar o produto.

Para alertar toda a população sobre os severos riscos que o narguilé traz para os consumidores e para o ambiente, nessa data em que se comemora o Dia Nacional de Combate ao Fumo (29/08), a Comissão de Combate ao Tabagismo da AMB, juntamente com a  médica especialista em dependência química da Área de Pneumologia do Programa de Tratamento do Tabagismo do InCor, Stella Martins, criaram um material em formato de perguntas e respostas.

O conteúdo, que esclarece dúvidas sobre o tabagismo e o narguilé, agrega a plataforma da AMB https://amb.org.br/cigarro-eletronico/  que também traz informações sobre os malefícios provocados pelo cigarro eletrônico.
De acordo com Stella Martins, a nicotina nos produtos de narguilé é responsável por seu potencial de dependência. “Além da nicotina, as mesmas 4.700 substâncias tóxicas do cigarro convencional estão presentes no narguilé, mas análises comprovaram que a fumaça contém quantidades superiores de itens como nicotina, monóxido de carbono e metais pesados”, explica.
O narguilé e o cigarro eletrônico são tratados como menos nocivos, porém é preciso alertar que esses produtos impõem danos semelhantes ou até piores do que o cigarro convencional. “Uma vez que pode prolongar ou piorar o vício em nicotina e, nos não-fumantes, tornar-se uma porta para o hábito do fumo. Modismos como o narguilé e o cigarro eletrônico escondem riscos extras e ainda são porta de entrada para a dependência em cigarro comum”, enfatiza Alberto Araújo, presidente da Comissão de Combate ao Tabagismo da AMB.

Acesse o link  https://amb.org.br/cigarro-eletronico/ e confira o material.

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