PELA DEFESA DO ATO MÉDICO: ACUPUNTURA

 

Lincoln Lopes Ferreira, presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), acompanhou o deputado Hiran Gonçalves no protocolo do requerimento para que o PL que faculta o exercício da acupuntura por profissionais não médicos seja discutido e votado em Plenário, ao invés de seguir direto para o Senado. O documento contou com 129 assinaturas (são necessárias 52) e esta conquista foi fruto de intenso trabalho do deputado Hiran e do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura (CMBA).

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou em caráter conclusivo proposta e, após aprovação da redação final, seguiria diretamente ao Senado, caso não houvesse recurso para análise no Plenário da Câmara.

Para a proteção ao paciente a AMB o CMBA consideram ser licitamente permitido somente a três profissionais o exercício da acupuntura: médicos, médicos veterinários e cirurgiões-dentistas, cada qual em sua área legal de competência e atuação, pois somente estes profissionais estão técnico-cientificamente preparados e legalmente autorizados a procedimentos que vão deste a anamnese e exame físico do paciente, e respectivo diagnóstico, até a prescrição e tratamento invasivo.

Compartilhar em: