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RETROSPECTIVA AMB | MÉDICOS PELO BRASIL

O programa Médicos pelo Brasil pode representar um novo tempo para a medicina e a saúde. O projeto foi criado para substituir o Mais Médicos, que era uma artimanha política que permitiu a Cuba lucrar bilhões explorando mão de obra em condição análoga à escravidão.

Alguns dos profissionais trazidos ao Brasil sequer tinham a comprovação de que eram realmente médicos. Tudo isso sob a ladainha de que faltavam médicos no país que os brasileiros não queriam ir para os locais distantes. A grande maioria dos cubanos trazidos pelo programa Mais Médicos ficou localizada nas cidades litorâneas, longe dos locais de difícil provimento, comprovando o fracasso do programa e a mentira vendida para a população na campanha presidencial de 2014.

Para resolver a questão da alocação de médicos em locais tradicionalmente de difícil provimento, o Médicos pelo Brasil cria uma carreira federal para os médicos brasileiros, que passam a ter segurança jurídica e garantias de trabalho para atuar nesses locais, garantindo assim que a população tenha acesso a profissionais devidamente formados e com os diplomas revalidados.

Enquanto ainda era comemorado o lançamento do Médicos Pelo Brasil, os parlamentares aprovaram uma série de emendas ao projeto que colocariam em risco a saúde da população. Atendendo aos pedidos da Associação Médica Brasileira (AMB) e demais entidades médicas, o presidente Jair Bolsonaro vetou estes trechos que eram considerados verdadeiros “jabutis”. A AMB segue lutando para que os vetos do presidente da República não sejam derrubados pelo Congresso Nacional, depois do recesso legislativo.

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RETROSPECTIVA AMB | COMBATE AO TABAGISMO


Em 2019, a Comissão de Combate ao Tabagismo da Associação Médica Brasileira (AMB) esteve presente em diversos debates para reforçar os riscos que o fumo traz para os usuários. Um dos eventos de destaque foi o “Concordamos em Discordar – Ideias ao encontro do debate”, organizado pela Revista Época. O tema central do debate foram os danos à saúde causados pelos novos produtos da indústria tabagista. Quem representou a entidade foi o presidente da Comissão de Combate ao Tabagismo da AMB, Alberto Araújo.

Com o seu discurso incisivo, Alberto Araújo silenciou os representantes da indústria tabagista, que foi patrocinadora do evento. “Dispositivos eletrônicos representam alto risco, especialmente para crianças, adolescentes e adultos jovens. Nossa atenção deve estar voltada em diminuir o tabagismo, não em criar novas opções para atrair o público para o vício”, afirmou Alberto.

Foto: Adriana Lorete / Agência O Globo

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OPERAÇÃO VAGOTOMIA CONFIRMA DENÚNCIAS DA AMB

Notícia veiculada hoje pelo O Estado de S.Paulo, apresenta a deleção de Juliana da Costa e Silva, ex-diretora da Universidade Brasil de Fernandópolis, que confirma irregularidades denunciadas pela Associação Médica Brasileira ao longo de 2019.

“Levamos as denúncias a todos os níveis possíveis. Agora esperamos que os novos fatos relatados na reportagem do Estadão sensibilizem o Congresso Nacional para que os vetos presidenciais em relação à revalidação de diplomas estrangeiros por privadas sejam mantidos” comenta Diogo.

No início de 2019 a AMB começou uma investigação sobre fraudes em revalidação de diplomas médicos estrangeiros. Um relatório detalhado de como ocorrem as irregularidades, foi entregue em maio ao MEC e ,posteriormente, à CGU, à Presidência da República e apresentado a deputados da Frente Parlamentar da Medicina e ao Conselho Federal de Medicina, além de amplamente divulgado a imprensa.

Leia mais: https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/paga-80-mil-se-quiser-fies-e-100-mil-relata-delatora-sobre-compra-de-vagas-da-medicina-na-universidade-brasil/

 

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RETROSPECTIVA AMB | BRASILEIRO ASSUME PRESIDÊNCIA DA CONFEMEL

O presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Lincoln Ferreira, assumiu a presidência da Confederação Médica Ibero-Latina-Americana e do Caribe (Confemel), em novembro, no lugar de Anibal Cruz Senzano que renunciou à presidência da entidade para assumir o cargo de Ministro da Saúde na Bolívia.

Lincoln Ferreira, que era vice-presidente, disse que a Confemel é muito importante por fazer um intercâmbio de auxílio, atuação conjunta e de aquisição de experiências entre países ibero-latino-americanos.

“Na confederação teremos a oportunidade de debater a formação médica na América Latina, que possui escolas precárias em alguns países, com péssima qualidade de ensino. Isso afeta grandemente nosso País, pois os egressos que retornam ao Brasil não têm qualificação para exercer medicina e são reprovados nas provas de revalidação”, afirmou Lincoln na primeira reunião após a posse, em Montevideo, no Uruguai, em dezembro.

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RETROSPECTIVA AMB | 40 ANOS DE COMBATE AO TABAGISMO

A Comissão de Combate ao Tabagismo da Associação Médica Brasileira (AMB) completou 40 anos, em 2019. A atuação da entidade ganhou destaque na luta contra o tabaco quando formulou o primeiro Programa Nacional contra o Fumo, modelo para o Ministério da Saúde, em 1985, estruturar o seu programa.

Tendo como consenso a necessidade de abordagem ao fumante, a Comissão de Combate ao Tabagismo está sempre presente em eventos e congressos que falem sobre o tema, além de realizar uma série de ações que visam reduzir a epidemia do tabagismo no Brasil.

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RETROSPECTIVA  AMB | MOÇÃO CONTRA O FIM DA MORATÓRIA

O Conselho Deliberativo da Associação Médica Brasileira (AMB) aprovou por unanimidade Moção Contra a Abertura de Escolas Médicas, em reunião presidida pelo vice-presidente da AMB, Diogo Sampaio, em junho, em Fortaleza. A motivação foi a preocupação gerada pelas notícias de que o Ministério da Educação estava promovendo estudos para a abertura de mais escolas médicas, interrompendo a Moratória definida na portaria MEC n. 328, de 5 de abril de 2018.

A Moratória é defendida pela AMB e pelas demais entidades médicas porque susta a abertura desenfreada de novas escolas de medicina, iniciada nos governos do PT. Ela proíbe novos editais para abertura de escolas médicas por cinco anos e cria um Grupo de Trabalho (com a participação da AMB e CFM) para realizar a reorientação da formação médica no Brasil, definindo os critérios de abertura de novas escolas e de escolha dos municípios, bem como para a avaliação dos atuais cursos.

No documento, a AMB reiterou que manterá seus esforços na direção de atuar contra o retrocesso na formação médica, em todas as esferas necessárias. Pelo mesmo motivo, em 2018, o Conselho Deliberativo já havia aprovado a defesa da criação do Exame Nacional de Proficiência em Medicina.

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RETROSPECTIVA AMB | VENDA DE VAGAS EM CURSOS DE MEDICINA

Reportagem exibida no Fantástico, da TV Globo, em setembro, mostrou o esquema de compra de vagas e fraudes contra o Fies. A Operação Vagatomia abrangia também os esquemas na revalidação de diplomas e foi deflagrada pela Polícia Federal que vinha investigando as falcatruas há oito meses. No dia 3/9, houve a prisão do dono da Universidade Brasil, José Fernando Pinto da Costa, e de seu filho, Stephano Bruno, além de outras 17 pessoas acusadas de participarem dos crimes.

“A Operação Vagatomia mostrou apenas a ponta do iceberg do verdadeiro balcão de negócios que criou uma indústria de fabricação de médicos fake, formados em escolas nacionais e estrangeiras de baixíssima qualidade e que não conseguem comprovar conhecimentos, competências e habilidades em exames de avaliação como Revalida ou de CRMs”, alerta Diogo Leite Sampaio, que participou da matéria do Fantástico e que coordenou a investigação sobre o esquema bilionário envolvendo a revalidação de diplomas. “É um mercado mais de 15 bilhões de reais, somente com a venda de vagas para egressos de faculdades estrangeiras entrarem nos cursos de complementação das privadas brasileiras e trilharem um caminho facilitado para revalidação de diplomas, no qual, ao final, todos são aprovados, independentemente da performance nas avaliações”, completa Diogo, vice-presidente da AMB.

Dentre os presos na operação Vagatomia estavam Andrea Santos Sousa Soares e Frank Soares, donos de empresas investigadas que oferecem cursos de complementação a alunos de medicina formados no exterior em busca da revalidação de diplomas, prática denunciada pela AMB utilizada em outras faculdades, que é vetada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).

Na decisão do juiz federal Bruno Valetim Barbosa, que autoriza a deflagração da operação, há destaque para a gravidade dos crimes e aponta as consequências para os futuros pacientes como “assustadoras” e “fatais”.

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RETROSPECTIVA AMB | COMPLIANCE

A AMB promoveu, em agosto, um workshop para debater e trocar experiências sobre compliance, com objetivo de ajudar a nortear a criação de um manual que contribua para a relação das sociedades de especialidade com os demais agentes do setor da saúde, demanda reiterada de diversas sociedades.

O diretor da AMB, José Bonamigo, falou sobre a importância de ter disponível um manual de compliance atualizado e consolidado. Também lembrou que as relações dos médicos com os fornecedores e com indústria, em boa parte, se dá no escopo de atuação das sociedades. “É na prática clínica que essas relações acontecem com maior frequência. Por isso, é importante trazer a experiência delas para o evento”, explicou Bonamigo.

O evento foi realizado no Sheraton WTC Hotel, em São Paulo, e recebeu entidades médicas, representantes das operadoras, da indústria farmacêutica, dos prestadores de serviço e de organizações promotoras da cultura do Compliance para debater as bases de um documento que defina as diretrizes sobre o assunto.

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BOLÍVIA DENUNCIA MÉDICOS CUBANOS SEM DIPLOMA

Assim como o Brasil, a Bolívia também rompeu a parceria que permitia a atuação de médicos cubanos no País. O ministro da Saúde da Bolívia, Anibal Cruz, denunciou que apenas 205 dos 702 cubanos que estavam no País tinham diploma de medicina. O restante fazia trabalhos técnicos ou administrativos, embora recebessem o salário de médicos profissionais.

Confira matéria publicada no jornal Gazeta do Povo https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/breves/bolivia-medicos-cubanos-titulo-medico/.

Mais uma vez, a AMB reitera que saúde é coisa séria e, por isso, segue lutando para que o projeto de lei que cria o Revalida Ligth não seja sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro. “não podemos repetir os erros do passado. O Revalida é a única forma de impedir a exposição de pacientes a profissionais sem a devida qualificação”, destaca o presidente da AMB, Lincoln Ferreira.

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REVALIDA LIGTH NO CORREIO BRAZILIENSE

 

As mudanças no processo de revalidação de diplomas médicos expedidos no exterior foram destaque na edição desta terça-feira (03/12) do jornal Correio Braziliense. O vice-presidente da AMB, Diogo Sampaio, destacou os pontos críticos do Projeto de Lei nº 6.176/2019 (substitutivo do PL 4.067/2015), que faz do Revalida um verdadeiro balcão de negócios.

Para Diogo, a medida preocupa, pois pode atingir diretamente a população. “Atualmente, o Ministério da Educação não tem capacidade de controlar o sistema de revalidação, que já acontece por meio de um processo ordinário feito pelas universidades públicas. Se o MEC não tem controle desse sistema, como vai controlar a qualidade dessa avaliação? Com isso, um médico possivelmente malformado pode atender a população”, avalia Diogo Sampaio.

 

 

Confira matéria na íntegra:

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/ensino_ensinosuperior/2019/12/03/interna-ensinosuperior-2019,810991/regras-para-validacao-de-diplomas-desagradam-associacao-medica-brasile.shtml

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