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“Criamos a CONADEM para reduzir desigualdades e contribuir por uma Medicina mais justa, plural e representativa”, explicou Dra. Luciana Rodrigues

“Criamos a CONADEM para reduzir desigualdades e contribuir por uma Medicina mais justa, plural e representativa”, explicou Dra. Luciana Rodrigues

Durante a reunião do Conselho Deliberativo da AMB, a 1ª vice-presidente da entidade destacou a importância da comissão; o encontro contou ainda com explanações sobre pesquisas de competência para médicos recém-formados e as ferramentas financeiras e de títulos da AMB

Em mais uma apresentação no decorrer da reunião do Conselho Deliberativo da Associação Médica Brasileira (AMB), a 1ª vice-presidente da entidade, Dra. Luciana Rodrigues falou sobre o objetivo da criação da Comissão Nacional em Defesa dos Direitos no Trabalho da Mulher Médica (CONADEM) e a sua importância. 

“Criamos a CONADEM para reduzir desigualdades e contribuir por uma Medicina mais justa, plural e representativa”, explicou a médica, representando as demais diretoras mulheres da AMB, Dra. Maria Rita Mesquita e a Dra. Cláudia Navarro, que também fazem parte da gestão e desenvolvimento do projeto. 

Dra. Luciana explicou os objetivos da CONADEM aos participantes. “É preciso compreender a posição das mulheres na Medicina a partir de três dimensões complementares: sua presença nos espaços formais de liderança, suas trajetórias e barreiras vividas no exercício do poder institucional, e as diferenças de carreira, trabalho, remuneração, família, discriminação e desafios profissionais entre médicas e médicos”.

As transformações demográficas, com o aumento do número de mulheres médicas no Brasil – que hoje já ultrapassa o número de médicos homens – foi um dos pontos explanados pela gestora em sua apresentação. A especialista deu destaque às desigualdades de gênero que afetam a carreira da mulher médica, sua remuneração, seu reconhecimento e cargos de liderança. 

Pesquisa de avaliação dos níveis de competência das habilidades técnico-motoras do médico

O 1º tesoureiro da AMB, Dr. Fernando Tallo falou em sua participação no encontro sobre uma pesquisa que desenvolveu em parceria com o departamento científico da entidade para determinar habilidades técnico-motoras de alunos egressos do curso de Medicina.

Tallo explicou o objetivo da ação e destacou a importância da participação de médicos especialistas nessa pesquisa que foi realizada em duas etapas.

ASPAS TALLO – 

Ferramentas Financeiras e de Títulos da AMB

Fernanda Pazzotti, coordenadora financeira, e Luiz Alonso, supervisor de títulos de especialista, também realizaram apresentação durante o Deliberativo sobre as ferramentas financeiras e de títulos da entidade. 

Os colaboradores abordaram tópicos como a quantidade de registros de candidatos nas provas da titulação/certificação da AMB, que chegou a quase 14 mil, no período entre outubro de 2025 e abril deste ano. Eles também falaram sobre o AMB Conecta, um sistema 100% online para facilitar a gestão do associado.

ASPAS FERNANDA/LUIZ – 

Os profissionais ainda apresentaram gráfico referente à porcentagem por região do Brasil com as especializações credenciadas pelas 54 Sociedades de Especialidades. No ranking de especializações para médico residente do primeiro ano de residência médica – R1 – a Ortopedia e Traumatologia lidera com 842 vagas. Já por estado, São Paulo aparece no topo da lista, com 1.661 vagas.

Assessoria de Comunicação da AMB