Alto contraste

Mudanças sem respaldo científico na vacinação infantil podem trazer doenças de volta, alerta WMA

Home / WMA / Mudanças sem respaldo científico na vacinação infantil podem trazer doenças de volta, alerta WMA

Mudanças sem respaldo científico na vacinação infantil podem trazer doenças de volta, alerta WMA

Mudanças sem respaldo científico na vacinação infantil podem trazer doenças de volta, alerta WMA

Preocupação foi manifestada durante a 77ª Assembleia Geral da WMA, realizada em Roterdã. O evento contou com a presença da delegação da Associação Médica Brasileira (AMB)

A Associação Médica Mundial (WMA) alertou que mudanças nos calendários de vacinação infantil sem respaldo científico podem favorecer o retorno de doenças próximas da eliminação, colocando em risco a saúde das crianças e a saúde global.

O alerta foi feito durante a 77ª Assembleia Geral da WMA, realizada em Roterdã, que foi realizada entre os dias 7 e 10 de outubro.  A Associação Médica Brasileira (AMB) esteve presente com sua delegação e acompanhou as discussões durante os três dias do evento.

A WMA adotou, com emendas, a Resolução sobre Calendários de Vacinação Infantil. O documento reconhece a autonomia dos países nas decisões de saúde, mas ressalta que surtos de doenças como sarampo e meningite podem ultrapassar fronteiras e ameaçar, especialmente, populações vulneráveis.

“Os calendários de vacinação salvam a vida das crianças porque são elaborados com base em evidências científicas rigorosas. Quando são alterados sem respaldo científico, doenças que estávamos prestes a derrotar podem voltar”, afirmou o presidente da WMA, Dr. Jung Yul Park, defendendo decisões orientadas pela ciência e pelo melhor interesse das crianças.

A WMA também reforçou a importância da produção de evidências científicas diante do surgimento de novas infecções e variantes, reafirmando seu compromisso com a vacinação universal e com os princípios éticos da Declaração de Helsinque. A entidade destaca ainda que pesquisas envolvendo crianças em situação de vulnerabilidade devem respeitar suas necessidades e prioridades de saúde.

Leia mais

Assessoria de Comunicação da AMB

↑