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Novo livro da Associação Médica Brasileira revela bastidores, desafios e conquistas de seus 75 anos

Novo livro da Associacao Medica Brasileira revela bastidores desafios e conquistas de 75 anos de sua historia

“AMB – Passado, Presente e Futuro”, resgata trajetória da entidade e sua contribuição histórica para o fortalecimento da Medicina brasileira

A Associação Médica Brasileira acaba de lançar oficialmente o livro “AMB – Passado, Presente e Futuro”, obra comemorativa que resgata a trajetória de 75 anos da entidade e sua contribuição histórica para o fortalecimento da Medicina brasileira.  O material reúne fatos marcantes, personagens, transformações e reflexões sobre o papel da AMB na defesa da ciência, da ética e da valorização do médico ao longo de mais de sete décadas.

Disponível gratuitamente em versão digital e áudio book, o livro apresenta um panorama abrangente da construção institucional da AMB desde sua fundação, em 1951, até os desafios contemporâneos da Medicina, incluindo os impactos das novas tecnologias, da inteligência artificial e das transformações nos sistemas de saúde.

Segundo o presidente da AMB, César Eduardo Fernandes, a publicação representa mais do que um registro histórico da entidade. “Este livro é um testemunho vivo da dedicação de milhares de médicos que, ao longo de 75 anos, ajudaram a construir uma instituição sólida, respeitada e indispensável para o País”, afirmou.

O presidente destaca ainda que a obra evidencia um aspecto essencial da história da Associação Médica Brasileira: a força do associativismo médico. “Instituições como a AMB não se sustentam apenas por sua estrutura administrativa ou por seus estatutos. Elas se sustentam pela dedicação de médicos que aceitaram o desafio de contribuir com algo maior do que suas trajetórias individuais”, ressaltou César Eduardo Fernandes.

O secretário geral da AMB, Dr. Florisval Meinão relembra que desde sua fundação, a entidade assumiu o compromisso de congregar médicos de diferentes especialidades e regiões do Brasil em torno de valores que permanecem inegociáveis: “a defesa da ética, a valorização da ciência, o aperfeiçoamento permanente da prática médica e o compromisso com a saúde da população”, disse.

Já o diretor cultural da entidade, Dr. Rômulo Capello Teixeira, reforça que a história da AMB é, em grande medida, “a própria história do compromisso dos médicos com o País e com a sociedade”.

Trajetória na Medicina brasileira

Ao longo das páginas, o leitor acompanha momentos decisivos da história da saúde brasileira e a participação ativa da AMB em debates fundamentais relacionados à formação médica, à educação continuada, ao fortalecimento das Sociedades de Especialidade, à defesa do exercício ético da profissão e à construção de políticas públicas voltadas à saúde da população.

A obra também relembra o protagonismo da entidade em períodos desafiadores, como durante a pandemia de Covid-19, quando a AMB atuou na defesa do conhecimento científico, no apoio aos médicos e na orientação responsável da sociedade.

De acordo com César Eduardo Fernandes, celebrar os 75 anos da Associação Médica Brasileira com o lançamento desta obra é também reconhecer o trabalho coletivo de gerações de médicos que contribuíram para consolidar uma das mais importantes instituições da Medicina nacional.

O livro reforça ainda a importância de preservar instituições capazes de reunir conhecimento, experiência e responsabilidade ética em um momento de profundas transformações na área da saúde. “A AMB continuará sendo um espaço de união, reflexão e construção coletiva. Um espaço onde a voz da Medicina brasileira se mantém firme na defesa da ciência, da ética e da dignidade do exercício médico”, declarou o presidente da entidade.

Ao apresentar o passado, refletir sobre o presente e projetar os desafios futuros da Medicina, a publicação busca inspirar novas gerações de médicos sobre a importância do associativismo e do compromisso coletivo com a profissão.

“Que esta obra inspire as novas gerações de médicos a compreenderem que a Medicina não se limita ao ato individual de cuidar, mas se fortalece quando se transforma em projeto coletivo”, concluiu César Eduardo Fernandes.

Assessoria de Comunicação da AMB