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AMB CONTA TUDO QUE NÃO TE CONTARAM SOBRE OS E-CIGARROS

Não se deixe enganar: o cigarro eletrônico mata! E para alertar a população sobre o assunto, a AMB lançou uma página em seu site que reúne informações sobre os malefícios provocados pelos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), num formato de perguntas e respostas. O conteúdo foi elaborado pela Comissão de Combate ao Tabagismo da entidade, em parceria com a Aliança de Controle do Tabagismo e Promoção da Saúde (ACT), com o apoio da Fundação do Câncer e pode ser acessado em https://amb.org.br/cigarro-eletronico/ .

 

Alberto Araújo, presidente da comissão da AMB, ressalta que a plataforma está sendo lançada em um momento propício, afinal a pandemia de coronavírus exige cuidados redobrados com as questões relacionadas à saúde. “O tabaco causa diferentes tipos de inflamação e prejudica os mecanismos de defesa do organismo. Por esses motivos, os fumantes têm maior risco de infecções por vírus, bactérias e fungos. Portanto, o tabagismo é um fator de risco para a COVID-19. Devido a um comprometimento da capacidade pulmonar, o fumante possui mais chances de desenvolver sintomas graves da doença”, destaca.

 

“O conteúdo é destinado a médicos, profissionais da saúde, à imprensa e toda a população. Nele, são desvendadas as artimanhas que a indústria tabagista utiliza para vender benefícios inexistentes e falsos para atrair usuários”, observa Diogo Sampaio, vice-presidente da AMB.

 

O Diretor Científico da AMB, Antonio Carlos Palandri Chagas, enfatiza a importância dos esclarecimentos sobre os DEFs. “Recomendo a leitura do material por pais e educadores, pois com formatos inusitados e sabores a indústria pretende atingir um público mais jovem com os cigarros eletrônicos. Se se aqueles que devem orientar as crianças e adolescentes não estiverem preparados, até mesmo para reconhecer que o que o filho ou aluno carrega é um e-cigarro, corremos o risco de ter um crescimento grande de fumantes nestas modalidades”.

E-CIGARRO É CIGARRO!

A indústria do cigarro desenvolveu um novo produto: o vaporizador. São os chamados dispositivos eletrônicos para fumar. Esses produtos estão viciando adolescentes e crianças nos EUA. Agora ela quer trazê-los para o Brasil com a desculpa de que é melhor para quem fuma. Mas, na verdade, eles inclusive são responsáveis por criar uma nova doença, a Lesão Pulmonar Associada a Produto de Vaping ou Cigarro Eletrônico, conhecida como EVALI.

Pesquisadores vêm concluindo, também, que fumantes podem ser mais impactados pela Covid-19, porque há um comprometimento do funcionamento dos pulmões. Fumantes têm o risco maior de serem acometidos por infecções respiratórias por outros vírus e bactérias.

Por isso, esses cigarros não devem ser legalizados no Brasil. Acesse http://vapevicia.org.br e conheça a verdade. #VapeVicia #VapeMata

“TODOS OS TIPOS DE VAPORIZADORES FAZEM MAL”, ALERTA CAMPANHA

Os vaporizadores de todos os tipos fazem mal. Aliás, eles matam. Mas a indústria do cigarro quer esconder isso, dizendo que são menos prejudiciais que os cigarros comuns. Com esse argumento, querem liberá-los aqui no Brasil.

Nos últimos dias, pesquisadores vêm concluindo que fumantes podem ser mais impactados pela Covid-19, porque há um comprometimento do funcionamento dos pulmões. Fumantes também têm o risco maior de serem acometidos por infecções respiratórias por outros vírus e bactérias.

Não vamos deixar a epidemia ser ainda maior.

Acesse vapevicia.org.br e conheça a verdade. #VapeVicia #VapeMata

VAPE VICIA

Quantas vezes você se pega olhando o celular? Pois é, se algo assim pode viciar, imagine quando, além de tecnologia, se adiciona química? Os vaporizadores funcionam assim. Eles tentam relacionar o espírito “cool” da tecnologia com o consumo da nicotina. E agora querem legalizar a venda aqui no Brasil. Não devemos deixar isso acontecer.

Além de tudo, por conta da pandemia de coronavírus, pesquisadores estão concluindo que fumantes podem ser mais impactados pela Covid-19, porque há um comprometimento do funcionamento dos pulmões. Fumantes também têm o risco maior de serem acometidos por infecções respiratórias por outros vírus e bactérias.

Acesse vapevicia.org.br e conheça a verdade. #VapeVicia #VapeMata

Vape Vicia e mata

E adivinha quem perde? O vaporizador está viciando adolescentes e crianças. Ele não é seguro, e há registros de intoxicações e mortes.

Mas querem legalizar a venda desses produtos aqui no Brasil. Não devemos deixar isso acontecer. Ainda mais em tempos de Covid-19, em que pesquisadores vêm concluindo que fumantes podem ser mais impactados coronavírus, porque há um comprometimento do funcionamento dos pulmões. Fumantes também têm o risco maior de serem acometidos por infecções respiratórias por outros vírus e bactérias.

Acesse vapevicia.org.br e conheça a verdade. #VapeVicia #VapeMata

E-CIGARRO ESTÁ MATANDO MAIS PESSOAS A CADA DIA

O uso do cigarro eletrônico ocasionou o surgimento de uma nova doença que inflama gravemente os pulmões. Segundo a OMS, outros produtos similares, como o tabaco aquecido, também contêm substâncias nocivas, como os cigarros convencionais.

Mesmo assim, a indústria do cigarro quer lucrar. Não devemos deixar isso acontecer, ainda mais em tempos de Covid-19, já que fumantes podem ser mais impactados pelo coronavírus porque há um comprometimento do funcionamento dos pulmões. Fumantes também têm o risco maior de serem acometidos por infecções respiratórias por outros vírus e bactérias.

Acesse vapevicia.org.br e conheça a verdade. #VapeVicia #VapeMata

#VapeVicia

Nos EUA, o cigarro eletrônico fez os jovens voltarem a fumar. Segundo o CDC, o número de fumantes de vaporizadores entre estudantes subiu de 3,6 milhões para 5,4 milhões em apenas um ano.

Entendeu agora por que a indústria quer liberá-los aqui no Brasil?
Não devemos deixar isso acontecer. Ainda mais em tempos de Covid-19, já que fumantes podem ser mais impactados pelo coronavírus porque há um comprometimento do funcionamento dos pulmões. Fumantes também têm o risco maior de serem acometidos por infecções respiratórias por outros vírus e bactérias. E o alerta inclui cigarros convencionais, eletrônicos e de tabaco aquecido.

Acesse vapevicia.org.br e conheça a verdade. #VapeVicia #VapeMata

PELO FIM DO E-CIGARRO

O Senado Federal abriu consulta pública sobre o Projeto de Lei nº 473/2018. O PL visa incluir o artigo 3º-D na Lei nº 9.294, de 15 de julho de 1996, para proibir a comercialização, a importação e a publicidade de dispositivos eletrônicos para fumar.

Proibida desde 2009 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a comercialização dos cigarros eletrônicos no Brasil voltou a ser discutida em agosto de 2019, em audiências públicas realizadas na agência. Os novos tipos de produtos fumígenos foram incluídos na agenda regulatória da Anvisa desde 2017.

No início de fevereiro deste ano, o PL de autoria do Senador Ciro Nogueira (PP) recebeu parecer favorável emitido pelo Senador Eduardo Girão (PODE) na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). A matéria está pronta para a pauta na comissão.

“A consulta está aberta para o público opinar e precisamos de toda a classe médica para votar pelo fim dos cigarros eletrônicos e vaporizadores”, destaca Alberto Araújo, presidente da Comissão de Combate ao Tabagismo da AMB.

Médicos, visite o site aqui e clique em “SIM” para apoiar essa proposição.

 

RETROSPECTIVA AMB| LUTA CONTRA O E-CIGARRO

Os cigarros eletrônicos e vaporizadores são as novas ferramentas da indústria do tabaco para manterem como consumidores os fumantes dos cigarros tradicionais que desejam parar de fumar e para atrair novos públicos, principalmente os mais jovens. Tentam apresentá-los como alternativa, como dano reduzido. Quando, na verdade, nada mais são do que formas diferentes de entregar nicotina, substância altamente viciante.

A situação piora porque nessas novas formas de ingestão de nicotina, as doses são maiores e os efeitos ainda não foram totalmente estudados, muito menos os tratamentos para se livrar da dependência.

Em 2019, a Comissão de Combate ao Tabagismo da Associação Médica Brasileira (AMB) desenvolveu uma série de estratégias para frear o avanço destes dispositivos no Brasil, da participação em fóruns promovidos pelo governo, a campanhas próprias alertando os riscos, passando por comparecimento em debates sobre o tema, para evitar que a narrativa romantizada da indústria prevaleça.

Nessa “cruzada” contra as narrativas que distorcem a realidade, a comissão vai lançar um “fact sheet” com informações para alertar a comunidade médica e a população sobre os riscos que os dispositivos podem trazer para a saúde. “A maioria dos cigarros eletrônicos e vaporizadores contêm nicotina, que é altamente viciante, além de poderem ser misturados a outras substâncias como o THC. Nosso trabalho é desenvolver estratégias para alcançarmos um mundo livre de tabaco, não somente de fumaça”, ressalta Alberto Araújo, presidente da Comissão de Combate ao Tabagismo da AMB.

A preocupação com o uso de e-cigarro foi intensificada devido ao surgimento de uma doença associada ao uso dos dispositivos. Batizada de EVALI, ela já fez 2.291 vítimas nos Estados Unidos, em sua maioria jovens, levando 48 a óbito.

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RETROSPECTIVA AMB | COMBATE AO TABAGISMO


Em 2019, a Comissão de Combate ao Tabagismo da Associação Médica Brasileira (AMB) esteve presente em diversos debates para reforçar os riscos que o fumo traz para os usuários. Um dos eventos de destaque foi o “Concordamos em Discordar – Ideias ao encontro do debate”, organizado pela Revista Época. O tema central do debate foram os danos à saúde causados pelos novos produtos da indústria tabagista. Quem representou a entidade foi o presidente da Comissão de Combate ao Tabagismo da AMB, Alberto Araújo.

Com o seu discurso incisivo, Alberto Araújo silenciou os representantes da indústria tabagista, que foi patrocinadora do evento. “Dispositivos eletrônicos representam alto risco, especialmente para crianças, adolescentes e adultos jovens. Nossa atenção deve estar voltada em diminuir o tabagismo, não em criar novas opções para atrair o público para o vício”, afirmou Alberto.

Foto: Adriana Lorete / Agência O Globo

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