AMB DENUNCIA À ANS A REALIZAÇÃO IRREGULAR DE CONSULTAS A DISTÂNCIA

 

Preocupada com a saúde dos pacientes e com a segurança jurídica dos médicos brasileiros, a AMB fez uma denúncia à ANS, nesta quinta-feira, dia 11 de julho, sobre a utilização temerária, sem o devido amparo legal, de aplicativos de comunicação para a realização de consultas a distância. Isso abre perigosas possibilidades de burlas à Lei do Ato Médico, que tem por principal objetivo zelar e garantir um atendimento eficiente e digno ao cidadão brasileiro.

A entidade acredita que a incorporação de novas tecnologias à medicina é um caminho sem volta e que pode ser muito positivo, desde que disciplinado por diretrizes responsáveis com foco no fortalecimento da relação médico/paciente e para auxiliar a vencer os desafios atuais da medicina.

Contudo, a AMB é totalmente contrária e considera arriscada e irresponsável a utilização de ineficientes mecanismos artificiais para substituir a relação médico/paciente, principalmente nas fases iniciais de diagnóstico. Isso não é telemedicina. Isso não representa melhorias reais na qualidade da medicina. E, pior, coloca os pacientes em situação de vulnerabilidade, pois sacrifica o exame clínico presencial, parte fundamental de uma consulta médica. A entidade defende a presença de médicos nas duas pontas em processos de interconsulta.

Apresentar consultas a distância por aplicativos como se isso fosse telemedicina ou como uma forma de maior comodidade ao paciente é enganar os usuários dos planos de saúde, induzindo-os a acreditar que se trata de um benefício, quando, na verdade, trata-se de um movimento de redução de custos das operadoras com atendimento presencial, escamoteando todos os riscos envolvidos.

Vale lembrar que a AMB e as entidades a ela filiadas vêm debatendo a incorporação de novas tecnologias no exercício da medicina, tanto no sistema público de saúde quanto na saúde suplementar. Dada a complexidade das questões técnicas, éticas, médicas e econômicas que o tema envolve, ainda não foi possível construir uma proposta consistente que norteie a implementação prática da telemedicina no País.

Considerando que o principal papel da ANS é garantir a qualidade da assistência dos usuários dos planos de saúde, esperamos que a agência tome providências imediatas contra essas irregularidades e coíba tais práticas, à luz da vigente Resolução CFM 1.643/2002.

A AMB não abre mão da preservação da adequada relação médico/paciente, ponto fulcral da boa medicina.

Associação Médica Brasileira

NOTA AMB SOBRE ALTERAÇÕES NO PROGRAMA MAIS MÉDICOS

 

Leia a nota AMB sobre duas novidades que devem ser implementadas no Mais Médicos nos próximos meses: a volta da admissão de médicos cubanos e o abatimento de dívidas do Fies como contrapartida para a participação de brasileiros recém-graduados.

ALERTA: CIGARRO ELETRÔNICO TAMBÉM VICIA E FAZ MAL À SAÚDE

 

Apesar de representar um risco para a saúde, o cigarro eletrônico vai voltar a ser discutido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em agosto. O presidente da Comissão de Combate ao Tabagismo da ABM, Alberto Araújo, conversou com a reportagem do @jornaloglobo sobre o assunto e reforçou: e-cigarro é cigarro!

“Já vivemos essa história antes. A indústria está se apropriando de forma indevida da ideia de redução de danos. Tivemos os cigarros com filtro, que chegaram a ser produzidos com amianto, um produto altamente cancerígeno. Depois, produtos com menor teor de alcatrão e nicotina, mas que viciavam ainda mais”, explicou ao jornal.

Ele ainda detalhou os perigos presentes nos cigarros eletrônicos e de tabaco aquecido. “O principal risco é que possam causar maior dependência química do que cigarros normais. Depois de um esforço de décadas para controlar o tabagismo, diminuir o acesso dos jovens e reduzir a ocorrência de doenças custosas para a saúde, a Previdência e a produtividade no geral, estamos trazendo produtos com capacidade de liberar quantidades maiores de nicotina, além de voltar a normalizar o cigarro na sociedade”, reforçou Alberto Araújo.

Leia a matéria completa: https://oglobo.globo.com/sociedade/anvisa-fara-audiencia-publica-para-decidir-se-libera-cigarros-eletronicos-23791101

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EXAME DE SUFICIÊNCIA PARA OBTENÇÃO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA EM ONCOLOGIA CLÍNICA

O Título de Especialista em Oncologia Clínica (TEOC) tem como objetivos atestar a qualidade da formação do especialista; qualificar seu currículo perante os pacientes, o mercado de trabalho e o meio acadêmico; atender eventuais exigências das instituições onde atua como especialista e das operadoras de saúde; e também cumprir pré-requisito para associar-se à Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) na categoria titular. A SBOC e a Associação Médica Brasileira (AMB) são as responsáveis por conceder, juntas, o TEOC aos médicos aprovados no Exame de Suficiência, realizado anualmente.

Os interessados em participar podem se inscrever até dia 18/07/2019 no site https://www.vunesp.com.br/SBOC1901 até às 23h59 do dia 18 de julho, enviar a documentação comprobatória digitalizada e pagar a taxa de inscrição via boleto bancário.
Médicos que já possuam o Título de Especialista em Cancerologia (TECA) não precisam realizar o Exame de Suficiência e há procedimentos específicos para obterem o TEOC.

Acesse https://sboc.org.br/escola-brasileira-de-oncologia/exame-para-titulo-de-especialista-teoc e obtenha todas as informações.

REVALIDA 2017 MOSTRA DESPREPARO DE MÉDICOS FORMADOS NO EXTERIOR

 

 

A mais recente edição do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas (Revalida), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Governo Federal, registrou a pior taxa de aproveitamento desde que passou a ser realizado também pelo INEP, em 2011.

Segundo dados divulgados pelo Portal G1, nesta quinta-feira (04/07), sobre o resultado das provas, somente cinco em cada 100 médicos interessados em atuar no Brasil conseguiram as notas exigidas pelo exame. Entre 7.379 participantes, apenas 389 (5,27% do total) passaram e conseguiram do Governo Federal a autorização para validar seus diplomas e exercerem a medicina no Brasil. Na primeira etapa do exame, segundo a reportagem, apenas 963 médicos formados no exterior foram considerados aptos, e 941 fizeram as provas de habilidades clínicas da segunda etapa.

“O baixo desempenho dos médicos inscritos, demonstra nitidamente falta de preparo. Historicamente, o Revalida consiste na realização de provas baseadas em conteúdo exigido pelos cursos de graduação no Brasil. A nota de corte é definida por critérios de dificuldade, promovendo uma avaliação justa. E tudo isso, para que a população tenha a segurança de ser tratada por um médico com competência técnica para atendê-la, não importando se o médico se formou no Brasil ou no exterior”, explica Diogo Leite Sampaio, Vice-presidente da Associação Médica Brasileira.

A má qualidade da formação médica em alguns países da América Latina e no Brasil preocupa profundamente a AMB. A entidade defende que antes de começarem a atuar todos os médicos sejam avaliados de forma padronizada, independentemente de onde o profissional tenha se formado. “Sabemos que médicos malformados sobrecarregam o sistema pela insegurança, exigindo mais exames, prolongando internações, apresentando dificuldades em fazer diagnósticos, retardando tratamentos e podendo, inclusive, gerar sequelas e danos irreparáveis aos pacientes”, explica o presidente da AMB, Lincoln Ferreira.

Escolas Médicas – Nos últimos 15 anos, houve a abertura de centenas de cursos e escolas de medicina no Brasil e em países vizinhos ao nosso, sem condições e nem estrutura para formar profissionais qualificados. Só no Brasil, foram mais de 200 novos cursos de medicina autorizados entre 2003 e 2018.

“Em muitos municípios foram abertas universidades onde não há um hospital, quanto mais um hospital-escola. Muitos cursos estão funcionando à base de liminares no Brasil de tão desestruturados que são, formando médicos sem as devidas qualificações, que, ao ingressarem na carreira, colocam a população e todo o sistema de saúde em risco. Temos informações de que na Bolívia, Paraguai, Argentina, a situação é bastante crítica também, onde há milhares de brasileiros estudando com o sonho de um dia voltar ao Brasil e poder trabalhar como médicos aqui”, explica Diogo Sampaio.

Moratória – Para estancar essa enxurrada de cursos no Brasil, foi assinada a portaria MEC n. 328, de 5 de abril de 2018. A Moratória suspendeu por cinco anos a publicação de editais para autorização de novas escolas e para pedidos de aumento de vagas, e definiu a criação de um Grupo de Trabalho, com a participação da AMB e do CFM, para realizar a reorientação da formação médica no Brasil, criando critérios de abertura de novas escolas e de escolha dos municípios, bem como para a avaliação dos atuais cursos.

“Tem gente querendo acabar com a Moratória. Ela precisa ser defendida a fim de evitar uma nova abertura indiscriminada de escolas médicas no Brasil. É preciso dar um basta no balcão de negócios financeiros e políticos que se transformou a formação médica no Brasil e lá fora. É preciso urgente avaliar as escolas médicas e continuar avaliando todos os médicos que quiserem trabalhar no Brasil, independentemente de onde tenham se formado. Para isso, é preciso defender cada vez mais um processo de revalidação de diplomas sério, que demonstre comprometimento com a qualidade do atendimento médico à população”, acredita o vice-presidente da AMB, Diogo Sampaio.

Sem Revalida Light – Diogo Sampaio diz também que a AMB e demais entidades médicas são contra as propostas apresentadas por alguns parlamentares que desejam tornar o exame mais flexível. “Isso seria um crime contra a Saúde e a Medicina. Não podemos aceitar que um Revalida Light permita que médicos sem o devido preparo técnico possam atender a população. Além disso, qualquer flexibilização no exame poderá oficializar muitas irregularidades, que já vem acontecendo em outras formas de “revalidação”, que permitem inclusive uma série de burlas e atalhos para os diplomados no exterior, onde muitos conseguem se habilitar para atuar em nosso país como médicos sem que sua real capacidade seja avaliada”, explica Diogo Sampaio.

Imagem da matéria do G1

Leia matéria do G1:
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2019/07/04/revalida-2017-tem-a-pior-taxa-de-aproveitamento-da-historia.ghtml

 

AMB PARTICIPA DO XII FÓRUM IBERO-AMERICANO DE ENTIDADES MÉDICAS

 

 

 

A Associação Médica Brasileira (AMB) representou os médicos brasileiros no XII Fórum Ibero-Americano de Entidades Médicas (FIEM), realizado na cidade de Acapulco no México, no final de junho. O Colégio de Médicos do México foi o anfitrião desta edição.

Pela AMB, participam do evento os membros da diretoria: Débora Eugênia Braga Nóbrega Cavalcanti, Antonio Jorge Salomão e Miguel Roberto Jorge, que também é presidente eleito da Associação Médica Mundial (WMA).

Com o slogan “Unidos pela Saúde na Ibero-América” e contando com a presença de cerca de vinte organizações médicas, o fórum debateu as perspectivas das Associações Médicas na América Latina, os desafios tecnológicos, a saúde do médico, as novas tendências em políticas de saúde, os honorários profissionais e a relação médico-paciente em telemedicina, entre outros temas.

Participação da AMB

No primeiro dia de fórum, a diretora de Assuntos Parlamentares da AMB, Débora Cavalcanti, representou o presidente da AMB, Lincoln Ferreira, na reunião administrativa da Sessão de Negócios, onde apresentou os problemas relacionados à profissão médica no Brasil.

“Debatemos sobre a necessidade da defesa do Ato Médico no Brasil, em função das constantes tentativas de outras categorias profissionais em querer realizar procedimentos exclusivamente médicos, o que pode causar sérios danos à população; sobre o Exame Revalida; e sobre o trabalho que vem sendo realizado na Comissão de Assuntos Políticos da AMB e das demais entidades médicas”, destaca Débora Cavalcanti.

Já o Secretário-Geral da AMB, Antonio Jorge Salomão, representou o presidente da AMB na mesa redonda que debateu as Políticas Sanitárias no Brasil. “Em um país como o nosso, numeroso e cheio de contrastes socioeconômicos, é muito desafiador construir políticas públicas sanitárias. Tivemos avanços importantes nos últimos anos, como no diagnóstico e tratamento da Aids, da Hepatite C e Blenorragia. Mas, ainda precisamos investir nas regiões mais carentes para reduzir as desigualdades sociais, o que certamente vai refletir no avanço das políticas sanitárias brasileiras”, destaca Salomão.

O FIEM

Além da AMB, representando o Brasil, o fórum é composto por organizações médicas colegiados de Espanha e Portugal, bem como pela América Latina e Caribe Medical Confederation (CONFEMEL), das quais pertencem as organizações médicas da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, Nicarágua, México, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela. No final do XII FIEM, foi apresentada a “Declaração do México”, assinada por todas as organizações participantes.

Fundado em 2007 com o objetivo de criar um espaço de intercâmbio permanente para discutir, cooperar, comunicar e buscar consenso sobre ética médica e competência profissional, bem como sobre as questões mais urgentes e atuais para médicos latino-americanos e seus sistemas de saúde, o Fórum Ibero-Americano de Entidades Médicas, realiza desde 2008 reuniões anuais que produzem declarações conjuntas que refletem o compromisso das organizações médicas com a medicina de qualidade, melhorando o atendimento aos cidadãos e defendendo a profissão médica em ambos os lados do Atlântico.

RECURSOS PARA O ENSINO MÉDICO

Os hospitais universitários do Brasil ganharam novo fôlego esta semana. O Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, liberou cerca de R$ 79,5 milhões para as instituições, como parte do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF). A portaria que libera o recurso (Nº 1.416, de 28 de junho de 2019) já foi publicada no Diário Oficial da União

A verba será utilizada para cobrir o funcionamento das atividades de ensino, como consultas, internações e cirurgias; subsidiar a compra de materiais hospitalares, como medicamentos e seringas; e financiar obras de ampliação e reforma das instalações hospitalares, com o objetivo de melhorar o atendimento prestado à população.

O estado que recebeu o maior montante de recursos foi Minas Gerais, com cerca de R$ 10,7 milhões para quatro hospitais. O Rio de Janeiro terá dez instituições beneficiadas, com cerca de R$ 10 milhões. Individualmente, o hospital que recebeu a maior verba foi o Hospital de Clínicas do Paraná, com cerca de R$ 4,4 milhões.

AMES REFORMA SEDE E INAUGURA NOVAS INSTALAÇÕES

A Associação Médica do Espírito Santo (Ames) recebeu os associados na noite da última terça-feira (02) para celebrar um novo tempo. A entidade reabriu as portas da sede, depois de alguns meses de reforma. A Ames está no mesmo endereço —no bairro Bento Ferreira, área nobre de Vitória — há 25 anos e a reforma teve o objetivo de entregar um ambiente mais acolhedor e funcional aos associados.

A sede ganhou alterações na fachada, estacionamento para 20 carros, recepção nova e auditório para 60 pessoas, com área de dispersão e coffee break, nomeado em homenagem a um dos grandes médicos do Estado, Luiz Buaiz.

O presidente da Ames, Leonardo Lessa, destaca que a reforma inicia um período de renovação.”Somos a entidade médica mais antiga do Espírito Santo e a reforma representa um atrativo para que o médico se sinta mais bem acolhido, em um local renovado. Além disso, agora temos uma estrutura mais adequada para incrementar nossas atividades científicas, realizar palestras, eventos e até pequenas jornadas”, reforça Lessa.

O presidente da AMB, Lincoln Ferreira, parabeniza a entidade pela conquista e ressalta que “a nova sede será muito importante para que a Ames continue desempenhando o papel fundamental na defesa dos interesses dos médicos, estudantes e pacientes do Espírito Santo”.

 

AMB NO ENCONTRO NACIONAL DE SERVIÇOS CREDENCIADOS DA SBOT

Nesta sexta-feira (28), o presidente da AMB, Lincoln Ferreira participou do I Encontro Nacional de Serviços Credenciados, promovido pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. Com o tema “Frente a frente com a Ortopedia Brasileira”, o evento reuniu chefes de serviço credenciados da SBOT de todo o Brasil.

A participação da AMB contou ainda com a presença do diretor de Defesa Profissional, Carlos Jasmin. Ambos integraram o talk show “A importância da AMB para a SBOT”. Lincoln e Jasmim destacaram basicamente três temas: a importância do Título de Especialista; atuação parlamentar da AMB no Congresso e atuação conjunta da AMB e SBOT na qualificação dos ortopedistas brasileiros.

Na foto: Dep. Federal Hiran Gonçalves; Lincoln Ferreira; Moisés Cohen, presidente da SBOT; Dep. Federal Luizinho Junior; e Glaydson Godinho, presidente eleito da SBOT para 2020/21.

Fotos: Leandro Furtado/Lex Stúdio

 

AMB REAFIRMA EM ENCONTRO NO CBR QUE É TOTALMENTE CONTRA A CRIAÇÃO DE ESPECIALIDADE MÉDICA PELO CONGRESSO NACIONAL

Entidade não aceita em qualquer hipótese a criação de especialidade ou autorização de medicamentos, novas tecnologias, entre outros, por via política, e sim apenas por análise técnica.

O presidente da AMB, Lincoln Ferreira, foi recebido ontem (27) na reunião de diretoria Plena do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), em São Paulo. No encontro, Lincoln teve oportunidade de apresentar as principais ações que a AMB vem desenvolvendo em prol do associativismo médico e, principalmente, da integração entre as especialidades médicas.

Na ocasião foram também discutidas questões relativas ao aperfeiçoamento profissional, as perspectivas da medicina e do associativismo, sempre no contexto do CBR. Também foi abordada a questão das tentativas de criação de especialidade médica por meio do Legislativo, o que a AMB repele energicamente.

“Em nosso entendimento, isso representa uma grave ameaça ao associativismo, além de criar uma especialidade que se tornaria necessariamente anacrônica, posto que seria regida por uma Lei, cujas modificações ou revogação são extremante trabalhosas e lentas, não se coadunando com o progresso científico. Enfim, seria a chamada Vitória de Pirro”, destacou o presidente Lincoln.