COMISSÃO DA AMB DISCUTE PAUTA DO MÉDICO JOVEM

Residência médica, saúde mental dos médicos, carreira médica de estado, violência contra os médicos, denúncias de estudantes sobre escolas médicas, atrasos nas bolsas de residência, valorização dos preceptores, especialização médica, exame Revalida, e informática na Medicina, todos esses assuntos foram abordados na reunião desta terça-feira (28/05) da Comissão do Médico Jovem, da Associação Médica Brasileira (AMB).

Para o vice-presidente da AMB, Diogo Leite Sampaio, que também é presidente da comissão, “esses temas são de extrema importância para a Medicina, para os médicos e para a Saúde. Precisam ser acompanhados de perto pelos jovens médicos, que desde cedo devem participar cada vez mais do associativismo médico, pois só assim as principais pautas da Medicina e dos médicos poderão encontrar soluções na forma de projetos nos Congresso Nacional, ou sendo levadas como demandas e propostas de soluções ao MEC e ao Ministério da Saúde”, explica o vice-presidente da AMB.

O presidente da Associação Médica Cearense, Carmelo Silveira Carneiro Leão Filho, entende que a Comissão do Jovem Médico precisa “atrair o jovem médico para a Associação Médica Brasileira, valorizando o médico brasileiro, principalmente nesta fase em que ele está iniciando no mercado de trabalho, para entender suas dificuldades e proporcionar a ele benefícios”.

Para Maikon Madeira, diretor de Comunicação da Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR), a reunião foi extremamente positiva. “A ANMR veio aqui definir seus propósitos. Ganhamos um grande apoio da AMB para seguir defendendo nossas lutas”, comemorou.

Milena Palma, presidente da AEMED-BR, também acredita que a comissão é um importante espaço para os médicos jovens e estudantes levarem suas demandas. “Podemos trazer nossas demandas e garantir que os estudantes de medicina do Brasil tenham voz e possam ser ouvidos”, declarou.

Participaram da reunião os membros da comissão: Diogo Sampaio (AMB), Juracy Barbosa (AMB), Carmelo Silveira Carneiro Leão Filho (Associação Médica Cearense), Milena Palma (AEMED-BR) e Maikon Madeira (ANMR).

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ESTUDO DA SBPC/ML REVELA PERCEPÇAO DAS PESSOAS SOBRE EXAMES LABORATORIAIS

 

Na semana em que completa 75 anos, a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) chama atenção para uma questão fundamental: a importância dos exames laboratoriais no diagnóstico precoce e prevenção de doenças, com base em uma pesquisa encomendada pela entidade.

De acordo com o estudo, divulgado nesta quarta-feira (29), 72% dos pacientes com doenças crônicas só descobriram o problema depois do aparecimento de sintomas. Segundo o presidente da SBPC/ML, Wilson Shcolnik, este dado alerta para o fato de que “quando o paciente apresenta sintomas é sinal de que a patologia já está instalada, logo, a população não está realizando exames clínicos e laboratoriais básicos como forma de prevenção, mas sim de diagnóstico”, explica.

A pesquisa ouviu 400 pessoas de São Paulo e do Rio de Janeiro e privilegiou a participação de indivíduos com pelo menos uma entre essas seis doenças crônicas: cardiovasculares, reumáticas, renais, diabetes, tireoide e câncer.

A percepção das pessoas em relação à importância dos exames laboratoriais ficou clara, já que 96% dos entrevistados consideram os procedimentos importantes para a prevenção; 48% dos pacientes crônicos acham que deveriam ter feito exame com mais antecedência para prevenir a doença; e 40% deles gostariam de ter feito exames mais precisos.

ECONOMIA

O presidente da SBPC/ML, Wilson Shcolnik, explica que prevenir por meio de consultas e exames laboratoriais é mais barato que remediar. “A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estima que pacientes doentes custam sete vezes mais que um paciente saudável. Conclui-se que a realização de exames preventivos é menos onerosa ao sistema de assistência à saúde e mais benéfica ao paciente”, reforça.
Além, disso, Shcolnik reforça que as evidências contradizem o pensamento de que há desperdício de exames no sistema de saúde atual. “Os gastos em saúde no que tange à Medicina Laboratorial, segundo dados de literatura científica internacional, não ultrapassam 3% do total. Em contrapartida, a especialidade médica responde por apoio a 70% das decisões clínicas do país, influenciando desfechos e resultados econômicos da assistência à saúde”, reforça.
A pesquisa mostra que a população também entende assim: 83% dos entrevistados acham que os exames solicitados pelos médicos são realmente necessários. A pesquisa completa estará disponível no site da SBPC/ML em breve: http://www.sbpc.org.br.

CAMPANHA #IMPORTANTEPREVENIR

A SBPC/ML também lançou uma campanha para alertar a população sobre a importância dos exames laboratoriais no diagnóstico precoce e prevenção de doenças. Com o mote #ImportantePrevenir, a ação convidou formadores de opinião que tiveram sucesso em seu tratamento graças ao diagnóstico precoce, como é o caso do ator Reynaldo Gianecchini.
A campanha conta perfis no Facebook e no Instagram para conscientizar e informar as pessoas a respeito dos exames laboratoriais: @importanteprevenir.

Na foto: Carlos Aita, diretor de comunicação da SBPC/ML; Rosana Hermann, escritora, roteirista, apresentadora e mediadora da coletiva; e Wilson Shcolnik.

Foto: Gabriela Costa/Timbro

AMB FORMALIZA APOIO À AGU PELA AÇÃO CONTRA FABRICANTES DE TABACO

Documento de apoio da Associação Médica Brasileira à ação pelo Ressarcimento ao SUS dos Gastos da Saúde com Doenças Relacionadas ao Tabaco foi enviado ontem.

No mês em que se comemora o Dia Mundial sem Tabaco, a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu à Justiça Federal que condene as fabricantes de cigarros e suas matrizes ao ressarcimento dos gastos da União com o tratamento de pacientes em 26 doenças ligadas ao consumo ou simples contato com a fumaça dos cigarros.

A Associação Médica Brasileira parabeniza e manifesta seu apoio à iniciativa da Advocacia Geral da União por entender que este passivo gerado pela indústria do tabaco, ao longo de décadas, precisa ser ressarcido ao erário, pelos elevados custos decorrentes do consumo de um produto que só traz males à saúde, para quem consome e para quem é exposto involuntariamente.

O tabaco é o produto que mais causa danos ao ser humano. No pequeno cilindro do cigarro encontram-se inúmeras substâncias tóxicas entre elas o monóxido de carbono, nicotina, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído e acroleína, além do alcatrão que é um composto de mais de 40 substâncias comprovadamente cancerígenas. Durante a combustão do tabaco são formadas mais de 7 mil substâncias tóxicas que causam danos a todos os órgãos do corpo.

A AMB comemora a atitude da AGU, principalmente num momento em que vem acompanhando com preocupação os recentes movimentos da indústria do tabaco para promover novas formas de consumo de nicotina. Modalidades como os dispositivos eletrônicos para fumar (DEF), que inclui os cigarros eletrônicos (tabaco com nicotina na forma liquida ou em sais de nicotina – JULL) e os cigarros aquecidos (tabaco prensado), vêm sendo posicionadas como opções menos danosas em comparação ao cigarro convencional, em uma clara tentativa de glamourizar novamente o consumo de tabaco na sociedade brasileira, reconquistar antigos adeptos e alcançar novos públicos. Tanto o cigarro eletrônico quanto o cigarro aquecido entregam a nicotina por processo que gera vapor ao invés da fumaça do cigarro convencional.

Neste contexto, a AMB reforça que não há formas inofensivas de consumo de tabaco: seja no formato convencional, rapé, mascado, vaporizado ou aquecido, todos causam dependência e expõem o usuário e quem está em volta a uma série de doenças cardiovasculares, respiratórias e a diversos tipos de câncer.

Leia a nota de apoio da AMB na íntegra e conheça mais dados e informações a respeito do tabaco e seu consumo: https://amb.org.br/wp-content/uploads/2019/05/Carta-da-AMB-de-Apoio-a-Acao-da-AGU-pelo-ressarcimento-do-SUS-.pdf

COMISSÃO DE COMBATE À DEPENDÊNCIA QUÍMICA VAI DESENVOLVER DIRETRIZES PARA A ÁREA

O Brasil possui cerca de 3,5 milhões de usuários de drogas, segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz. Atenta às questões que impactam a saúde brasileira, a Comissão de Combate à Dependência Química da AMB se reuniu, nesta terça-feira (28), para organizar o desenvolvimento de diretrizes para pautar a atuação médica em relação à dependência química.

Participam da reunião Carmita Abdo, presidente da comissão e diretora da AMB; Arthur Guerra de Andrade, professor titular de Psiquiatria da Faculdade de Medicina do ABC e professor associado da USP; e Marcelo Ribeiro, professor afiliado do departamento de Psiquiatria da UNIFESP e professor do Curso de Medicina da Universidade Nove de Julho – UNINOVE.

A comissão vai trabalhar no levantamento das diretrizes já existentes sobre a dependência química para avaliar a necessidade de atualização e na criação de novos padrões, por meio de subcomissões, como explica Carmita Abdo.

“É preciso criar critérios para indicar questões como a abordagem do tratamento ambulatorial, quando internar, os profissionais envolvidos e o relacionamento com a família. Definimos pela criação de subcomissões de trabalho, compostas por profissionais das mais variadas correntes de pensamento sobre o tema. O objetivo é que a universalidade nos leve a um consenso que beneficie aos pacientes”, reforça a presidente da Comissão.

DIRECIONAMENTOS

Os focos de atuação do grupo também foram definidos na reunião. A ideia é aprofundar o debate sobre o consumo de álcool e sobre o padrão de consumo de drogas no Brasil.

“Também vamos nos debruçar sobre a nova política federal sobre drogas, apresentada recentemente e que tem como base a internação involuntária, a abstinência e as comunidades terapêuticas para combater a dependência química”, explica Arthur Guerra de Andrade, membro da comissão e professor titular de Psiquiatria da Faculdade de Medicina do ABC.

DEBATE MULTIDISCIPLINAR

Diante dos desafios no enfrentamento às drogas no Brasil, Marcelo Ribeiro, membro da comissão, professor afiliado do departamento de Psiquiatria da UNIFESP e professor do Curso de Medicina da Universidade Nove de Julho – UNINOVE, explica a importância de criar padrões para nortear a abordagem dos médicos.

“A dependência química é um campo vasto, no qual profissionais com diferentes condutas e ideias se posicionam e convivem. As diretrizes oferecem um caminho geral que facilita a comunicação e possibilita o uso dos recursos da melhor forma possível”, detalha Marcelo Ribeiro.

A próxima reunião da  Comissão de Combate à Dependência Química da AMB será realizada em 11 de junho, quando serão indicados os nomes que vão compor as subcomissões de trabalho.

Imagens: Gabriela Costa/Timbro

COMBATE À DEPENDÊNCIA QUÍMICA

Atenta às questões que impactam a saúde brasileira, a de Comissão de Combate à Dependência Química da AMB está reunida para organizar o desenvolvimento de diretrizes para pautar a atuação médica em relação à dependência química.

Participam da reunião Carmita Abdo, presidente da comissão e diretora da AMB; Arthur Guerra de Andrade, professor titular de Psiquiatria da Faculdade de Medicina do ABC e professor associado da USP; e Marcelo Ribeiro, professor afiliado do departamento de Psiquiatria da UNIFESP e professor do Curso de Medicina da Universidade Nove de Julho – UNINOVE.

Foto: Gabriela Costa/Timbro

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COMISSÃO DA AMB DISCUTE REVALIDA

 

A Comissão de Ensino Médico e Pós-Graduação, da Associação Médica Brasileira (AMB), discutiu na reunião desta terça-feira (28/05) futuras propostas para o Exame Revalida.

“A Revalidação de diplomas no Brasil vive uma situação muito crítica. Da forma como vem acontecendo permite que profissionais malformados se habilitem a atuar como médicos no Brasil. O Exame Revalida não é de forma alguma punição ao médico que se formou no exterior. Entendemos que todos os médicos devem ser avaliados independente de onde tenham se formado para que a população possa ter a tranquilidade e a segurança de estar sendo atendida por um profissional que não vai colocar sua saúde em risco.”, acredita o vice-presidente da AMB, Diogo Sampaio, que também preside a Comissão.

Na pauta da comissão, foram tratados também os Certificados de Habilitação concedidos pela AMB, e a Informática na Medicina. Participaram da reunião além de Diogo Sampaio, Maria José Martins Maldonado, Diretora Acadêmica da AMB, José Roberto Baratella, Presidente da Federação das Academias de Medicina,  Antonio Carlos Palandri Chagas, Diretor Científico da AMB, e Carlos Serrano, editor da Revista Científica da AMB.

Fotos: RGA/Timbro

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LUTO

 

A AMB lamenta profundamente o falecimento do colega José Fernando Vinagre, corregedor do CFM e conselheiro pelo estado do Mato Grosso.

Dia triste para a medicina brasileira e para todos aqueles que puderam em algum momento da vida desfrutar da companhia de Vinagre.

A Diretoria da AMB presta condolências, deixa os sinceros pêsames e roga que Deus dê conforto aos familiares neste momento diante de tamanho sofrimento.

PRESIDENTE DA AMB RECEBE HOMENAGEM DA SBCM

O presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Lincoln Lopes Ferreira, recebeu a Medalha de Mérito em Educação, como parte das comemorações dos 30 anos da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, em solenidade realizada nesta quinta-feira (23/05). A honraria é uma homenagem concedida somente às autoridades cuja atuação vem sendo decisiva em favor da valorização da educação da Clínica Médica no Brasil.

De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, Antônio Carlos Lopes, A homenagem foi dada ao Dr. Lincoln Ferreira e a outras pessoas que cultivam em suas vidas pessoais e profissões a valorização da educação científica, mas principalmente pessoas que praticam a educação social e humana. “Na Sociedade Brasileira de Clínica Médica, que completa 30 anos, valorizamos desde o princípio a relação médico paciente e humanização da prática médica. E isso só é possível com médicos que gostem de gente. Isso se reflete também na ética médica, que para mim se resume em nunca prejudicar o paciente. E a educação nesse contexto é a somatória de valores humanos e profissionais”, declarou.

“Agradeço à Sociedade Brasileira de Clínica Médica por esta honra. Para nós é motivo de orgulho a homenagem, principalmente por se tratar da valorização da educação nas relações humanas, principalmente entre médico e paciente. Entendemos a educação como algo mais amplo que o estudo, e sim como um conjunto de valores que vão desde o conhecimento até o respeito ao próximo. Na Medicina nos preparamos tecnicamente, cientificamente, socialmente, e como seres humanos, para podermos dar sempre o nosso melhor aos nossos pacientes”, declarou o presidente da AMB, Lincoln Ferreira.

Foto: César Teixeira/AMB

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I FÓRUM DE MEDICINA DE TRAFEGO DISCUTE A CONTRIBUIÇÃO DA ÁREA DA SAÚDE PARA A REDUÇÃO DA MORBIMORTALIDADE NO TRÂNSITO

 

Ontem (23/5), foi realizado o I Fórum de Medicina de Trafego na sede do Conselho Federal de Medicina em Brasília. Na abertura estiverem presentes o presidente do CFM Carlos Vital Tavares Correa Lima e o Coordenador da Câmara Técnica de Medicina de Tráfego José Fernando Maia Vinagre; Lincoln Lopes Ferreira, presidente da Associação Médica Brasileira; Juarez Monteiro Molinari, presidente da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego; Sandra Frota Albuquerque Dino de Castro Costa, presidente da Comissão Especial de Direito Médico e da Saúde da OAB Nacional; e Carlos Magno da Silva Oliveira, Coordenador-Geral de Planejamento Operacional do DENATRAN.

As apresentações e debates abordaram os diversos aspectos para a redução da morbimortalidade no trânsito, desde as regras de concessão de habilitações, aptidão física e mental dos condutores, até os riscos a que condutores podem estar submetidos (doenças, fadiga, sono, uso de drogas e álcool) e que podem afetar seu desempenho ao volante com consequência para si, para demais passageiros, outros condutores e pedestres. Também foi destacada a atuação do médico nos exames de aptidão para a concessão de habilitações e no atendimento a bordo.

Para Juarez Molinari, presidente da ABRAMET, o evento foi coroado de êxito. “Agradeço à Lincoln, à AMB e ao CFM pelo apoio à ABRAMET. Hoje temos Comissões que tratam sobre a questão do trânsito na AMB, no CFM e nos CRMs.”

Na oportunidade também foi lançada a cartilha “Transporte seguro de crianças em veículos automotores”, que será distribuída a médicos, em especial pediatras para orientação aos pais.

“Com a lei do uso da cadeirinha para crianças, uma conquista da ABRAMET, já houve a redução de 30% das vítimas neste segmento. Com o lançamento da cartilha e a parceria com os médicos e agentes de trânsito em sua divulgação e podemos chegar a índices maiores”, complementa Juarez Molinari.

Para Lincoln Ferreira, presidente da AMB, trabalhar na prevenção é sempre importante e a educação de condutores é fundamental para reduzirmos os riscos no trânsito. “Em especial às nossas crianças, as quais temos o dever de proteger, pois são incapazes de tomar uma decisão, dependem do condutor estar consciente”.

MESOTELIOMA E PSEUDOMIXOMA: TER DIREITO AO TRATAMENTO É TER DIREITO À VIDA

Campanha da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica alerta que no Brasil, os pacientes com mesotelioma e pseudomixoma peritoneal ainda sofrem por não conseguirem o tratamento curativo adequado. Apesar do Parecer Conselho Federal de Medicina indicar a citorredução cirúrgica com quimioterapia hipertérmica intraperitoneal como tratamento curativo padrão para esses casos, o mesmo não é oferecido pelo SUS ou pelos planos de saúde.

Lutando para combater essa grande injustiça e garantir a possibilidade de cura aos pacientes, sem necessidade de judicialização, a SBCO entrou com uma solicitação de incorporação do tratamento junto ao SUS, através da CONITEC.

A batalha ainda não foi vencida, mas juntos podemos fazer a diferença. Por isso, a SBCO convoca você a também apoiar essa causa, sugerindo a todos os pacientes com mesotelioma e pseudomixoma peritoneal que solicitem a disponibilização do tratamento através da ouvidoria do SUS: Tel. 136 ou site: http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/ouvidoria-do-sus

Pelo direito ao tratamento. Pelo direito à vida.
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