AMMG sedia quinta edição do Fórum CBHPM

Fórum CBHPM corte

Será realizada no dia 22 de maio, na sede da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), em Belo Horizonte, a quinta edição do Fórum Nacional sobre a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM). Profissionais de medicina de várias regiões do país e representantes de entidades médicas e setores importantes da saúde suplementar e do estado irão expor a situação dos honorários, desafios e os rumos das negociações em prol da classe.

Os participantes debaterão, dentre alguns temas, sobre ‘O Trabalho e remuneração médica na saúde suplementar, pública e o médico assalariado em geral – Visão da Promotoria Pública; ‘Panorama atual e os rumos da saúde suplementar na visão da Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam); ‘Câmara Técnica Permanente da CBHPM’, ‘Aspectos jurídicos na utilização da CBHPM: contratualização, judicialização e direitos do consumidor’ e ‘CBHPM no Sistema Único de Saúde (SUS): realidade ou utopia’.

Para o diretor Adjunto de Defesa do Exercício Profissional para Assuntos de Remuneração da AMMG, Juraci Gonçalves de Oliveira, não está mais em pauta a discussão da consolidação e a implementação da CBHPM. “A ênfase deste Fórum é trazer a baila a importância da classificação como referencial ético de remuneração médica. Vamos ter exposições que irão tratar da visão jurídica, por parte dos órgãos reguladores, do ministério público e de defesa do consumidor em relação ao tema”, enfatiza o médico.

Outro ponto alto dos debates será a Lei de nº 13.003, de julho de 2014, e que entrou em vigor no final do ano, que fala da obrigatoriedade da existência de contratos escritos entre as operadoras e seus prestadores de serviços.

O encontro é uma promoção da Comissão Estadual de Honorários Médicos de Minas Gerais (CEHM), composta pela Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM MG), Federação Nacional das Cooperativas Médicas (Fencom) e Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed MG). A inscrição é gratuita e pode ser feita pelo e-mail: comissaodehonorarios@ammgmail.org.br ou pelo telefone (31) 32471619. Confira a programação no site: www.ammg.orgbr.

 

V Fórum Nacional sobre CBHPM

Data: 22 de maio

Horário: 8h30 às 17h.

Local: Associação Médica de Minas Gerais (AMMG). Avenida João Pinheiro, 161, Centro. Belo Horizonte/MG

Mais informações: (31) 3247 1619 ou www.ammg.orgbr. Inscrições gratuitas.

AMPE promove congresso

A Associação Médica de Pernambuco comunica a realização do 42º Congresso Médico Estadual de Pernambuco, promovido pela entidade, com apoio da AMB e demais entidades médicas pernambucanas. Este evento é tradicional no calendário cientifico pernambucano, e será realizado nos dias 20 e 21 de agosto, no Centro de Convenções do Real Hospital Português de Pernambuco. O tema oficial do evento será “Medicina Hoje”. Mais informações em www.ampe-med.com ou (81) 3423-5473 / 3423-0805

II CURSO DE BIOESTATÍSTICA SIMPLIFICADA PARA O MÉDICO

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A ABM – Associação Bahiana de Medicina está organizando para os dias 10 e 11 de abril de 2015 Medicina Baseada em Evidências II CURSO DE BIOESTATÍSTICA SIMPLIFICADA PARA O MÉDICO. O objetivo é fornecer aos alunos conhecimentos de bioestatística e metodologia científica, essenciais para a leitura e interpretação de artigos científicos.

VAGAS LIMITADAS!

Mais informações: http://goo.gl/TNdtXa

AMMS – Caro leitor, bem vindo.

Pres. Dr. Flávio Ferrari – Associação Medica do MS

Esse é o primeiro texto que colocamos à sua disposição, em nome da Associação Médica de Mato Grosso do Sul. Esperamos que a cada semana possamos oferecer conteúdos e temas que aproximem mais a medicina e a classe médica de cada um que nos visita. Os temas aqui abordados serão os mais variados possíveis, de acordo com as demandas mais importantes a cada semana.

Nesse primeiro contato, nada melhor que deixar claro quem somos, a quem representamos, e o que queremos. A Associação Médica de Mato Grosso do Sul é a representante no estado da Associação Médica Brasileira, entidade sem fins lucrativos, de caráter associativo (não é obrigatório que o médico seja associado) e cujos objetivos são representar a classe médica e a medicina de uma forma geral perante a sociedade civil, organizações sociais e os poderes constituídos. É nossa papel manter as atividades científicas, o conhecimento médico atualizado, e estabelecer as diretrizes de políticas de saúde e trabalho médico.

Assim, nosso trabalho repercute diretamente em você, cidadão. A atualização profissional, a luta por políticas de saúde justas e eficientes, a organização das especialidades médicas, esse é o nosso papel. Além disso, cumprimos um papel social e cultural no seio da classe médica, servindo de referência em convívio, lazer e cultura.

Nesse momento crítico para a saúde da nossa população, nossa batalha é pelo financiamento correto da saúde. Que falta dinheiro, principalmente para quem é usuário do SUS, não é novidade. A questão é entendermos por que falta. Quando o SUS foi criado, na Constituição de 1988, ficou definido que o financiamento do sistema de saúde seria normatizado por lei complementar. Passados 9 anos, os governos todos se esforçam em não fazer essa regulamentação, pois assim manipulam o orçamento como querem, sem a obrigação de investir o que é devido na saúde. Criou-se a CPMF com esse fim, e parte da verba arrecadada é desviada para outras rubricas. E a proposta que está em tramitação desfigura a proposta inicial.

O projeto que deveria ter sido votado já na última legislatura previa 10% do orçamento da União, 12% dos estados e 15% dos municípios. Para estados e municípios, a lei já existe, mas não é cumprida. Para o Governo Federal, falta essa lei ser votada. E a última proposta não contempla esse percentual. Na verdade, define valores a serem aplicados pelo governo federal nos próximos anos, mas condicionados à arrecadação e ao crescimento do PIB. Mais detalhes sobre todas essas propostas podem ser encontradas nos sites da AMB ou Conselho Federal de Medicina, através do www.portalmedico.org.br.

Talvez se construíssemos uma luta conjunta, entidades médicas e população, nossa voa seria ouvida não só pelos gestores, mas principalmente pelos deputados e senadores que vão votar e legislar sobre os recursos para o SUS. E se nossa voz fosse ouvida, cumpriríamos nosso papel de eleitores e cidadãos. Informe-se, questione, pergunte, reclame. E você junte-se a nós nessa luta por um sistema de saúde como o povo brasileiro merece.

A AMMS está a sua disposição.

Próxima terça a AMPE promove a entrega da Medalha Maciel Monteiro e o Prêmio Diva Montenegro

Na próxima terça-feira, 07/04, a Associação Médica de Pernambuco comemora seus 174 anos com a entrega da Medalha Maciel Monteiro e o Prêmio Diva Montenegro.

Este ano serão agraciados com a Medalha a Dra. Analíria Moraes Pimentel (Pediatra), o Dr. Lurildo Cleano Ribeiro Saraiva (cardiologista), e o Dr. Marcos Guilherme Praxedes Barretto (Cirurgião Geral). Já o Prêmio Diva Montenegro será entregue aos alunos de medicina por terem se destacado em suas pesquisas. São eles, Ana Cláudia Siqueira Torquato (FCM – UPE), Daniel
Diniz Brito Santana (FPS), e Eduardo Sávio Nascimento Godoy (UFPE).

A cerimônia é aberta ao público e acontecerá às 20h na sede da AMPE na rua Oswaldo Cruz, 393, Boa Vista, Recife.

AMMG promove encontro de filiadas

Dia 27 de março, presidentes e representantes das entidades médicas mineiras se reuniram na sede da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), para o Encontro das Filiadas.

O presidente da AMMG, Lincoln Lopes Ferreira, apresentou a diretoria eleita para a gestão 2014/2017 e convocou para atuação na mudança do estatuto da Associação Médica Brasileira (AMB), entidade que responde pela 2ª vice-presidência, que ocorrerá dia oito de maio, na AMMG. Ferreira destacou a atuação da classe médica mineira e disse que é preciso intensificar a participação. Ele falou da oportunidade de ampliação dos debates sobre a saúde, por meio da agenda política proposta pela Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. “Serão realizados encontros em todas as regiões, buscando soluções para as dificuldades dos pequenos hospitais e da assistência. Afirmo que o comparecimento dos colegas é de grande relevância”, garantiu.

A visita a Manaus, para o Congresso Internacional de Saúde do Interior e Fronteiras, realizado em setembro pelo Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam), a importância da criação dos departamentos de acadêmicos nas cidades com faculdades de medicina e a obra de ampliação e reforma da sede da AMMG também foram objetos da explanação. O diretor financeiro da Federação Nacional das Cooperativas Médicas (Fencom), João Tadeu Leite dos Reis, explicou o trabalho da entidade e ponderou sobre o papel das cooperativas para o recebimento dos honorários médicos.

A diretora científica da AMMG, Luciana Costa, trouxe o tema ‘Atualização científica à distância: como implementar em todas as filiadas?’ Ela apresentou o ‘Terça Cultural’ e a ‘Reunião Multidisciplinar’ e propôs a realização dos projetos no interior, além das jornadas científicas. A coordenadora da Biblioteca Virtual da AMMG, Mirian Carvalho, falou do benefício disponível a todos sócios quites da AMMG e mostrou como pode ser utilizado.

A assessora de imprensa Daniela Colen e a relações públicas Maísa Pinheiro abordaram ‘O uso da Comunicação na captação e retenção de associados’, mostrando a necessidade de dar visibilidade às ações desenvolvidas, estreitar o relacionamento com a imprensa e incrementar os eventos. Os participantes receberam a cartilha ‘Guia de relacionamento com a mídia’, que pode ser solicitada pelo e-mail jornalista@ammg.org.br.

O próximo Encontro de Filiadas será em setembro. Mais informações: (31) 3247-1608.

Chega de “faz de conta” na saúde

Fazer de conta é um recurso natural em certa fase do desenvolvimento da criança, em seu necessário exercício da imaginação; do processo criativo. Mas, no Brasil, infelizmente, fazer de conta é subterfúgio usual para aqueles que dissimulam soluções com o intuito de acalmar o clamor social, tirar vantagem pessoais, ou alavancar votos durante as campanhas eleitorais.

Na seara da Saúde, faz-se de conta que a resposta para os problemas da assistência básica à população nos municípios desatendidos é o programa Mais Médicos, lançado pelo governo no final de 2013 – véspera das eleições – e ainda abafando a reação das entidades e dos profissionais médicos brasileiros que, conscientes dos riscos, denunciaram os graves pontos fracos da iniciativa, visivelmente eleitoreira.

O resultado está aí, demonstrado no alarmante relatório do TCU. Segundo o documento, 95 cubanos do Programa Mais Médicos, recrutados em convênio com a OPAS, não alcançaram a pontuação mínima necessária no modo de acolhimento, que é um simples curso preparatório. Pelo menos 4.375 dos profissionais, 31,73%, trabalham sem supervisão, apontam os auditores. O relatório concluiu também que as atividades de tutoria, quando existentes, são executadas de maneira superficial.

Enquanto isso, no FIES (Fundo de Desenvolvimento Estudantil) o MEC e o FNDE fazem de conta que vão atender aos milhares de estudantes que necessitam do financiamento para poder levar adiante ou iniciar seus cursos universitários, após alcançarem as médias exigidas no Enem. Atribuem a instabilidades na plataforma a dificuldade dos alunos de concluírem ou renovarem suas matrículas. Na verdade, fora do mundo mágico do faz de conta, as instituições mudaram as regras do financiamento e cerca de meio milhão de alunos ficaram fora da universidade, muitos deles estudantes de medicina, curso com uma das mais altas mensalidades do país.

Um mero detalhe, diretamente lá do mundo da falácia, onde se diz que a educação está em primeiro lugar: o orçamento do FIES 2015 ainda não foi aprovado pelo Congresso Nacional, mas o prazo de inscrição dentro da plataforma emperrada, vai até 30 de abril…

Como se não bastasse, os médicos recém-formados enfrentam a disputa de vagas no PROVAB (Programa de Valorização dos Profissionais da Atenção Básica): para os 15mil inscritos no Programa havia 3,7 mil vagas. Onze mil médicos brasileiros se candidataram, mas grande parte das vagas foi ocupada por integrantes estrangeiros que migraram do mundo do faz de conta do Mais Médicos, forjando uma especialização que não têm, para legitimar suas práticas temerárias e que colocam em risco a saúde e a vida da população.

No mundo do faz de conta, as entidades médicas (do mundo real) são alijadas do processo de formulação de políticas públicas, ignoradas pelas lideranças políticas quando argumentam ou propõem soluções aos críticos problemas da assistência à saúde no Brasil, massacradas por um marketing inescrupuloso que, detentor do capital, vem distorcendo a realidade, transformando o médico em vilão perante à opinião pública.

Ah, e essa sociedade aberta, vítima de todo esse faz de conta, mal pode entender a gravidade do problema, pois a ela não é exposta a verdade, pois verdade é palavra inexistente no dicionário desse mundo pseudo encantado!

A sociedade médica precisa acordar, sair da inércia de conforto e dar densidade à discussão. Precisa entender que erros foram cometidos e fazer proposições que os resolva. Se não for assim, se torna coparticipe do faz de conta.

Luciano Carvalho
Presidente da Associação Médica de Brasília

Sociedade de Medicina de Alagoas e o Museu de História da Medicina Nise da Silveira

A Sociedade de Medicina de Alagoas e o Museu de História da Medicina Nise da Silveira esta, por meio de um convênio com a pró-reitoria de extensão e pesquisa da Universidade Federal de Alagoas, realizando o tombamento, a catalogação e ordenamento dos instrumentais, digitalização, iconografia e objetos do museu.

Os estudantes envolvidos são: Simone Vicente Dias da Silva; Luís Henrique Alves Salvador Filho; Paulo Victor Vicentin Mata e Anderson Mascarenhas Niccio alunos da Faculdade de Medicina de Alagoas – UFAL e Swellen Karine Correia Cabral aluna da Universidade de Saúde do Estado de Alagoas – UNCISAL. O projeto é coordenado pelo professor da UFAL e presidente da Sociedade de Medicina de Alagoas Fernando Antônio Gomes de Andrade, possui o objetivo de modernizar o museu físico e o de criar um museu.

O Museu de História da Medicina foi criado no dia 26 de junho de 1990, sobre a presidência do médico, pesquisador e historiador Agatângelo Vasconcelos. O museu possui instrumentais representativos do século XIX século XX; uma coleção de retratos dos grandes construtores da medicina do Brasil como os alagoanos: Arthur Ramos, Nise da Silveira, Jorge de Lima, Breno Acioly, Estácio de Lima, Melo Moraes, Virgilio Mauricio, Mário Magalhães da Silveira, Abelardo Duarte, Gilberto de Macedo e muitos outros; uma biblioteca com livros raros e a cronologia da historia da medicina de Alagoas, do Brasil e do mundo.

Recentemente, o museu recebeu da direção da Faculdade de Medicina de Alagoas, representada pelo professor doutor Francisco Passos, o importante quadro do primeiro professor de anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Alagoas, professor Paulo Neto, pintado pelo artista alagoano Miguel Torres.

A história da medicina não é apenas objeto de estudo e interesse para os que são da área, visto que ela possui marcos que dialogam diretamente com a história da humanidade e influenciam as mais diversas sociedades ao longo dos séculos. Nesse contexto, portanto, é possível perceber a importância de que essa história seja preservada, para servir como ensino, esclarecimento e conscientização.

A história de um país, de uma sociedade ou de toda a humanidade é a base imprescindível em que todo homem precisa se apoiar, tanto para entender seu presente, como para melhor construir seu futuro. A história da medicina, como qualquer processo histórico, ajuda o homem a entender mais sobre o seu passado e consequentemente sobre si mesmo; mostra que o indivíduo é produto do meio, e que não se pode avaliá-lo sem levar em conta a época e o contexto em que viveu.

Comissão de Saúde visita AMMG

Dia 4 de março, o presidente da Associação Médica de Minas Gerais, Lincoln Lopes Ferreira, recebeu representantes da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. A visita é um marco na participação da entidade nas lutas em prol da classe médica e do desenvolvimento do setor de saúde.

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Estiveram presentes os deputados Arlen Santiago (PTB), Carlos Pimenta (PDT), Jean Freire (PT) e Ricardo Faria (PC DO B). O deputado Antônio Jorge (PPS) justificou a ausência e manifestou compartilhar dos ideais da classe médica para melhoria do setor de saúde. Na oportunidade, foram debatidas questões importantes como a criação da carreira de estado para o médico, financiamento da saúde, formação dos futuros profissionais e abertura de escolas de medicina no país, bem como as dificuldades dos hospitais em manterem suas atividades no estado. O presidente da Comissão,  Arlen Santiago, disse que a participação da AMMG nas reuniões é de grande relevância e já incluiu a entidade como integrante dos encontros. Em conformidade com a Associação Médica Brasileira (AMB), a AMMG tambémapoia a manifestação pacífica que ocorrerá neste domingo, 15 de março.

 

Foto: Daniela Colen

Entidades de Saúde e OAB/RS solicitam audiência com governador do Estado para garantir recursos ao setor

As entidades médicas, hospitalares e de servidores da saúde, que representam o setor no Estado, juntamente com a Ordem dos Advogados do Brasil/RS, querem uma audiência com o governador José Ivo Sartori para tratar do quadro atual e do futuro da assistência à saúde da população gaúcha. Essa foi a decisão conjunta de todas as entidades, deliberada durante uma reunião realizada na sede da OAB/RS, na noite de quinta-feira. O objetivo do encontro foi debater o corte de 30% dos recursos da Secretaria da Saúde do Estado. Houve uma redução de R$ 103 milhões/mês para R$ 70 milhões.
O presidente da AMRIGS, Dr. Alfredo Cantalice, alerta que o corte de verba para a saúde pode ocasionar o fechamento de hospitais no interior do Estado e, além da desassistência à população, a demissão de médicos e trabalhadores da saúde.  “Hospitais, médicos, enfermagem, nutricionistas e demais servidores trabalham unidos. Se fechar um hospital no interior é um caos na cidade. Todos perdem, principalmente a população. A AMRIGS está atenda aos problemas que afetam a área da saúde no Estado e se soma ao conjunto de forças públicas em defesa da sociedade gaúcha”.
Após a reunião, foi assinado um documento de pedido de audiência, em caráter de urgência, com o governo do Estado. As entidades de Saúde e a OAB/RS buscam evitar o corte orçamentário de 30% dos recursos e requerer ao governador um aporte mínimo ao setor. Também será debatida a necessidade da implantação de um calendário para o repasse de quantias já previstas para 2015 e o pagamento imediato de valores atrasados.
Hoje 70% de toda assistência do SUS no Estado é prestada pelas Santas Casas e hospitais filantrópicos, sendo responsáveis por 520 mil internações/ano. Cerca de 7 milhões de gaúchos só têm acesso ao SUS.