VITÓRIA SEDIA REUNIÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO DA AMB

Nesta sexta-feira (15) a Associação Médica Brasileira (AMB) realiza Reunião do Conselho Deliberativo com suas Federadas e Sociedades de Especialidade em Vitória, discutindo importantes temas como o Exame Nacional Obrigatório de Proficiência em Medicina para os recém-formados, a moratória de novos cursos de medicina e o Revalida.

No encontro, José Bonamigo, segundo tesoureiro da AMB, apresentará um relatório de vistoria das cidades candidatadas a receberem novas faculdade de medicina.

A Reunião do Conselho Deliberativo da AMB é um espaço para a discussão dos principais assuntos na medicina atual. Pautas como o ENEM (Encontro Nacional das Entidades Médicas); o resultado da reunião realizadas na AMB com os médicos candidatos ao parlamento; Lei do Retorno em 60 dias/Lei Agressão ao Médico; controle de receituários versus autonomia do ato médico e WMA/Confemel (World Medical Association/ Confederação Médica Latino-Ibero-Americana e do Caribe) também estarão em debate.

FOGOS DE ARTIFÍCIO PODEM CAUSAR SURDEZ

O uso dos fogos de artifício nas tradicionais festas juninas, celebrações de eventos esportivos e réveillon, representam riscos à saúde, pois, se manuseados sem às devidas orientações técnicas, podem causar acidentes, como queimaduras e amputações.

A imprudência também trazer sérias consequências para a audição, devido a alta exposição dos ruídos da explosão, podendo causar danos irreversíveis e até surdez.

Barulhos muito altos, podem romper os tímpanos, causar perda auditiva temporária ou permanente.

A perda auditiva severa pode trazer inúmeras dificuldades e reduzir a qualidade de vida.

Mantenha distância segura do lançamento dos fogos.

Utilize protetores auriculares.

Evite acidentes com fogos de artifício!

Faça o uso seguro e mantenham as crianças longe de fogos de artifício.

Essa é uma campanha conjunta do Conselho Federal de Medicina – CFM, da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão – SBCM e da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT, com o apoio do Ministério da Saúde e da Associação Médica Brasileira.

MÉDICOS DE RONDÔNIA REATIVAM FEDERADAS DA AMB

Nova diretoria toma posse nesta quarta-feira, 06/06, reativando a Associação Médica Brasileira de Rondônia (AMB/RO)

O presidente da AMB, Lincoln Ferreira vai participar da posse da nova diretoria da AMB/RO. A reativação de Federadas era um dos compromissos de campanha. O evento acontece em Porto Velho, capital de Rondônia.

DIRETORIA EXECUTIVA

Presidente – Dr. Aparício Carvalho de Moraes,
Vice-Presidente Dr. Rodrigo Pascoal Azevedo,
Secretária-Geral Dra. Julieta Schneider Catani,
1º Secretário Dr. Andrei Leonardo Freitas de Oliveira,
1º Tesoureiro Dr. Roberto Melo De Mesquita,
2º Tesoureiro Dr. Jose Odair Ferrari,
Diretora de Defesa Profissional :
Drª Flavia Lenzy
Diretor Científico Dr. Raitany Costa de Almeida,
Diretor de Benefícios Dr. Maria das Graças Guedes de França,
Diretor de Comunicação e Marketing Dr. Cleiton Cassio Bach,
Diretor de Assuntos do Interior Dr. Antonio Augusto Neves Junior,

MEMBROS DO CONSELHO FISCAL
Titulares:
Dra Ana Ellen Santiago,
Drª Maria da Conceição Ribeiro Simões
Drª Lourdes Maria Pinheiro Borzacov.

Suplentes:

Dr. Robinson Cardoso Machado Yaluzan,
Dr. L’U Nogueira Cabral
Dr. Sebastião Ferreira Campos.

Delegado da AMB/RO perante a AMB – Dr. Luiz Augusto Rodrigues Nogueira
Suplente – Dra Renata Andrade Pavan

A Associação Médica Brasileira de Rondônia – AMB/RO fica na Av. dos Imigrantes, 3414 – Liberdade – Porto Velho – RO. Cep: 76803-850
Tel: (69) 3217-0500
e-mail: ambrondonia@gmail.com

Acidentes com fogos de artifício provocam graves queimaduras

Queimaduras por fogos de artifício e por líquidos quentes são as mais comuns nessa época. Além da dor, algumas queimaduras deixam sequelas pelo resto da vida.

As queimaduras destroem de forma parcial ou total as camadas da pele, podendo atingir até mesmo partes mais profundas, como tecido celular subcutâneo, músculos, tendões, nervos e ossos. As queimaduras são classificadas de acordo com a sua profundidade e tamanho, sendo geralmente mensuradas pelo percentual da superfície corporal acometida.

Nunca se automedique, procure por um Centro de saúde especializado.

Acione o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 ou o SAMU de sua cidade pelo 192.

Lave queimaduras com água fria ou soro fisiológico e envolva com um pano úmido.

Evite acidentes com fogos de artifício!

Faça o uso seguro e mantenham as crianças longe de fogos de artifício.

Essa é uma campanha conjunta do Conselho Federal de Medicina – CFM, da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão – SBCM e da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT, com o apoio do Ministério da Saúde E e da Associação Médica Brasileira.

ACIDENTES COM FOGOS DE ARTIFÍCIO PODEM CAUSAR AMPUTAÇÕES

A utilização incorreta de fogos de artifício pode resultar desde queimaduras em todos os graus, princípios de incêndio e até a amputação de parte de um membro do corpo, principalmente dos dedos e das mãos.
No período das festas populares, esses acidentes são frequentes e causam afastamento do trabalho e graves sequelas, piorando a qualidade de vida e trazendo muito sofrimento para o acidentado.
Há riscos no manuseio incorreto, no reaproveitamento e manipulação caseira dos fogos e acidentes com danos irreversíveis e também pode levar à morte.
Em casos de amputação, procure rapidamente um centro de atendimento especializado.
Faça a compressão do local com força, com um pano limpo para conter o sangue.
Enrole a parte amputada em um pano limpo, coloque-a em um pacote plástico bem fechado e, sem seguida, ponha o pacote dentro de outra sacola com gelo.
Nunca coloque a parte amputada diretamente no gelo, é necessário apenas refrigerá-la. O reimplante é possível mas vai depender principalmente do tipo de corte e do tempo decorrido do acidente até o recebimento do socorro adequado.
Evite acidentes com fogos de artifício!
Faça o uso seguro e mantenham as crianças longe de fogos de artifício.
Essa é uma campanha conjunta do Conselho Federal de Medicina – CFM, da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão – SBCM e da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT, com o apoio do Ministério da Saúde e Associação Médica Brasileira.

ENEM ADIADO

Prezados colegas,

Informamos a todos os delegados que o evento foi adiado e que uma nova data será comunicada.

A decisão foi tomada nesse domingo, pelos dirigentes das entidades, diante das incertezas e instabilidades geradas pela falta de combustível no país, principalmente nos aeroportos.

Lamentamos a situação e a necessidade de adiar este tão importante encontro para a classe médica e para a saúde brasileira.

Agradecemos a compreensão de todos.

Atenciosamente,

Conselho Federal de Medicina
Associação Médica Brasileira
Federação Médica Brasileira
Federação Nacional dos Médicos
Associação Nacional dos Médicos Residentes

Brasília , 27 de maio de 2018

LAMENTÁVEL SITUAÇÃO NOS CORREDORES DE HOSPITAIS NO CEARÁ

O fato apresentado na reportagem não é incomum em Fortaleza e no Ceará.

“A situação crônica de crise na saúde no Estado nos últimos três anos tornou-se agonizante”, relata Dr Carmelo Silveira Carneiro Leão Filho, presidente da Associação Médica Cearense (AMC).

Em parceria com o Sindicato dos Médicos do Ceará, a Associação Médica Cearense desenvolveu uma medição para identificar os casos de pessoas nos corredores dos hospitais, o CORREDÔMETRO, onde uma ronda é feita, ‘in loco’, para identificar a situação.

“A situação é muito triste nos corredores. São pessoas dormindo no chão, atendimentos feitos em macas, situação muitas vezes agravada pela falta de medicamentos e de insumos, e nós médicos e demais profissionais que atuam nos hospitais não podendo oferecer o atendimento de qualidade que os pacientes merecem, gerando uma situação angustiante e estressante para todos, pacientes, acompanhantes, médicos, enfermeiros, atendentes, enfim, todos mesmo, desabafa Dr Carmelo.

Na quarta-feira (28/03), em apenas quatro hospitais de Fortaleza o CORREDÔMETRO marcava mais de 300 pessoas, o Instituto Dr. José Frota (IJF), Hospital de Messejana (HM), Hospital Geral de Fortaleza (HGF) e Hospital Infantil Albert Sabin (HIAS).

“Já realizamos denúncias ao Ministério Público, participamos de audiências públicas, mas a situação persiste. Sempre após reportagens como esta, alguma maquiada é dada, mas sem resolver de fato os problemas, que são tanto na esfera estadual quanto municipal” conclui Dr Carmelo.

Assista a matéria sobre a situação do Hospital de Messejana: http://g1.globo.com/ceara/cetv-1dicao/videos/t/edicoes/v/sem-leitos-pacientes-improvisam-e-dormem-no-chao-de-hospital/6616930/

 

AMB QUER EXAME NACIONAL DE PROFICIÊNCIA EM MEDICINA

 

Para a Associação Médica Brasileira, os estudantes de medicina ou mesmo os médicos recém-formados, diplomados pelas universidades, só podem ter licença para atuar (registro profissional no CFM) depois que forem aprovados pelo Exame Nacional de Proficiência em Medicina. “Precisamos de um filtro minimamente razoável e seguro para evitar que profissionais malformados entrem no sistema de saúde. Isso é condição fundamental para garantirmos um atendimento de qualidade à população”, alertou Lincoln Ferreira, presidente da AMB, durante a reunião do Conselho Deliberativo da entidade, ocorrida nesta sexta-feira, 15, em Natal/RN. O encaminhamento do tema nesta direção foi aprovado em votação por unanimidade pelo Deliberativo.

A entidade há muito vem se posicionando sobre a necessidade de uma avaliação que realmente preserve o cidadão do risco que é ser atendido por um médico malformado. As escolas médicas precisam ser avaliadas e os alunos também. E quem não está preparado não pode exercer a medicina. “Não podemos permitir que a população seja enganada. Se sabemos que os médicos estão sendo formados sem as condições necessárias para atender a população, por que motivo devemos deixar que atuem? ”, questiona Lincoln.

“Médico bem formado custa caro. Mas médico malformado custa mais caro ainda. Ele é um risco para a saúde pública, pois está muito mais suscetível a erros e porque sobrecarrega o sistema: diagnósticos mal feitos geram exames desnecessários, medicação inadequada e aumento de internações. Já temos um sistema de saúde subfinanciado, que acaba ainda sendo sacrificado por conta deste quadro que só vem aumentando. E, infelizmente, todas as ações do governo são na direção contrária à solução necessária”, argumenta o presidente da AMB.

91% DOS BRASILEIROS APOIAM CRIAÇÃO DE EXAME – Segundo o Datafolha, é quase total o apoio da população à exigência de um exame para garantir a qualidade da formação dos médicos ao ingressarem no mercado de trabalho. Foram ouvidas 4.060 pessoas acima de 16 anos na pesquisa. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos; 35% dos entrevistados disseram que a qualificação dos médicos brasileiros piorou nos últimos anos.

Há grande convergência de opinião em torno do tema. Quase todas entidades médicas são a favor de exame semelhante ao proposto pela AMB. Há quem discorde do formato. Mas é quase unânime a concordância de que deve haver um “exame da ordem”, para os egressos dos cursos de medicina, como ocorre com os advogados há muito tempo. Os conselhos de medicina precisam da prerrogativa de não registrar o profissional que não tiver sido aprovado pelo Exame Nacional de Proficiência em Medicina. Hoje não há esta prerrogativa, e mesmo os médicos que tiveram performance insuficiente nos exames, ou nem participaram destes, podem receber o registro profissional.

“Diante deste quadro, é praticamente inconcebível não avançarmos para resolver a situação. A quem interessa que a coisas sigam desta forma, em clara afronta aos interesses da saúde da população? Se todos querem e as divergências são pontuais, não há razões para que isso não seja implementado. Esta será uma das principais bandeiras da Associação Médica Brasileira em 2018”, anunciou Lincoln.

MODELO DE EXAME NACIONAL DE PROFICIÊNCIA EM MEDICINA – Para a AMB, é fundamental que o exame seja nacional e obrigatório. Além disso, o aluno não pode ser avaliado somente depois de concluído o curso. São necessárias avaliações seriadas, como é feito em diversos países, ao final do segundo, do quarto e do sexto ano. Isso permite que o estudante identifique seus pontos fracos e, junto com a escola, possa atuar para correção destas fragilidades. Desta forma, as próprias escolas podem avaliar e corrigir os problemas identificados nas avaliações. “O Exame Nacional de Proficiência em Medicina terá grande impacto na qualificação do estudante de medicina e garantirá maior qualidade no atendimento da população. E também será importante para avaliação das escolas médicas, principalmente das que foram abertas sem as condições necessárias para formação de bons profissionais”, explica Lincoln.

DIPLOMAS ESTRANGEIROS – A proposta da AMB é de que brasileiros ou estrangeiros formados em medicina fora do país também passem pelo mesmo Exame de Proficiência em Medicina. E só depois de aprovados poderão receber o registro profissional que autoriza para atuar como médico no território nacional. O exame só poderá ser feito depois de o médico ter passado pelo Revalida, processo do Ministério da Educação que avalia a adequação do curso feito no exterior aos parâmetros brasileiros.

NÍVEL BAIXO – Diversos exames semelhantes têm sido realizados por entidades médicas brasileiras, mas de forma isolada, como o Exame do Cremesp e do Cremers. Os resultados são alarmantes. E deixam claro que há em curso um verdadeiro descaso com a qualidade do ensino médico no Brasil. “Precisamos de um exame nacional, construído de forma que se possa avaliar realmente e de forma assertiva o nível do ensino médico que está sendo dado aos alunos e a qualidade dos profissionais que estão sendo formados”, afirma Lincoln.
O último exame do Cremesp, divulgado em fevereiro, revela de forma clara o total despreparo de um contingente grande de médicos formados:
• 81% não souberam interpretar uma mamografia
• 78% erraram o diagnóstico de diabetes
• 75% não identificaram tratamento para hemorragia digestiva alta

PROJETO DE LEI – Para viabilizar essas mudanças, principalmente com a segurança jurídica necessária, a Associação Médica Brasileira levará, em breve, ao Governo Federal e ao Congresso uma proposta de Projeto de Lei.

 

REUNIÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO DA AMB INICIA COM PROPOSTAS DA FEDERADAS E ESPECIALIDADES

Iniciada hoje pela manhã poucos a Reunião do Conselho Deliberativo da Associação Médica Brasileira (AMB).

Na abertura o Dr Marcelo Cascudo, presidente da associação médica do Rio Grande do Norte, anfitrião do evento, deu as boas vindas da AMRN e pelo Dr Lincoln Ferreira, que salientou a importância do evento, da presença de todos, trazendo suas contribuições para pautar a atuação da AMB, com propostas que também, traduzissem a união de todos.

A reunião teve continuidade com todos os presidentes de Federadas e Sociedades de Especialidade, ou seus representantes, fizeram seus pronunciamentos, com relato e proposições.

AMRN RECEBE REUNIÃO DA DIRETORIA PLENA DA AMB

A primeira reunião da Diretoria Plena da AMB em 2018 aconteceu na tarde desta quinta-feira, 15 de março, na sede da Associação Médica do Rio Grande do Norte (AMRN), federada da AMB no estado. Temas como a qualidade na saúde e criação de exame nacional de proficiência foram discutidos pelos diretores e serão levados para debate no Conselho Deliberativo que ocorre nesta sexta-feira.

 

 

 

 

O espaço para a reunião da reunião da Diretoria Plena da AMB foi oferecido pelo presidente da AMRN, Marcelo Cascudo, que aproveitou a presença de todos para apresentar as instalações da nova sede da entidade.