Partos sem Pediatra?

Sim, esta é a proposta do Ministério da Saúde que está em consulta pública até dia 25 de maio. Medida que tem foco no corte de custos representa risco para a saúde da gestante e da criança. A Nota de repúdio da AMB, SBP e FEBRASGO repercutiu em mais de 300 veículos de comunicação do país inteiro, como jornal Estado de São Paulo, TV Globo, Correio Braziliense, BandNews FM e diversos portais.

Ouça as entrevistas dos presidentes das entidades:

https://soundcloud.com/amb_oficial/sets/partos-sem-pediatra

Dia 15 de maio: dia nacional do controle das infecções hospitalares

Dia Nacional Do Controle Das Infecções hospitalares: dados são preocupantes, mas medidas simples podem ajudar combater o problema

 

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Acontece no dia 15 de maio o Dia Nacional do Controle das Infecções Hospitalares. Instituído pelo Ministério da Saúde em 23 de junho de 2008, a data visa conscientizar, prevenir e reduzir os números de casos desse tipo de infeção no Brasil.

As infecções hospitalares são adquiridas dentro dos hospitais e unidades de saúde, podendo afetar qualquer pessoa caso cuidados básicos não sejam tomados. Para os especialistas, as principais infecções se dão no trato urinário e no respiratório, geralmente ocorrendo após cirurgias.

Nos Estados Unidos e Europa cerca de 10% dos pacientes internados são atingidos por infecções hospitalares. A Organização Mundial de Saúde estima que, no Brasil, 14% dos pacientes internados em hospitais morrem devido a casos do gênero.

Acredita-se que a higienização das mãos ao visitar um paciente, ou antes qualquer procedimento invasivo, é a forma mais eficaz e barata contra as infecções hospitalares. Segundo a OMS, se a medida fosse adotada corretamente os casos de infecção diminuiria em 70%.

Além da higienização das mãos, um visitante pode ajudar a prevenir infecções de outras formas:

  • Não visitar o paciente caso esteja enfermo
  • Não andar com alimentos no hospital
  • Manter as unhas curtas e limpas, sem esmalte
  • Não sentar no leito do paciente

AMB, SBP e FEBRASGO denunciam riscos para gestantes e crianças em proposta do governo

A consulta pública sobre “Diretrizes de Atenção à Gestante: a operação cesariana”, que encerra hoje, 13 de maio, teve prazo exíguo; o relatório de recomendação da Conitec não teve a anuência das entidades médicas e das sociedades de especialidades na elaboração do relatório, ao contrário do que foi divulgado pelo Ministério da Saúde; a proposta apresentada tem grave viés ideológico e negligencia riscos importantes para a saúde da gestante e da criança

A Associação Médica Brasileira (AMB), juntamente com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) enviaram nesta terça-feira, 12 de maio, um ofício para o Ministério da Saúde, repudiando o relatório de recomendação disponibilizado para consulta pública. Além do conteúdo ser tendencioso e inadequado do ponto de vista técnico, as associações acima citadas aparecem erradamente como anuentes do relatório de recomendação. Não houve e não há anuência destas sociedades, ao contrário do que tentam fazer entender, listando-as como parte de Grupo Consultivo.

AMB, SBP e FEBRASGO participaram de algumas discussões em torno do tema com o Ministério da Saúde, dentro de um processo inconcluso e que demandava novas atividades. Causou surpresa a todos os envolvidos a abertura de consulta pública sobre o assunto, utilizando evidências técnicas insuficientes e notadamente direcionado por viés ideológico.

A saúde da gestante e da criança é o principal objetivo a ser perseguido na discussão deste tema. Evidências clínicas precisam ser consideradas utilizando metodologia científica adequada sob pena de distorcer a realidade e influenciar equivocadamente a tomada de decisões sobre a questão.

Dentre os pontos que geram grande discordância está a dispensa do pediatra na sala de parto nas cesarianas,quando não houver risco ao feto ou à gestante.

A literatura científica mundial demonstra claramente que a presença do médico é fator decisivo para a melhor assistência para a gestante e para a criança, com diminuição dos riscos e complicações.

Link para a Consulta Pública 08/2015: http://conitec.gov.br/index.php/consultas-publicas

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Diretor da AMB é destaque em programa na rádio BandNews FM

Dr. Miguel Roberto Jorge, eleito coordenador do Comitê de Assuntos Médicos Sociais, foi entrevistado no em programa apresentado por Paulo Cabral.

Eleito em abril como coordenador do Comitê de Assuntos Médicos Sociais da Associação Médica Mundial (World Medical Association – WMA) o Dr. Miguel Roberto Jorge, atual 2º tesoureiro da AMB (Associação Médica Brasileira), concedeu entrevista programa No Meio do Dia, da rádio BandNews FM, apresentado por Paulo Cabral.

A entrevista foi ao ar no quadro “Mundo Brasileiro”, que semanalmente leva ao ar uma entrevista com algum brasileiro em posição de destaque no exterior nos mais diversos campos da atividade e conhecimento humano: mundo corporativo, artes, ciências, política, medicina, entre outros.

Confira a entrevista no link abaixo:

http://goo.gl/xftzCt

AMRIGS apoia luta das Santas Casas e hospitais filantrópicos

As Santas Casas e os hospitais filantrópicos do Rio Grande do Sul uniram-se, na última quarta-feira (6), para pedir o apoio da comunidade sobre a crítica situação da saúde pública estadual. De outubro de 2014 até agora, 245 instituições de saúde sem fins lucrativos do Rio Grande do Sul deixaram de receber do Governo do Estado mais de R$ 207 milhões, referentes ao co-financiamento estadual do SUS. Esse total equivale a duas parcelas de dívidas referentes ao ano de 2014, no valor de R$ 132 milhões, e três meses de cortes de recursos referentes a 2015, no valor de R$ 75 milhões. Os hospitais filantrópicos arcam com mais de R$ 400 milhões ao ano de prejuízo, que vinha sendo amenizado pelo co-financiamento estadual, que o atual governo deixou de pagar.
O presidente da AMRIGS, Alfredo Floro Cantalice Neto, reafirmou o apoio institucional da associação médica e destacou a importância da mobilização em defesa das Santas Casas e hospitais filantrópicos, responsáveis por 70% dos atendimentos do SUS no Estado, que empregam mais de 65 mil funcionários, abrangendo mais de sete milhões de pessoas. Atualmente, cerca de 8 mil médicos trabalham nesses hospitais. “A AMRIGS vai trabalhar em conjunto com as entidades médicas e hospitalares que apoiam as Santas Casas e hospitais filantrópicos, na defesa do SUS e da sociedade gaúcha”, afirmou Dr. Cantalice.
Para o presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes, Religiosos e Filantrópicos do Rio Grande do Sul, Francisco Ferrer, as 245 Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, por sua missão, mantiveram o atendimento pleno aos gaúchos, mesmo com o descaso dos entes governamentais. A partir de agora, caso a saúde não seja tratada com a prioridade que precisa, não haverá outra solução a não ser o fechamento de leitos, diminuição da assistência, demissões e outras formas de adequar as instituições à nova realidade de corte de recursos.
No próximo dia 13 de maio, em uma grande manifestação pública em frente ao Palácio Piratini, com a participação de caravanas de todo interior do Estado, Capital e Região Metropolitana, as Santas Casas e Hospitais Filantrópicos entregarão ao Governo dados do redimensionamento assistencial, ou seja, números com redução de serviços prestados por essas entidades, tendo em vista o corte efetuado pelo Governo do Estado.

Hoje é dia do Oftalmologista

A AMB parabeniza todos os profissionais dessa especialidade tão fundamental ao desenvolvimento humano

Hoje, 07 de maio, é comemorado no Brasil, o Dia do Oftalmologista, uma homenagem ao profissional responsável pelo estudo, cuidado e prevenção de doenças ligadas ao sistema ocular.

A origem da data vem da fundação da Sociedade de Oftalmologia de São Paulo, em 07 de maio 1930. No entanto, só foi oficializada como Dia do Oftalmologista, no ano de 1968, em São Paulo, por meio de uma lei de autoria do deputado e médico oftalmologista Antônio Salim Curiati. No Brasil, o dia só veio a fazer parte do calendário nacional em 1986, quando o então ministro da Saúde, Seigo Tsuzuki, editou a portaria nº 398.

A data lembra a importância da consulta periódica ao especialista ocular. Desse modo, é possível identificar e prevenir uma série de problemas comuns à visão. A Organização Mundial da Saúde estima que atualmente o Brasil tem quase 1,2 milhão de cegos, dos quais 60%, ou 700 mil, em números absolutos, poderiam ter a condição evitada ou revertida caso recebessem tratamento adequado a tempo.

Hoje, com o objetivo de ajudar a mudar esse quadro, o Centro Brasileiro de Oftalmologia (CBO) promove o Fórum Nacional de Saúde Ocular, evento que reúne no Senado profissionais da área, parlamentares e autoridades de saúde.

A oftalmologia é uma das especialidades que mais tem evoluído ao longo dos anos. Por exemplo, atualmente, pessoas com astigmatismo podem optar por lentes gelatinosas, muito mais confortáveis dos que as que disponíveis há alguns anos. As cirurgias para correção deste e de outros problemas também avançaram muito. Os avanços na área contribuem muito na excelência do diagnóstico e tratamento de diversos problemas e doenças oculares.

Outro avanço está na inclusão na CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos) de tratamentos e cirurgias que são muito mais personalizados e focados nas necessidades dos pacientes. É o caso dos transplantes lamelares, no qual será possível fazer a cirurgia em apenas parte da córnea, e não mais na sua totalidade, como antes era necessário.

Este novo procedimento garante que se o paciente tiver problema apenas no posterior da córnea, não haverá a necessidade de transplante do anterior e vice-versa. Isso diminui a chance de rejeição e infecção no corpo do transplantado, além de também disponibilizar que a mesma córnea transplantada possa ser doada para mais de uma de pessoa.

É fundamental ressaltar que todos esses avanços se devem à dedicação de inúmeros profissionais dessa importante especialidade médica. A AMB reconhece e parabeniza todos os oftalmologistas do Brasil, por este dia.

É “só alergia”

Frase tão comum para minimizar sintomas de alguma patologia que poderia ser mais grave, pode não significar algo tão insignificante assim para o sistema de saúde dos países mundo afora

O cenário é clássico: coceira, irritação, inchaço e pronto. Surge a dúvida se é alergia ou algo mais grave. Mas quem disse que a primeira opção não é algo grave? Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), somente no Brasil há 35% da população que sofre de algum tipo de alergia. As mais comuns são as respiratórias, que se agravam ainda mais no inverno, mas há também as de pele, alimentares, picadas de insetos, medicamentos, entre outras.

Nas últimas quatro décadas existe um crescimento significativo no número de pessoas infectadas com algum tipo de doença alérgica, que estão relacionadas a fatores genéticos e ambientais, incluindo a exposição aos alérgenos do ar, a poluição e os agentes infecciosos.

Em 2015, a Organização Mundial da Alergia (WAO sigla em inglês) divulgou um relatório que prevê uma população de mais de 400 milhões de pessoas com asma em todo o planeta cerca de 30% e 40% da população mundial têm rinite alérgica, que é uma das manifestações mais frequentes da alergia e acrescentou que cerca de 80% dos pacientes com asma têm rinite alérgica, “porque a mucosa é uma só”.

A incidência está aumentando em função do crescimento da poluição. A asma e a rinite, doenças frequentemente associadas e de alta prevalência em todo o mundo, são as manifestações mais importantes das doenças alérgicas respiratórias, e, portanto, de maior impacto.

Evidentemente que as progressões desta doença representam também investimentos dos sistemas de saúde de cada país, no atendimento destes pacientes. Uma das entidades afiliadas à AMB, a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), publicou brilhantemente em março, durante a Semana Mundial da Alergia, dados alarmantes sobre a despesa que esta patologia tem para o sistema de saúde no Brasil. Só os medicamentos para asma consumiram mais da metade dos recursos de famílias com asmáticos e o custo da doença teve impacto importante na renda familiar (10%). Se todos os asmáticos brasileiros recebessem o mesmo tipo de tratamento, o gasto total estimado da asma estaria entre R$ 13 e 18 bilhões/ano, correspondendo a 0,5% do PIB, ou a 4% do PIB da Saúde.

Em 2007, os gastos do SUS com internações por asma foram de R$ 96 milhões, representando 1,4% do total/ano com todas as doenças.

Em estudo com asmáticos em tratamento na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, foi aferido um custo médio (direto e indireto) da asma de quase R$ 2 mil/paciente-ano, com um incremento de 12% para os asmáticos com rinite alérgica associada. O custo da asma foi maior em pacientes que apresentaram sobrepeso/obesidade, nos casos mais graves e com pior controle da doença.

Neste 07 de maio, quando é comemorado o Dia Nacional de Prevenção à Alergias, uma coisa é fato, a próxima vez que se coçar, tiver irritação de pele, ou espirrar e o diagnóstico de que aquilo é “só uma alergia”, pode não ser algo tão insignificante assim para a sua saúde.

IV CONCURSO NACIONAL DE CONTOS E CRÔNICAS DA AMB

IV Concurso Nacional de Contos e Crônicas da AMB

Já estão abertas as inscrições para o IV Concurso Nacional de Contos e Crônicas. Os interessados deverão enviar os trabalhos até o dia 30 de junho de 2015 para a sede da AMB, na rua São Carlos do Pinhal, 324, em São Paulo – SP, CEP 01333-903, aos cuidados do Departamento Cultural.

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A participação é gratuita, restrita aos associados da Associação Médica Brasileira, que poderão inscrever somente um trabalho por modalidade, com tema livre e inédito, assinado obrigatoriamente por pseudônimo. Os textos devem ser de no máximo duas páginas digitadas, enviados em cinco cópias em envelope único, legível, também identificado por pseudônimo.

Outras informações sobre as inscrições, regras do concurso e premiação poderão ser obtidas pelo e-mail cultural@amb.org.br ou pelo site www.amb.org.br.

 

PREENCHA E RECORTE A FICHA DE INSCRIÇÃO E ENVIE EM ENVELOPE LACRADO

IV CONCURSO NACIONAL DE CONTOS E CRÔNICAS DA AMB

FICHA DE INSCRIÇÃO

 

 

 

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NOME DO TRABALHO:

 

 

 

 

  • Estou ciente do regulamento e autorização a publicação do trabalho, por tempo indeterminado, sem ônus para a Associação Médica Brasileira.

 

 

De acordo:    ____________________________________

Assinatura do autor