DEBATE SOBRE TABACO E NICOTINA NA REVISTA ÉPOCA

A AMB participa, nesta segunda-feira (19), do debate “Concordamos em Discordar – Ideias ao encontro do debate”, organizado pela Revista Época. O assunto são os danos à saúde causados pelos novos produtos da indústria tabagista.

Quem representa a entidade é o presidente da Comissão de Combate ao Tabagismo da AMB, Alberto Araújo.

A diretora de Redação da Revista Época, Daniela Pinheiro, explica como funciona o evento. Assista!

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CAP ENTREGA AGENDA PARLAMENTAR DA SAÚDE RESPONSÁVEL NO CONGRESSO

A Comissão de Assuntos Políticos (CAP) das entidades médicas entregou, nesta quarta-feira (14/08) em Brasília, a Agenda Parlamentar da Saúde Responsável para os deputados integrantes da Frente Parlamentar da Medicina (FPMed), em sessão na Comissão de Seguridade Social e Família, na Câmara dos Deputados. Elaborada pela CAP, a Agenda Parlamentar da Saúde Responsável tem 172 projetos que tramitam no Congresso Nacional e são de interesse da Medicina e da Saúde.

O evento contou com o apoio do presidente da Frente Parlamentar da Medicina (FPMed), o deputado Hiran Gonçalves (PP-RR). “Nós queremos aqui reforçar nosso compromisso desta Casa (Congresso) e da nossa Frente Parlamentar, com mais de 250 membros, na defesa dos interesses da saúde pública do País e da medicina e das boas práticas”.

O presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Lincoln Lopes Ferreira, destacou a importância da boa relação entre as entidades médicas e os parlamentares. “A AMB considera esse evento como um dos mais importantes para a classe médica. É no Parlamento que são debatidos os mais variados temas. A Agenda Parlamentar da Saúde Responsável representa nossas opiniões e nossas propostas, que certamente poderão e irão pautar a saúde e a medicina, nos próximos meses e anos”.

O coordenador da CAP, Alceu Pimentel, explica que esta é a quarta vez que a CAP elabora este importante documento. A primeira vez foi em 2006. A Agenda voltou a ser produzida em 2011, e novamente em 2017. “A Agenda é destinada a parlamentares e entidades. Foram impressas 3.000 agendas no total, em formato de livro. E a Agenda, deste ano, já vem atualizada sem os projetos que foram aprovados ou que foram retirados, desde a sua última edição”.

Débora Cavalcanti, diretora de Assuntos Parlamentares da AMB, diz que “a Agenda tem como objetivo servir como ferramenta de consulta dos parlamentares e de quem tem interesse pela política. A Agenda contém a opinião das entidades médicas sobre os projetos que tramitam no Congresso, oferecendo aos parlamentares a possibilidade de aprimorarem seus projetos ou de apresentarem no futuro outros projetos de interesse da sociedade nas áreas da saúde e da medicina”, acredita.

Napoleão Puente de Salles, assessor parlamentar da AMB e das entidades médicas, é responsável por selecionar os projetos do Congresso e coletar informações para que a Comissão de Assuntos Políticos possa analisá-los, além de gerenciar toda a interlocução com deputados e senadores. Ele acredita que “a Agenda representa o pensamento e o entendimento dos médicos brasileiros sobre essas propostas, que dizem respeito não só à medicina, mas também à saúde. Onde o médico brasileiro através das suas entidades máximas nacionais, coloca seu posicionamento se positivo ou negativo em cada projeto, sabendo que isso impacta no seu trabalho lá na ponta, no seu postinho de saúde, nos rincões do Brasil”.

Estão na agenda projetos como Carreira de Médico de Estado; Exame Revalida; Exame Obrigatório de Proficiência em Medicina; Violências contra os Médicos no seu ambiente de trabalho; Novo Marco Legal da Saúde Suplementar; Moratória das Escolas Médicas (Proibição da criação de novos cursos médicos pelos próximos dez anos); Reajuste das bolsas de Residência Médica; Piso Salarial Nacional dos Médicos; e Ato Médico, que aparece em 10 projetos na Agenda.

Participaram do evento: Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM), Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Federação Médica Brasileira (FMB), Associação Brasileira de Ligas Acadêmicas (ABLAM), e Associação dos Estudantes de Medicina do Brasil (AEMED-BR). Além de integrantes das Comissões de Assuntos Políticos (CAP) das entidades médicas, e de representantes de Sociedades de Especialidade e de Federadas da AMB.

Foto: JG Timbro

MANIFESTO EM DEFESA DA VIDA, BEM-ESTAR E SAÚDE NO TRÂNSITO

As mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) propostas pelo Executivo colocam em risco as conquistas e avanços alcançados nos últimos anos. Esta é a posição da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), compartilhada pela AMB e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

O projeto de lei https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2206203,  que está em avaliação por uma comissão especial na Câmara dos Deputados, altera de 20 para 40 o limite de pontos que o motorista pode acumular em um ano; põe fim à exigência do exame toxicológico para motoristas profissionais, entre outras mudanças.

A Abramet está trabalhando para sensibilizar os deputados e conquistar apoio para impedir que a proposta seja aprovada. Recentemente, representantes da entidade se reuniram com integrantes da Frente Parlamentar da Medicina https://www.abramet.com.br/noticias/parlamentares-sensibilizados-abramet-riscos-pl-codigo-transito-brasileiro/ no Congresso Nacional.

Leia na íntegra o manifesto da AMB, da Abramet e do CFM sobre o assunto:

ALERTA À POPULAÇÃO BRASILEIRA E ÀS AUTORIDADES

Manifesto em defesa da vida, da saúde e da segurança no trânsito

O Congresso Nacional se prepara para discutir o Projeto de Lei nº 3.267/2019, o qual prevê mudanças importantes em diferentes pontos do Código Brasileiro de Trânsito (CBT).

Nesse sentido, a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), a Associação Médica Brasileira (AMB) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) expressam sua preocupação com possíveis ajustes no texto da legislação em vigor que, se alterados com base no PL encaminhado, podem ter impacto negativo nos indicadores de morbidade e de mortalidade relacionados a acidentes de trânsito no País.

Ressalte-se que esses agravos representam a segunda maior causa de morte não natural no Brasil, sendo que em oito Estados despontam como trágica liderança. Somente em 2017, o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, registrou 35,3 mil mortes decorrentes de acidentes de transportes terrestres.

No período de 2009 a 2019, estatísticas do Ministério da Saúde acusam ainda a existência de 1.636.878 vítimas graves do tráfego. Desse total, 60% eram pessoas com idades entre 15 e 39 anos e quase 80% do sexo masculino.

Diante desse quadro, que delineia grave problema de saúde pública, solicitamos à população, aos gestores e aos parlamentares que, durante a discussão do PL nº 3.267/2019, os aspectos a seguir sejam considerados, na perspectiva de preservar a segurança de motoristas e pedestres:

Os exames de aptidão física e mental para motoristas e candidatos à Carteira Nacional de Habilitação (CNH) devem ser realizados em locais de atividade médica exclusivos para esse tipo de procedimento;

Os motoristas que não zelarem pela vida e pelo transporte seguro de crianças por meio do uso de dispositivo de retenção específicos (cadeirinha, assentos conforto e cintos adequados) devem continuar sofrendo sanções previstas na legislação atual;

A imparcialidade nas avaliações deve ser mantida, impedindo-se que exames periciais sejam realizados em centros de formação de condutores ou em qualquer outro serviço (público ou privado) onde possam existir interesses em resultados positivos.

Com a observação desses pontos, o País poderá oferecer aos cidadãos o escopo legal e operacional capaz de defender a vida, o bem-estar e a saúde no trânsito.

Brasília, 15 de agosto de 2019.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MEDICINA DE TRÁFEGO

ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

Na foto: Arilson Carvalho Júnior, presidente da Associação Mineira de Medicina de Tráfego (AMMETRA); Lincoln Ferreira, presidente da AMB; e José Luiz Dantas Mestrinho, vice-presidente da região Centro-Oeste da AMB.

ENTIDADES MÉDICAS E FRENTE PARLAMENTAR DA MEDICINA VÃO AO MINISTÉRIO PÚBLICO CONTRA TELECONSULTA

Preocupados com a saúde dos pacientes e com a segurança jurídica dos médicos brasileiros, a Associação Médica Brasileira (AMB), a Frente Parlamentar da Medicina, e demais entidades médicas, protocolaram no Ministério Público em Brasília, nesta quarta-feira (14/08), representação contra os planos de saúde que vem praticando a Teleconsulta.

Os representantes das entidades médicas e o presidente da Frente Parlamentar da Medicina (FPmed), Deputado Federal Hiran Gonçalves (PP-RR), e os deputados federais Soraya Manato (PSL-ES), Luiz Antonio Teixeira Junior (PP-RJ), Zacharias Calil (DEM-GO), se reuniram com o Subprocurador Geral da República, Augusto Aras, para explicar sobre a utilização temerária, sem o devido amparo legal, de aplicativos de comunicação para a realização de consultas a distância.

“Isso abre perigosas possibilidades de burlas à Lei do Ato Médico, que tem por principal objetivo zelar e garantir um atendimento eficiente e digno ao cidadão brasileiro. AMB é totalmente contrária e considera arriscada e irresponsável a utilização de ineficientes mecanismos artificiais para substituir a relação médico/paciente, principalmente nas fases iniciais de diagnóstico. Isso não é telemedicina. Isso não representa melhorias reais na qualidade da medicina. E, pior, coloca os pacientes em situação de vulnerabilidade, pois sacrifica o exame clínico presencial, parte fundamental de uma consulta médica. A AMB defende a presença de médicos nas duas pontas em processos de interconsulta”, explica o presidente da AMB, Lincoln Lopes Ferreira.

O presidente da Frente Parlamentar da Medicina, Hiran Gonçalves, diz que o tema Teleconsulta ainda precisa de regulamentação e de um marco legal. “Nós pactuamos com o Subprocurador Augusto Aras, que é da área dos Direitos do Consumidor, que a partir de uma regulamentação do Conselho Federal que deve acontecer a partir das eleições que estão acontecendo lá, nós vamos tentar construir um novo marco regulatório e submetê-lo previamente ao Ministério Público Federal, principalmente no sentido de aperfeiçoar o texto e evitar futuras judicializações”, declarou o deputado.

Em 11 de julho deste ano, a AMB já havia feito denúncia à ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar contra os planos de saúde pela realização irregular de consultas a distância. A AMB entende que a incorporação de novas tecnologias à medicina é um caminho sem volta e que pode ser muito positivo, desde que disciplinado por diretrizes responsáveis com foco no fortalecimento da relação médico/paciente e para auxiliar a vencer os desafios atuais da medicina. A AMB não abre mão da preservação da adequada relação médico/paciente, ponto fulcral da boa medicina.

Foto: Benné Mendonça.

CIGARRO FAZ MAL À SAÚDE, VAMOS CONCORDAR!

Os novos produtos que a indústria tabagista vem tentando inserir no mercado, como cigarros eletrônicos e vaporizadores, serão o centro de um debate promovido pela Revista Época. O evento “Concordamos em Discordar – Ideias ao encontro do debate” terá o presidente da Comissão de Combate ao Tabagismo da AMB, Alberto Araújo, como um dos debatedores.

O encontro, que é gratuito e aberto ao público, será realizado no próximo dia 19, no auditório da InfoGlobo, no Rio de Janeiro. Os interessados em participar podem se inscrever pelo site concordamosemdiscordar.com.br.

O tema do debate que Alberto Araújo vai participar é “Novos produtos do tabaco – existe alternativa segura de redução de danos à saúde?”. O presidente da Comissão de Combate ao Tabagismo da AMB já tem a resposta.

“Dispositivos eletrônicos representam alto risco, especialmente para crianças, adolescentes e adultos jovens. A maioria dos cigarros eletrônicos contêm nicotina, que é altamente viciante. Além disso, jovens que usam e-cigarros têm maior chance de se tornarem fumantes de cigarros tradicionais quando adultos”, afirma.

A AMB reforça que Alberto Araújo vai participar do debate de forma totalmente independente em relação à indústria tabagista, deixando claro que a AMB e o palestrante não têm qualquer conflito de interesses com os patrocinadores do evento. Os custos e toda a logística de participação foram providenciados pela AMB. A entidade entende que é importante assumir uma postura ativa em discussões que abordam questões de máxima relevância para a saúde no Brasil.

MAIS SAÚDE EM SALVADOR

Em breve a capital baiana poderá contar com mais uma importante estrutura de promoção da saúde. A Rede Mater Dei, que possui quatro hospitais em Belo Horizonte (MG), lançou a pedra fundamental da unidade Salvador, a primeira fora de Minas Gerais. O 2º vice-presidente da Associação Médica Brasileira (AMB) e presidente da Associação Bahiana de Medicina (ABM), Robson Moura, participou do lançamento.

A previsão é que a nova unidade da Rede Mater Dei comece a ser construída em setembro deste ano. A expectativa é que o hospital comece a funcionar de forma parcial em 2021 e esteja totalmente concluída em 2022. Serão 369 leitos, 40 deles no CTI adulto e outros 40 de Terapia Intensiva. “É muito significativo poder contar com a expertise do Mater Dei como opção na saúde de Salvador. O hospital será um centro de referência completo”, destaca Robson Moura.

O Mater Dei Salvador será construído entre as avenidas Vasco da Gama e Anita Garibaldi, duas das principais vias de Salvador, o que permite acessos distintos para emergência. A arquitetura será pensada para privilegiar o fluxo apropriado de um hospital, com acessos específicos para pacientes, roupas e alimentação.

A unidade também vai contar um centro médico no terreno ao lado, que terá consultórios, estrutura administrativa e espaço para convenções. “O novo hospital representa nosso primeiro movimento para fora de Minas Gerais. O projeto envolve esforços de todos os colaboradores da rede, como médicos, funcionários e parceiros”, completa Henrique Salvador, presidente da Rede Mater Dei.

RELACIONAMENTO COM O CONGRESSO

 

Durante a reunião geral das Comissões de Assuntos Políticos (CAP) das entidades médicas, o presidente da AMB, Lincoln Ferreira, destaca a importância da boa relação entre as entidades médicas e os parlamentares.

O encontro das CAPs acontece hoje em Brasília (DF), quando também será realizado o lançamento da Agenda Parlamentar da Saúde Responsável.

Assista!

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LANÇAMENTO DA AGENDA PARLAMENTAR

Hoje é dia de reunião geral das Comissões de Assuntos Políticos (CAP) das entidades médicas em Brasília. E com um marco importante: o lançamento da Agenda Parlamentar da Saúde Responsável.

O documento é uma ferramenta de relacionamento com parlamentares e apresenta quais são as proposições mais importantes para a atividade médica, com número do projeto, autor, relator e tramitação, além da posição da classe médica sobre o assunto.

Veja a avaliação de Napoleão Puente de Salles, assessor parlamentar da AMB, sobre o assunto.

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CIGARRO ELETRÔNICO É CIGARRO

 

A Anvisa reuniu diversos setores da sociedade para discutir a regulamentação dos cigarros eletrônicos. Antes da audiência, o presidente da Comissão de Combate ao Tabagismo da Associação Médica Brasileira, Alberto Araújo, que tem participado das discussões, falou com a reportagem do portal IG sobre o posicionamento da entidade.

Na entrevista, Araújo apontou que a proibição da comercialização de cigarros eletrônicos, há dez anos, contribuiu para evitar que a população consumisse um produto sem comprovação na ajuda no tratamento do tabagismo. O especialista acrescentou ainda que o uso dos aparelhos é igualmente prejudicial à saúde. “Não há nenhum sentido usar o próprio cigarro para combater outro tipo de cigarro”, afirmou.

Leia a reportagem na íntegra: https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2019-08-07/producao-venda-e-consumo-cigarro-eletronico-pode-ser-liberado-no-brasil.html?utm_source=ultimas&utm_medium=desktop&utm_campaign=internas

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CIGARROS ELETRÔNICOS: DEPENDÊNCIA SEM PRECEDENTES

Dependência mais rápida e muito mais intensa: essa é a consequência dos cigarros eletrônicos na vida dos usuários. Stella Martins, integrante da Comissão de Combate ao Tabagismo da AMB, falou sobre o assunto à reportagem do Jornal Nacional.

Ela explica que os cigarros eletrônicos (em especial os com formato de pen drive) causam uma síndrome de abstinência sem precedentes. “São pacientes que ficam extremamente agressivos, irritados e que, muitas vezes, precisam ser internados”, explica.

Assista à matéria completa: https://globoplay.globo.com/v/7832513/

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