AMRIGS COMPARTILHA EXPERTISE NA REALIZAÇÃO DE PROVA PARA MÉDICOS

A Comissão de Ensino Médico e Pós-Graduação da Associação Médica Brasileira (AMB) recebeu representantes da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) para aprofundar os conhecimentos sobre o exame de residência médica aplicado pela entidade. A Prova AMRIGS é realizada há 48 anos e se consolidou como referência na avaliação da qualidade dos candidatos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

O presidente da comissão e vice-presidente da AMB, Diogo Leite Sampaio, destaca a importância da discussão no contexto dos debates sobre a revalidação de diplomas estrangeiros no Brasil. “A AMRIGS tem uma grande expertise no assunto e pode contribuir consideravelmente com as propostas que a AMB vem desenvolvendo sobre o Exame Revalida. A prova da AMRIGS preza por atestar a qualidade dos médicos e é nessa linha que trabalhamos as ideias para o exame nacional”, reforça.

A Prova AMRIGS testa os conhecimentos dos candidatos em Clínica Médica, Cirurgia, Pediatria, Medicina de Família e Ginecologia e Obstetrícia. O coordenador do teste, Antonio Weston, reforça que “a entidade construiu uma experiência consolidada sobre avaliação de conhecimento médico e está à disposição para contribuir com as propostas da AMB sobre a revalidação de diplomas”.

Também participaram da reunião Maria José Maldonado, diretora acadêmica da AMB; Antonio Carlos Chagas, diretor científico; José Roberto Baratella, presidente da Federação das Academias de Medicina; Florentino Cardoso, ex-presidente da AMB; Guilherme Moura, do departamento jurídico da AMB; e Ana Krewer, membro do jurídico da AMRIGS.

Na foto: José Roberto Baratella, Guilherme Moura, Antonio Weston, Maria José Maldonado, Diogo Leite Sampaio, Ana Krewer e Antonio Carlos Chagas.

Foto: Rodrigo Aguiar/Timbro

AMB FALA SOBRE ATO MÉDICO NA 39ª JORNADA DE CIRURGIA PLÁSTICA DE SP

Especialistas em cirurgia plástica do Brasil e do mundo se reuniram para a 39ª Jornada de Cirurgia Plástica de São Paulo. A programação do evento contou com uma série de atividades, como mesas redondas, workshops, conferências, aula magna, encontro de jovens cirurgiões, painéis e atividades para promover o networking entre os participantes.

Um dos painéis abordou os desafios do mercado de trabalho na Medicina. José Luiz Bonamigo Filho, diretor da Associação Médica Brasileira (AMB), foi um dos participantes e trouxe reflexões sobre “Ato Médico e Invasão da Especialidade”.

“A AMB tem trabalhado fortemente em ações que defendem a Medicina. O risco para os pacientes atendidos por profissionais sem a devida qualificação ou que, muitas vezes, nem são médicos é bastante elevado. Então, esta é uma pauta permanente da AMB em defesa dos médicos, da Medicina e, especialmente, dos pacientes”, destaca Bonamigo.

Sobre a Jornada

A 39ª Jornada de Cirurgia Plástica de São Paulo foi organizada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) – Regional São Paulo e discutiu temas como: gluteoplastia, cirurgia de face, nariz e mama, contorno corporal, restauração capilar e abdominoplastia.

O evento contou com a participação de 13 convidados estrangeiros, que vieram de países como Estados Unidos, Romênia, Alemanha, Áustria, Suécia, Colômbia, Argentina, Chile e República Dominicana.

USP LANÇA LIVRO SOBRE “PREVENÇÃO PRIMÁRIA DAS DOENÇAS CARDIOVASCULARES”

Lançado pela Editora da Universidade de São Paulo (EDUSP), já está disponível o livro “Prevenção Primária das Doenças Cardiovasculares”, de Antonio de Padua Mansur, Médico Assistente do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP e Professor Associado da Faculdade de Medicina da USP.

O livro faz parte do Programa de Incentivo à Produção de Livros Didáticos para o Ensino da Graduação com o Apoio da Pró-Reitoria de Graduação da Universidade de São Paulo, e detalha de forma objetiva e prática as mais recentes informações sobre a prevenção primária das doenças cardiovasculares (principais causas de morte no Brasil). O livro pode ser adquirido via http://www.edusp.com.br/loja/produto/1489/prevencao-primaria-das-doencas-cardiovasculares, ao preço de R$ 30,40.

A prevenção primária das doenças cardiovasculares é a intervenção de maior impacto na diminuição de eventos cardiovasculares, principalmente na redução do infarto agudo do miocárdio e do acidente vascular cerebral.

O livro é destinado sobretudo aos alunos de graduação na área da saúde humana, mas também ao público em geral interessado na prevenção das doenças cardiovasculares. Com linguagem acessível, são apresentados os principais fatores de risco associados a essas doenças (hipertensão arterial sistêmica, tabagismo, dislipidemias, diabetes melito) e comorbidades relacionadas, como males decorrentes da poluição, da depressão, da disfunção erétil e dos problemas de saúde bucal.

Foto: Sergio Cruz

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EUA ACUSAM CUBA DE TRÁFICO DE PESSOAS NO MAIS MÉDICOS

Os Estados Unidos incluíram Cuba na lista de tráfico de pessoas e citam programa Mais Médicos como uma das razões. O relatório sobre o tráfico de pessoas (TIP, sigla em inglês) foi divulgado, nesta quinta-feira (20/06), pelo Departamento de Estado norte-americano. https://www.state.gov/wp-content/uploads/2019/06/2019-Trafficking-in-Persons-Report.pdf

O TIP classifica os governos segundo seus esforços para reconhecer e combater o tráfico humano. Com isso, Cuba foi rebaixada para Nível 3, no qual se incluem os países que não cumprem os padrões mínimos de proteção a vítimas de tráfico estipulados pela lei americana.

Segundo o relatório “o governo [cubano] não tomou medidas contra o trabalho forçado em programas médicos estrangeiros, mesmo com denúncias persistentes de que funcionários do governo cubano ameaçavam e coagiam alguns dos participantes a permanecer no programa”.

O documento também informa que Cuba emprega entre 34 mil a 50 mil profissionais de saúde, em mais de 60 países na África, nas Américas, na Ásia, no Oriente Médio e em Portugal em missões médicas estrangeiras, contratados por governos estrangeiros e, em alguns países, com organizações internacionais que servem como intermediários.

Mais Médicos

O relatório explica que em novembro de 2018, Cuba encerrou o “Mais Médicos” depois de cinco anos, no Brasil, em função de “exigências do então presidente eleito para que se melhorassem o tratamento e as condições de emprego dos profissionais de saúde cubanos, após alegações de coação, de não pagamento de salários, de retenção de passaportes, e de restrições ao seu movimento”.

O documento diz também que em novembro de 2018 “profissionais de saúde cubanos entraram com uma ação coletiva no Tribunal Distrital dos EUA, Distrito Sul da Flórida, dizendo-se vítimas do tráfico. Observadores relatam no relatório que o governo cubano não informava os participantes sobre os termos de seus contratos, tornando-os mais vulneráveis ao trabalho forçado”. O caso ainda permanece pendente.

Segundo a denúncia, o governo cubano lucrou com a exportação de profissionais de saúde. Só com o Mais Médicos no Brasil, ainda segundo o relatório, o governo cubano coletou aproximadamente US$ 7,2 bilhões em receita anual proveniente da exportação de serviços, incluindo missões médicas em 2017.

“O relatório dos EUA mostra o que a AMB e demais entidades médicas sempre denunciaram, de que os cubanos vinham participar do Mais Médicos numa condição análoga à escravidão. Além do profundo desrespeito ao ser humano, o Mais Médicos feriu também a soberania nacional, porque o governo brasileiro na época entregou a atenção primária de nosso país para Cuba. E tudo isso para financiar a ditadura cubana, com bilhões de dólares, pagos pelo povo brasileiro, que deveriam ter sido investidos na saúde da população brasileira de outra forma, muito mais eficiente e eficaz”, acredita o vice-presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Diogo Leite Sampaio.

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40º SOCESP: CONHECIMENTO PARA REDUZIR DOENÇAS CARDIOVASCULARES

Unir esforços multidisciplinares para debater a redução da mortalidade por doenças cardiovasculares: essa é a proposta do Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), que chega à 40ª edição e é um dos maiores da América Latina.

O evento está sendo realizado em São Paulo, entre 20 e 22 de junho, e conta com programação científica que congrega casos clínicos, sessões interativas e exposições ministradas por especialistas, além de temas interdisciplinares.

José Luiz Bonamigo Filho, diretor da Associação Médica Brasileira, participou como palestrante do congresso. “A proposta era discutir a quem cabe a regulamentação da Telemedicina. É uma realidade em evolução, com grande potencial futuro. No entanto, seu uso não deve prejudicar a relação médico-paciente e a implementação deve ser realizada com autonomia e critério do médico, sem imposições regulatórias”, avalia Bonamigo.

Além do diretor da AMB, o 40º Socesp contou com outros 702 palestrantes convidados, oito deles internacionais, envolvidos em mais de 160 atividades para o público médico e 100 atrações para profissionais de outras áreas.

A programação científica do evento foi preparada para criar um programa inovador e abrangente, que trouxesse contribuições importantes para o aperfeiçoamento de jovens profissionais e veteranos na aplicação de evidências científicas na prática clínica.

Saiba mais sobre o congresso: http://socesp2019.socesp.org.br/.

COMISSÃO DE MEDICINA PALIATIVA SE REÚNE PARA ELABORAR PROVA DE ÁREA DE ATUAÇÃO

 

A Comissão de Medicina Paliativa da Associação Médica Brasileira (AMB) se reuniu nesta segunda-feira (17) para iniciar os trabalhos de elaboração da prova para obtenção do certificado de área de atuação. O exame será realizado em 29 de novembro deste ano e será composto por Prova Técnica, com 60 questões de múltipla escolha, e Prova de Títulos para avaliar o currículo do candidato.

“A prova é elaborada em conjunto por representantes de todas as sociedades de especialidade que compõem a comissão. Cada questão proposta é avaliada individualmente para checarmos o peso de dificuldade e mantermos o padrão balanceado entre todas as especialidades”, destaca a presidente da comissão, Ana Paula de Oliveira Ramos.

A Comissão de Medicina Paliativa da AMB é composta por membros das seguintes entidades médicas: Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA); Sociedade Brasileira de Clínica Médica (SBCM); Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG); Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC); Academia Brasileira de Neurologia (ABN); Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP); Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB); Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC); Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO); e Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP).

As inscrições para a prova de obtenção do certificado de área de atuação em Medicina Paliativa estão abertas e vão até 30 de agosto. Os requisitos e informações para a participação no processo podem ser obtidos no edital, publicado no site da AMB.

CONSELHO DELIBERATIVO DA AMB APROVA MOÇÃO CONTRA O FIM DA MORATÓRIA 

A decisão foi tomada diante da profunda preocupação com a má qualidade da formação médica no Brasil e das notícias recentes de que o Ministério da Educação estaria promovendo estudos para a abertura de mais escolas médicas, extinguindo a Moratória definida na portaria MEC n. 328, de 5 de abril de 2018.

A moção foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Deliberativo da AMB e pela Diretoria da AMB. (https://amb.org.br/wp-content/uploads/2019/06/MO%C3%87%C3%83O-CONTRA-A-ABERTURA-DE-ESCOLAS-M%C3%89DICAS-1.pdf)

A preocupação com o tema é antiga na AMB e motivou em 2018 a decisão de levar ao ENEM (Encontro Nacional das Entidades Médicas) proposta de criação do Exame Nacional de Proficiência em Medicina, diante do cenário do ensino médico pós abertura indiscriminada de escolas médicas e do desempenho aquém do desejado de egressos dos cursos de medicina, identificado nas provas do CREMESP e da AMRIGS.

A moção aprovada nesta sexta-feira (14/06), em Fortaleza (CE), reafirma a necessidade de que a AMB mantenha seus esforços na direção de atuar contra esse retrocesso na formação médica, em todas as esferas necessárias.

“Pelo bem da saúde da população brasileira, é imprescindível que a Moratória de cinco anos para abertura de novas escolas seja respeitada e que o Grupo de Trabalho criado em 2018 para realizar a reorientação da formação médica no Brasil seja mantido, para definir os critérios de abertura de novas escolas e de escolha dos municípios, bem como para a avaliação dos atuais cursos, atuando efetivamente no sentido de fiscalizar e normatizar a criação e o funcionamento das escolas médicas no País”, declarou o vice-presidente da AMB, Diogo Sampaio..

Defesa do Ato Médico – O Conselho Deliberativo da AMB também aprovou a criação da Comissão Jurídica em Defesa do Ato Médico, contra a invasão por outros profissionais para realização de diagnósticos, prescrição de tratamentos e realização de procedimentos em que há necessidade de formação médica, em muitos casos inclusive com necessidade de formação específica (Título de Especialista).

Outros importantes assuntos foram apresentados e debatidos na reunião, como Vistoria dos Programas de Residência Médica, por Rosana Leite de Melo, Diretora de Desenvolvimento da Educação em Saúde – DDES/MEC e as Irregularidades na Revalidação de Diplomas de Medicina, por Diogo Sampaio, que expôs ao Conselho Deliberativo o caos da revalidação de diplomas no Brasil.

O assessor parlamentar da AMB, Napoleão Puente de Salles, trouxe um destaque para a reunião: a importância dos médicos e da sociedade estarem acompanhando e presentes nas discussões do Senado e Câmara, defendendo seus interesses, pois a grande maioria das mudanças necessárias na área da saúde e da medicina passam obrigatoriamente pelo Congresso Nacional. Destacou o processo legislativo, a tramitação dos projetos em Brasília e a atuação da Comissão de Assuntos Políticos da AMB.

 

Imagens: RGA/Timbro

 

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O Conselho Deliberativo da AMB é um órgão permanente que congrega além, dos representantes da diretoria da entidade, os presidentes das federadas, um representante do Conselho Federal de Medicina e 27 representantes do Conselho Científico da AMB, do qual fazem parte as 54 sociedades de especialidade.

CONTRA A ABERTURA DE MAIS ESCOLAS MÉDICAS


O Conselho Deliberativo da Associação Médica Brasileira (AMB), reunido nesta sexta-feira (14/06), em Fortaleza (CE), aprovou por unanimidade Moção Contra a Abertura de Escolas Médicas. O documento também foi assinado pela Diretoria da AMB.

O motivo é a preocupação da entidade e de suas representadas com a má qualidade da formação médica no Brasil, diante das notícias recentes do próprio Ministério da Educação informando à mídia que está promovendo estudos para a abertura de escolas médicas, interrompendo a Moratória definida na portaria MEC n. 328, de 5 de abril de 2018.

A Moratória defendida pela AMB e pelas demais entidades médicas, proíbe a criação de escolas médicas por cinco anos e estabelece um Grupo de Trabalho (com a participação da AMB e CFM) para realizar a reorientação da formação médica no Brasil, definindo os critérios de abertura de novas escolas e de escolha dos municípios, bem como para a avaliação dos atuais cursos.

A AMB entende que pelo bem da saúde da população brasileira, é imprescindível que a Moratória seja respeitada e o Grupo de Trabalho atue efetivamente no sentido de fiscalizar e normatizar a criação e o funcionamento das escolas médicas no País.

No documento, a AMB reitera que manterá seus esforços na direção de atuar contra o retrocesso na formação médica, em todas as esferas necessárias. Pelo mesmo motivo, em 2018, o Conselho Deliberativo já havia aprovado a defesa da criação do Exame Nacional de Proficiência em Medicina.

Imagem: RGA/Timbro
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Leia íntegra da Moção aprovada pelo Conselho Deliberativo da AMB: https://amb.org.br/wp-content/uploads/2019/06/MOÇÃO-CONTRA-A-ABERTURA-DE-ESCOLAS-MÉDICAS-.pdf

AMB ALERTA SOBRE OS RISCOS DA LIBERAÇÃO DA CANNABIS SATIVA PARA USO MEDICINAL

As evidências que sustentam a utilização da Cannabis sativa (maconha) em medicamentos ainda são inconsistentes. Por isso, a Associação Médica Brasileira (AMB) alerta sobre os riscos que a liberação da substância representa para a saúde coletiva no Brasil.

Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a realização de consultas públicas relacionadas à regulamentação do cultivo controlado de Cannabis sativa para uso medicinal e científico e o registro de medicamentos produzidos com princípios ativos da planta.

Quando propõe o debate sobre o assunto, a Anvisa extrapola sua área de atuação. A competência de avaliar e aprovar novos procedimentos médicos é do Conselho Federal de Medicina (CFM), que permite apenas a prescrição de medicamentos à base de canabidiol, um dos derivados da Cannabis sativa L.

A resolução do CFM 2.113/2014 continua proibindo a prescrição médica de qualquer outro produto à base de Cannabis in natura. Assim, a AMB chama atenção para a necessidade de ampliar os conhecimentos científicos sobre o assunto e mantém o entendimento de que a prerrogativa de avaliar a liberação da substância é do CFM.

LUTO

 

A AMB lamenta profundamente o falecimento do colega José Raimundo Bahia Sapucaia.

Com mais de 50 anos dedicados à Medicina, o Dr. Bahia tinha 85 anos e era presidente da Academia Nacional de Cirurgia Pediátrica (Ancipe), tendo presidido a Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica – CIPE, entre 1984 e 1986 e, em 2008, o XXIX Congresso Brasileiro de Cirurgia Pediátrica, em Salvador (BA).

A Diretoria da AMB presta aqui sua homenagem a um dos mais renomados cirurgiões do Estado.