SBPC/ML elege presidente para biênio 2016/2017

Nascido em Campinas (SP), 45 anos, casado, com dois filhos, César Alex de Oliveira Galoro graduou-se em medicina, em 1995, pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde também fez residência médica, de 1996 a 1999 (Clínica Médica e Patologia Clínica).

Alguns anos antes, porém, havia escolhido outra carreira. Em 1988, começou o curso de Veterinária na Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), no campus de Jaboticabal. Mas a experiência acadêmica obtida com estudos científicos levou-o a uma mudança de planos. “A aproximação com a universidade e a pesquisa favoreceram minha identificação com a profissão médica”, recorda. Em 1990, entrou para o curso de medicina da Unicamp. Quando estava no quinto ano, a participação no programa de iniciação científica foi decisiva para escolher a especialidade.

“A Patologia Clínica permite a integração entre os conceitos básicos da medicina, a correlação clínico-laboratorial e sua aplicação prática nas condutas frente ao paciente”, afirma Galoro.

O Título de Especialista em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (TEPAC) foi obtido em 1998, mesmo ano em que se associou à SBPC/ML.

Galoro também tem MBA em Gerência da Saúde (2003) pela Fundação Getúlio Vargas, e doutorado em Ciências (2008) pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Entre outros cursos, também fez o de Auditor Interno da Qualidade (2004), oferecido pela SBPC/ML.

Sua primeira experiência profissional em Patologia Clínica foi em 2000, na área de “Clinical Chemistry and Laboratory Management”, no Jewish General Hospital, da Universidade McGill, em Montreal, Canadá.

No Brasil, trabalhou no Laboratório Médico do Hospital da Beneficência Portuguesa de São Paulo; Laboratório Médico J.A.Vozza (Campinas), Laboratório de Análises Clínicas do Hospital e Maternidade Celso Pierro da PUC-Campinas, onde também foi professor; e Cientificalab.

Desde 2012 é médico responsável pela área analítica do Laboratório Franceschi (Campinas), e, desde 2013, trabalha como médico supervisor da Central de Coleta de Materiais Biológicos  do Laboratório de Patologia Clínica do Hospital das Clinicas da Unicamp.

Na diretoria da SBPC/ML ocupou os cargos de presidente Regional de São Paulo/Interior (2008/2009), diretor Administrativo (2010/2011) e vice-presidente nos biênios 2012/2013 e 2014/2105. Em 2006, integrou o Grupo de Trabalho do Programa de Indicadores SBPC/ML-ControlLab. Coordenou a programação científica dos congressos da SBPC/ML de 2013, 2014 e 2015, onde também atuou como palestrante em diversas atividades.

O mandato de Alex Galoro na presidência da SBPC/ML começa em 1º de janeiro de 2016.

Abertura oficial do 49º Congresso da SBPC/ML

A cerimônia de abertura oficial do 49º Congresso de Patologia Clínica Medicina Laboratorial (49º CBPC/ML) e 1º Congresso Brasileiro de Informática Laboratorial (1º CBIL) aconteceu na noite da terça, 29, no auditório do Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.

Após a execução do Hino Nacional pelo violonista e compositor cearense Nonato Luiz, foi composta a mesa de abertura: Paula Távora (presidente da SBPC/ML), Tadeu Sobreira (presidente do 49º CBPC/ML), Florentino Cardoso (presidente da AMB), Armando Fonseca (coordenador executivo do congresso), Alex Galoro (Coordenador da Comissão Científica do congresso), Carlos Ballarati (coordenador da programa científica do 1º CBIL), Adagmar Andriolo (coordenador da comissão de julgamento dos temas livres), Marilene Melo (representante da WASPaLM), Gláucio Saldanha (presidente da Regional Ceará da SBAC) e Gentil Galiza (representando o presidente do Cremec).

Paula Távora agradeceu a todos que contribuíram para seu trabalho na presidência da SBPC/ML e ressaltou os avanços e as conquistas obtidas nesses dois anos de mandato. “Fizemos a reforma estatutária, que entrará em vigor em 2016. Além disso, demos uma relevância da patologia na graduação, assim como impulsionamos o site Lab Tests Online BR”. A Presidente ressaltou, também, que o país vive momentos difíceis, mas que é preciso continuar a lutar com coragem. Ela anuncou os nomes dos aprovados no TEPAC 2015 e os premiados em resumos de tema livre.

Tadeu Sobreira registrou a missão que assumiu ao trazer o Congresso da SBPC/ML para Fortaleza, após uma lacuna de 35 anos, e como foi importnate para ele ter participado desse projeto, sobretudo por ter construído uma amizade colaborativa, em especial com os diretores da SBPC/ML.

O presidente da Associação Médica Brasileira, Florentino Cardoso citou a crise financeira, política e social no país. Mas, apesar de todos os dissabores pelos quais o Brasil enfrenta, ele preferiu enfatizar o trabalho da SBPC/ML ao incentivar e difundir a qualidade da Medicina Laboratorial e seu Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos, o PALC.

Após a solenidade, Nonato Luia voltou ao palco e brindou a plateia com algumas composições e de autores conhecidos. Em seguida, foi servido um coquetel.

Carta aberta ao novo ministro da Saúde

São Paulo, 02 de outubro de 2015.

Esperamos um novo tempo com mais respeito à população, pacientes e médicos. É isso que mais de 200 milhões de brasileiros desejam do novo ministro da Saúde.

Sabemos dos enormes desafios, pois a saúde tem vivido um período desolador, com diversos problemas, notadamente na gestão. O atual momento necessita coragem para encarar de frente as dificuldades no sistema de saúde brasileiro. Vemos um cenário com cada vez mais postos de saúde e hospitais sucateados, péssimas condições e estrutura de trabalho, além da má qualidade no ensino médico e atraso na pesquisa clínica. A saúde suplementar também precisa ter mais eficiência.

É momento de atacarmos os problemas e sairmos da letargia em que nos colocamos nos últimos anos, onde as preocupações do Governo Federal foram mais com quantidade que com qualidade, e saúde sempre precisa ter qualidade.

É de conhecimento público que a entidade divergiu por muitas vezes de políticas adotadas para a saúde, principalmente nas duas últimas gestões. Precisamos desenvolver mais políticas de estado e não somente de governos ou partidos políticos. Como uma associação representativa em todo país, é nosso dever defender um sistema de saúde eficiente e que atenda às necessidades da população, com adequadas condições de trabalho aos médicos e demais profissionais de saúde.

Assim como sempre fez em sua história, a AMB (Associação Médica Brasileira) continuará trabalhando por saúde de qualidade para o Brasil, bem como se manterá aberta ao diálogo para construir um país melhor para todos, pacientes e médicos.

A AMB parabeniza e deseja boa sorte ao novo ministro Marcelo Castro e sua equipe.

Florentino Cardoso

Presidente da Associação Médica Brasileira

Carreira médica e sustentabilidade profissional serão abordadas na Semana do Médico 2015

No dia 14 de outubro, a AMRIGS vai promover o talk show “Carreira Médica & Sustentabilidade Profissional”, com diversos temas de interesse a acadêmicos e profissionais de medicina. A atividade, dividida em três eixos (Acadêmico, Residente e Profissional), acontece das 8h às 18h. Gratuito para associados, o evento integra a programação da 28ª edição da Semana do Médico.
De acordo com o diretor da AMRIGS e um dos organizadores do ciclo de palestras, Dr. Antonio Weston, o evento foi pensado com foco na formação e sustentabilidade do médico ao longo de sua carreira, tanto no serviço público quanto no privado. “O objetivo será discutir todos os aspectos referentes à satisfação do profissional com a carreira que escolheu. Nós sabemos que a medicina oferece um amplo espectro de oportunidades , mas , como toda carreira , pode e deve ser planejada”, afirmou. Segundo Dr. Weston, profissionais extremamente capazes e qualificados são vistos, com grande frequência, ocupando postos que não preenchem às suas expectativas, o que gera insatisfações e frustrações profissionais. “A ideia proposta pelo ciclo é de fornecer ao participante subsidio para que ele planeje adequadamente a sua carreira”.
Para a coordenadora de Residência Médica do Hospital Universitário de Santa Maria, da UFSM, Dra. Tânia Resener, a residência é considerada a melhor e mais qualificada forma de especialização médica no Brasil e vem tendo desafios e dificuldades em sua condução. Resener, que vai palestrar no “Eixo Profissional” sobre o futuro da residência médica, aponta que as mudanças impostas pela Lei 12.871/2013, que institui o programa “Mais Médicos”, impacta na formação médica no país e traz dificuldades de equacionamento das suas repercussões.
“O grande problema é que há uma enorme distância entre a lei e a realidade.  Primeiro, são preocupantes as perspectivas com a maneira como é imposta a titulação de Medicina Geral de Família e Comunidade como pré-requisito para a participação da maioria dos Programas de Residência Médica.  Segundo, o prazo estabelecido pelo governo, de oferecer vagas para residência médica no mesmo número de egressos em cursos de medicina, parece inviável. Precisa-se de definição de como isto será possível até o final de 2018, uma vez que não temos uma Atenção Básica preparada para receber todos esses médicos residentes”, afirmou Tânia Resener.
No “Eixo Residente”, a médica internista e oncologista clínica, Dra. Alice Zelmanowicz, irá ministrar a palestra “Plantões x Qualidade de Vida”.  Para a Dra. Alice, atualmente, muitos dos acadêmicos de medicina escolhem suas especialidades pelo potencial de ganho financeiro que poderão ter, como fazer plantões para aumentar a renda, o que para ela é admissível. Faz, porém, um alerta. “Ter uma especialidade que preveja muitos plantões não é uma boa opção. Isto parece um contrassenso. Dependendo da fase da vida como, por exemplo, de uma médica que faz plantão para manter-se atualizada e produtiva e, ao mesmo tempo, tem filhos e os acompanha nos primeiros anos de vida”.
Esses e outros assuntos de interesse do médico e dos futuros profissionais da medicina serão debatidos durante o “Carreira Médica & Sustentabilidade Profissional”.  O talk show vai oferecer palestras com temas diversos, como: judicialização na saúde, gerenciamento de tempo, ensino médico, empreendedorismo na área médica e carreira médica no setor público.  As inscrições podem ser feitas até o dia 7 de outubro, pelosite da AMRIGS. A 28ª edição da Semana do Médico acontece entre os dias 13 e 17 de outubro de 2015 e conta com diversas atrações.

Nota oficial de entidades médicas referente à liberação da maconha

Nós, abaixo-assinados, que representamos as entidades nacionais dos médicos brasileiros, viemos manifestar aos Ministros do Supremo Tribunal Federal, nossa posição favorável à manutenção do texto artigo 28 da Lei 11343, que trata da política sobre drogas no Brasil.

Entendemos que a descriminalização do uso de drogas ilícitas vai ter como resultado prático o aumento deste consumo e a multiplicação de usuários. Aumentando o número de usuários, aumentarão também as pessoas que se tornarão dependentes químicos. E a dependência química é uma doença crônica que afetará seus portadores para o resto de suas vidas e devastará suas famílias.

O aumento do consumo de drogas também elevará ao, já trágico, recorde mundial de acidentes de trânsito, homicídios e suicídios.

A descriminalização, ao aumentar o consumo, também ampliará o poder e o tamanho do tráfico clandestino, que vai fornecer as drogas ilícitas. E a violência recrudescerá!

Não existe experiência histórica, ou evidência científica que mostre melhoria com a descriminalização. Ao contrário, são justamente os países com maior rigor no enfrentamento às drogas que diminuem a proporção de dependentes e mortes violentas.

Em nome dos médicos brasileiros, que estão no “front” desse enfrentamento, e que conhecem bem  a gravidade e complexidade desta questão na saúde e na segurança da nossa população, apelamos ao STF para que mantenha, na forma atual o artigo 28 da Lei 11.343.

 

Atenciosamente,

Associação Brasileira de Psiquiatria

Associação Médica Brasileira

Federação Nacional dos Médicos

Conselho Federal de Medicina

Medicação injetável para controle do colesterol será tema do Congresso de Cardiologia, em Curitiba

Evento que começa na próxima sexta, dia 18, reunirá os mais importantes cardiologistas do país e do mundo na capital paranaense

          O 70° Congresso Brasileiro de Cardiologia, que começa na próxima sexta, dia 18, em Curitiba, será a oportunidade para a discussão sobre uma nova terapia para tratamento do colesterol alto, queixa de muitos pacientes. Trata-se de uma injeção de anticorpos monoclonais, terapia hoje já usada por muitos pacientes com problemas inflamatórios e oncológicos, cuja liberação já foi pedida para a Anvisa. O medicamento baixa o nível de colesterol e estará indicado para aqueles pacientes onde só a terapia com os comprimidos (estatinas) não é suficiente.

O tema será discutido no próprio dia 18, num simpósio do Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia – SBC, organizadora do congresso. O evento é muito aguardado pelos 6.000 especialistas brasileiros que estarão presentes, além de vários dos mais destacados cardiologistas internacionais, especialmente convidados.

Para o presidente do Departamento de Aterosclerose da SBC, José Rocha Faria Neto, a novidade é muito auspiciosa, mas a medicação tem indicação específica, não deve ser usada por qualquer pessoa que precise baixar o colesterol e, inicialmente, deverá será cara.

O especialista explica que a indicação é para os pacientes que não suportam as estatinas, medicação tradicional, mas que pode ter como efeito colateral dores musculares intensas. Também é indicada para quem, mesmo tomando estatina, não logra baixar suficientemente o colesterol, precisando um segundo medicamento. A terceira indicação é para a hipercolesterolemia familiar, que ocorre em famílias nas quais, por problemas genéticos, várias pessoas tem colesterol elevado, fenômeno presente também nas crianças e que exige cuidados.

Há duas semanas na Europa

Ainda segundo Rocha Faria, os anticorpos monoclonais anti-PCSK9 são conhecidos há algum tempo, mas só recentemente as pesquisas demonstraram sua eficácia, o que levou Estados Unidos e Europa a liberarem o medicamento. Na Europa a comercialização foi iniciada há poucas semanas.

“No Brasil, dois laboratórios, Sanofi e Amgen entraram com pedidos junto à Anvisa para comercializarem o produto”, explica o cardiologista, e ele deve ser ministrado a cada duas semanas, por uma injeção subcutânea.

350 mil mortes anuais

         O interesse dos cardiologistas pela medicação de controle do colesterol é grande, porque o coração é a maior causa de morte no Brasil, respondendo por 350 mil óbitos anuais, muitos evitáveis, lembra o presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Angelo de Paola.

O motivo é que os fatores de risco para o coração são fartamente conhecidos, mas ainda insuficientemente combatidos. São eles a obesidade,  tabagismo, hipertensão arterial, sedentarismo e a taxa de colesterol elevada, que leva ao estreitamento e bloqueio das artérias coronárias, o que caracteriza o infarto.

O problema, diz Rocha Faria, é que ainda há poucos dias vários meios de comunicação deram abrigo a informações falsas, que dão a entender que não seria tão importante controlar o colesterol, o que não é verdade.

Grave também é o modismo de usar ‘óleo de coco’ como gordura saudável, quando o coco é rico em gorduras saturadas, que no organismo vão produzir colesterol. As gorduras recomendadas e que com evidências científicas comprovam ser úteis são o azeite de oliva e óleo de canola.

O especialista conclui reafirmando que não há dúvidas sobre o papel do colesterol sanguíneo como fator de risco independente para doenças cardiovasculares, fato comprovado por estudos experimentais, epidemiológicos, genéticos e de intervenção. O adequado controle do colesterol é recomendado por diretrizes nacionais e internacionais de sociedades médicas, como a SBC, de nutrição, órgãos governamentais e a Organização Mundial da Saúde.

Os anticorpos monoclonais que combatem o colesterol representam mais uma arma e importante, para que a Medicina possa reduzir o número de brasileiros que morrem a cada ano em decorrência do infarto.

SERVIÇO:

70º Congresso Brasileiro de Cardiologia e Museu do Coração

Local: Expotrade Convention Center
Endereço: Rodovia Deputado João Leopoldo Jacomel, nº 10.454 – Vila Amélia Pinhais/PR

Datas: 18 a 21 de setembro de 2015

Informações: http://congresso.cardiol.br/70/

Veneno é Veneno

É baseado neste conceito que o presidente da AMB (Associação Médica Brasileira), Florentino Cardoso, tem defendido que nenhuma droga deve ser descriminalizada: “Não dá para ficar escolhendo um veneno menos ruim do que o outro. Se é veneno e faz mal para a saúde da população, e isso é cientificamente comprovado, não podemos ficar dourando a pílula”, alerta.

O assunto, principalmente referente à maconha, está em debate no Supremo Tribunal Federal. Na última semana, inclusive, já houve votos a favor da liberação.

Recentemente, a ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), a AMB e a FENAM (Federação Nacional dos Médicos) se manifestaram por meio de nota (íntegra abaixo) contra o fim das restrições.

Os jornais Folha de S.Paulo (SP) e A Tribuna (ES) deram espaço para o tema nos últimos dias, em que a AMB voltou a ratificar a opinião em prol da saúde brasileira.

– Nota oficial: ABP, AMB, FENAM e CFM

– Reportagem da folha (Clique aqui)

– Reportagem do Jornal “A Tribuna/ES” (Parte_01 – Clique aqui)

– Reportagem do Jornal “A Tribuna/ES” (Parte_02 – Clique aqui)

 

 

14 de setembro é instituído Dia do Médico Nuclear

Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear escolhe a data da fundação da entidade como o dia de celebrar a especialidade no Brasil.

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Com uma história de desafios e superação a medicina nuclear celebra 54 anos neste mês de setembro. Neste ano a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear instituiu a data da fundação da entidade como celebrativa ao Médico Nuclear – sendo constituído “14 de setembro – Dia do Médico Nuclear”.
Pela primeira vez os especialistas terão um motivo a mais para comemorar. “Além de relembrarmos a nossa história, o Dia do Médico Nuclear vem sedimentar um processo que temos há muito caminhado, em busca do reconhecimento da especialidade e de seu potencial no campo da medicina”, avalia Claudio Tinoco, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN).
Na data a SBMN irá inaugurar em sua sede – localizada em São Paulo, a “Galeria de Presidentes” – um espaço permanente destinado a manter viva a memória da especialidade.  Na ocasião serão homenageados os presidentes que lideraram a sociedade, como reconhecimento de seus esforços em prol do reconhecimento e desenvolvimento da MN no País.
Desde a sua fundação, em 1961, a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear – entidade filiada à Associação Médica Brasileira (AMB) – tem buscado estratégias que fortaleçam e desenvolvam a especialidade no País, para que possa ser atingido o seu pleno potencial diagnóstico e terapêutico nos diversos campos da saúde, seja no âmbito público ou privado.
Hoje, a medicina nuclear (MN) atua em diversas áreas como cardiologia, oncologia, hematologia, neurologia, entre tantas outras e usa quantidades mínimas de substâncias radioativas (radiofármacos) para diagnosticar diversas doenças, que incluem as cardiovasculares – em especial infecções agudas e infarto do miocárdio, embolia pulmonar, câncer, obstruções renais, demências. Entre os principais recursos estão a cintilografia e o PET-CT.
Tinoco esclarece ainda que a especialidade pode também definir o tipo e extensão do câncer no organismo, o que irá ajudar o oncologista na decisão sobre a conduta terapêutica mais adequada para cada caso (terapia alvo). Como forma de tratamento, os radiofármacos podem ajudar a combater o hipertiroidismo ou tratamento de câncer na tiroide, dores ósseas, e também casos de tumores específicos. Recentemente, houve o registro do primeiro radiofármaco para tratamento de câncer de próstata.
Informações: www.sbmn.org,br