Hoje é dia do Oftalmologista

A AMB parabeniza todos os profissionais dessa especialidade tão fundamental ao desenvolvimento humano

Hoje, 07 de maio, é comemorado no Brasil, o Dia do Oftalmologista, uma homenagem ao profissional responsável pelo estudo, cuidado e prevenção de doenças ligadas ao sistema ocular.

A origem da data vem da fundação da Sociedade de Oftalmologia de São Paulo, em 07 de maio 1930. No entanto, só foi oficializada como Dia do Oftalmologista, no ano de 1968, em São Paulo, por meio de uma lei de autoria do deputado e médico oftalmologista Antônio Salim Curiati. No Brasil, o dia só veio a fazer parte do calendário nacional em 1986, quando o então ministro da Saúde, Seigo Tsuzuki, editou a portaria nº 398.

A data lembra a importância da consulta periódica ao especialista ocular. Desse modo, é possível identificar e prevenir uma série de problemas comuns à visão. A Organização Mundial da Saúde estima que atualmente o Brasil tem quase 1,2 milhão de cegos, dos quais 60%, ou 700 mil, em números absolutos, poderiam ter a condição evitada ou revertida caso recebessem tratamento adequado a tempo.

Hoje, com o objetivo de ajudar a mudar esse quadro, o Centro Brasileiro de Oftalmologia (CBO) promove o Fórum Nacional de Saúde Ocular, evento que reúne no Senado profissionais da área, parlamentares e autoridades de saúde.

A oftalmologia é uma das especialidades que mais tem evoluído ao longo dos anos. Por exemplo, atualmente, pessoas com astigmatismo podem optar por lentes gelatinosas, muito mais confortáveis dos que as que disponíveis há alguns anos. As cirurgias para correção deste e de outros problemas também avançaram muito. Os avanços na área contribuem muito na excelência do diagnóstico e tratamento de diversos problemas e doenças oculares.

Outro avanço está na inclusão na CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos) de tratamentos e cirurgias que são muito mais personalizados e focados nas necessidades dos pacientes. É o caso dos transplantes lamelares, no qual será possível fazer a cirurgia em apenas parte da córnea, e não mais na sua totalidade, como antes era necessário.

Este novo procedimento garante que se o paciente tiver problema apenas no posterior da córnea, não haverá a necessidade de transplante do anterior e vice-versa. Isso diminui a chance de rejeição e infecção no corpo do transplantado, além de também disponibilizar que a mesma córnea transplantada possa ser doada para mais de uma de pessoa.

É fundamental ressaltar que todos esses avanços se devem à dedicação de inúmeros profissionais dessa importante especialidade médica. A AMB reconhece e parabeniza todos os oftalmologistas do Brasil, por este dia.

É “só alergia”

Frase tão comum para minimizar sintomas de alguma patologia que poderia ser mais grave, pode não significar algo tão insignificante assim para o sistema de saúde dos países mundo afora

O cenário é clássico: coceira, irritação, inchaço e pronto. Surge a dúvida se é alergia ou algo mais grave. Mas quem disse que a primeira opção não é algo grave? Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), somente no Brasil há 35% da população que sofre de algum tipo de alergia. As mais comuns são as respiratórias, que se agravam ainda mais no inverno, mas há também as de pele, alimentares, picadas de insetos, medicamentos, entre outras.

Nas últimas quatro décadas existe um crescimento significativo no número de pessoas infectadas com algum tipo de doença alérgica, que estão relacionadas a fatores genéticos e ambientais, incluindo a exposição aos alérgenos do ar, a poluição e os agentes infecciosos.

Em 2015, a Organização Mundial da Alergia (WAO sigla em inglês) divulgou um relatório que prevê uma população de mais de 400 milhões de pessoas com asma em todo o planeta cerca de 30% e 40% da população mundial têm rinite alérgica, que é uma das manifestações mais frequentes da alergia e acrescentou que cerca de 80% dos pacientes com asma têm rinite alérgica, “porque a mucosa é uma só”.

A incidência está aumentando em função do crescimento da poluição. A asma e a rinite, doenças frequentemente associadas e de alta prevalência em todo o mundo, são as manifestações mais importantes das doenças alérgicas respiratórias, e, portanto, de maior impacto.

Evidentemente que as progressões desta doença representam também investimentos dos sistemas de saúde de cada país, no atendimento destes pacientes. Uma das entidades afiliadas à AMB, a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), publicou brilhantemente em março, durante a Semana Mundial da Alergia, dados alarmantes sobre a despesa que esta patologia tem para o sistema de saúde no Brasil. Só os medicamentos para asma consumiram mais da metade dos recursos de famílias com asmáticos e o custo da doença teve impacto importante na renda familiar (10%). Se todos os asmáticos brasileiros recebessem o mesmo tipo de tratamento, o gasto total estimado da asma estaria entre R$ 13 e 18 bilhões/ano, correspondendo a 0,5% do PIB, ou a 4% do PIB da Saúde.

Em 2007, os gastos do SUS com internações por asma foram de R$ 96 milhões, representando 1,4% do total/ano com todas as doenças.

Em estudo com asmáticos em tratamento na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, foi aferido um custo médio (direto e indireto) da asma de quase R$ 2 mil/paciente-ano, com um incremento de 12% para os asmáticos com rinite alérgica associada. O custo da asma foi maior em pacientes que apresentaram sobrepeso/obesidade, nos casos mais graves e com pior controle da doença.

Neste 07 de maio, quando é comemorado o Dia Nacional de Prevenção à Alergias, uma coisa é fato, a próxima vez que se coçar, tiver irritação de pele, ou espirrar e o diagnóstico de que aquilo é “só uma alergia”, pode não ser algo tão insignificante assim para a sua saúde.

IV CONCURSO NACIONAL DE CONTOS E CRÔNICAS DA AMB

IV Concurso Nacional de Contos e Crônicas da AMB

Já estão abertas as inscrições para o IV Concurso Nacional de Contos e Crônicas. Os interessados deverão enviar os trabalhos até o dia 30 de junho de 2015 para a sede da AMB, na rua São Carlos do Pinhal, 324, em São Paulo – SP, CEP 01333-903, aos cuidados do Departamento Cultural.

IV-Concurso

A participação é gratuita, restrita aos associados da Associação Médica Brasileira, que poderão inscrever somente um trabalho por modalidade, com tema livre e inédito, assinado obrigatoriamente por pseudônimo. Os textos devem ser de no máximo duas páginas digitadas, enviados em cinco cópias em envelope único, legível, também identificado por pseudônimo.

Outras informações sobre as inscrições, regras do concurso e premiação poderão ser obtidas pelo e-mail cultural@amb.org.br ou pelo site www.amb.org.br.

 

PREENCHA E RECORTE A FICHA DE INSCRIÇÃO E ENVIE EM ENVELOPE LACRADO

IV CONCURSO NACIONAL DE CONTOS E CRÔNICAS DA AMB

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  • Estou ciente do regulamento e autorização a publicação do trabalho, por tempo indeterminado, sem ônus para a Associação Médica Brasileira.

 

 

De acordo:    ____________________________________

Assinatura do autor

 

Zika Vírus: a doença que evoluiu na incompetência de uma saúde preventiva eficiente

Patologia tem sintomas parecidos com os da dengue e febre chikungunya e é transmitida pelo mesmo mosquito, mas é menos grave

aedes

No final do mês de março, uma doença, até então desconhecida, assustou a população de Camaçari, na Bahia. Dezenas de pessoas, com sintomas parecidos com os da dengue, procuraram atendimento médico, mas não tiveram um diagnóstico preciso. Exames indicavam que não se tratava de dengue, febre chikungunya, rubéola ou sarampo, mas também não conseguiam apontar com precisão qual patologia era.

Quase um mês se passou e mais casos foram identificados em outros municípios da Bahia, até que os pesquisadores Gúbio Soares e Silvia Sardi, do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), conseguiram identificar o responsável pela doença, através de amostras de sangue de pacientes.  Tratava-se do Zika Vírus.

O Zika Vírus, ou Febre Zika, é transmitido pelo Aedes Aegypt, mesmo mosquito que causa o contágio da febre amarela, dengue e febre chikungunya. Os sintomas são semelhantes aos dessas doenças, porém mais brandos: febre por volta dos 38 graus, dor de cabeça, diarreia, náuseas, dor no corpo e nas articulações. Outros sinais de infecção pelo vírus são: erupções cutâneas acompanhadas de coceira intensa, fotofobia e conjuntivite.

O período de incubação vai de 3 a 12 dias após o contágio. O vírus apresenta baixa letalidade e o próprio organismo humano se encarrega de combatê-lo. O tratamento visa unicamente o alívio dos sintomas por meio de analgésicos, anti-inflamatórios, não-esteroides e antitérmicos que não contenham ácido acetilsalicílico. A infecção, em geral, cessa em até 7 dias.

Entre as principais diferenças da febre chikungunya e do Zika Vírus em relação a dengue, é que, na primeira, o paciente apresenta um quadro com mais dores articulares mais intensas. Enquanto na segunda, a tendência é ter mais manchas vermelhas espalhadas pelo corpo. Por sua vez, a dengue é patologia mais perigosa das três.

História e evolução do vírus

O Zika Vírus foi isolado pela primeira vez na década de 1940, por meio de estudos realizados em macacos da floresta de Zika, em Uganda. Em 1964, na Nigéria, foi identificado pela primeira vez em humanos e de lá se espalhou por outras regiões da África e também da Ásia. Em 2007, foi encontrado pela primeira vez fora desses continentes, em um surto da doença na Oceania.

No Brasil, especialistas trabalham com a hipótese de que o vírus tenha chegado ao país em 2014, trazido por turistas que vieram assistir à Copa do Mundo e desde então passou a ser transmitido pelo Aedes Aegypt.

Não existe vacina para a doença e a única forma de preveni-la é acabar com os focos de reprodução do mosquito transmissor, tarefa que ultimamente não tem obtido êxito, visto a epidemia de dengue que assola várias regiões do Brasil.

 

 

Saúde Preventiva?

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia e médico infectologista do Hospital São José de Fortaleza, Dr. Érico Arruda, a principal razão para este quadro é devido às falhas que o Brasil comete quando o assunto é prevenção de doenças: “Temos vários fatores para este desfecho, um deles é a maneira desorganizada de enfrentar as doenças infecciosas. Na saúde preventiva do país, sempre se corre para resolver os problemas de grande repercussão, e não se ataca os demais. Vivemos como bombeiros. Nos deslocamos todos para uma ação, e não conseguimos correr para outras”, analisa.

De acordo com o Dr. Arruda, o que também contribui para a pouca efetividade das políticas de prevenção é o financiamento público insuficiente para dar cobertura a essas questões, falta de saneamento básico e pouca adesão que parte da população tem na prevenção de doenças, devido à falta de educação.

Com relação a estudos científicos sobre o Zika, o Dr. Arruda afirma que provavelmente serão intensificados mundialmente, já que “o vírus agora está se espalhando e chegou a um país de tamanho continental, que faz divisa com diversos países da América do Sul, além de ter muitos turistas na Europa e EUA”.

AMMG sedia quinta edição do Fórum CBHPM

Fórum CBHPM corte

Será realizada no dia 22 de maio, na sede da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), em Belo Horizonte, a quinta edição do Fórum Nacional sobre a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM). Profissionais de medicina de várias regiões do país e representantes de entidades médicas e setores importantes da saúde suplementar e do estado irão expor a situação dos honorários, desafios e os rumos das negociações em prol da classe.

Os participantes debaterão, dentre alguns temas, sobre ‘O Trabalho e remuneração médica na saúde suplementar, pública e o médico assalariado em geral – Visão da Promotoria Pública; ‘Panorama atual e os rumos da saúde suplementar na visão da Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam); ‘Câmara Técnica Permanente da CBHPM’, ‘Aspectos jurídicos na utilização da CBHPM: contratualização, judicialização e direitos do consumidor’ e ‘CBHPM no Sistema Único de Saúde (SUS): realidade ou utopia’.

Para o diretor Adjunto de Defesa do Exercício Profissional para Assuntos de Remuneração da AMMG, Juraci Gonçalves de Oliveira, não está mais em pauta a discussão da consolidação e a implementação da CBHPM. “A ênfase deste Fórum é trazer a baila a importância da classificação como referencial ético de remuneração médica. Vamos ter exposições que irão tratar da visão jurídica, por parte dos órgãos reguladores, do ministério público e de defesa do consumidor em relação ao tema”, enfatiza o médico.

Outro ponto alto dos debates será a Lei de nº 13.003, de julho de 2014, e que entrou em vigor no final do ano, que fala da obrigatoriedade da existência de contratos escritos entre as operadoras e seus prestadores de serviços.

O encontro é uma promoção da Comissão Estadual de Honorários Médicos de Minas Gerais (CEHM), composta pela Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM MG), Federação Nacional das Cooperativas Médicas (Fencom) e Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed MG). A inscrição é gratuita e pode ser feita pelo e-mail: comissaodehonorarios@ammgmail.org.br ou pelo telefone (31) 32471619. Confira a programação no site: www.ammg.orgbr.

 

V Fórum Nacional sobre CBHPM

Data: 22 de maio

Horário: 8h30 às 17h.

Local: Associação Médica de Minas Gerais (AMMG). Avenida João Pinheiro, 161, Centro. Belo Horizonte/MG

Mais informações: (31) 3247 1619 ou www.ammg.orgbr. Inscrições gratuitas.

Cade acolhe pedidos de embargos feito pela AMB

Conselho anula sentença que condenava entidades médicas a pagarem multa por “tabelamento de preços”

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) anulou nesta terça-feira, 28, a sentença proferida em outubro de 2014, que multava a Associação Médica Brasileira (AMB) e demais entidades médicas por prática de tabelamento de preços de consultas e coação aos médicos contrários a participar de greve contra operadoras de planos de saúde.

A conselheira relatora do processo, Ana Frazão, acolheu o pedido de embargo feito pela AMB e demais entidades, representada presencialmente pelo diretor Jurídico da AMB, Carlos Michaelis Júnior, considerando que houve vício processual e reconhecendo que as entidades tiveram o seu direito de defesa cerceado.

Com a decisão do Cade, as entidades médicas ganham nova possibilidade de apresentar defesa. “Teremos uma real oportunidade de comprovar que o uso da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) não pode ser considerado tabelamento de preço, mas sim um importante balizador no setor da saúde, tanto para Saúde Suplementar (Planos de Saúde) quanto para a Saúde Pública (SUS)”, avalia Michaelis.

De acordo com o presidente da AMB, Dr. Florentino Cardoso, a decisão do Cade é representativa para a classe médica. “É uma importante vitória para o médico brasileiro, especialmente nesse momento que alguns tentam desconstruir a medicina brasileira e suas entidades”, comenta.

Nova vacina imuniza crianças a partir de 6 meses contra quatro vírus da gripe

Vacina foi aprovada nos Estados Unidos em 2013 e estará disponível no Brasil primeiro em clínicas particulares; imunizante que há atualmente no mercado protege contra três tipos de vírus
A primeira vacina que imuniza crianças de 6 meses a 3 anos contra os quatro tipos de vírus da gripe acaba de chegar ao Brasil. Lançado nesta terça-feira, 28, o imunizante age contra dois vírus Influenza A e duas cepas B, ampliando a proteção contra a gripe. Atualmente, as vacinas usadas em crianças nessa faixa etária são trivalentes, agindo contra apenas uma das cepas B.
De acordo com a médica Sheila Homsani, diretora da Divisão de Vacinas da Sanofi Pasteur, ampliar a proteção a crianças de até 3 anos contra a gripe é importante até para a proteção dos adultos. Ela explica que, quando a mãe é vacinada, a criança adquire proteção nos primeiros seis meses de vida. Depois, ela fica suscetível a ter gripe e também se transforma num foco potencial de transmissão. “Os pequenos costumam colocar na boca brinquedos que depois podem ser usados por outras crianças. Além disso, eles estão sempre em contato próximo com os pais, irmãos e avós, por isso é importante que estejam imunizados.”
As cepas B constituem de 20% a 25% das cepas de vírus da gripe em circulação e, em alguns períodos, chegam a ser responsáveis por 50% dos casos confirmados de influenza. “Dados de vigilância na Europa, por exemplo, apontam que os vírus influenza B são responsáveis por até 40% dos casos de gripe”, disse a médica.
A vacina quadrivalente foi aprovada nos Estados Unidos em 2013. Inicialmente as doses estarão disponível no Brasil em clínicas privadas e empresas com interesse em imunizar seus funcionários.
Fonte: O Estado de S. Paulo

AMPE promove congresso

A Associação Médica de Pernambuco comunica a realização do 42º Congresso Médico Estadual de Pernambuco, promovido pela entidade, com apoio da AMB e demais entidades médicas pernambucanas. Este evento é tradicional no calendário cientifico pernambucano, e será realizado nos dias 20 e 21 de agosto, no Centro de Convenções do Real Hospital Português de Pernambuco. O tema oficial do evento será “Medicina Hoje”. Mais informações em www.ampe-med.com ou (81) 3423-5473 / 3423-0805

Submissão de trabalhos livres no 49º Congresso de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Estão abertas as inscrições para resumos de temas livres do 49º Congresso da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML), evento que acontece entre os dias 29 de setembro e 2 de outubro, no Centro de Eventos do Ceará (CEC), em Fortaleza. O prazo para a submissão dos trabalhos científicos é até o dia 20 de maio.

Os profissionais interessados em enviar os seus trabalhos devem preencher um formulário no site do 49º Congresso da SBPC/ML (cbpcml.org.br), na seção Tema Livre. A seleção dos trabalhos será publicada após avaliação da Comissão Analisadora – composta por membros da entidade. Serão escolhidos em torno de 300 a 400 pôsteres para serem exibidos no Congresso. A SBPC/ML incentiva o envio de pôster eletrônico para visualização em telas de LCD localizadas próximas aos pôsteres. Para o trabalho ser selecionado para a apresentação oral é obrigatório o envio do pôster em formato eletrônico.

“Ultimamente, nós temos recebido um grande número de trabalhos que abordam outros aspectos como informática e gestão – que antes não eram habituais. Além dos temas livres clássicos, como bioquímica, hematologia e microbiologia, percebemos um aumento do número de assuntos que trazem um conhecimento diferente e que, seguramente, vão reforçar cada vez mais a importância de participarmos de eventos desse porte”, afirma Dr. Adagmar Andriolo, Coordenador de Temas Livres do Congresso.

Simultaneamente a este evento, acontece o 1º Congresso Brasileiro de Informática Laboratorial, que será realizado ao longo do dia 30 de setembro, com o objetivo de trazer ao público debates e novidades da tecnologia da informação na medicina laboratorial. As inscrições de ambos acontecem separadamente, sendo que o próximo prazo para a inscrição antecipada nos Congressos é dia 2 de junho e o último é até o dia 3 de agosto, com direito ao convite para o evento de confraternização do Congresso, que acontece no dia 1º de outubro.

Vale ressaltar que a inscrição antecipada oferece desconto em relação às inscrições feitas durante ou no próprio dia do evento. Para associados SBPC/ML, a inscrição para o 49º Congresso pode ser gratuita.

Para informações sobre os Congressos, acesse o site: http://www.cbpcml.org.br/2015/.

Para informações sobre o envio de trabalhos científicos, mande e-mail para: temalivre@sbpc.org.br.

Sobre a SBPC/ML

A Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) é uma Sociedade de Especialidade Médica, fundada em 1944 e que atua na área de laboratórios clínicos. Com sede na cidade do Rio de Janeiro, tem como finalidade reunir médicos com Título de Especialista em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial e de outras especialidades como farmacêuticos-bioquímicos, biomédicos, biólogos e outros profissionais de laboratórios clínicos, além de empresas do setor.

A SBPC/ML dispõe de projetos de habilitação e qualificação profissional de acordo com a legislação em vigor, através de atividades voltadas para ensino, pesquisa e divulgação científica em Medicina Laboratorial, tendo como meta principal a saúde da população. Para alcançar esses objetivos a SBPC/ML realiza cursos, jornadas, congressos, eventos relacionados e publicações científicas.