Sociedade de Ortopedia expande o programa de registro e rastreamento de próteses de joelho e quadril

A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT, se prepara para a ampliação do Registro Nacional de Artroplastias (quadril e joelho) pela ANVISA e Ministério da Saúde. Iniciativa da SBOT em 2007, hoje encontra-se em fase de expansão para o Brasil inteiro, após parceria com a ANVISA.

O presidente da SBOT, Marco Antonio Percope, explica que o programa, Registro Nacional de Artroplastias, se constitui num imenso desafio, já que em virtude de sua extensão territorial, será muito mais complexo do que nos países em que foi concluído, como Suécia, Noruega, Hungria, Escócia e Romênia, entre outros.

“O Registro é uma moderna ferramenta baseada em evidência e pressupõe que todas as cirurgias de implante de próteses sejam registradas com os dados do paciente, data da intervenção, técnica empregada, prótese usada com informações sobre a marca, o modelo o lote a validade, bem como informações sobre o hospital, o cirurgião responsável e outros detalhes”.

Como novos implantes e métodos são introduzidos à medida que a Medicina evolui e como próteses de joelho e quadril  tem que ter uma sobrevida variável de no mínimo 15 anos, o programa levará à formação de importante banco de dados, inexistente hoje, apesar do Brasil ter iniciado a colocação de próteses há mais de 40 anos. Vai nos demonstrar a durabilidade do implante, eliminando ao longo dos anos produtos que apresentem problemas, resultando em melhorias da qualidade do material de implante.

Os ortopedistas Luis Carlos Sobania e Sergio Okane, envolvidos desde o início dos trabalhos, adiantam que foram feitos projetos-piloto nos hospitais de Curitiba, Uberlândia e Batatais, envolvendo uma população estimada em dois milhões de habitantes. A expectativa é que com o passar do tempo, o Registro formará uma importante base de dados. Com ela se  saberá estatisticamente quais as próteses que sofrem menos desgaste, quais as complicações mais comuns, como soltura asséptica, e quais as técnicas de melhor desempenho, pois a prótese pode ser cimentada ou não, qual a incidência de complicações e, principalmente, qual a satisfação dos pacientes operados depois de vários anos convivendo com as próteses.

 

ANVISA e Ministério

 

O programa é ambicioso e envolve ANVISA e Ministério da Saúde, explica Okane, porque leva em conta a legislação de regulamentação dos implantes, de 1999, as Boas Práticas de Fabricação de Produtos Médicos, do ano 2.000, as conclusões do I Fórum de Segurança Sanitária de produtos para a Ortopedia, promovido pela ANVISA em 2004, o Fórum sobre Avaliação de Implantes Ortopédicos, realizado no Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia e também a Câmara Técnica de Implantes, criada pela Associação Médica Brasileira, que debateu as posições por vezes divergentes entre operadoras da saúde complementar e gestores, de um lado, e os médicos, de outro.

Os projetos-piloto foram financiados pela SBOT e, a partir dessa experiência, foi aprimorada a ficha de dados que permite o acompanhamento e monitoramento dos resultados clínicos a longo prazo dos pacientes, desenvolvida a partir das fichas usadas na Nova Zelândia, Suécia e Noruega, entre outras.

Coube à Universidade Federal de Santa Catarina o desenvolvimento do ‘software’ do Registro, testado em Curitiba e, no futuro, o objetivo é ampliar o Registro para acompanhar implantes de stents, marca-passos e próteses mamárias. O RNI é metas da ANVISA e da Coordenação Geral de Média e Alta Complexidade do Ministério da Saúde.

Os trabalhos preparatórios para a implementação nacional do RNI estão avançados, conta o presidente da SBOT, Marco Antonio Percope. “O programa se torna mais oportuno quando o País quer qualidade na sua saúde e este é o papel fundamental de nossa sociedade, que valorizará os nossos profissionais e o nosso Sistema de Saúde Público ou Privado, mantendo o propósito de evitar o conflito de interesse que possa existir e nos mantermos dentro de nosso Código de Ética Médica”, conclui Marco Percope.

Secretaria de Saúde do Rio atribui falta de vacinas a atraso do ministério

Postos de Saúde de alguns municípios do estado do Rio de Janeiro enfrentam dificuldade de acesso a vacinas importantes como a BCG, contra a tuberculose; e a tetravalente, contra difteria, tétano, coqueluche e meningite. Responsável pelo repasse das vacinas entregues pelo Ministério da Saúde aos 92 municípios fluminenses, a secretaria estadual de Saúde informou que, desde o ano passado, o envio desses imunobiológicos tem sido feito com atraso e em quantidades insuficientes.

Segundo a secretaria, as vacinas chegam “de forma intermitente, sempre com quantitativo abaixo do solicitado, particularmente a BCG, dT [contra tétano e difiteria], tetravalente e, mais recentemente, febre amarela”, diz a nota da assessoria de comunicação da secretaria de Saúde. “Diante do atraso na entrega dos imunobiológicos e do fornecimento em quantidade inferior às solicitadas pelos municípios, não é possível garantir que não haverá falta nos municípios. Para informações sobre as causas desse atraso, sugerimos entrar em contato com o Ministério da Saúde”, explica.

Ainda segundo a assessoria, no dia 26 de fevereiro, a secretaria foi comunicada pelo Ministério da Saúde que o repasse das vacinas BCG, dT, tetraviral, HIB (Hemófilo Influenza B), febre amarela e vacina contra a raiva terá novo prazo para normalização.

O Ministério da Saúde informou, em nota, que está avaliando as demandas dos estados e municípios para adequação dos estoques.

SBMN realiza reunião científica em 16 de março

“Avaliação de processos inflamatórios/infecciosos – Papel atual da Medicina Nuclear PET-CET” é o tema da próxima reunião científica da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN), que discutirá casos interessantes, sob a moderação do Dr. Marcelo Tatit Sapienza e apresentação de residentes da USP, Dimen e Hospital São José/Beneficência Portuguesa. A coordenação científica desta reunião é de Akemi Osawa.

O encontro acontece em 16 de março, às 20h, no Hotel Golden Tulip Belas Artes (Rua Frei Caneca 1199 – São Paulo/SP). As vagas são limitadas. Inscrições no site www.sbmn.org.br

II Simpósio Internacional de Tratamento Multidisciplinar de Uro-Oncologia

Hoje e amanhã (06 e 07 de março) ocorre o II Simpósio Internacional de Tratamento Multidisciplinar de Uro-Oncologia no Hospital Israelita Albert Einstein. Haverá importantes especialistas das áreas de Oncologia, Urologia e Radioterapia para um debate sobre as principais novidades nos tratamentos de câncer de próstata, bexiga, testículos e rim. Com a participação de convidados nacionais e internacionais, o simpósio abordará os temas de destaque do ASCO-GU 2015, um dos mais importantes congressos de oncologia do mundo, que será realizado na semana anterior ao evento.

O evento conta com o apoio da Associação Médica Brasileira.

As inscrições podem ser feitas no local.

Mais informações: http://goo.gl/IXQQuy

Câmara averiguará a máfia de órteses e próteses no País

Nesta quarta-feira (4), o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, aceitou três pedidos de criação de comissões parlamentares de inquérito. Entre eles a averiguação da máfia de órteses e próteses no País.

As demais são para apurar a violência contra jovens negros e pobres e para investigar a realidade do sistema carcerário no Brasil.

A AMB já havia se pronunciado em janeiro a favor de investigações sobre os casos de corrupção e atitudes antiéticas, envolvendo a classe médica em compras superfaturadas e indicações desnecessárias de implantes. Conforme trecho abaixo da nota publicada à população brasileira:

“Repudiamos que fatos dessa natureza ocorram em nosso meio e consideramos que tais denúncias devam ser investigadas pelos órgãos competentes com a punição dos culpados dentro do rigor da Lei”.

 

 

 

Haddad descumpre meta da saúde e fila da cirurgia vai a 63 mil

A gestão Fernando Haddad (PT) não conseguiu em dois anos cumprir uma de suas principais promessas na área da Saúde: diminuir o número de pacientes que aguardam por uma cirurgia na cidade. Dados da Secretaria Municipal da Saúde mostram que, entre dezembro de 2012, último mês do governo Gilberto Kassab (PSD), e o mês passado, a fila para procedimentos cirúrgicos passou de 56.912 para 63.024, alta de 10,7%.

Hoje, o tempo médio de espera pela consulta médica cirúrgica, etapa prévia à realização da operação, é de 289 dias (cerca de nove meses e meio), 33 dias a mais do que o prazo médio de espera registrado em dezembro de 2012. A piora aconteceu mesmo com a inauguração de sete unidades da chamada Rede Hora Certa, equipamento criado pela atual gestão para aumentar a oferta de cirurgias.

Em nota oficial enviada à imprensa, o coordenador da atenção especializada da Secretaria Municipal da Saúde, Flavius Augusto Albieri, afirma que a fila “se estabilizou” desde 2013 em cerca de 63 mil procedimentos em espera. Ele destaca que com os hospitais Dia em construção e outros equipamentos em obras, como o Hospital de Parelheiros, a tendência é queda.

“Oferecemos mais consultas e exames do que antes, o que naturalmente cria mais demanda de cirurgias, porque aquelas pessoas que não teriam um diagnóstico e um encaminhamento, agora têm”, disse o coordenador da atenção especializada.

Durante a campanha, Haddad prometeu entregar 32 unidades – uma por subprefeitura -, com capacidade para realizar 200 procedimentos cirúrgicos por mês. Mas dados oficiais indicam que a meta não foi cumprida no ano passado. Ao todo, foram feitas 13.374 cirurgias nesses equipamentos, ante as 14.400 estimadas.

Na divisão de pacientes pela cidade, a alta de 10,7% foi mais sentida na zona sul, onde o número de pessoas na fila dobrou nos últimos dois anos – passou de 11,2 mil para 22,2 mil. Já quando se leva em conta o tempo de espera, as áreas mais críticas são pediatria e ginecologia, onde se aguarda até 479 dias pela marcação de cirurgia – é o caso das mulheres da zona leste.

Especialidades. No geral, a fila da saúde caiu 17% na cidade. A espera por consultas médicas especializadas diminuiu nos últimos dois anos, no patamar de 9% em toda a capital. Enquanto, no fim de 2012, 353.181 consultas aguardavam a realização, em fevereiro de 2015, o número caiu para 321.338.

Mas o tempo de espera por alguns procedimentos ainda passa de um ano. O morador da zona leste que precisar passar pelo proctologista, por exemplo, fica até 514 dias aguardando pelo atendimento. Na mesma região, a consulta com um psiquiatra pode demorar 404 dias.

Mesmo em especialidades consideradas básicas, há dificuldade para agendamento. Com a visão comprometida por uma catarata, a aposentada Judite Alves da Silva, de 86 anos, aguarda há três meses para se consultar com um oftalmologista. “Ela passou pelo clínico no posto de saúde, que deu o encaminhamento para o especialista, mas, até agora, não temos nem ideia de quando vão marcar a consulta. Ela não consegue mais andar sozinha, não enxerga”, conta a filha de Judite, Célia de Fátima Silva Soares, de 45 anos.

Exames. No caso dos exames, a queda geral foi mais significativa: a quantidade de pacientes na fila passou de 260.394 para 127.472 mil. O resultado é reflexo dos mutirões no início da gestão Haddad.

No total, 108.948 ultrassonografias deixaram a fila. De todos os tipos ofertados, só a espera pelo exame das glândulas salivares aumentou, e chega a 374 dias na zona leste. Já em relação aos sete exames de diagnose e terapia, a queda foi de 29,8%, passando de 80.224 em espera para 56.250.

‘Município deve priorizar pacientes com urgência’

Para o professor doutor Oswaldo Yoshimi Tanaka, da Faculdade de Saúde Pública da USP, a demora na realização de consultas e exames deveria levar o Município a debater a criação de uma fila prioritária da saúde, onde os pacientes com mais urgência fossem automaticamente transferidos para o topo da fila. Um modelo semelhante já é praticado hoje para seleção das crianças nas creches municipais.

Mas, para que um novo formato de fila fosse criado na saúde, Tanaka alerta que seria preciso terminar a digitalização da rede, que trabalha com fichas de papel. Depois, deve-se investir na qualidade da consulta. “Só com tempo é que o médico pode examinar o paciente, solicitar seu histórico e fazer um diagnóstico.”

39ª Jornada Norte Nordeste de Anestesiologia (JONNA)

A 39ª Jornada Norte Nordeste de Anestesiologia (JONNA) se propõe a ampliar horizontes científicos e profissionais, integrando temas variados e relevantes na rotina anestésica e visando à segurança e qualidade.
Tudo isso em um ambiente social agradável entre os pares, desfrutando das belezas de Teresina e de seus traços peculiares que se inserem nas raízes nordestinas. Aqui, hospitalidade e alegria traduzem acolhimento e encanto.
Da sua cultura, uma culinária típica e um rico artesanato. Das suas árvores, a bela cidade verde reluz em suas paisagens para repousar às margens dos rios Poty e Parnaíba.
Venha desfrutar dessa experiência enriquecedora na 39a JONNA, nos dias 13 e 14 de março de 2015 no Gran Hotel Arrey.
Confira nossa programação científica e confirme sua presença!

 

PROGRAMAÇÃO

Workshops – sexta-feira (13 de março de 2015)

Ventilação mecânica
09h00-12h00 – Sala Safira
Valor: R$200,00
Vagas: 30

Bloqueios periféricos
14h00-17h00 – Sala Safira
Valor: R$200,00
Vagas: 30

Solenidade de abertura: show de stand up comedy com Amauri Jucá – 19h00

Programação científica – sábado (14 de março de 2015)

08h00–09h00 – Mesa Redonda – Anestesia venosa versus inalatória
Coordenador:
08h00–08h25 – Anestesia venosa ganhou todos os espaços
Palestrante: Marcos Antônio Costa de Albuquerque – SE
08h25-08h50 – A evolução da anestesia inalatória
Palestrante: José Admirço Lima Filho – BA
08h50–09h00 – Discussão09h00–09h40 – Urgências em pediatria
Coordenador:
Palestrante: Débora de Oliveira Cumino – SP
09h40–10h00 – Coffee break10h00–10h40 – Hemoconcentrados: quando indicar e por que evitar?
Coordenador:
Palestrante: Hugo Eckner Dantas de Pereira Cardoso – BA
10h40–11h20 – Antifibrinolíticos, anticoagulantes e antiagregantes: o que devemos saber?
Palestrante: José Carlos Rodrigues Nascimento – CE
11h20–12h00 – Reposição volêmica: o que há de novo?
Palestrante: Enis Donizetti Silva – SP
12h00–14h00 – Almoço14h00–15h00 – Mesa Redonda – Monitorização Hemodinâmica
Coordenador:
14h:00–14h20 – Como avaliar a função cardíaca?
Palestrante: Manuela Bezerril Cipião Fernandes – CE
14h20–14h40 – Como avaliar a volemia?
Palestrante: Claudia Marques Simões – SP
14h40 – 15h00 – Como avaliar a perfusão tecidual e oxigenação?
Palestrante: Claudia Marques Simões – SP
15h00 – 15h40 – Analgesia de parto: qual a melhor técnica
Coordenador:
Palestrante: Dr. Tolomeu Artur Assunção Casali – MG
15h40–16h00 – Coffee break16h00–18h00 – Coordenador:16h00–16h40 – Avaliação pré-anestésica: atualização
Palestrante: Rogean Rodrigues Nunes – CE
16h40–17h20 – A importância do manejo intra-operatório da temperatura
Palestrante: Ricardo Almeida de Azevedo – BA
17h20–18h00 – Situações de crise em anestesia
Palestrante: Erick Freitas Curi – ES

39ª Jornada Norte Nordeste de Anestesiologia (JONNA)

A 39ª Jornada Norte Nordeste de Anestesiologia (JONNA) se propõe a ampliar horizontes científicos e profissionais, integrando temas variados e relevantes na rotina anestésica e visando à segurança e qualidade.
Tudo isso em um ambiente social agradável entre os pares, desfrutando das belezas de Teresina e de seus traços peculiares que se inserem nas raízes nordestinas. Aqui, hospitalidade e alegria traduzem acolhimento e encanto.
Da sua cultura, uma culinária típica e um rico artesanato. Das suas árvores, a bela cidade verde reluz em suas paisagens para repousar às margens dos rios Poty e Parnaíba.

Venha desfrutar dessa experiência enriquecedora na 39a JONNA, nos dias 13 e 14 de março de 2015 no Gran Hotel Arrey.
Confira nossa programação científica e confirme sua presença!

 

PROGRAMAÇÃO

Workshops – sexta-feira (13 de março de 2015)

Ventilação mecânica
09h00-12h00 – Sala Safira
Valor: R$200,00
Vagas: 30

 

Bloqueios periféricos
14h00-17h00 – Sala Safira
Valor: R$200,00
Vagas: 30

 

Solenidade de abertura: show de stand up comedy com Amauri Jucá – 19h00

Programação científica – sábado (14 de março de 2015)

08h00–09h00 – Mesa Redonda – Anestesia venosa versus inalatória
Coordenador:
08h00–08h25 – Anestesia venosa ganhou todos os espaços
Palestrante: Marcos Antônio Costa de Albuquerque – SE
08h25-08h50 – A evolução da anestesia inalatória
Palestrante: José Admirço Lima Filho – BA
08h50–09h00 – Discussão09h00–09h40 – Urgências em pediatria
Coordenador:
Palestrante: Débora de Oliveira Cumino – SP
09h40–10h00 – Coffee break10h00–10h40 – Hemoconcentrados: quando indicar e por que evitar?
Coordenador:
Palestrante: Hugo Eckner Dantas de Pereira Cardoso – BA
10h40–11h20 – Antifibrinolíticos, anticoagulantes e antiagregantes: o que devemos saber?
Palestrante: José Carlos Rodrigues Nascimento – CE
11h20–12h00 – Reposição volêmica: o que há de novo?
Palestrante: Enis Donizetti Silva – SP
12h00–14h00 – Almoço14h00–15h00 – Mesa Redonda – Monitorização Hemodinâmica
Coordenador:
14h:00–14h20 – Como avaliar a função cardíaca?
Palestrante: Manuela Bezerril Cipião Fernandes – CE
14h20–14h40 – Como avaliar a volemia?
Palestrante: Claudia Marques Simões – SP
14h40 – 15h00 – Como avaliar a perfusão tecidual e oxigenação?
Palestrante: Claudia Marques Simões – SP
15h00 – 15h40 – Analgesia de parto: qual a melhor técnica
Coordenador:
Palestrante: Dr. Tolomeu Artur Assunção Casali – MG
15h40–16h00 – Coffee break16h00–18h00 – Coordenador:16h00–16h40 – Avaliação pré-anestésica: atualização
Palestrante: Rogean Rodrigues Nunes – CE
16h40–17h20 – A importância do manejo intra-operatório da temperatura
Palestrante: Ricardo Almeida de Azevedo – BA
17h20–18h00 – Situações de crise em anestesia
Palestrante: Erick Freitas Curi – ES

Mais informações: www.jonna2015teresina.com/

 

SBGG participa de I Fórum de Especialistas em Vacinação do Adulto e do Idoso

Organizado pela SBIM encontro reuniu mais de 300 participantes de todo País no último dia 25 de fevereiro, em São Paulo

 

Com o objetivo de traçar estratégias para conscientizar a população, os médicos e demais profissionais da área da saúde sobre o papel da imunização na manutenção da saúde e qualidade de vida de adultos e idosos, bem como na prevenção de doenças, mais de 300 participantes de todo Brasil reuniram-se no I Fórum de Especialistas em Vacinação do Adulto e do Idoso.

 

Organizado pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM) o encontro aconteceu em 25 de fevereiro, na cidade de São Paulo, e reuniu representantes da geriatria e gerontologia, imunologia, pneumologia, ginecologia e obstetrícia, reumatologia e alergologia, entre outros.

 

Para a coordenadora do encontro e presidente da SBIM, Isabella Ballalai, o Fórum possibilitou a aproximação e a troca de experiências dos agentes ligados à saúde do adulto e idoso, ampliando o diálogo sobre a vacinação além da vivência no campo da pediatria. “No Brasil já é tradição a vacinação de crianças, mas no caso dos idosos, isso ainda não ocorre. Por isso consideramos como prioridade a sensibilização de nosso olhar a esta parcela da população, que a cada dia aumenta exponencialmente”, avalia Isabella.

 

Representada pelo presidente, João Bastos Freire Neto, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) integrou os grupos de discussões que debateram a situação da imunização do idoso, ponto alto do Fórum. “Esta é considerada pela Sociedade uma importante iniciativa por proporcionar a ampliação das informações sobre as perspectivas de vacinação das quais os idosos podem ser beneficiados”, avalia o geriatra.

 

Hoje, segundo Freire Neto a vacina mais conhecida é a da gripe, entretanto, é preciso chamar a atenção para as demais possibilidades preventivas, tais como a pneumonia e a herpes zoster, por exemplo. Assim como Freire Neto, a presidente da SBIM, Isabella, reforça a avaliação de que a gripe acabou se tornando uma bandeira no campo da imunização de pessoas acima dos 60 anos de idade. “Da mesma forma devemos agir no que cabe às demais doenças, orientando os especialistas sobre as vacinas que devem ser recomendadas a esta população”, reforça.

 

Com base nos pontos avaliados pelos diferentes grupos será elaborado um documento com proposições de ações a serem efetivadas no sentido de ampliar a cobertura da imunização da população adulta e idosa. O material proveniente do Fórum deve ser entregue nos próximos meses ao Ministério da Saúde. De acordo com a presidente da SBIM os grupos de discussão estabelecidos no encontro devem ser mantidos de maneira permanente.

 

Parcerias promissoras

Há mais de dois anos a SBGG e a SBIM tem empreendido esforços conjuntos neste sentido. Juntas as sociedades de especialidades elaboraram o “Guia de Vacinação Geriátrica”, que foi lançado em 2013.

 

Principais objetivos do calendário de vacinação do idoso

  • Proteger de doenças infecciosas potencialmente graves
  • Reduzir a suscetibilidade e o risco de quadros infecciosos graves pela presença de comorbidades.
  • Prevenir a descompensação de doenças crônicas e de base causadas por doenças infecciosas.
  • Melhorar a qualidade e a expectativa de vida

 

O Guia tem sido um importante instrumento de conhecimento e de valorização da imunização, além de trazer recomendações sobre aplicação.

 

Pela SBGG, atuaram diretamente na concepção do material Alana Meneses Santos; João Toniolo Neto e Priscila Gaeta Baptistão.