Dois médicos cubanos fraudam sistema de saúde português em mais de um milhão de euros

De acordo com o jornal português Diário de Notícias, dois profissionais cubanos, contratados há cinco anos, foram detidos pela Polícia Judiciária, equivalente à Polícia Federal Brasileira, sob acusação de fraude ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) calculada em mais de um milhão de euros. Ainda de acordo com a publicação, os dois supostos médicos exerciam atividade em dois centros de saúde da zona do Algarve e emitiam receitas falsas para fazer ganhos extras.

Com o regime de contratação semelhante ao realizado pelo programa Mais Médicos, no Brasil, os profissionais cubanos receberiam apenas parte do valor total que seria pago individualmente a cada um pelo governo português segundo o acordo, que existe entre os países desde 2009. A Embaixada da República de Cuba em Portugal alegou que os profissionais detidos “não fariam parte da brigada médica” que trabalha em Portugal importados pelo contrato de prestação de serviço.

Fonte: Diário de Notícias, Observador.Pt, Expresso.Sapo

Suspensão de 70 planos de saúde de 11 operadoras passa a valer hoje

Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar, 43 operadoras já tiveram as vendas suspensas e 890 voltaram ao mercado após comprovar melhorias no atendimento.

A partir desta quinta-feira (19/2), 70 planos de saúde de 11 operadoras estão suspensos por determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O anúncio foi feito na semana passada diante de reclamações de usuários sobre questões como descumprimento de prazo de atendimento e negativa indevida de cobertura.

Das 11 operadoras com planos suspensos, oito já tinham planos em suspensão no ciclo de monitoramento anterior; três não constam na última lista de suspensões e uma tem o plano suspenso pela primeira vez. A suspensão, de acordo com a ANS, é preventiva e perdura por três meses. A estimativa é que a medida proteja cerca de 580 mil beneficiários.

Paralelamente, a ANS anunciou a reativação de 43 planos de saúde que estavam com a comercialização suspensa, já que houve comprovada melhoria no atendimento ao cidadão nos últimos três meses.

Dados da agência indicam que há hoje no país 50,8 milhões de consumidores com planos de assistência médica e 21,4 milhões com planos exclusivamente odontológicos. Desde o início do programa de monitoramento, 1.043 planos de 143 operadoras já tiveram as vendas suspensas e 890 voltaram ao mercado após comprovar melhorias no atendimento.

 

Fonte: Correio Braziliense

Tocantins oferecerá educação continuada aos associados

A meta principal da nova diretoria da Associação Médica de Tocantins (AMT), empossada para o triênio 2014/2017, e dirigida pelo presidente Genildo Ferreira Nunes, é oferecer educação médica continuada aos seus associados.Trabalhos neste sentido já estão sendo desenvolvidos, explica o presidente da entidade.

“A oferta da educação médica continuada é o nosso principal trabalho visando fortalecer o associativismo. Além disso, também já demos andamento em nossos planos de criar a revista médica tocantinense, outro meio com o objetivo de congregar os colegas. Nesse sentido, já criamos o Conselho Editorial e acredito que em seis meses, no máximo, a revista já estará nas mãos dos associados”, conta Genildo.

Nos planos da diretoria também estão incentivar a criação de Sociedades de Especialidade que ainda não tenham regionais no Estado de Tocantins, caso da Nefrologia, por exemplo.

“A ideia é congregar o maior número possível de especialidades em nossa sede, a exemplo do que já acontece com ginecologia e obstetrícia; mastologia; pediatria; dermatologia e reumatologia”, conta Genildo.

Atualmente, a AMT ocupa a antiga sede do Conselho Regional de Medicina do Tocantins, localizada no plano diretor sul, na cidade de Palmas. Contatos com a entidade podem ser feitos pelo tel. (63) 3223-8108, e-mail: amt@amt-to.org.br ou pelo site: www.amt-to.org.br

AMB acompanha Simpósio do Programa Mais Médicos na Unifesp

No dia 11 de fevereiro, a Associação Médica Brasileira esteve presente no Simpósio Programa Mais Médicos, realizado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O evento contou com a participação da comunidade científica, estudantes de cursos de saúde, gestores e trabalhadores do SUS.

O encontro aconteceu durante todo o dia com o objetivo de debater a assistência à saúde no Brasil, a partir do programa, analisando o atual panorama de sua implantação. A AMB esteve representada pelo diretor de defesa profissional, Emilio Zilli, pela gerência executiva e pelo jurídico.

Um dos temas discutidos foi a prioridade dos médicos brasileiros na participação do programa. Segundo Zilli, só isso não é suficiente. “O governo está tentando legitimar o programa por meio de uma inserção maior de médicos brasileiros, mas que, na realidade, ainda resta um trabalho muito grande a se fazer além da presença física dos profissionais, principalmente na qualificação do atendimento. O sistema só vai funcionar com a adesão das entidades médicas e do profissional médico brasileiro, quando passarem a acreditar na intenção do governo pela melhoria real da qualidade assistencial da saúde. Além disso, o sistema de monitoramento não é válido, em nossa opinião, a partir do momento em os monitores não são apresentados como qualificados para tal função”.

Na mesa de abertura estiveram presentes Soraya S. Smaili, reitora da Unifesp; Vinicius Ximenes Muricy da Rocha, diretor de Desenvolvimento da Educação em Saúde da Secretaria da Educação Superior, representando o Ministro da Educação, Cid Gomes; Hêider Aurélio Pinto, secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, representando o Ministro da Saúde, Ademar Arthur Chioro dos Reis; Antonio Carlos Lopes, diretor da Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp); Mauro Gomes Aranha Lima, vice-presidente do Conselho Regional de Medicina dos Estado de São Paulo (Cremesp); José De Filippi Júnior, secretário da Saúde do município de São Paulo; Joaquín Molina, representante da Organização Panamericana de Saúde no Brasil; e Raúl Bonne Hernández, presidente da Associação dos Docentes da Unifesp (Adunifesp).

IMG_3422

 

Foto: assessoria de imprensa Unifesp

AMB acompanha Simpósio do Programa Mais Médicos na Unifesp

No dia 11 de fevereiro, a Associação Médica Brasileira esteve presente no Simpósio Programa Mais Médicos, realizado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O evento contou com a participação da comunidade científica, estudantes de cursos de saúde, gestores e trabalhadores do SUS.

O encontro aconteceu durante todo o dia com o objetivo de debater a assistência à saúde no Brasil, a partir do programa, analisando o atual panorama de sua implantação. A AMB esteve representada pelo diretor de defesa profissional, Emilio Zilli, pela gerência executiva e pelo jurídico.

Um dos temas discutidos foi a prioridade dos médicos brasileiros na participação do programa. Segundo Zilli, só isso não é suficiente. “O governo está tentando legitimar o programa por meio de uma inserção maior de médicos brasileiros, mas que, na realidade, ainda resta um trabalho muito grande a se fazer além da presença física dos profissionais, principalmente na qualificação do atendimento. O sistema só vai funcionar com a adesão das entidades médicas e do profissional médico brasileiro, quando passarem a acreditar na intenção do governo pela melhoria real da qualidade assistencial da saúde. Além disso, o sistema de monitoramento não é válido, em nossa opinião, a partir do momento em os monitores não são apresentados como qualificados para tal função”.

Na mesa de abertura estiveram presentes Soraya S. Smaili, reitora da Unifesp; Vinicius Ximenes Muricy da Rocha, diretor de Desenvolvimento da Educação em Saúde da Secretaria da Educação Superior, representando o Ministro da Educação, Cid Gomes; Hêider Aurélio Pinto, secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, representando o Ministro da Saúde, Ademar Arthur Chioro dos Reis; Antonio Carlos Lopes, diretor da Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp); Mauro Gomes Aranha Lima, vice-presidente do Conselho Regional de Medicina dos Estado de São Paulo (Cremesp); José De Filippi Júnior, secretário da Saúde do município de São Paulo; Joaquín Molina, representante da Organização Panamericana de Saúde no Brasil; e Raúl Bonne Hernández, presidente da Associação dos Docentes da Unifesp (Adunifesp).

 

IMG_3422

 

Foto: assessoria de imprensa Unifesp

Inscrições abertas para o SBHCI 2015

Logo_H_320x120

Encontram-se abertas as inscrições para o Congresso Brasileira da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista – SBHCI 2015.

Informações detalhadas sobre o evento, como programa, inscrições, temas livres, entre outras podem ser obtidas no site criado especialmente para o congresso www.sbhci2015.org.br.

AMRIGS ajuda a declarar o seu Imposto de Renda

A Assessoria Contábil da AMRIGS auxilia seus sócios a declarar o Imposto de Renda 2015. O prazo de apresentação de documentos vai de 1º de março a 30 de abril. Se houver Livro Caixa, a AMRIGS orienta a entrega da documentação até o dia 20 de abril. O serviço é realizado pelo escritório de contabilidade conveniado, no valor especial de R$ 130,00, incluindo Livro Caixa. Segundo a contadora da AMRIGS, Jaqueline Rycheski, há alguns cuidados que o contribuinte deve ter ao fazer a declaração: certificar-se de que está em posse de todos os comprovantes de rendimentos de 2014, observar os critérios de obrigatoriedade de entrega da declaração do IR, os prazos determinados pela receita federal e ter muita atenção com as despesas médicas. Só poderá haver atualização dos valores de imóveis se o contribuinte realizou alguma reforma que agregou valor a este imóvel, além de possuir todos os comprovantes dos valores gastos.

Mais informações na Central de Serviço ao Associado pelo telefone (51) 3014-2023 ou e-mail csa@amrigs.org.br

Governo Federal programa “Menos Saúde” no Ceará

Atualmente, o Ceará está em quinto lugar em relação ao número de participantes do programa Mais Médicos, com 1.008 profissionais em atuação, perdendo apenas para os estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Mas, a despeito do incremento na quantidade de médicos, a saúde cearense está longe de sair da crise. O problema, mais uma vez, não está concentrado nos recursos humanos, mas na precariedade da estrutura, condições de trabalho e falta dos insumos mínimos para o atendimento.

A ausência de repasses do Governo Federal para a manutenção da saúde foi a principal reclamação na reunião da Associação dos Municípios do Ceará junto ao novo secretário estadual da pasta, Carlile Lavor. Os prefeitos cearenses expuseram ainda riscos preocupantes quanto a continuidade do funcionamento dos hospitais pólos e regionais, cujas demandas ultrapassam os orçamentos locais.

Um exemplo da falta de controle na saúde da população são os 700 casos de sarampo registrados apenas no Ceará, do ano passado para cá. O estado recebeu técnicos da Organização Mundial de Saúde para intervir no alerta à disseminação de uma doença que, no resto do continente, está em processo de erradicação.

Nos plenários da Assembleia Legislativa e Câmara Municipal da capital, as denúncias não param. Relatos de falta de seringas, medicamentos, e até de recargas do vale-transporte para pacientes em tratamento. O maior problema exposto pelos parlamentares foi, novamente, o atraso nos repasses federais para a área. “Este ano ainda não chegou um real ao Município”, apontou o vereador de Fortaleza, Adail Jr (PROS).

Na outra esfera, os deputados denunciam que as unidades estaduais também estão sem recursos há meses. O deputado Carlos Felipe (PCdoB) reforçou a preocupação relacionada ao subfinanciamento da área. “Há a necessidade de aumento, sobretudo pela União”, argumentou, referindo-se a participação federal cada vez menor.

Apesar de toda a crise exposta nas mídias e discutida nas casas legislativas, na nova etapa do programa Mais Médicos, cujas inscrições se encerraram no último dia 29, o Governo Federal liberou a solicitação de 528 novos médicos apenas para o Ceará.

Com informações do Diário do Nordeste e Ministério da Saúde.

Primeiro curso da SBPC/ML aborda febre chikungunya e ebola

Acontece no dia 18 de março, às 13h (horário de Brasília), o primeiro curso de Ensino a Distância da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML), que objetiva orientar e alinhar com os profissionais de laboratórios e estudantes da saúde a melhor forma de diagnosticar os vírus ebola e chikungunya.

O vírus chikungunya, por exemplo, é relativamente novo no Brasil e teve o seu primeiro caso confirmado no município de Oiapoque, no Amapá, em outubro do ano passado. A febre acabou se espalhando pelo Nordeste e causou epidemia na Bahia. Recentemente, o estado do Amazonas também registrou a incidência da febre, com a suspeita de mais 12 novos casos.

A transmissão acontece pelo mosquito Aedes aegypti, o que torna o diagnóstico muito parecido com o da dengue por suas características clínicas semelhantes. Portanto, o manejo clínico é fundamental para a confirmação da contaminação pelo vírus. O Ebola é considerado um viral emergente mais grave e o seu contágio acontece por meio de pacientes infectados. O diagnóstico também é pouco característico e o procedimento para o exame laboratorial deve ser muito cauteloso.

A aula sobre o tema será ministrada pelo Dr. Celso Granato, médico formado pela Faculdade de Medicina da USP, especializado em Virologia Clínica, titulado em Patologia Clínica pela SBPC/ML e Professor Livre Docente da Disciplina de infectologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O primeiro curso de Ensino a Distância é voltado para médicos patologistas clínicos, farmecêuticos-bioquímicos, biólogos, biomédicos, técnicos e estudantes. Para os associados da SBPC/ML, o valor é gratuito.

Para mais informações e acesso à transmissão, acesse o site http://ead.sbpc.org.br, que também apresenta a programação de cursos para 2015.

Serviço: Exames laboratoriais nas doenças virais emergentes: ebola e febre chikungunya

Data: 18/03

Horário: 13h (horário de Brasília)

Investimento: R$ 30 para não associados

Para associados é gratuito

Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação tem nova diretoria

A ABMFR – Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação – conta com nova diretoria a partir deste mês. Dra. Regina Helena Morganti Fornari Chueire assume a presidência para o biênio 2015/2016 com Dr. Marcelo Riberto, como vice-presidente. Dra. Regina sucede Dr. Carlos Alberto Issa Musse, que ocupa agora o cargo de secretário geral.

A nova presidente é médica fisiatra do Hospital de Base de São José do Rio Preto, professora da Faculdade de Medicina de Rio Preto – Famerp e diretora da Unidade São José do Rio Preto do Instituto de Reabilitação Lucy Montoro.

nova diretoria AMBFR foto em altaA nova diretoria da ABMFR junto à Secretária do Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dra. Linamara Rizzo Battistella

Com 60 anos e mais de 800 associados, a ABMFR possui vice-presidentes de todas as regiões Norte, Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Sul do país, além de presidentes de Regionais de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

As prioridades da nova gestão são valorizar o fisiatra enquanto profissional, sobretudo perante a sociedade, através de várias frentes, entre elas, com ações de marketing e comunicação para que, com a colaboração da mídia, a população compreenda melhor a importância da fisiatria para a qualidade de vida e bem-estar de todos.
“O papel do fisiatra torna-se cada vez mais relevante, sobretudo no Brasil onde a população está envelhecendo. O fisiatria tem também atuação preponderante no tratamento e recuperação de pessoas sequeladas em acidentes automobilísticos e de trabalho e, infelizmente, o país assiste o aumento do número destes acidentes”, afirma Dra. Regina Chueire.