César Eduardo Fernandes
2021 – 2023 / 2024 – 2026Responsável pela atual gestão, assumiu a presidência com a experiência de ter atuado na direção da Sogesp e da Febrasgo. Em sua atuação na “Nova AMB”, como foi chamada, criou e implementou projetos relevantes, tais como: Núcleo de Apoio Parlamentar (NAP), Comitê Extraordinário de Monitoramento da COVID (CEM Covid ), Programa de Educação para o Médico Generalista do Brasil (PROGEB), Núcleo de Proteção ao Ato Médico ( NUPAM ), Comissão Nacional em Defesa dos Direitos no Trabalho da Mulher Médica (CONADEM), Defesa Profissional e Comissão Nacional do Médico Jovem (CNMJ), entre outros. Também foi responsável pela criação do Congresso Brasileiro de Medicina Geral da AMB (CBMG), que está na 4ª edição. Além de diversas ações na defesa da qualidade da Medicina e da segurança no atendimento à população.
Lincoln Lopes Ferreira
2018 – 2020Exerceu a Presidência de 2018 a 2020.
Florentino de Araújo Cardoso Filho
2012 – 2014 / 2015 – 2017Exerceu a Presidência de 2012 a 2014 e de 2015 a 2017.
José Luiz Gomes do Amaral
2006 – 2008 / 2009 – 2011Durante seu mandato, o Brasil teve destacada atuação internacional: sediou a revisão da Declaração de Helsinque (2008), o uso de placebo em pesquisas médicas associadas ao tratamento (2010), o Seminário Internacional de Resiliência Médica (2010) e a Conferência Doutores do Ambiente (2009). Em 2012, foi eleito por aclamação para presidir a Associação Médica Mundial (WMA). Ainda no âmbito internacional, em 2010, Amaral presidiu também a Comunidade Médica de Língua Portuguesa (CMLP), além de ter representado o país na Confederação Médica Latino-Americana e do Caribe (Confemel) e no Fórum Ibero-americano de Entidades Médicas. Em sua gestão, foi criado do JAMB Cultura, além de implementadas diversas ações sociais, como o projeto SOS Haiti e AMB Solidariedade.
Eleuses Vieira de Paiva
2000 – 2002 / 2003 – 2005Durante suas duas gestões consecutivas, concretizou-se a parceria entre a AMB e o Conselho Federal de Medicina em importantes atuações, como a elaboração e a implantação da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM), a regulamentação do Ato Médico, o Projeto Diretrizes e o Certificado de Atualização Profissional para especialistas, entre outras.
Mario da Costa Cardoso Filho
1992 – 1994Foi um dos presidentes eleitos com maior número de votos: conseguiu na média mais de 85% dos votos válidos em todo o País. Deu sequência ao trabalho do presidente Nassif, priorizando a valorização do Coeficiente de Honorários (CH) , implantação da Tabela de Honorários Médico (THM) e ensino médico.
Antonio Celso Nunes Nassif
1987 – 1991 / 1995 – 1999A principal preocupação de sua primeira gestão foi a valorização profissional do médico. Na seguinte, foram publicadas as edições de 1988 e de 1990 da Tabela de Honorários Médicos (THM). Ensino médico foi outra frente de luta de Nassif, que culminou com a publicação do documento “Propostas da AMB para Cursos de Graduação em Medicina”, resultado de um Fórum Nacional realizado em Aracaju, em 1989.
Nelson Proença
1983 – 1987Foi responsável pela reformulação do Jornal da Associação Médica Brasileira (JAMB), que depois de 25 anos como tablóide passou a ser editado e impresso em modelo standard, no estilo revista. Também ampliou e reformou a sede da entidade.
Mário Barreto Corrêa Lima
1981 – 1983Conseguiu aprovar por unanimidade a atualização dos estatutos da época. Também, durante sua gestão, foi criado o Conselho Científico da AMB, no qual estão representadas todas as Sociedades de Especialidades Médicas filiadas.
Pedro Kassab
1969 – 1981Foi o presidente da AMB com maior número de mandatos: dirigiu a entidade por seis vezes, de 1969 a 1981. Durante sua segunda gestão, em maio de 1973, é que foi adquirida a atual sede da AMB, na Rua São Carlos do Pinhal, 324, Bela Vista, em São Paulo.
Fernando Megre Velloso
1965 – 1969Assumiu a presidência no dia 30 de outubro de 1965, durante a realização do IV Congresso da AMB, em Porto Alegre. Em abril de 1967, editou a primeira versão da Tabela de Honorários Médicos da AMB (THM), que inicialmente não foi aceita pelo Departamento Nacional de Previdência Social.
José Luis Tavares Flores Soares
1963 – 1965Foi na sua gestão que a Associação Médica Brasileira deu início às reformas estatutárias, em setembro de 1964, quando já contava com um quadro associativo de 20 mil médicos. Também em sua gestão, a Associação Médica da Guanabara foi desfiliada do quadro de Federadas da AMB.
Sebastião de Almeida Prado Sampaio
1961 – 1963Em sua gestão, suas principais lutas foram equacionar os problemas da assistência médica previdenciária, melhorar a qualidade do ensino médico e equilibrar a distribuição de médicos pelo País.
Antonio Moniz de Aragão
1959 – 1961Foco na assistência médico-hospitalar e relação com o governo.
Iseu de Almeida e Silva
1957 – 1959Eleito por chapa única, sua gestão foi marcada pela luta em prol dos interesses da classe e constantes apelos ao Governo Federal pelo aumento do valor da então chamada Unidade de Serviço.
Hilton Rocha
1955 – 1957Foi empossado no dia 5 de novembro de 1955, durante a Assembleia de Delegados realizada em Recife, Pernambuco.
Alípio Corrêa Neto
1951 – 1955Dirigiu a AMB inicialmente como presidente provisório, depois como presidente efetivo. Com pulso firme, mas conciliador, estruturou a entidade, que ganhou prestígio, reuniu a classe e se fortaleceu.