CONSELHO DELIBERATIVO DA AMB SE REÚNE EM FORTALEZA (CE)

 

A Diretoria Plena da Associação Médica Brasileira se reuniu, nesta quinta-feira (13/06) em Fortaleza (CE), para definir e acertar os últimos detalhes da Reunião do Conselho Deliberativo da AMB, que vai acontecer nesta sexta-feira (14/06), das 8h às 18h.

O Conselho Deliberativo é composto pelo presidente e pelo secretário-geral da AMB, presidentes das Federadas, por representantes das 54 Sociedades de Especialidade que formam o Conselho Científico, além de um representante indicado pelo Conselho Federal de Medicina.

Na reunião desta sexta-feira serão apresentados e debatidos importantes temas, como: Irregularidades na Revalidação de Diplomas de Medicina; Vistoria dos Programas de Residência Médica; Frente Parlamentar da Medicina; Agenda Parlamentar de Medicina, entre outros.

“São todos assuntos de profunda importância para a AMB, para os médicos, para a Medicina, e principalmente para a Saúde da população brasileira. O tema Revalida, por exemplo, mostra que o Brasil vive uma situação muito crítica, com inúmeras irregularidades, permitindo que profissionais malformados se habilitem a atuar como médicos no Brasil.”, explica o vice-presidente da AMB, Diogo Leite Sampaio, que será responsável, no encontro, pela pauta Irregularidades na Revalidação de Diplomas de Medicina.

Foram convidados também Rosana Leite de Melo – Diretoria de Desenvolvimento da Educação em Saúde/MEC, para apresentar Vistoria dos Programas de Residência Médica; Dr. Hiran Gonçalves – Deputado Federal, para falar da Frente Parlamentar de Medicina, a qual é o presidente; e Dr. Alceu Pimentel – Coordenador da Comissão de Assuntos Políticos, para falar da Agenda Parlamentar de Medicina.

Foto: RGA/Timbro

PROGRAMAÇÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO DA AMB

1. Palavra dos Patrocinadores
08:30 – 08:45

2. Abertura / Palavra das Sociedades de Especialidade e Federadas da AMB
08:45 – 10:15 Palavra das Federadas e Sociedades
10:15 – 10:45 Palavra do Presidente

3. Irregularidades na Revalidação de Diplomas de Medicina
Diogo Leite Sampaio – Vice-Presidente AMB
10:45 – 11:15 Apresentação
11:15 – 11:45 Debate

4. Vistoria dos Programas de Residência Médica
Rosana Leite de Melo – Diretoria de Desenvolvimento da Educação em Saúde/MEC
11:45 – 12:15 Apresentação
12:15 – 12:45 Debate

Almoço
12:45 – 14:15

5. Frente Parlamentar da Medicina
Dr. Hiran Gonçalves – Deputado Federal e Presidente da Frente Parlamentar de Medicina
14:30 – 15:00 Apresentação FPMed
15:00 – 15:30 Debate

6. Agenda Parlamentar de Medicina
Dr. Alceu Pimentel – Coordenador da Comissão de Assuntos Políticos
15:30 – 16:00 Apresentação CAP
16:00 – 16:30 Debate

7. Considerações Finais e Encerramento

 

AMB PARTICIPA DE EVENTO NA FIESP

A Associação Médica Brasileira (AMB) participou do encontro na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na capital paulista, nesta terça-feira (11/06), que homenageou com Ordem do Mérito Industrial São Paulo, o presidente da República Jair Bolsonaro.

O Secretário-Geral da AMB, Antônio Jorge Salomão, participou da cerimônia representando o presidente Lincoln Ferreira. O evento reuniu também diretores da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), presidentes de sindicatos e empresários de diversos setores, entre eles, tecnologia, comércio e serviços.

Foto : Everton Amaro/Fiesp

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AMB E ENTIDADES MÉDICAS DEBATEM A TABELA SUS NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

A Associação Médica Brasileira (AMB), Federação Nacional dos Médicos (FENAM), Confederação Nacional de Saúde (CNS), e Sociedades de Especialidade filiadas à AMB, participaram, nesta terça-feira (11), da reunião técnica do Grupo de Trabalho da Tabela SUS, que tem por objetivo o  aperfeiçoamento e modernização da Tabela SUS, que está desatualizada há mais de 10 anos.

O coordenador do grupo, deputado Dr. Luiz Antônio Teixeira Jr. (PP-RJ), explicou que, além de atualizar os valores, o Grupo de Trabalho também buscará reduzir o rol de procedimentos com o objetivo de diminuir o número de códigos que devem ser colocados no sistema para procedimentos realizados em conjunto.

José Luiz Dantas Mestrinho, Vice-Presidente da Região Centro-Oeste da AMB, que representou o presidente Lincoln Ferreira na reunião, falou da possibilidade da utilização da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) como referência para atualização da Tabela SUS.

“A Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) é elaborada de acordo com as necessidades de atendimento a pacientes em cada especialidade médica, com os procedimentos médicos reconhecidos cientificamente. A CBHPM é dinâmica pois é atualizada, revisada, e aprovada, constantemente, pela Câmara Técnica Permanente da CBHPM” explicou o vice-presidente da Região Centro-Oeste da AMB.

Além da AMB, participam da Câmara Técnica Permanente da CBHPM, o Conselho Federal de Medicina (CFM), Federação Nacional dos Médicos (Fenam), os representantes das Operadoras, da ANS, da CONITEC, e Defesa do Consumidor por meio da IDEC.

Representantes das demais entidades médicas presentes aceitaram a sugestão a proposta do uso da CBHPM como referência para a tabela SUS. A deputada Silvia Cristina (PDT-RO), relatora do Grupo de Trabalho, explicou que o grupo já está trabalhando há dois meses na atualização da Tabela SUS e espera entregar ainda este ano o relatório.

Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

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CÂMARA TÉCNICA DE IMPLANTES DISCUTE JUDICIALIZAÇÃO RELACIONADA À OPME

 

A judicialização na saúde, especialmente os casos relacionados à Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME), é um assunto que merece cada vez mais atenção da comunidade médica. O tema foi pautado na reunião da Câmara Técnica de Implantes da Associação Médica Brasileira (AMB) desta segunda-feira (10), presidida por Carlos Alfredo Lobo Jasmin. A reunião também abordou questões sobre a nova tabela TUSS, que padroniza códigos e nomenclaturas dos procedimentos médicos.

O encontro abriu as portas da entidade para receber representantes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e das sociedades de especialidades. Foram apontados os principais problemas que levam a judicialização, como a comunicação inadequada com o paciente, a falta de embasamento para as negativas na liberação de procedimentos por parte das operadoras, hiperfaturamento, contratos mal elaborados e informações incompletas, sem justificativa técnica do médico.

Carlos Jasmin reforçou que os fatores responsáveis pela judicialização já são de amplo conhecimento e que é preciso avançar na busca por soluções. A chave, segundo ele, está na informação. “As operadoras precisam denunciar os médicos que apresentam má conduta. Só assim será possível coibir essas práticas e sair e do campo do apontamento de problemas”, reforça.

Emílio César Zilli, ex-diretor de Defesa Profissional da AMB, que compôs a mesa da reunião da CT Implantes, chama atenção para a necessidade de definir critérios e bases para a judicialização. “Os motivos são variados, mas a preocupação é sobre como será feito o julgamento, quais informações técnicas vão embasar, até que ponto são pautadas em evidências científicas e se não vai ter viés da operadora, do médico ou do paciente”, destaca.

O tema continua sendo discutido na reunião da Diretoria de Defesa Profissional da AMB, marcada para esta segunda (10), à tarde. A ideia é que a, partir das discussões levantadas hoje, operadoras, sociedades de especialidades e demais organizações envolvidas desenvolvam sugestões para criar parâmetros que pautem a judicialização e que o tema seja novamente abordado em uma reunião conjunta com a Diretoria de Defesa Profissional em julho.

Na foto: Emílio César Zilli, ex-diretor de Defesa Profissional da AMB; Miyuki Goto, consultora técnica da AMB; e Carlos Jasmin.

Foto: Gabriela Costa/Timbro

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CATEC ENCERRA REUNIÕES E AMB ESTÁ CONFIANTE NO RESULTADO

A última reunião da Câmara Técnica de Contratualização e Relacionamento com Prestadores (CATEC) foi realizada na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e a expectativa da Associação Médica Brasileira (AMB) é que as sugestões da classe médica sejam atendidas.

A AMB foi representada na reunião pelo diretor de Defesa Profissional, Carlos Alfredo Lobo Jasmin. Durante os encontros, que tiveram o objetivo de melhorar a relação entre operadoras e prestadores de serviço, a entidade apresentou propostas relacionadas a três questões:

• Contratos simétricos, que resguardem o equilíbrio entre as partes na proposição dos acordos;

• Criação de parâmetros para avaliar casos de glosa;

• Mecanismos que resguardem os prestadores para que não haja descredenciamento em caso de denúncia de ações inadequadas das operadoras.

“O diálogo entre os integrantes da CATEC foi extremamente positivo e estamos confiantes de que as demandas da classe médica foram assimiladas. Uma das conquistas foi a criação de um canal para que os prestadores realizem denúncias anônimas em caso de má conduta das operadoras, que será divulgado em breve”, analisa Jasmin.

Sobre as glosas, uma das sugestões da AMB é que todo procedimento autorizado deve ser pago pelas operadoras, mesmo que caibam contestações posteriores. A entidade também propôs que a CATEC seja permanente, ideia que foi bem aceita pelos integrantes da Câmara.

O resultado final da Câmara Técnica de Contratualização e Relacionamento com Prestadores será divulgado pela ANS em até 60 dias.

ASSOCIAÇÃO MÉDICA DA PARAÍBA FAZ HOMENAGENS EM FESTA DE 95 ANOS

Para comemorar os 95 anos da Associação Médica da Paraíba (AMPB), federada da AMB, foi realizada uma grande festa na última sexta-feira (31/5), em João Pessoa (PB). Durante o evento, que contou com a presença do presidente da AMB, Lincoln Ferreira, foram homenageados ex-presidentes da AMPB, médicos e personalidades locais que contribuíram para a Medicina da Paraíba.

Estrela Maroja, a primeira médica Dermatologista da Paraíba, representada na festa pela filha, Flávia Maroja, que também é Dermatologista, e o médico Urologista, Jacinto Medeiros, CRM número 10 (ele ainda exerce a atividade médica), foram lembrados pelo seu pioneirismo. O presidente do Sistema Correio de Comunicação, Roberto Cavalcanti, que apoia à medicina da Paraíba em seus veículos de comunicação, recebeu a homenagem do presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Lincoln Lopes Ferreira, e da presidente da Associação Médica da Paraíba (AMPB), Débora Cavalcanti.

Um dos momentos marcantes da festa foi também o reconhecimento pelos serviços prestados à AMPB (fundada em 03/05/1924) dos ex presidentes em atividade: Antônio de Pádua de Souza Neves, Fábio Antônio da Rocha de Souza, Gilson Guedes, João Modesto Filho, Mário Uchoa, Orniudo Fernandes, Otávio Sérgio Lopes, Paulo Sérgio Régis Toscano, Péricles Serafim, Silvino Chaves, e Wilberto Trigueiro.

Para Débora Eugênia Braga Nóbrega Cavalcanti, primeira mulher presidente da AMPB, e primeira mulher paraibana na diretoria da AMB, “é muito importante manter viva a história da AMPB. Principalmente passar aos jovens médicos o sentimento de união, da força do associativismo, e o amor à Medicina. Ao mesmo tempo trabalhar para no futuro manter a nossa AMPB cada vez mais forte e atuante, cuja missão é defender a dignidade profissional do médico e a assistência de qualidade à saúde da população paraibana e brasileira”, declarou Débora Cavalcanti.

O presidente da AMB, Lincoln Ferreira, parabenizou a diretoria da AMPB pela festa e homenagens, “os nossos cumprimentos a todos os médicos da Paraíba pelos 95 anos da AMPB, federada à AMB. Parabenizo todos os ex-presidentes e demais homenageados nesta noite pelos serviços prestados à Medicina. Quero também dizer à Dra. Débora, Diretora de Assuntos Parlamentares e presidente da Comissão de Assuntos Políticos (CAP) da AMB, que sempre pode contar com nosso total apoio na AMB. Cumprimento-a e a sua equipe pelo trabalho sério e competente que vocês vêm realizando na Associação Médica da Paraíba e, também, na AMB.”, declarou Lincoln Ferreira.

COMISSÃO DA AMB DISCUTE PAUTA DO MÉDICO JOVEM

Residência médica, saúde mental dos médicos, carreira médica de estado, violência contra os médicos, denúncias de estudantes sobre escolas médicas, atrasos nas bolsas de residência, valorização dos preceptores, especialização médica, exame Revalida, e informática na Medicina, todos esses assuntos foram abordados na reunião desta terça-feira (28/05) da Comissão do Médico Jovem, da Associação Médica Brasileira (AMB).

Para o vice-presidente da AMB, Diogo Leite Sampaio, que também é presidente da comissão, “esses temas são de extrema importância para a Medicina, para os médicos e para a Saúde. Precisam ser acompanhados de perto pelos jovens médicos, que desde cedo devem participar cada vez mais do associativismo médico, pois só assim as principais pautas da Medicina e dos médicos poderão encontrar soluções na forma de projetos nos Congresso Nacional, ou sendo levadas como demandas e propostas de soluções ao MEC e ao Ministério da Saúde”, explica o vice-presidente da AMB.

O presidente da Associação Médica Cearense, Carmelo Silveira Carneiro Leão Filho, entende que a Comissão do Jovem Médico precisa “atrair o jovem médico para a Associação Médica Brasileira, valorizando o médico brasileiro, principalmente nesta fase em que ele está iniciando no mercado de trabalho, para entender suas dificuldades e proporcionar a ele benefícios”.

Para Maikon Madeira, diretor de Comunicação da Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR), a reunião foi extremamente positiva. “A ANMR veio aqui definir seus propósitos. Ganhamos um grande apoio da AMB para seguir defendendo nossas lutas”, comemorou.

Milena Palma, presidente da AEMED-BR, também acredita que a comissão é um importante espaço para os médicos jovens e estudantes levarem suas demandas. “Podemos trazer nossas demandas e garantir que os estudantes de medicina do Brasil tenham voz e possam ser ouvidos”, declarou.

Participaram da reunião os membros da comissão: Diogo Sampaio (AMB), Juracy Barbosa (AMB), Carmelo Silveira Carneiro Leão Filho (Associação Médica Cearense), Milena Palma (AEMED-BR) e Maikon Madeira (ANMR).

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COMISSÃO DE COMBATE À DEPENDÊNCIA QUÍMICA VAI DESENVOLVER DIRETRIZES PARA A ÁREA

O Brasil possui cerca de 3,5 milhões de usuários de drogas, segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz. Atenta às questões que impactam a saúde brasileira, a Comissão de Combate à Dependência Química da AMB se reuniu, nesta terça-feira (28), para organizar o desenvolvimento de diretrizes para pautar a atuação médica em relação à dependência química.

Participam da reunião Carmita Abdo, presidente da comissão e diretora da AMB; Arthur Guerra de Andrade, professor titular de Psiquiatria da Faculdade de Medicina do ABC e professor associado da USP; e Marcelo Ribeiro, professor afiliado do departamento de Psiquiatria da UNIFESP e professor do Curso de Medicina da Universidade Nove de Julho – UNINOVE.

A comissão vai trabalhar no levantamento das diretrizes já existentes sobre a dependência química para avaliar a necessidade de atualização e na criação de novos padrões, por meio de subcomissões, como explica Carmita Abdo.

“É preciso criar critérios para indicar questões como a abordagem do tratamento ambulatorial, quando internar, os profissionais envolvidos e o relacionamento com a família. Definimos pela criação de subcomissões de trabalho, compostas por profissionais das mais variadas correntes de pensamento sobre o tema. O objetivo é que a universalidade nos leve a um consenso que beneficie aos pacientes”, reforça a presidente da Comissão.

DIRECIONAMENTOS

Os focos de atuação do grupo também foram definidos na reunião. A ideia é aprofundar o debate sobre o consumo de álcool e sobre o padrão de consumo de drogas no Brasil.

“Também vamos nos debruçar sobre a nova política federal sobre drogas, apresentada recentemente e que tem como base a internação involuntária, a abstinência e as comunidades terapêuticas para combater a dependência química”, explica Arthur Guerra de Andrade, membro da comissão e professor titular de Psiquiatria da Faculdade de Medicina do ABC.

DEBATE MULTIDISCIPLINAR

Diante dos desafios no enfrentamento às drogas no Brasil, Marcelo Ribeiro, membro da comissão, professor afiliado do departamento de Psiquiatria da UNIFESP e professor do Curso de Medicina da Universidade Nove de Julho – UNINOVE, explica a importância de criar padrões para nortear a abordagem dos médicos.

“A dependência química é um campo vasto, no qual profissionais com diferentes condutas e ideias se posicionam e convivem. As diretrizes oferecem um caminho geral que facilita a comunicação e possibilita o uso dos recursos da melhor forma possível”, detalha Marcelo Ribeiro.

A próxima reunião da  Comissão de Combate à Dependência Química da AMB será realizada em 11 de junho, quando serão indicados os nomes que vão compor as subcomissões de trabalho.

Imagens: Gabriela Costa/Timbro

COMBATE À DEPENDÊNCIA QUÍMICA

Atenta às questões que impactam a saúde brasileira, a de Comissão de Combate à Dependência Química da AMB está reunida para organizar o desenvolvimento de diretrizes para pautar a atuação médica em relação à dependência química.

Participam da reunião Carmita Abdo, presidente da comissão e diretora da AMB; Arthur Guerra de Andrade, professor titular de Psiquiatria da Faculdade de Medicina do ABC e professor associado da USP; e Marcelo Ribeiro, professor afiliado do departamento de Psiquiatria da UNIFESP e professor do Curso de Medicina da Universidade Nove de Julho – UNINOVE.

Foto: Gabriela Costa/Timbro

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COMISSÃO DA AMB DISCUTE REVALIDA

 

A Comissão de Ensino Médico e Pós-Graduação, da Associação Médica Brasileira (AMB), discutiu na reunião desta terça-feira (28/05) futuras propostas para o Exame Revalida.

“A Revalidação de diplomas no Brasil vive uma situação muito crítica. Da forma como vem acontecendo permite que profissionais malformados se habilitem a atuar como médicos no Brasil. O Exame Revalida não é de forma alguma punição ao médico que se formou no exterior. Entendemos que todos os médicos devem ser avaliados independente de onde tenham se formado para que a população possa ter a tranquilidade e a segurança de estar sendo atendida por um profissional que não vai colocar sua saúde em risco.”, acredita o vice-presidente da AMB, Diogo Sampaio, que também preside a Comissão.

Na pauta da comissão, foram tratados também os Certificados de Habilitação concedidos pela AMB, e a Informática na Medicina. Participaram da reunião além de Diogo Sampaio, Maria José Martins Maldonado, Diretora Acadêmica da AMB, José Roberto Baratella, Presidente da Federação das Academias de Medicina,  Antonio Carlos Palandri Chagas, Diretor Científico da AMB, e Carlos Serrano, editor da Revista Científica da AMB.

Fotos: RGA/Timbro

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