Prêmio Jovem Gastro tem inscrições até hoje (9/11)

jovem gastro

 

O Prêmio Jovem Gastro, idealizado pela Federação Brasileira de Gastroenterologia, é um estímulo à inserção na pesquisa clínica de todos aqueles que se iniciam na especialidade.

O objetivo da instituição, durante a SBAD – Semana Brasileira do Aparelho Digestivo, é incentivar a clínica gastroenterológica através do preparo e encaminhamento de casos clínicos de acordo com as normas estipuladas pela Comissão Científica.

Confira o regulamento para participar.

ABMFR promove Encontro Nacional de Médicos Fisiatras no dia 7 de novembro, em São Paulo

Paralelo ao Encontro Internacional de Reabilitação, a Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação promove também, no no dia 7 de novembro, o Encontro Nacional de Médicos Fisiatras, no Hotel Mercure, em São Paulo.

As inscrições são feitas por meio do site do evento.

Entre os palestrantes está o Prof. Dr. Leonardo Metsavaht, cientista chefe do Instituto Brasil de Tecnologias da Saúde (CSO / IBTS), ex-diretor do Departamento de Terapias Minimamente Invasivas da ABMFR e ganhador do PPCR Award 2010, dado pelo Departament of Continuing Education, da Harvard Medical School. Dr. Metsavaht vai falar sobre o uso da análise biomecânica quantitativa 3D no tratamento da dor na Síndrome Patelofemural.

O Diretor Científico da ABMFR, Eduardo de Melo Carvalho Rocha, abre os debates, às 8 horas, enfocando conceitos atuais da abordagem fisiátrica da osteoporose com o médico fisiatra e neurofisiologista Antonio Martins Tieppo e o médico homeopata Cyro Scala de Almeida.

O Encontro terá também como palestrantes o neurologista Fábio de Nazaré Oliveira, o neurocirurgião Carlos Rocha e a urologista Ana Paula Bogdan, os três médicos da Fundação Faculdade Regional de Medicina (Funfarme), de São José do Rio Preto (SP).

 

Programação do Encontro Nacional de Médicos Fisiatras

Sociedades que representam os cardiologistas protestam contra a violência que, em 5 meses, roubou a vida de dois de seus pares

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   O covarde assassinato do cardiologista Jorge de Paula Guimarães, na avenida Brasil, no Rio de Janeiro, levou a Sociedade Brasileira de Cardiologia e a Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro a protestarem às autoridades. As entidades lembraram que a Segurança está contemplada na Declaração Universal dos Direitos Humanos, definida pela ONU e da qual o Brasil é signatário, e que o Estado está faltando com seu dever de garantir a segurança dos seus cidadãos.

         Falando em nome de 14.000 cardiologistas brasileiros, o diretor administrativo da SBC, Emilio Cesar Zilli, lembrou que o artigo 3º da Carta da ONU declara que ‘todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal’. O Brasil não está garantindo esses direitos.

         “O Rio de Janeiro não garante o direito à segurança, à medida que a tragédia que enluta os cardiologistas se repete com cinco meses de intervalo”, afirma o médico. Ele se refere ao assassinato do também cardiologista Jaime Gold, morto em maio, na Lagoa, quando foi esfaqueado por bandidos que queriam roubar sua bicicleta, tragédia à qual se soma agora um segundo assassinato de profissional da mesma área.

         O médico agora assassinado, Jorge de Paula Guimarães, pretendia deixar o Rio de Janeiro, pois ainda recentemente teve seu carro roubado em Niterói, o que o levou a buscar emprego fora do Estado. Mas foi alcançado por outros criminosos, antes que conseguisse se mudar com a mulher e os filhos, um dos quais também é médico.

         Para as entidades que representam os médicos, que se dedicam a salvar vidas humanas, as autoridades policiais tem missão similar, de evitar mortes, por isso o Estado falha quando permite que o preço pago por um médico por fazer ciclismo numa área especialmente destinada a essa prática, seja a própria vida.

O Estado falhou lamentavelmente mais uma vez, quando o preço pago por outro cardiologista por aceitar um plantão matinal – para salvar vidas – no Hospital Rocha Faria, foi igualmente a perda da própria vida.

         Para a SBC e a Socerj, a perda dos dois cardiologistas é mais significativa ainda, quando se sabe que escolheram a especialidade por saberem que as doenças cardiovasculares lideram o número de mortes no Brasil, causando 350 mil óbitos por ano.

O prejuízo das duas mortes afeta toda a sociedade brasileira, pois o Brasil investe pesadamente durante pelo menos nove anos para formar um cardiologista, seis anos de Faculdade e mais três de especialização. Pela incapacidade do Estado de prover a segurança, esse profissional com capacitação tão alta como a dos especialistas do primeiro mundo, é morto para que seja roubado o seu automóvel ou uma simples bicicleta.

         Emílio Zilli reitera a difícil e demorada formação do profissional da Cardiologia, lembrando que Jorge de Paula Guimarães cursou a Universidade Gama Filho por seis anos, especializou-se em Cardiologia pela Universidade Federal Fluminense e prestou serviços tão relevantes à sociedade. Ele recebeu o título de ‘Benemérito do Estado do Rio de Janeiro’. O diretor administrativo da SBC, em nome de todos os cardiologistas brasileiros, compartilha o pesar da família enlutada basicamente porque o Estado não garante a segurança de seus cidadãos.

Nota Oficial da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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A reportagem “Certificado Digital facilita os Laudos Laboratoriais”, publicada no site da empresa Certisign, em 08/10/2015, cita a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial – SBPC/ML com a intenção de “avalizar” a certificação digital na forma que ela é estabelecida pela RDC ANVISA 30/2015, e pretende utilizar este “aval” em benefício da própria empresa Certisign.

A referida reportagem utiliza declarações de membros e ex-membros da diretoria da SBPC/ML que foram retiradas do contexto e, ainda por cima, estão desatualizadas, pois estas foram publicadas em setembro de 2012, quando o cenário existente no país sobre este assunto era completamente diferente. Ademais, essas declarações referiam-se a um serviço prestado, naquela ocasião, por outra empresa, então parceira da SBPC/ML, que não era a Certisign.

Em nenhum momento a SBPC/ML foi procurada pela Certisign ou por qualquer pessoa e/ou jornalista que tenha se apresentado em seu nome para opinar sobre RDC 30/2015. A SBPC/ML repudia esse tipo de manipulação de informações, e destaca que elas atentam contra a ética jornalística.

A SBPC/ML reconhece a importância da necessidade de autenticação dos laudos laboratoriais por modelos de certificação digital e ressalta que os principais Sistemas de Informação Laboratorial (LIS) disponíveis são ferramentas seguras para esta prática.

Em relação às questões apontadas na RDC ANVISA 30/2015, a SBPC/ML posiciona-se com preocupação, uma vez que é uníssono o entendimento acerca da impossibilidade de atendimento das novas regras exigidas no curto prazo estipulado. Esta posição da SBPC/ML tem sido amplamente divulgada em seus veículos de comunicação e em outros veículos de imprensa, bem como apresentada em público e em reuniões realizadas com representantes de outras instituições do setor de diagnóstico laboratorial e da própria ANVISA.

I CONGRESSO REGIONAL DO CENTRO-OESTE DA ABMLPM-DF

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1° Congresso Regional do Centro Oeste da ABMLPM-DF é um evento científico idealizado pela Associação Brasileira de Medicina Legal e Perícias Médicas Regional DF- ABMLPM-DF com o apoio da Associação Brasileira de Medicina Legal e Perícias Médicas Nacional – ABMLPM, a ser realizado no período de 26 a 28 de novembro de 2015, na Associação Médica de Brasília, localizada no SCES trecho 3 Cj 6 – Brasília/DF.

A realização deste congresso justifica-se a partir do novo paradigma e desafio para a Medicina Pericial dos dias atuais: a sua consolidação como uma especialidade médica.
Dentro desta perspectiva, inova-se uma proposta de integralidade do foco da atividade médico pericial, com o fortalecimento dos protocolos e da visão do perito como especialista. Este congresso gerará mais que uma carta de intenção: uma ação presente na agenda positiva do Distrito Federal e, sobretudo, nas discussões entre Médicos Peritos que estarão reunidos neste Congresso entender  os desafios futuros.

Medicação injetável para controle do colesterol será tema do Congresso de Cardiologia, em Curitiba

Evento que começa na próxima sexta, dia 18, reunirá os mais importantes cardiologistas do país e do mundo na capital paranaense

          O 70° Congresso Brasileiro de Cardiologia, que começa na próxima sexta, dia 18, em Curitiba, será a oportunidade para a discussão sobre uma nova terapia para tratamento do colesterol alto, queixa de muitos pacientes. Trata-se de uma injeção de anticorpos monoclonais, terapia hoje já usada por muitos pacientes com problemas inflamatórios e oncológicos, cuja liberação já foi pedida para a Anvisa. O medicamento baixa o nível de colesterol e estará indicado para aqueles pacientes onde só a terapia com os comprimidos (estatinas) não é suficiente.

O tema será discutido no próprio dia 18, num simpósio do Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia – SBC, organizadora do congresso. O evento é muito aguardado pelos 6.000 especialistas brasileiros que estarão presentes, além de vários dos mais destacados cardiologistas internacionais, especialmente convidados.

Para o presidente do Departamento de Aterosclerose da SBC, José Rocha Faria Neto, a novidade é muito auspiciosa, mas a medicação tem indicação específica, não deve ser usada por qualquer pessoa que precise baixar o colesterol e, inicialmente, deverá será cara.

O especialista explica que a indicação é para os pacientes que não suportam as estatinas, medicação tradicional, mas que pode ter como efeito colateral dores musculares intensas. Também é indicada para quem, mesmo tomando estatina, não logra baixar suficientemente o colesterol, precisando um segundo medicamento. A terceira indicação é para a hipercolesterolemia familiar, que ocorre em famílias nas quais, por problemas genéticos, várias pessoas tem colesterol elevado, fenômeno presente também nas crianças e que exige cuidados.

Há duas semanas na Europa

Ainda segundo Rocha Faria, os anticorpos monoclonais anti-PCSK9 são conhecidos há algum tempo, mas só recentemente as pesquisas demonstraram sua eficácia, o que levou Estados Unidos e Europa a liberarem o medicamento. Na Europa a comercialização foi iniciada há poucas semanas.

“No Brasil, dois laboratórios, Sanofi e Amgen entraram com pedidos junto à Anvisa para comercializarem o produto”, explica o cardiologista, e ele deve ser ministrado a cada duas semanas, por uma injeção subcutânea.

350 mil mortes anuais

         O interesse dos cardiologistas pela medicação de controle do colesterol é grande, porque o coração é a maior causa de morte no Brasil, respondendo por 350 mil óbitos anuais, muitos evitáveis, lembra o presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Angelo de Paola.

O motivo é que os fatores de risco para o coração são fartamente conhecidos, mas ainda insuficientemente combatidos. São eles a obesidade,  tabagismo, hipertensão arterial, sedentarismo e a taxa de colesterol elevada, que leva ao estreitamento e bloqueio das artérias coronárias, o que caracteriza o infarto.

O problema, diz Rocha Faria, é que ainda há poucos dias vários meios de comunicação deram abrigo a informações falsas, que dão a entender que não seria tão importante controlar o colesterol, o que não é verdade.

Grave também é o modismo de usar ‘óleo de coco’ como gordura saudável, quando o coco é rico em gorduras saturadas, que no organismo vão produzir colesterol. As gorduras recomendadas e que com evidências científicas comprovam ser úteis são o azeite de oliva e óleo de canola.

O especialista conclui reafirmando que não há dúvidas sobre o papel do colesterol sanguíneo como fator de risco independente para doenças cardiovasculares, fato comprovado por estudos experimentais, epidemiológicos, genéticos e de intervenção. O adequado controle do colesterol é recomendado por diretrizes nacionais e internacionais de sociedades médicas, como a SBC, de nutrição, órgãos governamentais e a Organização Mundial da Saúde.

Os anticorpos monoclonais que combatem o colesterol representam mais uma arma e importante, para que a Medicina possa reduzir o número de brasileiros que morrem a cada ano em decorrência do infarto.

SERVIÇO:

70º Congresso Brasileiro de Cardiologia e Museu do Coração

Local: Expotrade Convention Center
Endereço: Rodovia Deputado João Leopoldo Jacomel, nº 10.454 – Vila Amélia Pinhais/PR

Datas: 18 a 21 de setembro de 2015

Informações: http://congresso.cardiol.br/70/

14 de setembro é instituído Dia do Médico Nuclear

Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear escolhe a data da fundação da entidade como o dia de celebrar a especialidade no Brasil.

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Com uma história de desafios e superação a medicina nuclear celebra 54 anos neste mês de setembro. Neste ano a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear instituiu a data da fundação da entidade como celebrativa ao Médico Nuclear – sendo constituído “14 de setembro – Dia do Médico Nuclear”.
Pela primeira vez os especialistas terão um motivo a mais para comemorar. “Além de relembrarmos a nossa história, o Dia do Médico Nuclear vem sedimentar um processo que temos há muito caminhado, em busca do reconhecimento da especialidade e de seu potencial no campo da medicina”, avalia Claudio Tinoco, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear (SBMN).
Na data a SBMN irá inaugurar em sua sede – localizada em São Paulo, a “Galeria de Presidentes” – um espaço permanente destinado a manter viva a memória da especialidade.  Na ocasião serão homenageados os presidentes que lideraram a sociedade, como reconhecimento de seus esforços em prol do reconhecimento e desenvolvimento da MN no País.
Desde a sua fundação, em 1961, a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear – entidade filiada à Associação Médica Brasileira (AMB) – tem buscado estratégias que fortaleçam e desenvolvam a especialidade no País, para que possa ser atingido o seu pleno potencial diagnóstico e terapêutico nos diversos campos da saúde, seja no âmbito público ou privado.
Hoje, a medicina nuclear (MN) atua em diversas áreas como cardiologia, oncologia, hematologia, neurologia, entre tantas outras e usa quantidades mínimas de substâncias radioativas (radiofármacos) para diagnosticar diversas doenças, que incluem as cardiovasculares – em especial infecções agudas e infarto do miocárdio, embolia pulmonar, câncer, obstruções renais, demências. Entre os principais recursos estão a cintilografia e o PET-CT.
Tinoco esclarece ainda que a especialidade pode também definir o tipo e extensão do câncer no organismo, o que irá ajudar o oncologista na decisão sobre a conduta terapêutica mais adequada para cada caso (terapia alvo). Como forma de tratamento, os radiofármacos podem ajudar a combater o hipertiroidismo ou tratamento de câncer na tiroide, dores ósseas, e também casos de tumores específicos. Recentemente, houve o registro do primeiro radiofármaco para tratamento de câncer de próstata.
Informações: www.sbmn.org,br