MÉDICOS ORTOPEDISTAS ESTÃO SEM RECEBER HÁ QUATRO MESES NO AMAZONAS

Veja vídeo do Dr Carlos Alfredo Jasmin, Diretor de Defesa Profissional da AMB, sobre o tema, gravado na tarde de domingo.

Depois de diversas tentativas frustradas para resolver a situação junto ao Governo do Estado, os ortopedistas amazonenses resolveram se manifestar publicamente sobre o tema. Instituto de Traumato-Ortopedia do Amazonas (ITO-AM), que há mais de 20 anos presta serviços para o Estado, vem de todas as formas evitando paralisar o atendimento à população, apesar dos atrasos. E continua 100% dos plantonistas da escalas.

“Infelizmente, esta situação dos colegas do Amazonas não é um fato isolado. Neste ano, tivemos problemas semelhantes em várias cidades brasileiras. Vamos mobilizar nosso jurídico e atuaremos em conjunto com a Associação Médica do Amazonas e com a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia para dar apoio nas frentes que forem necessárias aos ortopedistas que vivem esta situação tão degradante e delicada”, declarou Lincoln Ferreira, presidente da Associação Médica Brasileira (AMB).

Para o Diretor de Defesa Profissional da AMB, Dr. Carlos Alfredo Jasmin, a situação requer sensibilidade e responsabilidade por parte do Governo do Estado, de modo a evitar que a população seja afetada por este problema.

 

DR ZILLI PARTICIPA DO FÓRUM DE SAÚDE SUPLEMENTAR DA FOLHA DE SÃO PAULO

 

Dr Emílio Cesar Zilli,  presidente da Câmara Técnica de Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos da Associação Médica Brasileira (AMB), participou do fórum Saúde Suplementar, promovido pela Folha na quinta feira dia 23/11.

Na oportunidade trouxe questões importantes à discussão sobre o tema, e uma delas em relação os reajustes dos planos de saúde.

ANS permite reajustes extorsivos, muito além de sua capacidade do cidadão, quando é obrigado a recontratualizar o seu plano.

As operadoras de planos de saúde se justificam usando três argumentos (além de outros), mas estes sempre aparecem para reajustar seus planos acima da inflação: o aumento da sinistralidade que significa o número de vezes que o plano é utilizado pelos usuários; a variação do Custo Médico Hospitalar (VCMH) que, alegam, é sempre acima da inflação geral; e o envelhecimento populacional de suas carteiras, o que obviamente obriga a uma maior utilização. Todas estas alegações são questionáveis em seus impactos e, em nome da transparência, devem ser discutidas.

http://www1.folha.uol.com.br/seminariosfolha/2017/11/1937621-falta-de-transparencia-deixa-usuarios-de-planos-de-saude-vulneraveis.shtml

FLORENTINO CARDOSO RECEBE PRÊMIO INTERNACIONAL POR SUA CONTRIBUIÇÃO NA CIRURGIA ONCOLÓGICA

Dr. Florentino Cardoso recebe a honraria da “Gusi Peace Prize Foundation”, em Manila, Filipinas, que é a principal instituição humanitária, de caridade e respeito pela vida e dignidade humana da Ásia.

Nesta quarta-feira, em Manila, o Dr. Florentino Cardoso, ex-presidente da Associação Médica Brasileira (AMB) e atual presidente da Confederação Médica Ibero-Latina-Americana e do Caribe (CONFEMEL) foi homenageado com o Prêmio da “Gusi Peace Prize Foundation” pela sua contribuição na cirurgia oncológica. A honraria concedida ao Dr. Florentino, de repercussão internacional, mostra seu prestígio no campo da Cirurgia Oncológica e da humanização da saúde, assim como reconhece sua destacada atuação em busca de melhorias para a saúde da população. Dois dias antes, também na capital Filipina, participou como conferencista no 3° Fórum Médico Internacional do Pacífico SINO-ASIA, com o tema: Novas tecnologias na saúde: como incorporar.

O prêmio é um reconhecimento ao trabalho de Dr Florentino, na assistência, ensino e gestão em saúde, bem como a todo seu trabalho nos últimos seis anos como presidente da AMB.

Fiquei muito honrado com tão importante prêmio. Enaltece os médicos brasileiros, nossa Medicina e nosso Brasil querido”, falou Dr Florentino logo após a cerimônia.

Sobre o Prêmio da Gusi Peace Prize Foundation

A Fundação Gusi Peace Prize tem sede na capital das Filipinas, Manila, é o principal órgão de premiação da Ásia e um dos principais do mundo atualmente. Ao reconhecer exemplos mais brilhantes daqueles que trabalham para alcançar a paz e o respeito pela vida e a dignidade humana, o prêmio traz as melhores realizações, ideais e valores humanos. O objetivo é reconhecer a excelência e distinção a indivíduos ou grupos em todo o mundo, que se distinguiram ou que contribuíram para realização da paz e respeito à vida e dignidade humana, distinguindo-se algumas categorias: Academia, Pesquisa e Descoberta Científica, Fisiologia ou Medicina, Química, Física, Jornalismo, Filantropia ou Humanitarismo, Economia, Excelência Cinematográfica, Artes Cênicas, Artes Visuais, Tecnologia e Engenharia, Religião, Política, Alívio da Pobreza, Literatura, Patrimônio Cultural, Internacionalismo, Arquitetura, Arqueologia, Ecossistema e Biodiversidade e Biologia.

A Fundação “Gusi Peace Prize” homenageia seu fundador, Gemeniano Javier Gusi, que lutou com bravura na Segunda Guerra Mundial contra a opressão japonesa ao seu povo, tornou-se político e popular por sua luta pelos direitos humanos. Apoiado por sua esposa, Madame Teodora Sotejo Gusi,  realizou várias obras de caridade, ajudando mães, crianças, esposas maltratadas, doentes e desempregados, pobres, privados e humilhados da sociedade em todo território Filipino. Para saber mais sobre o trabalho da entidade, acesse: http://gusiinternational.org/

3° Fórum Médico Internacional do Pacífico SINO-ASIA

Dr. Florentino Cardoso também foi conferencista do tema: “Novas tecnologias na saúde: como incorporar”, compartilhando seu vasto conhecimento e experiência sobre inovação em saúde no 3° Fórum Médico Internacional do Pacífico SINO-ASIA, em Manila, Filipinas, no dia 20 de novembro, também promovido pela Associação Médica Filipina, que é membro da World Medical Association (WMA), co-fundadora da Confederação da Associação Médica da Ásia e Oceania (CMAAO) e das Associações Médicas do Sudeste Asiático das Nações (MASEAN).

INSTITUTO DARÁ SUPORTE À FRENTE PARLAMENTAR DA MEDICINA

A AMB, representada por seu Presidente, Lincoln Lopes Ferreira, e vice presidente, Diogo Leite Sampaio, esteve em reunião hoje à tarde, em Brasília (DF), para dar continuidade ao processo de apoio para a recém criada Frente Parlamentar da Medicina (FPMed), lançada em sessão solene de homenagem ao Dia do Médico (18/10/2017) na Câmara de Deputados.

 

O passo foi importante, pois é no Congresso que são decididas as principais questões de interesse dos médicos, da Medicina e da Saúde, pois é  fundamental uma organização de grupo de parlamentares que estejam cientes das demandas e comprometidos com elas.

 

A reunião de hoje, com o Deputado Mandetta e outras entidades médicas, teve o objetivo de concluir trabalho de criação de um Instituto para dar suporte à FPMed, assegurando infraestrutura e acompanhamento necessários ao funcionamento.

 

O que é Frente Parlamentar?

As frentes parlamentares são associações suprapartidárias, constituídas por iniciativa de parlamentares que, independentemente de partido político, formam agrupamentos para atuar de forma unificada na defesa de objetivos que aprimorem determinado tema, sendo compostas por pelo menos 178 deputados e 30 senadores.

NEUROWEBINAR DA SBN TEM ALTERAÇÃO DE HORÁRIO

22/11/17 – A partir desta semana, o neurowebinar será das 21:00 as 22:30 horas, horário de Brasília.

O tema do Webinar dessa semana será “Princípios da Neuromodulação”, com apresentação do Dr. Alexandre Novicki Francisco (PR) e moderação da Dra. Mariangela Barbi Gonçalves (RJ).

A Sociedade Brasileira de Neurocirurgia – SBN realiza aulas por videoconferência pela Plataforma de Webinar, com isso atingindo o objetivo de ensino à distância (EAD). Para um país como o Brasil, com suas dimensões continentais ferramentas de EAD são fundamentais para a difusão do conhecimento aos diversos estados e municípios.

Além da propagação do conhecimento, a plataforma proporciona a aproximação e integração dos associados da SBN, já que além da aula, ao final é reservado espaço para a participação interativa dos palestrantes e dos espectadores.

Para participar, basta acessar o portal da SBN: www.portalsbn.org, na hora do evento, sem necessidade de senha de acesso.

 

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS RESIDENTES (ANMR) ELEGE NOVA DIRETORIA.

A ANMR realizou no dia 19 de novembro  de 2017 a eleição de sua diretoria executiva, durante a realização do 51º Congresso Nacional de Médicos Residentes (CNMR).

Para presidente foi eleito  Dr. Juracy Barbosa, goiano, 34 anos, formado no ano de 2014 em Brasília, pela Faculdade de Medicina do Planalto Central  e atualmente médico residente do 3º ano em Ortopedia e Traumatologia  pelo Hospital das Forças Armadas ( HFA) em Brasília, cidade que reside desde 2009.

Juracy Barbosa tem bastante história no associativismo médico brasileiro. Ainda durante sua graduação, no ano de 2010, foi idealizador e fundador da Associação dos Estudantes de Medicina do Distrito Federal (AEMED – DF), entidade que, através  da inteiração com outros estudantes médicos brasileiros, culminou com a fundação da Associação dos Estudantes de Medicina do Brasil (AEMED – BR) no ano de  2012, na cidade de Belo Horizonte. Além disso consta em sua história participação efetiva juntos às entidades médicas do Brasil, em diferentes pautas e projetos. Na ANMR foi diretor adjunto no ano de 2016 e na gestão 2017 exerce o cargo de secretário geral da instituição.

Juracy, que assumirá em 02/01/2018, considera que a ANMR teve importantes vitórias nas últimas gestões e que os novos desafios renovaram a disposição de toda a diretoria eleita para enfrentá- los  com  firmeza. Neste cenário já adianta os principais objetivos da gestão 2018, no intuito de garantir a formação padrão ouro dos médicos especialistas do Brasil:

  • Melhoria das condições de trabalho e de aprendizado dentros dos hospitais de ensino.
  • Defesa intransigente quanto ao cumprimento da legislação vigente que rege a residência médica no Brasil.
  • Reajuste no valor da bolsa.
  • Luta contra o assédio moral e profissional, ainda existentes em muitos serviços e promoção de ajuda e suporte adequados aos médicos residentes vítimas de abusos.
  • Atuação junto às entidades médicas e à CNRM na luta e na defesa de quaisquer assuntos de interesse dos médicos residentes do Brasil.

DIRETORIA EXECUTIVA ELEITA PARA A GESTÃO DA ANMR 2018:

Presidente – Juracy Barbosa  (DF)

Vice presidente – Douglas Muniz Barbosa (SC)

Secretário Geral – Francisco de Assis Coelho (RJ)

1º Secretário – Euler Nicolau Sauaia Filho (CE)

1º Tesoureiro – Guilherme Andrade Peixoto (SP)

2º Tesoureiro – Mario Melo Jr (PE)

Diretora de Comunicação – Pauline Elias Josende (RS)

 

51º CONGRESSO NACIONAL DOS MÉDICOS RESIDENTES ACONTECE NO RIO DE JANEIRO

 

Iniciou ontem ( 17) o 51º Congresso Nacional dos Médicos Residentes, juntamente com o 1º Congresso dos Médicos Residentes do Rio de Janeiro e o 1º Congresso Estadual dos Médicos Jovens do Rio de Janeiro, no auditório do Cremerj.

Diogo Leite Sampaio (MT), 1º Vice-Presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), representa a entidade, já que iniciou no movimento médico no Rio de Janeiro como presidente da Associação dos Médicos Residentes do Estado e logo após ocupou o mesmo cargo na Associação Nacional de Médicos Residentes, experiência que contribuiu para ser representante da AMB na Comissão Nacional de Residência Médica desde 2012, onde já foi representante pela própria ANMR nos anos de 2005 e 2006.

No congresso estão sendo abordados dentre outros temas: ASPECTOS PRÁTICOS DA RESIDÊNCIA: O QUE O RESIDENTE PRECISA SABER: diretos dos residentes e bioética na pratica diária do residente: dilemas e aspectos legais; CARREIRA MÉDICA E OS VÍNCULOS TRABALHISTAS e EMPREENDEDORISMO MÉDICO.

Durante o evento será comemorado o aniversário e 50 anos da ANMR.

Além de médicos residentes, participam estudantes de medicina.

Saiba mais em: https://www.cremerj.org.br/eventos/exibe/930

DR LINCOLN RECEBE HOMENAGEM DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA (SBCP).

Dr Lincoln Lopes Ferreira, presidente da Associação Médica brasileira (AMB) recebeu uma Homenagem Institucional da SPCP, durante o 54º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica.

O congresso está sendo realizado em Florianópolis/SC desde o dia 15 e se encerrará amanhã (18).

A cirurgia plástica é reconhecida mundialmente e assim no evento estão presentes congressistas nacionais e internacionais.

Dr Lincoln ficou bem entusiasmado com a programação do congresso, que contou com novidades e caminhos para a cirurgia plástica: revisão de técnicas, procedimentos e estudos novos para oferecer ao paciente cada vez mais qualidade e segurança em procedimentos, seja reconstrutor ou estético, com mais 100 horas de conteúdo científico, apresentados por mais de 100 palestrantes.

“Fiquei honrado com a homenagem da SPCP, de quem a AMB é parceira em tantas lutas pelo cumprimento da Lei do Ato Médico, já que a especialidade é uma das que mais tem enfrentado tentativas de a invasão por profissionais não médicos. Atuaremos sempre pela segurança do paciente, que é nossa meta conjunta.”

MORATÓRIA NA ABERTURA DE ESCOLAS MÉDICAS

A Associação Médica Brasileira (AMB) expressa seu total apoio à moratória decretada pelo Ministério da Educação, que proíbe a criação de novas escolas de medicina no país por um prazo de cinco anos. A medida foi um dos pleitos levados pela AMB ao ministério, em reuniões realizadas no mês de outubro. O objetivo é solucionar um problema grave: a má formação de médicos oriundos de escolas de medicina abertas sem condições mínimas necessárias para a formação de profissionais qualificados para atender a população de maneira adequada.

“Formar médicos custa caro. Formar maus médicos custa muito mais caro. E por um longo período. Médicos mal formados são mais inseguros, solicitam exames desnecessários, não utilizam os tratamentos apropriados, não seguem os protocolos corretos, aumentando o tempo de internação dos pacientes e de intervenção médica sem real necessidade. Sobrecarregam o sistema de saúde, principalmente o público, que carece de mecanismos de gestão, precarizam a prevenção dos agravos e, pior, colocam em risco a vida dos brasileiros”, afirma Lincoln Ferreira, presidente da AMB. “Agora é fundamental que o decreto seja assinado pelo presidente da República, com a agilidade que o tema merece”, alerta Lincoln. A moratória na abertura de novas escolas médicas é um passo importante para a resolução dos problemas de qualidade na formação desta área. Não é uma demanda da classe médica. É uma demanda de todos os que se debruçam sobre o assunto e avaliam os riscos de criar escolas sem a garantia capacitação correta de seus profissionais.

Outros passos precisam ser dados na sequência, visando garantir a preparação de bons médicos. “Precisamos cancelar os editais lançados durante o governo anterior e que ainda estão em andamento. Eles foram concebidos com os mesmos vícios que causaram os problemas que temos visto em diversas escolas inauguradas recentemente”, avalia o presidente da AMB.

Também é fundamental resolver a situação das faculdades já abertas nos últimos anos e que estão operando sem as condições necessárias para a formação de profissionais competentes. Estes estabelecimentos precisam ser avaliados constantemente, assim como seus alunos, de forma seriada. Para Lincoln Ferreira, “as escolas que não estão atuando dentro de um determinado padrão de qualidade precisam sofrer sanções e readequações”. E acrescenta: “Não podemos permitir a existência de médicos de primeira e de segunda classe. A população precisa ter certeza de que, se um médico está formado e com um diploma, ele tem totais condições de atendê-la, independentemente de onde tenha estudado”. Esta fiscalização de controle de qualidade é uma bandeira de longa data da AMB, inclusive para médicos formados antes da abertura indiscriminada de novas escolas.

Mercado da educação médica
Há bons cursos de medicina inaugurados nos últimos anos, mas, na maioria dos casos, as novas escolas médicas têm sido criadas por interesses políticos ou econômicos de alguns grupos e sem uma visão estratégica sobre o atendimento à população.

Cidades escolhidas para este fim, às vezes muito distantes de uma capital, onde não existem médicos qualificados e habilitados sequer para atender à população, quanto mais para exercer a docência e formar outros médicos. Aulas com professores inexperientes e sem a competência necessária obviamente gerarão profissionais despreparados. Há registros, inclusive, de escola de medicina que teve aulas transferidas para o período noturno por não haver professor para dar aula durante o dia.

A estrutura física também deixa muito a desejar. Em várias dessas escolas não há hospital universitário, sendo aceitos convênios com a rede pública de saúde (hospitais e outras unidades), entidades que não têm a vocação para o ensino, deixando descoberto importante aspecto do ensino médico: a convivência, orientada desde cedo, para casos reais.

30/11 – “MAIS MÉDICOS” ENTRA NA PAUTA DO STF, PELA TERCEIRA VEZ DESDE AGOSTO.

Após 3 anos, e com solicitações de pedido de urgência da AMB, a ADI 5035 (ação da AMB contra o programa) chegou a entrar em pauta em duas oportunidades em 2017, em agosto e em setembro, mas por falta de tempo não chegou a ser discutida, pois concorria com outras pautas nas datas. Agora está agendada para o dia 30/11/2017.

“O programa já gastou quase R$ 6 bilhões  em Transferências à OPAS, responsável por depois repassar os recursos à Cuba. Uma despesa dessas ainda não foi suficiente para motivar a prioridade de discussão no STF da Ação Direta de Inconstitucionalidade da AMB contra o programa (ADI 5035)”, lamenta Dra Débora Cavalcanti, diretora de Assuntos Parlamentares da AMB.

“O uso indevido dos recursos públicos, a falta de comprovação da qualificação dos contratados colocando em situação de risco a população, são inadmissíveis” argumenta Dr José Luiz Dantas Mestrinho,  Vice-Presidente – Centro da AMB.

Desde 2013 a AMB já participou de diversas audiências públicas, no STF, na Câmara e no Senado, a última foi no final de outubro de2017, com Dr Lincoln Lopes Ferreira, na Comissão de Assuntos Sociais do Senado.

“Também não podemos aceitar, que além das impropriedades do programa, motivos da ação junto ao STF, sua execução também seja mal conduzida, não priorizando médicos brasileiros e possibilitando a demissão de médicos para substituir pelos cubanos do programa“, complementa Dr Lincoln Lopes Ferreira, presidente da AMB.

Foto Dorivan Marinho_SCO_STF (06 07 2011)