MORATÓRIA NA ABERTURA DE ESCOLAS MÉDICAS

MORATÓRIA NA ABERTURA DE ESCOLAS MÉDICAS. Na manhã desta quinta-feira, 5/4, a AMB participará da assinatura da…

Posted by AMB – Associação Médica Brasileira on Wednesday, April 4, 2018

Na manhã desta quinta-feira, 5/4, a AMB participará da assinatura da moratória que deve impedir abertura de novas escolas médicas pelos próximos cinco anos. “Há muito tempo temos denunciado os problemas da abertura desenfreada de escolas médicas. Desde o segundo semestre de 2017, juntamente com outras entidades médicas, vem cobrando do Governo medidas no sentido de acabar com essa verdadeira “farra” das novas escolas médicas, que nos últimos quinze anos tem servido somente para atender interesses políticos e econômicos. A maioria das novas escolas não tem conseguido garantir uma formação adequada aos estudantes de medicina devido a inúmeros problemas e deficiências que apresentam”, declara Lincoln Ferreira, presidente da AMB.

Para o presidente da AMB, a moratória não resolve todos os problemas envolvendo as escolas médicas, mas pode ajudar a estancar a sangria. A AMB também tem cobrado maior fiscalização nas escolas existentes e um Exame Nacional de Proficiência em Medicina para os estudantes e os egressos de todas as escolas. “A moratória, nos termos que foram conversados nos últimos seis meses, terá um impacto importante neste processo. É fundamental barrar imediatamente que novas escolas sigam sendo criadas de forma irresponsável como vem acontecendo. É preciso inclusive avaliar as que foram autorizadas recentemente. Muitas dessas novas escolas não apresentam instalações adequadas. Há falta de professores e, quando tem, não há condições necessárias para o ensino.

Lincoln Ferreira, tem afirmado que “formar médicos custa caro. Formar maus médicos custa muito mais caro. E por um longo período. Médicos malformados são mais inseguros, solicitam exames desnecessários, não utilizam os tratamentos apropriados, não seguem os protocolos corretos, aumentando o tempo de internação dos pacientes e de intervenção médica sem real necessidade. Sobrecarregam o sistema de saúde, principalmente o público, que carece de mecanismos de gestão, precarizam a prevenção dos agravos e, pior, colocam em risco a vida dos brasileiros”. “A moratória pode ser um marco inicial importante na luta pela melhoria da qualidade do ensino médico no Brasil. O que resultará fatalmente na melhoria da qualidade da saúde para a população”, concluiu Lincoln.

AMB APOIA ESTUDO COORDENADO PELO ONCOLOGISTA PAULO HOFF

A AMB (Associação Médica Brasileira) sempre se posicionou veementemente contrária a testes que não seguissem os ritos científicos necessários para a comprovação de sua eficácia, como no caso da chamada “pílula do câncer”.

A entidade foi responsável pela liminar concedida pelo STF (Supremo Tribunal Federal) que suspendeu a chamada “pílula do câncer” em maio de 2016, justamente pela falta de comprovação científica.

Em março, o diretor geral do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), Paulo Hoff, foi ouvido na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga eventuais falhas na pesquisa sobre a fosfoetanolamina sintética, propagada como “pílula do câncer”. O estudo coordenado pelo oncologista e financiado pelo governo paulista não demonstrou a eficácia da pílula do câncer.

É preocupante o uso de forças políticas como instrumento para questionar a validade de um estudo científico. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomendou o veto à pílula do câncer, enviando nota técnica, justamente por não haver estudos clínicos que demonstrassem sua segurança e eficácia, trazendo riscos à saúde dos pacientes.

No entanto, o senado e a então presidente da República, Dilma Rousseff, aprovaram a liberação da pílula, sem as competências necessárias para julgarem o rito científico. O STF julgou não haver testes científicos suficientes que comprovem que a pílula seja segura e eficaz sem colocar em risco a saúde dos pacientes e que a norma editada pelo Congresso invadiu a competência da própria Anvisa.

Os testes em humanos da fosfoetanolamina sintética coordenados pelo oncologista Paulo Hoff, apresentados durante o 20° Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, mostraram que em testes com 73 pacientes, apenas um teve resultado positivo parcial, de modo que o Icesp não pretende mais conduzir pesquisas sobrea pílula. A baixa eficácia demonstrada autoriza técnica e eticamente a suspensão dos testes e evita colocar mais pacientes em risco. A AMB apoia a decisão técnica do Instituto, justamente por não ser ético submeter mais pessoas a um tratamento sem efeito.

Considera, ainda, que legislar sobre fármacos é inaceitável, pois a responsabilidade legal e criminal recai sobre o médico na prescrição do tratamento, e a utilização de drogas sem o reconhecido efeito vai nos levar a um retrocesso de 300 anos, quando se acreditava em poções e magias para o tratamento de pessoas.

A AMB aconselha sempre aos pacientes que não abandonem seus tratamentos na busca de soluções rápidas e milagrosas. Sigam as recomendações de seus médicos especialistas, pois para cada tipo de câncer há um tratamento adequado que visa à remissão do mal, e quando isso não é possível, à ampliação da qualidade e da expectativa de vida.

Paulo Hoff é um dos oncologistas mais reconhecidos no Brasil, com mais de 300 publicações, e desde março de 2017 ocupa a cadeira 58 como membro titular da Academia Nacional de Medicina.

Após sua formação no Brasil, com graduação em Medicina pela Universidade de Brasília (1991) e doutorado em Ciências pela Universidade de São Paulo (2007), teve longa e sólida formação nos EUA durante sete anos. Depois passou a atuar na assistência e pesquisa, sendo por vários anos professor associado e vice-chefe do Departamento de Gastroenterologia do M. D. Anderson Cancer Center da University of Texas, um dos maiores centros de oncologia do mundo.

No Brasil e no exterior, esteve e está à frente de grandes entidades no estudo do câncer, o que, em conjunto com seu currículo, lhe dá legitimidade para tratar do assunto.

ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA

AMB CONFIA NOS ESTUDOS CONDUZIDOS PELO ICESP SOBRE A “PÍLULA DO CÂNCER”

AMB CONFIA NOS ESTUDOS CONDUZIDOS PELO ICESP SOBRE A “PÍLULA DO CÂNCER”

 

O Programa SBT Brasil realizou matéria sobre a fosfoetanolamina, com entrevista do presidente da Associação Médica Brasileira (AMB),  Lincoln Lopes Ferreira, pois amanhã (04/04) será apresentado o relatório Comissão Parlamentar de Inquérito da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo sobre o assunto.

Os testes em humanos da fosfoetanolamina sintética coordenados pelo oncologista Paulo Hoff, apresentados durante o 20° Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, mostraram que em testes com 73 pacientes, apenas um teve resultado positivo parcial, de modo que o Instituto do Câncer de São Paulo (Icesp) não pretende mais conduzir pesquisas sobrea pílula. A baixa eficácia demonstrada autoriza técnica e eticamente a suspensão dos testes e evita colocar mais pacientes em risco. A AMB apoia a decisão técnica do Instituto, justamente por não ser ético submeter mais pessoas a um tratamento sem efeito.

A Associação Médica Brasileira é totalmente contra se empregar uma droga sem a devida constatação de seus efeitos, “imputar ao médico a responsabilidade de prescrever uma droga que não tem efeitos terapêuticos estabelecidos, sem efeitos colaterais estabelecidos, sem as relações com outras drogas estabelecidas, é algo que não podemos aceitar. Nós atuamos hoje com base me fundamentos”, comenta Dr Lincoln Lopes Ferreira, presidente da AMB.

Veja a matéria do Programa SBT Brasil: https://www.youtube.com/watch?time_continue=7&v=FW9_TE2EgIc

AOS MÉDICOS, À SOCIEDADE

Por Florentino Cardoso*

Sabemos que a grande maioria dos médicos brasileiros estuda muito, trabalha muito, em vários locais e com diferentes vínculos.

Face às necessidades do médico em organizar melhor suas atividades laborais, estando livre para tomar suas decisões, muitos médicos constituem empresa (pessoa jurídica), ou grupos de médicos participam de empresa, que prestam serviços, com sua livre escolha e iniciativa, exercendo atividades de acordo com suas necessidades e demandas.

Esses médicos, cada vez mais frequentes no mercado, organizam a agenda para exercer atividades na assistência, ensino, pesquisa, gestão e consultoria, definindo eles mesmos seus períodos para descanso e lazer. Podem inclusive ter sua atividade pública, no regime que lhe é ofertado.

Também é fato que quando médicos se organizam espontaneamente, em empresa para prestar serviços, podem interagir entre eles nessas atividades de acordo com suas conveniências, permitindo que uns substituam outros em várias circunstâncias, quando houver alguma impossibilidade. Horários e atividades são muito melhor flexibilizadas, como já ocorre em vários setores.

Essa vontade do médico em organizar-se como pessoa jurídica, também ajuda quando surge necessidade de aperfeiçoamento profissional (congressos, cursos, aulas etc.) adequando-se à atividade laboral.

Importante é assegurar a autonomia do médico para desempenhar bem suas funções técnicas-científicas, em consonância com o Código de Etica Médica, sem qualquer outra influência ou viés de qualquer natureza.
Dessa maneira, defendemos que o médico ao seu livre arbítrio, tenha direito em definir e decidir qual melhor vínculo de trabalho, para exercer plenamente, com liberdade e autonomia suas atividades.

*Florentino Cardoso, MD, MSc,TCBC, FACS, ex-presidente da AMB (2011/2017)

NINGUÉM ESTÁ ACIMA DA LEI – DEFENDA ISSO EM 3 DE ABRIL

A Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1988, completa 30 anos em 2018. O Capítulo I, que trata dos direitos e garantias fundamentais, dos direitos e deveres individuais e coletivos, estabelece no Art. 5º que: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.

Talvez esse seja o mais importante artigo de nossa Constituição, pois possui 78 dispositivos (incisos) e quatro parágrafos que garantem, aos cidadãos, as mesmas oportunidades na busca por uma vida mais digna.

Em outras palavras, nenhum brasileiro é mais ou menos importante do que o outro. Todos temos direitos e deveres.

Quem desrespeita as leis deve responder e pagar pelos seus crimes. Um criminoso, quando julgado e condenado em segunda instância, deve ser preso e cumprir sua pena determinada pela Justiça.

Em novembro de 2016, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que os réus com condenação em segunda instância devem ser presos mesmo que ainda tenham recursos pendentes. Isso permitiu as prisões após condenação por um tribunal de segunda instância, como um tribunal de Justiça ou tribunal regional federal.

Na maioria dos países democráticos no mundo, o direito à ampla defesa e ao contraditório se esgota após a decisão em segundo grau. Nos EUA e na França, por exemplo, a rigidez é ainda maior, com a prisão ocorrendo ainda na primeira instância.

Por isso, não se pode dizer que determinar a prisão após o julgamento em segunda instância seja retrocesso ou autoritarismo. Não aplicar a prisão em segunda instância significa favorecer a impunidade. Retrocesso seria o STF acabar com a prisão em segunda instância e colocar nas ruas, além de criminosos de colarinho branco, corruptos, pedófilos, estupradores, assaltantes e traficantes.

Respeitar a Constituição é dever de todos e fundamental para garantir o Estado Democrático de Direito.

A AMB preza e respeita a democracia. Por isso, convoca todos os médicos a participarem das manifestações que vão ocorrer em todo o País no próximo dia 3 de abril. Vamos fazer valer a nossa Constituição. A justiça deve ser igual para todos. Ninguém está acima da lei.

LAMENTÁVEL SITUAÇÃO NOS CORREDORES DE HOSPITAIS NO CEARÁ

O fato apresentado na reportagem não é incomum em Fortaleza e no Ceará.

“A situação crônica de crise na saúde no Estado nos últimos três anos tornou-se agonizante”, relata Dr Carmelo Silveira Carneiro Leão Filho, presidente da Associação Médica Cearense (AMC).

Em parceria com o Sindicato dos Médicos do Ceará, a Associação Médica Cearense desenvolveu uma medição para identificar os casos de pessoas nos corredores dos hospitais, o CORREDÔMETRO, onde uma ronda é feita, ‘in loco’, para identificar a situação.

“A situação é muito triste nos corredores. São pessoas dormindo no chão, atendimentos feitos em macas, situação muitas vezes agravada pela falta de medicamentos e de insumos, e nós médicos e demais profissionais que atuam nos hospitais não podendo oferecer o atendimento de qualidade que os pacientes merecem, gerando uma situação angustiante e estressante para todos, pacientes, acompanhantes, médicos, enfermeiros, atendentes, enfim, todos mesmo, desabafa Dr Carmelo.

Na quarta-feira (28/03), em apenas quatro hospitais de Fortaleza o CORREDÔMETRO marcava mais de 300 pessoas, o Instituto Dr. José Frota (IJF), Hospital de Messejana (HM), Hospital Geral de Fortaleza (HGF) e Hospital Infantil Albert Sabin (HIAS).

“Já realizamos denúncias ao Ministério Público, participamos de audiências públicas, mas a situação persiste. Sempre após reportagens como esta, alguma maquiada é dada, mas sem resolver de fato os problemas, que são tanto na esfera estadual quanto municipal” conclui Dr Carmelo.

Assista a matéria sobre a situação do Hospital de Messejana: http://g1.globo.com/ceara/cetv-1dicao/videos/t/edicoes/v/sem-leitos-pacientes-improvisam-e-dormem-no-chao-de-hospital/6616930/

 

ESTUDANTE É MÃO DE OBRA BARATA, RECLAMA PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE MÉDICOS RESIDENTESs

“Residente é mão de obra barata. Em muitos programas, ele é chamado para trabalhar muito e aprender pouco”, resumiu Juracy Barbosa, presidente da Associação Nacional de Médicos Residentes (ANMR), em entrevista ao Estadão sobre a ociosidade de 40% nas vagas de residência.

Para Diogo Leite Sampaio, vice-presidente da AMB, a situação é consequência de estratégias equivocadas: “A ociosidade é um problema gerado por decisões ideológicas sobre o tema, que resultam na abertura desenfreada de residências médicas sem qualidade. Essa postura dos governos petistas levou, inclusive, a AMB a se retirar da Comissão Nacional de Residência Médica por um período”.

“É fundamental que os governos se convençam de que a residência médica é um período importante da formação do médico. Muitas vezes ele está deixando de entrar no mercado para ir para a residência se especializar numa área específica. Ele precisa seguir aprendendo. E as residências que não tiverem condições de entregar isso irão realmente ficar ociosas”, afirma José Bonamigo, tesoureiro da AMB.

A Comissão Nacional de Residência Médica é formada por representantes da AMB, CFM, ANMR, Fenam, Ministério da Educação, Ministério da Saúde, Conasems, FBAM, Abem, Conass e tem como objetivos: I – credenciar e recredenciar instituições para a oferta de programas de residência médica; II – autorizar, reconhecer e renovar o reconhecimento de programas de residência médica; III – estabelecer as condições de funcionamento das instituições e dos programas de residência médica; e IV – promover a participação da sociedade no aprimoramento da residência médica no País.

José Bonamigo e Diogo Leite Sampaio são os representantes da AMB na CNRM. Ambos já presidiram a ANMR.

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,estudante-e-mao-de-obra-barata-reclama-presidente-da-associacao-nacional-de-medicos-residentes,70002242230

http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-nao-preenche-40-das-vagas-autorizadas-para-residencia-medica,70002242241

RESPEITO À SAÚDE DO TRABALHADOR

 

Especialistas em Medicina do Trabalho se reuniram para debater sobre o que pode avançar e o que deve ser preservado na Resolução CFM Nº1488/1988. A resolução vem normatizando as relações entre médicos e trabalhadores há 20 anos.

A iniciativa foi da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), sociedade de especialidade filiada à AMB, que organizou o evento Resolução CFM Nº1488/1998: 20 anos depois, o que deve avançar e o que deve ser preservado? O evento foi realizado nesta quarta-feira, dia 21 de março, em parceria com o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp).

O presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Dr. Lincoln Lopes Ferreira, participou do evento e ressaltou a importância do debate. “É uma iniciativa muito importante. Precisamos entender melhor o que mudou nesses 20 anos e o que pode ser melhorado efetivamente. Durante este período, a realidade do trabalho no Brasil passou por diversas mudanças, como novas tecnologias, legislações e a própria evolução da Sociedade. Mas independente da modernidade, é fundamental preservar a autonomia do médico do trabalho e respeitar o sigilo das informações dos pacientes atendidos, que só devem ser utilizadas para promoção da saúde do trabalhador”.

A presidente da ANAMT, Márcia Bandini, ressaltou o apoio da AMB no evento. “Ao completar 20 anos de existência, a Resolução CFM nº1488/1998 está em revisão e, por isso, a ANAMT em parceria com o Cremesp promoveu este debate. Uma resolução para médicos que atendem trabalhadores e de interesse para todos os médicos. Por isso, contar com a participação da AMB é fundamental. O Dr. Lincoln trouxe uma grande contribuição para o evento, mostrando mais uma vez o apoio que a AMB dá à medicina do trabalho”.

A Resolução CFM nº1488/1998, estabelecida com base na Resolução nº 76/1996 do Cremesp, normatiza questões importantes na prática profissional dos médicos que prestam assistência ao trabalhador, como considerações para estabelecimento de nexo causal, órgãos e entidades a serem informadas sobre as condições ambientais de trabalho e responsabilidade dos médicos e empregadores em relação à saúde dos funcionários.

DEMOGRAFIA MÉDICA 2018: NÚMERO DE MÉDICOS AUMENTA E PERSISTEM DESIGUALDADES DE DISTRIBUIÇÃO E PROBLEMAS NA ASSISTÊNCIA.

Para o presidente da AMB, Lincoln Lopes Ferreira, a Demografia Médica ajuda a sociedade a compreender melhor a distribuição dos médicos no país, já que o que se tinha até então eram dados e números dispersos, que não permitem uma visão do todo. “A atualização constante da Demografia Médica nos fornece insumos na busca de soluções para as questões da medicina, do médico e da saúde no Brasil, com base em análise de fatos e dados, e não puramente em ideologias”, afirma. Lincoln Ferreira enfatiza que a Demografia Médica 2018 consolida o entendimento de que não há falta de médicos no país, mas condições, estratégias e gestão para todas as regiões onde há necessidade. “Não precisamos de médicos importados, precisamos de carreira médica de Estado e de condições de trabalho nas mais diversas localidades”, defendeu Ferreira, durante a coletiva.

Leia mais e conheça os dados:

https://amb.org.br/wp-content/uploads/2018/03/DEMOGRAFIA-MÉDICA.pdf