Palestra NOVAS TECNOLOGIAS EM SAÚDE: UMA VISÃO DE COMO AVALIAR E INCORPORAR

 

Palestra NOVAS TECNOLOGIAS EM SAÚDE: UMA VISÃO DE COMO AVALIAR E INCORPORAR

ESPM – São Paulo

Data: 23/1

Horário: das 19h30 às 21h

Local: ESPM São Paulo – Campus Álvaro Alvim – Auditório Victor Civita

Endereço: Rua Dr. Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana

 

Evento gratuito – Incrições:

http://www2.espm.br/eventos/palestra-novas-tecnologias-em-saude-uma-visao-de-como-avaliar-e-incorporar

 

SOBRE O PALESTRANTE

Dr. Florentino Cardoso

Florentino Cardoso,  é cirurgião geral e oncológico. Formado pela Universidade Federal do Ceará, tem residência médica em cirurgia geral (hospital de Ipanema – RJ) e cirurgia Oncológica (INCA-RJ). Mestrado em Cirurgia pela faculdade de medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC). É especialista em economia da Saúde pela Universidade Estadual do Ceará (UECE) e em capacitação Gerencial de Dirigentes Hospitalares (Instituto de Administração Hospitalar e Ciências da Saúde – RS). Foi superintendente dos Hospitais Universitários  da Universidade Federal do Ceará, de janeiro de 2010 a fevereiro de 2014. Cirurgião do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), Instituição da qual foi Diretor Geral de 2003 a 2006. Foi Vice-Presidente regional Norte-nordeste da AMB de 2002 a 2008 e Presidente da Associação Médica Cearense por três gestões, de 1999 a 2005 e de 2008 a 201. Foi Presidente da AMB – Associação Médica Brasileira de 2011 a 2017. Atual Presidente da CONFEMEL – Confederação Médica latina-Íbero-Americana e do Caribe. Casado, pai de três filhos, reside em Fortaleza- Ceará.

CBC – POSSE DO DIRETÓRIO NACIONAL GESTÃO 2018/2019

 

No dia 13 de janeiro, aconteceu a posse do novo Diretório Nacional do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC) para a gestão 2018/2019. O TCBC Paulo Roberto Corsi transmitiu o cargo de presidente ao ECBC Savino Gasparini Neto.

Durante a Sessão Solene foi realizada a entrega de diploma a quatro novos Eméritos e também de novos membros Titulares.

O presidente do CBC da gestão 2016/2017, TCBC Paulo Roberto Corsi, agradeceu o apoio de todo o Diretório Nacional e lembrou diversas realizações da sua gestão, como a implementação do primeiro planejamento estratégico da história do CBC,  diversas modernizações na estrutura administrativa, a aprovação da residência médica para três anos, as parcerias com o Surgbook, Ircad, Instituto Lubek, FELAC, além da criação de novos serviços como a Página de Membro e do novo projeto de identidade visual para o logotipo do CBC.

O novo presidente do CBC, o ECBC Savino Gaspari, após a transmissão do cargo e entrega do colar presidencial destacou o orgulho de pertencer ao Diretório anterior e de ter acompanhado todas as realizações implementadas e destacou a motivação em enfrentar os novos desafios para a sua gestão.

Representado a Associação Médica Brasileira, esteve presente à cerimônia o Dr. Arno Von Ristow, Vice-Presidente da Região Sudeste, levando os cumprimentos da diretoria da AMB aos novos dirigentes do CBC e reforçando os laços entre as entidades. “A cerimônia foi muito bonita e bastante concorrida, lotando o Centro de Convenções do CBC. A força do CBC foi demonstrada com a maciça presença de associados ao evento, nos discursos sobre as realizações da gestão passada e o vigor da nova gestão para os próximos desafios.”

Dr Florentino Cardoso, ex-presidente da AMB e atual residente da CONFEMEL assumiu o cargo de vice-presidente do Setor II do CBC.

CONFIRA TODOS OS INTEGRANTES DO DIRETÓRIO NACIONAL DO CBC 2018/2019

CARGOS CAT NOME UF
PRESIDENTE NACIONAL ECBC SAVINO GASPARINI RJ
1o VICE-PRESIDENTE NACIONAL TCBC AUGUSTO CESAR BAPTISTA DE MESQUITA RJ
2o VICE-PRESIDENTE NACIONAL TCBC EDIVALDO MASSAZO UTIYAMA SP
VICE-PRESIDENTE DO N.CENTRAL TCBC JOSÉ MARCUS RASO EULÁLIO RJ
2o VICE-PRESIDENTE DO N.CENTRAL TCBC LUIZ GUSTAVO DE OLIVEIRA E SILVA RJ
VICE-PRESIDENTE DO SETOR I TCBC GERALDO ISHAK PA
VICE-PRESIDENTE DO SETOR II TCBC FLORENTINO DE ARAÚJO CARDOSO FILHO CE
VICE-PRESIDENTE DO SETOR III TCBC JORGE PINHO FILHO PE
VICE-PRESIDENTE DO SETOR IV TCBC IZIO KOWES BA
VICE-PRESIDENTE DO SETOR V TCBC BRUNO MOREIRA OTTANI DF
VICE-PRESIDENTE DO SETOR VI TCBC FLAVIO DANIEL SAAVEDRA TOMASICH PR
SECRETÁRIO-GERAL TCBC ELIZABETH GOMES DOS SANTOS RJ
1o SECRETÁRIO TCBC RAFAEL RODRIGUEZ FERREIRA RJ
2o SECRETÁRIO TCBC FABIO STIVEN LEONETTI RJ
TESOUREIRO-GERAL TCBC PEDRO EDER PORTARI FILHO RJ
TESOUREIRO-ADJUNTO TCBC HELIO MACHADO VIEIRA JR. RJ
DIRETOR DE PUBLICAÇÕES TCBC GUILHERME PINTO BRAVO NETO RJ
DIRETOR DE COMUNICAÇÃO E DE TEC. DA INFORMAÇÃO TCBC MARCUS VINICIUS DANTAS DE C. MARTINS RJ
DIRETOR DE DEFESA PROFISSIONAL TCBC LUIZ CARLOS VON BAHTEN PR
PRESIDENTE DO EXERCÍCIO ANTERIOR TCBC PAULO ROBERTO CORSI SP

FORMAR MAUS MÉDICOS CUSTA MAIS CARO

 

O presidente da AMB, Lincoln Lopes Ferreira, tem afirmado em suas declarações que “Formar médicos custa caro. Formar maus médicos custa muito mais caro. E por um longo período. Médicos mal formados são mais inseguros, solicitam exames desnecessários, não utilizam os tratamentos apropriados, não seguem os protocolos corretos, aumentando o tempo de internação dos pacientes e de intervenção médica sem real necessidade. Sobrecarregam o sistema de saúde, principalmente o público, que carece de mecanismos de gestão, precarizam a prevenção dos agravos e, pior, colocam em risco a vida dos brasileiros”.

 

Para a AMB é um alento contar com renomados e reconhecidos médicos brasileiros, com Raul Cutait e Drauzio Varela, em espaços privilegiados da mídia brasileira, contribuindo para esclarecer a população sobre a precarização do ensino da medicina no Brasil, e suas consequências ao longo dos anos, principalmente a partir de 2013 com a abertura indiscriminada de novas escolas médicas, sem reunirem as condições mínimas necessárias para a formação profissional.

 

Leia os artigos na íntegra:

RAUL CUTAIT

Um tiro no pé

http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2018/01/1951043-um-tiro-no-pe.shtml?loggedpaywall

DRAUZIO VARELA

Médicos são liberados para a vida profissional sem controle de qualidade

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/drauziovarella/2018/01/1948392-medicos-sao-liberados-para-a-vida-profissional-sem-controle-de-qualidade.shtml

OPERAÇÃO “LAMA CIRÚRGICA” no Espírito Santo

OPERAÇÃO “LAMA CIRÚRGICA” no ES: Empresários suspeitos de fornecerem material descartável reutilizado são presos.

A Associação Médica Brasileira (AMB) acompanha pela imprensa e em contato com a sua federada do Espírito Santo, o desenrolar da denúncia que gerou a operação “Lama Cirúrgica” do Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e à Corrupção (Nuroc), da Secretaria de Segurança Pública do Estado (Sesp).

“O crime é uma afronta à sociedade, aos pacientes e à medicina. Tratamentos que podem não ter gerado o resultado total esperado ou podem ter havido intercorrências em função da utilização de materiais que são categorizados como descartáveis, mas que foram reaproveitados” diz Lincoln Lopes Ferreira, presidente da AMB.

O presidente da Associação Médica do Espírito Santo (AMES), Leonardo Lessa Arantes, em entrevista ao jornal A Crítica, disse que a reutilização destes materiais representa um risco para todos. “O médico é vítima, o hospital é vítima, a sociedade sai prejudicada como um todo, pois há risco de infecções e resultados ruins. Destes materiais a maior parte é utilizada na Ortopedia, mas alguns são de uso comum, como o fio de sutura cirúrgica.”

A AMB parabeniza a ação da Secretaria de Segurança Pública do Estado frente à denúncia recebida, se solidariza com a população do Espírito Santo e se coloca à disposição das autoridades para contribuir para que o resultado das investigações ocorra com a maior brevidade.

http://g1.globo.com/espirito-santo/bom-dia-es/videos/v/pacientes-com-cancer-no-es-foram-tratados-com-material-descartavel-usado-diz-policia/6427024/

SBA E AMB AINDA MAIS UNIDAS

“Trabalhar em conjunto e fortalecer a união das entidades médicas para vencer os desafios de 2018” foi a receita apresentada pelo presidente da AMB, Lincoln Ferreira, durante a posse da nova diretoria da Sociedade Brasileira de Anestesiologia, neste sábado, 13 janeiro, no hotel Windsor Barra, Rio de Janeiro.

A nova gestão tem como presidente Sérgio Luiz do Logar Mattos, que assumiu o cargo deixado o Ricardo Almeida de Azevedo. O novo presidente da SBA agradeceu os funcionários a SBA e os voluntários, falou dos planos e desafios para 2018 e criticou os gestores públicos e privados da saúde: “Tentam culpar os profissionais que estão na linha de frente do atendimento ao cidadão por toda as mazelas do sistema”. Pregou colaboração como forma de alcançar os objetivos: “As portas, as janelas, os ouvidos, os braços estão abertos”. Também disse que continuará com o lema do antecessor, “vamos em frente”. “Vamos em frente e vamos juntos”, disse finalizando o discurso.

O evento também marcou aniversário de 70 anos da SBA. “Somos uma das maiores sociedades de anestesiologia do mundo. Não só em número de profissionais mas também em reconhecimento pela qualidade técnica e de formação dos anestesiologistas brasileiros”, lembrou Diogo Leite Sampaio vice-presidente da AMB e membro da SBA, que também representou a AMB na solenidade.

Clique no link (https://www.sbahq.org/diretoria/) e veja a composição completa da nova diretoria.

Também estiverem presentes representantes da Federação Nacional dos Médicos (FENAM), do Conselho Federal de Medicina (CFM), da World Federation of Societies of Anaesthesiologists (WFSA) e da Federação Brasileira das Cooperativas de Anestesiologistas (Febracan)

 

POSSE DA DIRETORIA NA FEDERADA DA PARAÍBA

A solenidade de Posse da diretoria eleita, para o triênio 2017/2020, da Associação Médica da Paraíba (AMPB), aconteceu na última quarta-feira (10), em João Pessoa.

Dra Débora Nóbrega Cavalcanti, reeleita como presidente da AMPB, tem confiança no trabalho à frente, “os desafios são grandes para o próximo triênio, mas me sinto confortável e fortalecida, com o apoio dos pares da diretoria na Paraíba e da Associação Médica Brasileira (AMB), onde tenho honra de ser a Diretora de Assuntos Parlamentares.”

Dr Lincoln Lopes Ferreira, presidente da Associação Médica Brasileira esteve presente na solenidade, parabenizando a todos os eleitos e destacando a participação de Débora à frente da AMPB na gestão passada e na AMB, na Comissão de Assuntos Políticos e, agora, no comando da Diretoria de Assuntos Parlamentares. “Juntos faremos mais e melhor”, reitera Lincoln, pois assim como Débora acredita no trabalho conjunto da AMB com as Federadas e Sociedades de Especialidades.

Presidentes e representantes de entidades Médicas da Região, médicos e familiares estiveram presentes para cumprimentar e parabenizar os empossados.

 Confira os nomes da Diretoria da AMPB:

Presidente  –  Débora Eugênia Braga Nóbrega Cavalcanti
Vice-presidente –  Ronald de Lucena Farias
Secretário-geral  –   Valdir Delmiro Neves
1ª Secretária – Cristiana Ribeiro Coutinho Furtado
1º Tesoureiro –  Islan da Penha Nascimento
2º Tesoureiro  – Marcelo Antônio Cartaxo Queiroga Lopes
Defesa Profissional – Silvana Soraya Gouveia Henriques Martins
Científico   –  Eurípedes Sebastião Mendonça de Souza
Departamento de Convênios  –  Fábio Antônio da Rocha de Souza
Social e Marketing   – Roosevelt de Carvalho Wanderley
Arte e Cultura  –  Antônio Augusto Fraga de Andrade
Patrimônio  –  José Calixto da Silva Filho
Informática  –  Denise de Albuquerque Andrade
Ações Institucionais de Saúde Pública  – Sebastião de Oliveira Costa

MÉDICOS ANESTESISTAS ESTÃO HÁ OITO MESES SEM RECEBER NO TOCANTINS

Cooperativa dos Médicos Anestesiologistas do Tocantins (COOPANEST), que presta serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS) no Tocantins, não recebe do Governo do estado há oito meses.

Sem ter como pagar os profissionais, a entidade tem sofrido com a baixa no número de cooperados, sendo que muitos até mudaram de estado.

Dr Diogo Leite Sampaio, vice-presidente da Associação Médica Brasileira (AMB) relata que: “Este não é um caso isolado no Brasil. Profissionais médicos têm sido negligenciados pelos estados e prefeituras em seus pagamentos. A AMB tem acompanhado os casos e apoia os movimentos e ações para que se reestabeleçam os pagamentos, pois esses profissionais, como qualquer cidadão, têm direito às suas remunerações, com as quais cumprem suas obrigações financeiras e não pode ser exigido que eles paguem a conta da má gestão da saúde no Brasil.”

Dr Lincoln Lopes Ferreira, presidente da AMB, complementa “ apesar da magnitude da situação a COOPANEST, preocupada com o grande prejuízo que poderia ser causado à sociedade tocantinense, continuou exercendo o seu importante trabalho. Encaminhamos hoje ofício ao Governo do Estado do Tocantins, reforçando nosso apoio aos anestesiologistas e solicitando o empenho para a resolução do caso e informações sobre as medidas que estão sendo tomadas para que sejam efetuados os pagamentos dos valores em atraso o mais rápido possível e restabelecida a regularidade dos futuros pagamentos.”

Foi publicado nos jornais do Tocantins, no final de dezembro, comunicado à sociedade tocantinense, assinado do Dr Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira, presidente da SAETO – Sociedade Tocantinense de Anestesiologista, sobre “o sério risco de ocorrer um colapso no serviço de atendimento de urgência e emergência do Estado por falta de anestesistas nas principais cidades do interior do Estado”.

Dr Roberto ainda salienta: “No caso do atraso do pagamento dos salários dos anestesistas da COOPANEST-TO, a situação se torna ainda mais grave e complexa visto que estamos lutando pelo recebimento de nossos 6º, 7º, 8º, 9º, 10º, 11º e 12º salários.

Este quadro vem obrigando muitos anestesistas a  deixarem o Tocantins em busca de novos mercados de trabalho e de condições dignas de sustentar as suas famílias.”

 

Leia a nota da COOPANEST (08/01/2018) e o comunicado da SAETO (24/12/2017) 

 

Nota da COOPANEST (08/01/2018)

Os anestesistas do Estado do Tocantins, cientes de suas responsabilidades e preocupados com o grande prejuízo que poderia ser causado a sociedade tocantinense, decidiram ontem, dia 08/01/2018, em Assembleia Geral realizada na sede da Cooperativa de Anestesiologia do Estado do TO (COOPANEST), Palmas, a continuarem exercendo o seu importante trabalho, mesmo estando há mais de 7 meses sem receber os seus honorários do governo do Estado. Temos certeza que o bom senso prevalecerá nestas negociações e em breve poderemos exercer com dignidade e em paz o nosso ofício.

 

Comunicado da SAETO (24/12/2017)

Como presidente em exercício da SAETO – Sociedade Tocantinense de Anestesiologista do Estado do Tocantins – sinto-me no dever e na obrigação de fazer um grave alerta à sociedade tocantinense: existe um sério risco de ocorrer um colapso no serviço de atendimento de urgência e emergência do Estado por falta de anestesistas nas principais cidades do interior do Estado.

Os anestesistas da COOPANEST-TO, que desde 14/02/95 vem atendendo com profissionalismo e competência a sociedade deste Estado, estão passando por sérios e graves problemas financeiros fruto de mais de sete meses de atraso salarial.

Cientes das graves consequências que uma paralisação no atendimento poderia ocasionar aos pacientes que necessitam de atendimento nos hospitais públicos deste Estado, optamos por não suspender os serviços mesmo estando há vários meses sem receber os nossos honorários.

Recentemente, um número significativo de servidores do Estado do TO pode experimentar a dor ocasionada pelo não recebimento de seu 13º salário. Não existe nada mais doloroso e humilhante para um pai de família do que trabalhar arduamente sem poder honrar com os seus compromissos familiares básicos. Essa dor se torna ainda mais intensa nestes dias que antecedem as datas comemorativas de final de ano.

No caso do atraso do pagamento dos salários dos anestesistas da COOPANEST-TO, a situação se torna ainda mais grave e complexa visto que estamos lutando pelo recebimento de nossos 6º, 7º, 8º, 9º, 10º, 11º e 12º salários.

Este quadro  vem obrigando  muitos anestesistas a  deixarem o Tocantins em busca de novos mercados de trabalho e de condições dignas de sustentar as suas famílias.

Após o vencimento de nosso último contrato de trabalho, ocorrido no final do mês de Setembro, o governo realizou uma licitação pública  para contratar profissionais anestesistas para todo o TO.

Para não deixarmos a população do TO desassistida e acreditando nas promessas de pagamento da divida do contrato anterior, aceitamos participar desta licitação, sendo os únicos participantes da mesma. Vencemos e continuamos sendo os únicos  responsáveis pela prestação do serviço de anestesia neste Estado.

O contrato atual possui cláusulas que obriga a COOPANEST – TO a suprir todos os municípios tocantinenses com anestesistas, sob pena de rescisão contratual, pagamento de multa e proibição de participação em novas licitações por cinco anos.

Ao protelar o pagamento desses honorários atrasados, judicializando-se o processo, o então Excelentíssimo Senhor Secretário de Saúde, Dr. Marcos Esner Mosafir, está praticamente decretando a extinção do grupo de anestesia que há mais de 22 anos atende com eficiência e competência as diversas cidades do TO. Mais do que isto, está condenando os anestesistas do Estado a mais cruel e desumana sentença: trabalhar sob um sistema “ANÁLOGO AO TRABALHO ESCRAVO”.

A COOPANEST – TO, de mãos atadas, não mais consegue repor as vagas disponíveis existentes nas cidades onde houve o êxodo destes profissionais endividados, que necessitando de recursos para alimentar e sustentar as suas famílias, foram obrigados a deixar os seus antigos postos de trabalho.

Quem teria a coragem de se aventurar a trabalhar no interior de uma cidade do Norte do país sem a garantia do recebimento de seus honorários? Quem, além do anestesista que já está há décadas radicado no Estado e ainda acredita na potencialidade do mesmo?

Como podemos verificar, a situação é grave e necessita ser resolvida com presteza e muita boa vontade, caso contrário, uma catástrofe de proporção descomunal se abaterá sobre o SUS do Estado do TO e sobre a população mais humilde que depende exclusivamente  deste serviço.

Necessário também se faz comunicar à Sociedade Brasileira de Anestesiologia-SBA, à OAB, o Ministério Público Estadual e Federal, à Associação dos Magistrados do TO, o CRM, o CFM, o Sindicato dos Médicos do Tocantins, à AMB (Associação Médica Brasileira), à Assembléia Legislativa do Estado do TO e outros órgãos representativos da sociedade civil organizada sobre os graves fatos acima relatados, como forma de resguardar os profissionais desta cooperativa de alguma possível tragédia que porventura venha a se abater sobre o mesmo.

Sem mais para o momento, agradeço antecipadamente a atenção de todos.

Araguaína, 24 de dezembro de 2017.

Dr. Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira

Presidente da SAETO

POSICIONAMENTO CONJUNTO DA AMB, SBN, SBOT E SBC SOBRE GLOSAS DE PROCEDIMENTOS NEUROCIRÚRGICOS E DE COLUNA VERTEBRAL

Tendo recebido a informação de que algumas operadoras de planos de saúde tem sistematicamente glosado honorários médicos em neurocirurgias e cirurgias da coluna vertebral, com a alegação de que os códigos glosados estão sobrepostos e são redundantes, cabem Associação Médica Brasileira e as Sociedades Brasileira de Neurocirurgia – SBN, de Ortopedia e Traumatologia – SBOT e de Coluna – SBC tecer alguns comentários e esclarecimentos:

  1. A Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos – CBHPM, elaborada pela Associação Médica Brasileira – AMB, é o documento de referência para cobrança de honorários médicos, no âmbito da saúde suplementar brasileira;
  2. O Conselho Federal de Medicina – CFM, através da Resolução 1673/03 reconheceu a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos – CBHPM como padrão ético de remuneração dos procedimentos médicos para o Sistema de Saúde Suplementar;
  3. O Artigo 7.2 das Instruções Gerais da CBHPM determinaque as interpretações referentes à aplicação desta Classificação de Procedimentos serão efetuadas com exclusividade pela Associação Médica Brasileira e suas Sociedades Brasileiras de Especialidade;
  4. Entende-se perfeitamente então a necessidade das Sociedades de Especialidades realizarem de forma documental a interpretação da utilização da CBHPM, por especialidade médica;
  5. Compreende-se portanto que responsabilidade pela interpretação da utilização dos códigos da CBHPM, relacionados aos procedimentos cirúrgicos envolvendo a neurocirurgia e a cirurgia espinhal, compete as Sociedades Brasileiras de Neurocirurgia, de Ortopedia e de Coluna (SBN, SBOT e SBC), entidades filiadas à AMB;
  6. A AMB, a SBN, a SBOT e a SBC acatam fielmente as decisões e resoluções do CFM e, sendo assim, respeitam o Parecer Consulta 12/2017, que ratifica a inadequação da cobrança de códigos redundantes, estabelecida pela própria CBHPM, nas suas disposições gerais, em seu artigo 4.5 – “Quando um ato cirúrgico for parte integrante de outro, valorar-se-á não o somatório do conjunto, mas apenas o ato principal”.

Entendendo esses princípios expostos anteriormente, voltemos agora às situações reais do dia a dia da medicina. A neurocirurgia e a cirurgia de coluna vertebral possuem, em seu arsenal terapêutico, diversas modalidades de técnicas cirúrgicas e procedimentos que se complementam e não se sobrepõe. E os seus pacientes muitas vezes possuem patologias diversas que se apresentam simultaneamente, no momento em que vão se submeter a procedimentos cirúrgicos.

Apenas para citar situações bastante comuns na prática neurocirúrgica,  analisemos dois casos aparentemente parecidos, mas com condutas distintas: primeiramente, um caso hipotético em que o paciente é submetido a uma discectomia para hérnia discal lombar, sem que seja necessário ser submetido à artrodese de coluna. Por outro lado, tomemos outro exemplo em que o paciente, além da hérnia discal, também apresenta instabilidade segmentar de coluna, com indicação de associar o procedimento de artrodese com parafusos pediculares. Nesse último caso, mais de um procedimento cirúrgico é realizado em um mesmo momento, com mais tempo, risco e complexidade agregados. Portanto, não há sentido algum em resumi-los em um um único código simplificador. Na verdade, torna-se até um afronta e um desrespeito ao trabalho da equipe cirúrgica, quando uma operadora de plano de saúde apresenta tal indecente proposta.

Diante de tantas absurdos perpetrados por algumas operadores de plano de saúde, que insistem em desvalorizar o trabalho médico, surge imprescindivelmente o seguinte questionamento:

Como definir quais procedimentos ou códigos são distintos e complementares ou são simplesmente códigos redundantes?

A AMB e as Sociedades Brasileiras de Neurocirurgia, de Ortopedia e de Coluna utilizam como premissa, na sua tomada de decisões, o respeito às decisões do CFM. E, sabendo que a CBHPM é um documento oficial transformado em uma Resolução pelo próprio CFM, a adotam como referência na saúde suplementar. Sendo assim, compreendem não apenas o artigo 4.5 das suas disposições gerais, mas também o artigo 7.2, que determina que as interpretações específicas da Tabela sejam realizadas pelas sociedades de especialidades

Ora, não há no País nenhuma entidade ou instituição com maior conhecimento técnico sobre procedimentos neurocirúrgicos e de coluna vertebral, do que as sociedades supra citadas. O CFM e a AMB, entendendo isso, deram às sociedades o poder para interpretar os procedimentos relativos às suas especialidades. Portanto, respondendo ao questionamento anterior:

Não são as operadoras de planos de saúde que devem definir qual procedimento é redundante, mas sim as sociedades médicas de especialidades, junto com a AMB.

E, para facilitar a interpretação dos diversos procedimentos contidos na CBHPM, as Sociedades Brasileiras de Neurocirurgia, de Ortopedia e de Coluna, em trabalho conjunto, elaboraram o Manual de Codificação de Procedimentos em Neurocirurgia e em Cirurgia da Coluna Vertebral, documentos já reconhecidos eticamente pelo CFM e pela AMB.

As operadoras de planos de saúde precisam manter a coerência em suas argumentações: na hora de glosar honorários profissionais, invocam o CFM e a AMB, alegando estar baseadas no artigo 4.5 da CBHPM e parecer CFM 12/2017, mas, ao mesmo tempo, desrespeitam essas mesmas entidades, ao não acatar o artigo 7.2 da CBHPM e os Manuais da SBN e da SBOT, reconhecidos pelo próprio CFM.

Entendendo que os diretores técnicos e os auditores chefes das operadoras de planos de saúde, como médicos, devam respeitar às decisões do CFM “in totum” e não parcialmente, a AMB e as Sociedades Brasileiras de Neurocirurgia, de Ortopedia e de Coluna solicitam respeitosamente que esses profissionais reavaliem os seus posicionamentos em glosar honorários profissionais dos colegas neurocirurgiões e ortopedistas, com o simplório argumento de que fazem isso para “preservar o equilíbrio financeiro das operadores a quem estão atrelados”.

São Paulo, 08 de janeiro de 2018.

Associação Médica Brasileira – AMB

Sociedade Brasileira de Neurocirurgia – SBN

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT

Sociedade Brasileira de Coluna – SBC

JANEIRO ROXO #TodosContraaHanseníase

O mês janeiro para a maior conscientização sobre a hanseníase passou a ser utilizado  a partir de 2017. Neste mês a SBH-Sociedade Brasileira de Hansenologia, reforça sua campanha Todos Contra a Hanseníase, pois o Brasil é o segundo país com mais casos da doença, atrás da Índia.

 

A SBH desenvolveu cartilha e vídeo para auxiliar na conscientização sobre a doença, que por ano registra perto de 30 mil novos casos, nos vários estados brasileiros e dentre as várias classes sociais, incluindo adultos e crianças.

 

O presidente da SBH, médico Cláudio Salgado, alerta que a luta contra o crescimento silencioso da doença depende muito de uma soma de esforços do poder público com a sociedade civil. Para isso a SBH tem formado parcerias com diversas entidades e empresas para a divulgação e conscientização sobre a doença.

 

Conheça abaixo a cartilha desenvolvida e assista o vídeo em nosso Facebook.

 

POR QUE TIROS DE ARMA DE FOGO ACABAM CONFUNDIDOS COM OUTROS TIPOS DE FERIMENTOS?

Nos casos de lesões causadas por armas de fogo, além das características do ferimento, o relato do paciente auxilia o médico a compreender o caso, se é um assalto, cena de tiroteio ou outra situação.

O presidente da Associação Médica Brasileira, Dr. Lincoln Lopes Ferreira, em entrevista a BBC, relata que a dificuldade no diagnóstico médico a tiros de armas de fogo está associada à precarização geral da saúde brasileira, que vai desde a formação dos novos médicos às condições de trabalho enfrentadas por estes profissionais.

Para ler a matéria completa, acesse: http://www.bbc.com/portuguese/brasil-42574029