SÉRGIO CIMERMAN TOMA POSSE PARA SEGUNDO MANDATO NA SBI

Tomou posse para um segundo mandato à frente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Dr. Sergio Cimerman, reeleito com mais de 90% dos votos válidos para a gestão 2018/2019. Na solenidade, também foi empossada a nova diretoria da entidade.

Estiveram presentes representantes de dezenas de federadas de todo o Brasil, o presidente da Associação Medica Brasileira, Lincoln Lopes Ferreira, Fernanda Rick, representante do Departamento das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Paul Albert Hamrick, delegado do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e outros 70 convidados.

O presidente reeleito destacou em sua fala o comprometimento que dará em sua nova gestão “Sei da responsabilidade que assumo. Ao me concederem a possibilidade de um novo mandato, com mais de 90% dos votos válidos, sei que meus colegas esperam muito mais e melhores ações. Empenharei toda minha capacidade e dedicação para corresponder às expectativas”, disse ele.

Para Dr. Lincoln Lopes Ferreira, a reeleição de Sergio Cimerman, com a expressiva votação, representa a aprovação do trabalho feito na última gestão. “Isso significa um reconhecimento por parte dos colegas. Sérgio está de parabéns. Não só pela reeleição, mas pelo intenso empenho que vem tendo e contribuição da SBI no combate à febre amarela”.

Dentre as propostas da nova diretoria para a gestão que começa agora, estão intensificar a parceria com o governo brasileiro; a internacionalização da SBI, com participação em importantes congressos médicos; a valorização da Infectologia em todo o País e a adoção de uma comunicação efetiva tanto para o médico quanto para o público leigo. “Nosso objetivo é tratar a saúde pública com seriedade e oferecer o que há de melhor para nossa população, além de capacitar todos os médicos para uma atuação ainda eficaz atuação profissional”, completa Sergio.

DIRETORIA SBI – BIÊNIO 2018/2019

Presidente – Sergio Cimerman
Vice-Presidente – Samuel Kierszenbaum
Primeiro Secretário – José David Urbaéz Brito
Segundo Secretário – Alberto Chebabo
Primeiro Tesoureiro – Marcos Cyrillo
Segunda Tesoureira – Maria do Perpétuo Socorro Corrêa
Coordenador de informática – Kleber Luz
Coordenador científico – Clovis Arns
Coordenadora de comunicação – Lessandra Michelin

Febre amarela: orientações de vacinação para pessoas idosas

Segundo o Guia de Vacinação elaborado pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), em parceria com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a febre amarela, em suas formas mais severas, tem letalidade ao redor de 50%, sendo mais grave em idosos.

A médica geriatra Dra. Maisa Kairalla, presidente da Comissão de Vacinação da SBGG, esclarece que, por se tratar de vacina com base no vírus vivo atenuado, faz-se necessária uma avaliação clínica dos idosos antes da vacinação. “Após os 60 anos de idade, algumas pessoas apresentam queda das defesas do sistema imune (imunossenescência), um processo natural do organismo. Além disso, há aquelas que usam medicações imunossupressoras ou apresentam debilidades graves da saúde, o que reforça a importância de se haver uma avaliação médica prévia”, explica a geriatra.

A especialista esclarece que “caso se trate de um idoso que fica mais em casa ou mora em locais sem ocorrência da febre amarela, a melhor opção pode ser não vacinar”. Nesses casos, como medida de proteção, devem ser usados repelentes, roupas compridas e telas nas janelas para evitar o acesso do mosquito.

Um aspecto que deve ser levado em conta refere-se ao risco de exposição ao vírus. Se o idoso mora em uma das regiões em que há casos relatados da doença, é trabalhador rural ou viajará para área endêmica de febre amarela, a vacina poderá ser indicada após consulta médica. “Nesses casos, o risco de contágio é alto e, então, supera o risco da vacinação”, avalia Maisa.

Cabe lembrar que o vírus da própria vacina pode causar uma forma da doença. Há registro de um caso a cada 400 mil doses da vacina. A população idosa é mais suscetível a essa forma, que tem manifestações clínicas similares às da febre amarela. “O risco de um idoso ter esta complicação é maior do que em adultos. Sendo assim, é importante o acompanhamento médico pelos 30 dias seguintes à vacinação”, completa Maisa.

A vacinação contra a febre amarela está disponível nas unidades básicas de saúde ou na rede privada.

Vacina contra febre amarela em idosos – perguntas e respostas

Com o aumento dos casos de febre amarela no Brasil, principalmente na região sudeste do País, muitas pessoas vão aos postos de saúde em busca da vacina contra a doença. Entretanto, a imunização de idosos sem a devida orientação médica pode ocasionar graves reações, especialmente em pessoas com problemas de saúde e baixa imunidade. A Comissão de Vacinação da SBGG elaborou algumas perguntas e respostas para orientar a população sobre a vacina:

1) Idosos podem tomar a vacina contra a Febre Amarela?

A vacina é o método mais eficaz para prevenir a Febre Amarela. Porém, nos idosos, é maior o risco de reações adversas causadas pela vacina. Os idosos apresentam um envelhecimento natural do sistema imune, chamado imunossenescência, o que acarreta em uma maior incidência de efeitos colaterais.  Portanto, recomenda-se maior cautela nesta faixa etária e a decisão sobre vacinar ou não o idoso contra a Febre Amarela deve ser individualizada, levando em consideração os riscos e benefícios da vacina. Dessa forma, os idosos que residem ou precisarão permanecer por tempo prolongado em áreas de maior risco para a doença, que têm bom estado de saúde e que NÃO apresentem contraindicações à vacina (ver abaixo) podem ser candidatos a tomarem a vacina.

2) Quem NÃO PODE tomar a vacina contra Febre Amarela?

Como esta vacina é constituída por vírus vivo atenuado, pacientes com condições que deprimem a imunidade possuem risco substancialmente maior de reações graves. Portanto, pessoas com câncer, doenças do timo, infecção pelo HIV, submetidas a transplante de órgãos ou que tomam medicações imunossupressoras (como quimioterapia ou corticoides em altas doses) NÂO PODEM tomar esta vacina. Além disso, pessoas com histórico de reações alérgicas graves (anafilaxia) a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou outras) também não podem tomar.

3) Quais as possíveis reações adversas à vacina da Febre Amarela?

Os efeitos colaterais mais comuns são dor, inchaço e vermelhidão no local de aplicação, que geralmente duram um ou dois dias. Manifestações gerais, como febre, moleza e dores de cabeça e muscular também podem surgir. Embora muito raros, podem acontecer eventos graves: reações alérgicas, doença neurológica (encefalite, meningite, doenças autoimunes com envolvimento do sistema nervoso central e periférico) e doença em órgãos (infecção pelo vírus da vacina causando danos semelhantes aos da doença). Tais eventos, como já citado, ocorrem com frequência maior nos idosos.

4) Uma dose da vacina durante a vida contra a Febre Amarela é realmente suficiente?

Sim. Desde 2016, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda apenas UMA DOSE da vacina. Portanto, não há mais a indicação de dose de reforço da vacina, salvo raras exceções.

5) O que devem fazer os idosos que não podem tomar  esta vacina?

Aqueles que não podem tomar a vacina devem evitar viagens a locais de maior risco para a doença. Caso a viagem seja inevitável ou o idoso resida em área endêmica, recomenda-se, sempre que possível, o uso de métodos de barreira, como repelentes, roupas longas e telas de proteção contra mosquitos.

ARTIGO: CIRURGIÃO PEDIÁTRICO – O HERÓI DESCONHECIDO

Para o médico receber o Título de Especialista em Cirurgia Pediátrica precisa, após os seis anos de Graduação em Medicina, dois anos de Residência Médica em Cirurgia Geral e mais 3 anos de Residência Médica em Cirurgia Pediátrica em Serviços credenciados pelo Ministério da Educação e sob rígido controle da Comissão Nacional de Residência Médica e da Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica, filiada à Associação Médica Brasileira. Isto totaliza no mínimo cinco anos de treinamento após o Curso de Medicina .

O Doutor Mark Ravitch, considerado um dos fundadores da Cirurgia Pediátrica no mundo como Especialidade disse: “Cirurgia não é um lugar ou um evento, ela é fundamentalmente uma disciplina intelectual, frequentemente envolvendo um procedimento cirúrgico; contudo, mais importante ainda, caracterizada por uma atitude de responsabilidade para com o cuidado do doente.”

Declaração da Cirurgia Pediátrica, exarada no Congresso Mundial – World Federation of Associations of Pediatric Surgeons (WOFAPS) – em Kyoto , Japão: “A criança não é apenas um adulto em miniatura e apresenta problemas e necessidades médicas e cirúrgicas, muitas vezes bastante diversas daquelas encontradas pelo médico de adultos. Lactentes e crianças merecem o melhor atendimento médico disponível. Todo o lactente ou criança que apresenta uma doença tem o direito de ser tratado em um ambiente adequado por um especialista em Pediatria ou Cirurgia.

O Cirurgião Pediátrico é um profissional especialmente treinado e habilitado a lidar com lactentes e crianças que necessitem diagnóstico, tratamento e acompanhamento de doenças potencialmente cirúrgicas que acometem entre outros os tratos digestório, urinário e respiratório, sejam defeitos congênitos , traumatismos graves ou tumores sólidos da infância de caráter benigno ou maligno.

Em nome dos Cirurgiões Pediátricos de todo o Brasil gostaríamos de solicitar a inclusão do nome do Dr. Paulo Villela. Foi o Cirurgião Pediátrico responsável pelo atendimento do menor na reportagem planejada para o Programa Fantástico do próximo domingo que foi vitimado por um trauma cardíaco por um espeto de churrasco. Felizmente a criança sobreviveu , graças ao empenho de toda uma equipe capitaneada por este colega. Infelizmente e injustamente este Cirurgião Pediátrico não tem sido citado em nenhuma das menções ao caso pela imprensa. Consideramos de suma importância que a presença da Cirurgia Pediátrica no atendimento a nossas crianças de forma geral seja reconhecida em nosso país.

João Vicente Bassols

Presidente da CIPE (Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica)

ANAMT DIVULGA EDITAL DE PROVA DE TÍTULO ESPECIAL PARA MÉDICOS DO SESMT

Objetivo é regularizar integrantes do SESMT, que têm até dezembro de 2018 para obter o título de especialista em Medicina do Trabalho

Associação Nacional de Medicina do Trabalho – ANAMT divulgou o edital da 44ª Prova de Título de Especialista em Medicina do Trabalho. Em caráter especial, este exame é voltado para médicos que atuam no Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT. De acordo com a Portaria nº 2018/2014 do Ministério do Trabalho e Emprego, os integrantes do SESMT têm até dezembro de 2018 para obter o título de especialista em Medicina do Trabalho. Para apoiar estes profissionais em sua regularização, a ANAMT, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Médica Brasileira (AMB) decidiram realizar esta prova específica.

Atualmente, há no Brasil 1,3 mil médicos atuantes no SESMT sem especialização na área. Com o objetivo de facilitar o acesso dos profissionais interessados, a ANAMT irá aplicar a prova simultaneamente em quatro cidades: Brasília (DF), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), São Paulo (SP). O exame é composto de prova teórica e prática, a serem realizadas nos dias 26 e 27 de maio. As informações sobre a prova estão disponíveis no edital. A ANAMT também disponibilizou em seu site um documento de Perguntas Frequentes da XLIV Prova de Título de Especialista, com informações sobre quais profissionais podem prestar o exame. As inscrições estão disponíveis até 26 de fevereiro nesta página.

NEUROWEBINAR DO DIA 31/01 TEM COMO TEMA IMPRESSÃO BASILAR

 A Palestra do Dr. Geraldo de Sá Carneiro Filho, acontece no dia 31/01, às 20h30.

Para participar, basta acessar o portal da SBN: www.portalsbn.org na hora do evento e clicar no Banner do Webinar, não há necessidade de senha para acesso.

O NeuroWebinar, projeto de Educação Continuada da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, coordenado pelos Drs. João Luis Pinheiro Franco e Alexandre Novick, é uma plataforma para realização de aulas por videoconferência.

Por meio do ensino à distância, a SBN difunde conhecimento para todos os municípios do território brasileiro, além de proporcionar a integração de seus associados.

As aulas do NeuroWebinar são expositivas, com a supervisão de um moderador, e nos trinta minutos finais há discussão sobre o assunto discutido, possibilitando a interação do palestrante e de seus espectadores.

PRIMEIRO MBA DA ACADEMIA DE GESTÃO DE SAÚDE DA AMB/ESPM TEM INSCRIÇÕES ABERTAS

Inovação, Gestão e Marketing serão as áreas centrais da academia, que nasce com um MBA em Marketing e Gestão da Saúde

A Associação Médica Brasileira (AMB) e a ESPM iniciaram uma parceria para criação da Academia de Marketing e Gestão da Saúde AMB/ESPM. Com objetivo de oferecer aprimoramento dos médicos, a academia vai desenvolver diversos cursos, priorizando dar foco em inovação, incluindo tecnologia da informação. O primeiro, o MBA em Marketing e Gestão da Saúde AMB/ESPM, terá início em março e as inscrições já foram abertas.

“Para a ESPM é uma honra criar esta academia com uma das mais importantes entidades de classe médica do Brasil. Vamos unir nossos conhecimentos, capacidade técnica e científica para aprimoramento e desenvolvimento das melhores práticas de gestão e inovação que podem ser aplicadas no desenvolvimento dos médicos e, consequentemente, contribuir para a qualidade da saúde da população brasileira”, comemorou o presidente da ESPM, Dalton Pastore.

“Saúde é área que exige cada vez mais geração e sistematização de conhecimento. No segmento da gestão da saúde, esta necessidade é ainda maior. A academia de Gestão de Saúde será uma fonte valiosa para disseminar conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias à gestão e a inovação.”, afirma Lincoln Lopes Ferreira, presidente da AMB.

O primeiro resultado, fruto da Academia de Gestão da Saúde é o MBA AMB / ESPM em Marketing e Gestão da Saúde, que começa em março de 2018. “A área médica precisa de outra visão de inovação e gestão, por esse motivo montamos a grade deste curso com um núcleo de 120 horas”, ressalta o coordenador da academia, professor Gilmar Marques. No total, este MBA terá 420 horas, divididas em três núcleos, sendo os outros dois em negócios e gestão estratégica na saúde e diferenciação no setor de saúde. “Esse MBA é apenas o começo desta parceria, porque estamos desenvolvendo excelente série de outras atividades dentro da academia”, completa.

“O primeiro passo está dado e os associados da AMB contarão com desconto de 30% no MBA em Marketing e Gestão da Saúde”, conclui Lincoln.

MBA em Marketing e Gestão da Saúde AMB/ESPM

Disciplinas do curso:

Núcleo Negócios e Gestão Estratégica na Saúde (180h):

  • Fundamentos de Marketing – Educação a Distância – (EAD) (36h)
  • Fundamentos da Gestão Financeira – Educação a Distância – (EAD) (36h)
  • Estratégias de Negócios no Setor de Saúde (24h)
  • Liderança e Gestão de Equipes na área da Saúde (24h)
  • Gestão de Processos e Operações na área da Saúde (24h)
  • Trabalho de Conclusão /TCC (orientação, bancas e elaboração) (36h)

Núcleo Diferenciação no Setor de Saúde (120h):

  • A Cadeia de Valor em Saúde (24h)
  • Ética Médica, Dilemas e Reflexões (24h)
  • Negociação Aplicada ao Desenvolvimento de Negócios na Saúde (24h)
  • Marketing de Relacionamento e CRM (24h)
  • Branding e CIM (Comunicação Integrada de Marketing) (24h)

Núcleo Inovação (120h):

  • Inovação e Desenvolvimento de Serviços na área da Saúde (24h)
  • Redes e Mídias Digitais (24h)
  • Relações Públicas e Media Training para a área de Saúde (24h)
  • Recursos Digitais Aplicados à Gestão na Área de Saúde (24h)
  • Inteligência Competitiva e Construção de Cenários (24h)

Módulo Internacional

A ESPM desenvolve parcerias internacionais com instituições renomadas acreditadas internacionalmente em suas áreas de atuação, com o objetivo de proporcionar aos estudantes experiências com profissionais da área, bem como visitas técnicas e culturais a empresas e instituições internacionais. É uma excelente oportunidade de aprendizagem e networking. As aulas ocorrem em tempo integral, por um período aproximado de 15 dias. Em janeiro os programas serão com as seguintes instituições: EADA (Barcelona – Espanha) e IÉSEG (Paris – França).

Observação: 1- As escolas parceiras podem ser alteradas dependendo de acordos acadêmicos; 2- Módulo não obrigatório e não incluso no valor do curso.

 

Serviço: MBA em Marketing e Gestão da Saúde AMB/ESPM

(sócios da AMB tem desconto de 30%)

 

Inscrição:  até 28 de fevereiro de 2018

Carga horária: 420 horas – 18 a 20 meses

Início das aulas: 9 de março de 2018

Periodicidade: Aulas serão às sextas-feiras, das 19h30 às 22h30 e aos sábados das 8h às 13h, com intervalos entre as disciplinas.

Local do curso: campus Joaquim Távora – Vila Mariana

Mensalidade:

Central de Relacionamento com aluno: (11) 5081-8200 (opção 1) ou e-mail:

relacionamentojt@espm.br

http://www2.espm.br/cursos/espm-sao-paulo/mba-em-marketing-e-gestao-da-saude-associacao-medica-brasileira-amb/espm

POSSE NA ASSOCIAÇÃO MÉDICA DO MATO GROSSO DO SUL

 

A nova diretoria da Associação Médica do Mato Grosso do Sul, eleita para o triênio 2018/2020, que tem a Dra. Maria José Martins Maldonado como presidente, tomou posse ontem (24/1), na sede da entidade, em Campo Grande. A solenidade contou com a presença de médicos associados, e muitas autoridades locais, como o Prefeito de Campo Grande, Marcos Marcello Trad, vereadores, secretário de saúde, representante do Governador, além do Deputado Federal Luiz Henrique Mandetta, o vice-presidente Conselho Federal de Medicina, Mauro Luiz de Britto Ribeiro, o presidente da AMB, Lincoln Lopes Ferreira e o vice-presidente da entidade, Diogo Leite Sampaio. Também estiveram presentes presidentes de outras entidades importantes no associativismo médico regional, como o CRM-MS, Dr. Celso Rafael Gonçalves Codorniz, diversas sociedades de especialidades, SinMed-MS e a AEMED-MS.

“É importante saber que podemos contar com o apoio destas entidades para seguir desenvolvendo o trabalho que começamos na primeira gestão. Estamos resgatando a imagem da AMMS como entidade associativa importante para a defesa do médico, da medicina e da saúde, tanto no âmbito regional, quanto nacional. Estou muito feliz pelo que já fizemos e confiante no que podemos fazer, com o apoio de tanta gente que estamos recebendo”, comemora Maldonado.

Dentre as realizações da primeira gestão de Maria José, os destaques foram a reestruturação financeira, a inauguração de um centro de convenções com três anfiteatros, a conquista de parceria com 15 sociedades de especialidades, o início das provas de residência médica em parceria com a federada do Rio Grande do Sul (AMRIGS), a realização do Primeiro Simpósio Médico-Jurídico e a participação para o lançamento da Frente Parlamentar da Medicina dentre outras.

Dra Maria José dará continuidade ao trabalho desenvolvido anteriormente e já tem claro qual o foco da gestão que se inicia: “Nossas prioridades serão a defesa do Ato Médico, para a qual já nos preparamos com a reestruturação do jurídico da AMMS, e o lançamento da Revista Científica da AMMS”.

Recentemente a Dra Maria José também foi empossada como Diretora Acadêmica da AMB, na gestão de Lincoln Lopes Ferreira, que durante o evento de ontem reforçou a honra de contar sempre com seu forte apoio.  “Maria José sempre brilha, pela sua competência e capacidade de coordenação de sua diretoria. A federada do Mato Grosso do Sul conta com o apoio da AMB para todos os seus desafios de gestão. Na AMB contaremos com sua energia na busca da melhoria do ensino médico no Brasil, com prioridade para combater a abertura de novas escolas médicas e propor ajustes necessários nas que hoje não atendem às necessidades mínimas para a formação de profissionais”.

 

Conheça a Diretoria da AMMS – Gestão 2018/2020

 

Presidente: Maria José Martins Maldonado

1º Vice-presidente: Marcelino Chehoud Ibrahim

2º Vice-presidente: Justiniano B. Vavas

1º Secretário: Sergio Luis R. Furlani

2º Secretário: Vitor G. de Oliveira

1º Tesoureiro: Fabio dos S. Magalhães

2º Tesoureiro: Nelson N. de Farias

Científico: Renata Bochi Portella

Defesa Profissional: Valdir S. Shiroma

Sociocultural: Rita de Cássia S. S. Tavares

Esportes: Nicola Rosa

Acadêmico: Kléber F. M. Vargas

REUNIÃO DA SBN NO RJ TERÁ COMO PAUTA O PROJETO “RESIDÊNCIA MÉDICA EM REDE”

A Diretoria da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN) se reunirá com os chefes dos serviços do Rio de Janeiro para debater sobre o projeto “Residência Médica em Rede “, nesta terça-feira (23/01/2018).

Ao reconhecer as deficiências dos programas de residência médica no Brasil e buscar solucionar este problema, a SBN propõe o sistema de consórcio de serviço credenciado, uma associação regional de 3 ou 4 serviços de neurocirurgia com residência médica reconhecida pela SBN e pelo Ministério da Educação (MEC). A busca é pela formação de especialistas capazes de desenvolver e executar programas de excelência nas áreas de assistência, ensino e pesquisa em neurocirurgia.

O objetivo dessa espécie de Consórcio é suprir as deficiências locais na formação dos residentes e partilhar recursos para atingir os critérios de credenciamento de residência médica adotados pela SBN, que permitem a aquisição das competências necessárias à obtenção do Título de Especialista AMB/SBN.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA GRAVA FILME E FAZ CAMPANHA PARA ESCLARECER E DIMINUIR O PRECONCEITO SOBRE A HANSENÍASE

Conhecido como Canário, Nilson dos Anjos (59 ANOS) teve Hanseníase e está curado! Seu depoimento no filme https://goo.gl/BJEJYx (60”) mostra que leva uma vida normal e feliz. Canário buscou tratamento que além de ser gratuito, é disponibilizado em todo o território nacional. Considerada a doença mais antiga da humanidade, a Hanseníase tem cura, mas ainda é um grave problema de saúde pública no Brasil.

Atualmente, o país é o segundo com mais casos da doença, atrás somente da Índia. Por ano, são registrados perto de 30 mil casos nos vários estados brasileiros. Cerca de 6% deles acometem crianças e adolescentes, somando aproximadamente 2 mil pacientes. Destes, 7% (140, em média) são diagnosticados com alguma sequela relacionada à doença.

Dia 28 de janeiro é o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase (Janeiro Roxo). Devido aos números, ainda altos, durante o mês de janeiro, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), por intermédio do Departamento de Hanseníase e, a Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH), promovem campanha e ações educativas para a população.  A data, celebrada sempre no último domingo de janeiro, reforça o compromisso em controlar a hanseníase, oferecer o diagnóstico e o tratamento corretos, difundir informações e desfazer o preconceito.

Segundo o Coordenador do Departamento de Hanseníase da SBD, Dr. Egon Daxbacher, a transmissão do M. leprae se dá através de contato próximo e contínuo com o paciente não tratado. “Apesar de ser uma doença da pele, é transmitida através de gotículas que saem do nariz, ou através da saliva do paciente. Afeta primordialmente a pele, mas pode afetar também os olhos, os nervos periféricos e, eventualmente, outros órgãos. Ao penetrar no organismo, a bactéria inicia uma luta com o sistema imunológico do paciente. O período em que a bactéria fica escondida ou adormecida no organismo é prolongado, e pode variar de dois a sete anos”, explica o médico.

A Hanseníase pode provocar graves incapacidades físicas se o diagnóstico demorar ou se o tratamento for inadequado. Os primeiros sinais da hanseníase são manchas claras, róseas ou avermelhadas no corpo, que ficam dormentes e sem sensibilidade ao calor, frio ou toque. Podem aparecer placas, caroços e/ou inchaços. Quando afeta os nervos, pode causar formigamento, sensação de choque, dormência e queimaduras nas mãos e pés por falta de sensibilidade, além de falta de força e problemas nos olhos.

O atendimento da Hanseníase compreende equipe multiprofissional, tendo o médico dermatologista um importante papel no diagnóstico, e envolve a avaliação clínica do paciente, com aplicação de testes de sensibilidade, palpação de nervos, avaliação da força motora etc. Se o dermatologista desconfiar de alguma mancha ou caroço no corpo do paciente, poderá fazer uma biópsia da área ou pedir um exame laboratorial para medir a quantidade de bacilos.

Uma dica importante é convencer os familiares e pessoas próximas a um paciente a procurarem uma Unidade Básica de Saúde para avaliação, quando for diagnosticado um caso de Hanseníase na família. Dessa forma, a doença não será transmitida nem pela família, nem pelos parentes próximos e amigos.

 

Ao suspeitar dos sintomas, procure um dermatologista da

Sociedade Brasileira de Dermatologia. 

O tratamento é gratuito e disponibilizado em todo o território nacional.