último dia  para a submissão de trabalhos do I CONGRESSO INTERNACIONAL DE SAÚDE BASEADA EM EVIDÊNCIA – CISBE 2017.

Hoje dia 20/07/17 é o último dia  para a submissão de trabalhos do I CONGRESSO INTERNACIONAL DE SAÚDE BASEADA EM EVIDÊNCIA – CISBE 2017.
São aceitos trabalhos nas seguintes áreas temáticas (categorias):
a. Geração da evidência
b. Síntese da evidência
c. Implementação da evidência
Todos os trabalhos aprovados serão publicados na Revista da AMB.
Haverá classificação geral dos trabalhos, sendo agraciado com premiação de Menção Honrosa o 1º, 2º e 3º lugares.
Inscreva-se e saiba mais sobre o CISBE e sobre a submissão de trabalhos acessando: http://cisbe.amb.org.br/

 

LANÇAMENTO DO LIVRO “O MÉDICO E O ESTUDANTE DE MEDICINA: QUANDO ELES PRECISAM DE AJUDA”

 

Durante cinco anos, João Brainer Clares de Andrade e José Jackson Coelho Sampaio conduziram uma coorte (estudos observacionais) com 105 estudantes de todas as escolas médicas cearenses. Os dois também realizaram uma extensa pesquisa sobre os danos que o curso de Medicina traz à saúde mental do aluno, criando um diálogo entre autores de diversos países e aproximando os resultados da realidade da formação e atuação médica brasileira. Assim nasceu o livro “O médico e o estudante de Medicina: quando eles precisam de ajuda”, a mais extensa revisão da literatura médica do País sobre o tema e única publicação brasileira nos últimos anos que contemplou todas as escolas médicas de um estado.

O livro estará sendo lançado na Livraria Cultura, em Fortaleza (10/08) e em São Paulo (17/08), mas você pode ver um pouco sobre o trabalho dos autores em http://www.uece.br/uece/index.php/noticias/94506-2017-07-18-15-23-28

EQUÍVOCOS ÉTICOS E LEGAIS NO PROJETO TELEOFTALMO

 

Atendimento à distância sem participação do médico é antiética e ilegal, afirmam entidades

As atividades de telemedicina devem contar com a participação de médicos em todas as pontas, numa relação direta e pessoal com o paciente. Essa posição foi defendida nesta sexta-feira (14) pelas principais entidades científicas e de ética médica do País – Conselho Federal de Medicina (CFM), Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers), Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e Associação Médica Brasileira (AMB) –, em referência ao projeto Teleoftalmo – Olhar Gaúcho, lançado essa semana no Rio Grande do Sul.

O projeto, resultado de uma parceria entre a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a Secretaria Estadual da Saúde e a Associação Hospitalar Moinhos de Vento, com apoio do Ministério da Saúde, se propõe a oferecer exames oftalmológicos à distância, sem a participação direta de médicos em todas as fases do processo, contrariando as exigências expressas na Resolução CFM nº 1.643/2002, que normatiza a prática da telemedicina no Brasil.

Os signatários reforçam que “o envolvimento de profissionais não-médicos em processos de diagnóstico e prescrição promove o exercício ilegal da medicina, desrespeita a legislação em vigor e causa imenso prejuízo à população, ao privá-la de atendimento médico adequado”.

Confira abaixo a íntegra do documento:

 

NOTA DE ESCLARECIMENTO

EQUÍVOCOS ÉTICOS E LEGAIS NO PROJETO TELEOFTALMO

Em relação ao projeto Teleoftalmo – Olhar Gaúcho (resultado de parceria entre a Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, a Secretaria Estadual da Saúde e a Associação Hospitalar Moinhos de Vento, com apoio do Ministério da Saúde), que se propõe a oferecer exames oftalmológicos à distância, sem a participação direta de médicos em todas as fases do processo, as entidades médicas brasileiras esclarecem que:

1)      Os serviços de telemedicina podem ser realizados apenas com a participação direta de médicos, devida e legalmente habilitados para o exercício profissional, em todas as etapas das atividades previstas;

2)      Essa exigência está inscrita na Resolução CFM nº 1.643/2002, que normatiza a prática da telemedicina no Brasil, especialmente no tocante à obrigatoriedade da presença de médicos nas duas pontas de atendimento;

3)      A regra assim o estabelece como forma de assegurar ao paciente o acesso ao melhor diagnóstico, bem como para preservar informações que são de interesse apenas dessa pessoa e do profissional que o atende;

4)      O atendimento à distância, sem a participação de médico em todas as pontas, numa relação direta e pessoal com o paciente, não é ética, legal e efetiva;

5)      Nesse sentido, o envolvimento de profissionais não-médicos em processos de diagnóstico e prescrição promove o exercício ilegal da medicina, desrespeita a legislação em vigor e causa imenso prejuízo à população, ao privá-la de atendimento médico adequado;

6)      Essas medidas importam prejuízos para a saúde dos pacientes, expostos a diagnósticos imprecisos que podem retardar o início de tratamentos necessários, e para o Estado, que oportunamente poderá ser chamado a cobrir gastos com tratamento de doenças complexas, as quais poderiam ter sido evitadas pelas formas corretas de prevenção e diagnóstico.

Diante dessa situação e para preservar a previsão constitucional de acesso universal, integral e equânime da população a todos os tipos de serviços de saúde oferecidos no País, sempre com qualidade, esgotados os diálogos administrativos prévios e necessários junto às autoridades para a compreensão do fato, serão tomadas as medidas cabíveis para impedir irregularidades e exigir do Estado que cumpra as obrigações que lhe são atribuídas na Carta Magna.

 

ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA (AMB)

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)

CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA (CBO)

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO RIO GRANDE DO SUL (CREMERS)

REVALIDA MAIS PERTO DE SER LEI

Foi aprovado ontem, por unanimidade, na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei nº 4.067/2015, que transforma em lei o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Universidades Estrangeiras (Revalida), com parecer favorável deputado Hiran Gonçalves.

O projeto segue para a Comissão de Educação e, posteriormente, à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Como o projeto tem caráter conclusivo, não precisa passar pelo Plenário para ir à sanção presidencial.

Uma das pautas da Associação Médica Brasileira (AMB) contra o Programa Mais Médicos, tem sido dispensa de confirmação das capacidades dos médicos cubanos, que ficam dispensados do Revalida, assim como outros estrangeiros que aderem ao programa. Isto só foi possível porque hoje o revalida é exigido por meio de uma portaria interministerial, por isso a necessidade de transformá-lo em lei.

A aprovação foi acompanhada por membros da Comissão de Assuntos Políticos (CAP), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Médica Brasileira (AMB). Dr. Florentino Cardoso, presidente da AMB, esteve presente, “Continuaremos acompanhando o projeto na Câmara e até a sanção presidencial, pois é de grande importância para a saúde da população brasileira. Exames como o revalida são padrão em todo o mundo”.

 

 

Alergo Imuno Rio 2017

Será realizado, nos dias 11 e 12 de agosto, no Centro de Convenções CBC Amil – Rio de Janeiro, RJ, o ALERGO IMUNO RIO 2017, promoção da ASBAI-RJ. Nesta edição a programação terá como principais temas: Asma ; Lactente Sibilante ; Rinossinusite; Alergia alimentar; Alergia a medicamentos; Dermatite atópica; Urticária e Angioedema; Imunodeficiências primárias. Médicos associados AMB terão os mesmos descontos nas inscrições que os associados