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DECLARAÇÃO DE CÓRDOBA: RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE ESTÁ SOB AMEAÇA

Em uma nova declaração, adotada em sua assembleia anual, realizada de forma virtual na última semana, a Associação Médica Mundial (WMA) advertiu que a relação médico-paciente está sob ameaça com o aumento da tecnologia na medicina. O posicionamento, intitulado como Declaração de Córdoba, destaca que a relação, que remonta às origens da medicina, vem enfrentando ameaças com o aumento da tecnologia da medicina, levando a uma visão mecanicista da assistência à saúde, negligenciando as considerações humanas.

A Associação Médica Brasileira corrobora o posicionamento da WMA. “A AMB entende que a incorporação de novas tecnologias à medicina é um caminho sem volta e que pode ser muito positivo, desde que disciplinado por diretrizes responsáveis com foco no fortalecimento da relação médico/paciente e para auxiliar a vencer os desafios atuais da medicina. A AMB não abre mão da preservação da adequada relação médico/paciente, ponto fulcral da boa medicina”, pontua Lincoln Ferreira, presidente da AMB.

A WMA convoca todos os membros das associações médicas nacionais para defender, proteger e fortalecer a relação médico-paciente como base para um atendimento de alta qualidade, respeito mútuo e confiança.

“Todos devemos estar cientes dos desafios emergentes que ameaçam a relação médico-paciente. Devemos reafirmar nossa oposição à interferência indevida de governos e outros agentes na prática da medicina, alienando os médicos de seus pacientes. A autonomia profissional e a independência clínica são elementos essenciais do profissionalismo médico”, salientou o novo presidente da WMA, David Barbe, em seu discurso.

WMA DEFENDE A DISTRIBUIÇÃO EQUITATIVA E GLOBAL DE VACINAS CONTRA A COVID-19

Na Assembleia Geral anual da World Medical Association (WMA), este ano realizada de forma virtual, esteve em debate a distribuição das vacinas contra a Covid-19. A WMA recomenda que nenhum País deve ser deixado para trás na corrida para vacinar sua população e que a distribuição deve ser equitativa e global, de uma vacina segura e eficaz. Defende, também, que os profissionais de saúde e as populações vulneráveis deveriam estar entre os primeiros a recebê-la.

“O esforço global sem precedentes em andamento para desenvolver uma vacina eficaz pode deixar os países de baixa renda em desvantagem. Portanto, é essencial que defendamos uma distribuição justa de vacinas bem-sucedidas para garantir que todas as regiões do mundo possam se beneficiar o mais rápido possível”, disse o recém empossado presidente da WMA, David Barbe. “Uma pandemia não pode ser contida por um único País. Requer um esforço colaborativo global”, complementa.

Ainda sobre as vacinas, a WMA observa que todos os ensaios devem seguir os princípios éticos para pesquisa médica estabelecidos na Declaração de Helsinque.

A WMA também alerta sobre a necessidade de manter outras vacinações de rotina importantes, como para poliomielite, sarampo e gripe. “É vital aumentarmos a confiança do público na vacinação em face das campanhas de desinformação e movimentos antivacinas que prejudicam a saúde de crianças e de adultos”.

Em homenagem aos milhares de médicos que morreram tratando da pandemia e aos muitos médicos prestando cuidados na linha de frente, a Assembleia decidiu que 30 de outubro deve ser designado como o Dia Internacional da Profissão Médica.

Entre as outras medidas exigidas pela WMA estão o fornecimento suficiente de equipamentos de proteção individual, o fortalecimento dos sistemas de saúde e a tolerância zero para agressões aos médicos.

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MIGUEL JORGE TRANSFERE CARGO NA WMA, AGORA É EX-PRESIDENTE IMEDIATO

Durante a Assembleia Geral anual da World Medical Association (WMA) – Associação Médica Mundial, que ocorreu de forma virtual, Miguel Roberto Jorge, presidente da WMA e diretor da Associação Médica Brasileira (AMB), passou o cargo de presidente da entidade internacional para David Barbe, dos Estados Unidos. Assim, ele assume como ex-presidente imediato, uma transição prevista a cada novo ciclo diretivo na WMA. Heidi Stensmyren, da Suécia, ocupa o cargo de presidente eleita.

Durante o evento, que aconteceu entre os dias 26 e 30 de outubro, Miguel Jorge enfatizou que a Covid-19 afetou diretamente a saúde física e mental de milhões de pessoas e indiretamente afetou social e economicamente bilhões de pessoas. “Agora, mais do que nunca, a cobertura universal de saúde – incluindo cuidados de saúde mental – seria a melhor maneira de fornecer saúde para todos”, disse.

Lincoln Ferreira, presidente da AMB, permanece como membro do conselho da WMA, cargo que ocupa desde 25/04/2019. “Para nós na AMB, é motivo de muito orgulho a gestão do colega e amigo, Miguel Jorge, à frente da presidência da WMA. Ele enfrentou o maior desafio da medicina do último século com a Covid-19 e continuará contando com nosso apoio no novo cargo que ocupa”, destaca.

Já o novo presidente da WMA, David Barbe, em seu discurso inaugural na assembleia geral da WMA disse que a Associação Médica Mundial deve continuar a deixar a ciência liderar a batalha contra a Covid-19. Também salientou que a WMA deve defender o uso de equipamentos de proteção individual adequados, instalações e equipamentos médicos apropriados e pessoal de apoio adequado.

AMB EM DESTAQUE NO WORLD MEDICAL JOURNAL

A nova edição da World Medical Journal, renomada publicação da Associação Médica Mundial (WMA- World Medical Association), contou com a participação especial da Associação Médica Brasileira (AMB): Miguel Jorge, presidente da WMA e diretor da AMB; Lincoln Ferreira, presidente da AMB; e Wanderley M. Bernardo, coordenador de Diretrizes da AMB. A participação dos brasileiros no jornal é também uma forma de reconhecimento e valorização da medicina do País, que constitui a terceira maior delegação da WMA, atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão.

Na edição 66 do World Medical Journal, Miguel Jorge participou de uma entrevista sobre os desafios dos profissionais da saúde que estão na linha de frente nos hospitais em combate à Covid-19 e o impacto disso na saúde física e mental. “Há um enorme esforço de cientistas de todo mundo no desenvolvimento de pesquisas para estudar o comportamento humano durante a atual pandemia e avaliar como os hábitos irão mudar após o surto da Covid-19″, destaca na entrevista.

Já Lincoln e Wanderley tiveram publicados no jornal um artigo sobre os atendimentos emergenciais nas unidades públicas de saúde no Brasil. “Estamos honrados em fazer parte desta edição do World Medical Journal. O Brasil, hoje, é um país que se destaca com relação às pesquisas na área da saúde e os avanços. É uma honra podermos dividir com os colegas médicos internacionais um pouco de nossa experiência no combate à pandemia”, finaliza.

Confira a edição 66 do World Medical Journal no link https://amb.org.br/wp-content/uploads/2020/08/wmj_3_2020_WEB.pdf.

PRESIDENTE DA WMA FALA SOBRE PREVENÇÃO DO COVID-19

O presidente World Medical Association (WMA) e diretor da AMB, Miguel Roberto Jorge, gravou um vídeo alertando sobre a importância das medidas de prevenção para evitar a disseminação do coronavírus, além de ressaltar o cuidado com as fake news sobre a doença.

Veja https://www.youtube.com/watch?v=uzM-yy5KEdI.

 

CONFERÊNCIA DE ÉTICA MÉDICA DA WMA

A Associação Médica Mundial (WMA) iniciou nesta quinta-feira (5) a Conferência Ibero-Latino-Americana sobre a revisão do Código Internacional de Ética Médica (ICOME). A Associação Médica Brasileira (AMB) estará presente no evento que será realizado até esta sexta-feira (06), no Meliá Hotem Ibirapuera, em São Paulo.

Entre os palestrantes estão o presidente da WMA e diretor da AMB, Miguel Roberto Jorge, o presidente da AMB e da Confederação Médica Ibero-Latina-Americana e do Caribe (Confemel), Lincoln Ferreira, e o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Mauro Ribeiro.

“Além da importância dos temas debatidos, há a importância de ser a primeira reunião da WMA no Brasil após Miguel Jorge ter assumido a presidência da entidade e Lincoln a presidência da Confemel, ambos além de serem reconhecidos no Brasil, galgaram o reconhecimento dos colegas de outros países para estarem ocupando estas posições”, comenda Diogo Sampaio, vice-presidente da AMB, que também esteve presente na reunião.

Entre os temas debatidos na conferência estão o uso e impacto de inovações tecnológicas na medicina; novos aspectos na relação médico-paciente; restrições no local de trabalho; deveres dos médicos para consigo e ética na relação com governos, instâncias políticas e indústrias.

RETROSPECTIVA AMB | MIGUEL JORGE PRESIDENTE DA WMA

O diretor da Associação Médica Brasileira (AMB), Miguel Roberto Jorge, assumiu a presidência da Associação Médica Mundial (WMA- World Medical Association) durante a Assembleia Geral Anual, realizada em outubro, realizada em Tbilisi, na Geórgia. Miguel Jorge já havia atuado por um ano como presidente eleito antes de assumir o cargo efetivo.

Com um currículo extenso, o psiquiatra e pesquisador tem uma carreira sólida no associativismo médico. Na AMB foi diretor de Relações Internacionais de 2008 a 2014. Recentemente, Miguel foi representante da AMB no Conselho da Associação Médica Mundial, onde foi eleito membro do Comitê Executivo.

O diretor da AMB destacou que durante o mandato, a valorização da relação médico-paciente será um dos focos centrais da atuação dele. “Um bom médico precisa ser capaz de se colocar no lugar de seus pacientes, tentando sentir como eles se sentem, a fim de entender melhor suas necessidades e planejar fornecer o que eles mais precisam. Mas não é uma tarefa simples colocar-se no lugar de um paciente e, ao mesmo tempo, evitar se sentir tão desamparado quanto ele possa estar. Nos cuidados médicos, é tão essencial ter empatia quanto poder examinar o paciente de forma objetiva”, afirmou Miguel Jorge

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MIGUEL JORGE, PRESIDENTE DA WMA, NO CONSELHO DELIBERATIVO

 

 

Na reunião do Conselho Deliberativo da AMB realizada nesta sexta-feira (15), no auditório da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), em Porto Alegre, o presidente da AMB, Lincoln Ferreira, convidou o presidente eleito da WMA – World Medical Association, Miguel Roberto Jorge, para fazer parte da mesa.

 

Miguel Jorge, que também é membro da diretoria da AMB, agradeceu o apoio que recebeu da Associação e do presidente Lincoln Ferreira, na eleição da WMA quando foi eleito logo no primeiro turno com maioria expressiva dos votos. A eleição aconteceu em outubro, durante a Assembleia Geral Anual da WMA na cidade de Reykjavik, na Islândia.

O presidente eleito da WMA contou aos participantes, que vem trabalhando para dar ênfase ao tema: A Relação Médico-Paciente. A WMA é composta por associações médicas de 113 países e representa mais de 10 milhões de profissionais a área e produz orientações relacionadas ao trabalho dos médicos para todo o mundo.

 

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