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ATO MÉDICO PASSA A SER TEMA DE COMISSÃO DA AMB

Representantes de entidades médicas se reuniram, nesta quinta-feira (22), na sede da Associação Médica Brasileira (AMB) para instituir a Comissão Jurídica do Ato Médico. A reunião contou com a presença de mais de 50 órgãos, entre sociedades, associações, colégios e federações.

No primeiro encontro, estiveram em discussão os objetivos da comissão e o cenário atual dos debates sobre o Ato Médico. As entidades presentes também definiram o calendário das reuniões, a composição do grupo e os próximos passos. “Este é o primeiro passo de uma ação criada para convergir iniciativas em defesa dos médicos e da medicina e vai estabelecer canais de diálogo entre as entidades médicas para ampliar o debate sobre o assunto”, explica Guilherme Moura, advogado da AMB e representante na comissão.

A criação da Comissão Jurídica do Ato Médico se faz necessária em um contexto de acirramento de discussões e aumento das tentativas de invasão das rotinas médicas por profissionais da área de saúde sem formação em Medicina. Sem contar com formação e instrumentos adequados, as intervenções realizadas por esses profissionais podem gerar complicações perigosas.

“A AMB tem trabalhado fortemente em ações que defendem a medicina e valorizam o conhecimento adquirido pelos médicos. Isso reflete diretamente na segurança dos pacientes, pois atendimentos sem a devida qualificação representam sérios riscos para a saúde deles. Então, esta é uma pauta permanente da AMB”, destaca Lincoln Lopes Ferreira, presidente da AMB.

AMB PARTICIPA DE CONGRESSO SOBRE A SAÚDE DE POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS MILITARES

Com o tema “A saúde do profissional de segurança pública”, foram realizados o XXIII Congresso da Associação Brasileira de Saúde das Polícias Militares e Bombeiros Militares e o XV Congresso da Academia Nacional de Saúde das Polícias Militares e Bombeiros Militares do Brasil, no Centro Militar de Convenções e Hospedagem da Aeronáutica (CEMCOHA), em Salvador (BA), entre os dias 07 e 09 de agosto.

O evento reuniu diversas autoridades civis e militares, além de profissionais de saúde. O objetivo principal foi abordar e discutir estratégias de enfrentamento dos principais problemas de saúde dos policiais militares e dos bombeiros militares, e desta forma poder oferecer uma melhor qualidade de vida a eles, e, consequentemente, oferecer uma maior eficiência na prestação dos serviços para população.

No primeiro dia do Congresso (07/08), foram outorgadas às autoridades e personalidades que contribuíram para as realizações e conquistas da Academia Brasileira de Saúde das Polícias Militares e Bombeiros Militares, a Medalha do Mérito Acadêmico. O presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Lincoln Lopes Ferreira, foi um dos homenageados.

De acordo com o presidente da Academia Nacional de Saúde das Polícias Militares e Bombeiros Militares, e presidente de Honra do evento, o Coronel Bombeiro Militar Médico do Rio de Janeiro, Rômulo Capello Teixeira, “Dr. Lincoln recebeu esta homenagem por representar o mais alto nível dos médicos brasileiros como presidente da AMB e também pelo que vem realizando na entidade pela defesa da melhoria da qualidade na formação e no trabalho dos médicos e também pela saúde do Brasil”, declarou o Coronel, que também é secretário-geral da Somerj.

“Estou muito feliz e muito grato de poder participar deste Congresso com pessoas que pensam na saúde em tão alto nível e principalmente cuidam da saúde física e mental dos profissionais responsáveis pela segurança de nós brasileiros. Profissionais que arriscam suas vidas para salvar outras e que merecem toda a atenção, cuidados, preocupação e respeito por parte das autoridades, das entidades médicas e da sociedade brasileira”, declarou o presidente da AMB.

O Coronel Rômulo Capello Teixeira, também, destacou a importância do evento. “O Congresso reuniu representantes de 21 estados para discutir a promoção à saúde, a prevenção de doenças, a assistência e a recuperação dos profissionais Policiais Militares e Bombeiros Militares. Ao cuidarmos da melhoria da qualidade de vida dos nossos profissionais estamos também consequentemente melhorando também a qualidade dos serviços prestados desses profissionais à sociedade”, concluiu.

Durante o evento foram apresentados quarenta trabalhos científicos e abordados temas específicos de saúde dos policiais e bombeiros, como a prevenção ao suicídio e redes de proteção, equoterapia na saúde, perspectiva de uma vida saudável, reflexões sobre estresse, fatores de risco para hipertensão e a relação da atividade com o sofrimento no trabalho.

Foto: divulgação Associação Brasileira de Saúde das Polícias Militares e Bombeiros Militares

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RISCOS DO AMIANTO DE VOLTA À PAUTA

A discussão sobre a liberação do amianto voltou à tona nesta semana após a decisão do governo de Goiás de liberar a extração do material na região. A fibra mineral, também conhecida como asbesto, está comprovadamente associada ao desenvolvimento de inúmeras doenças graves, como o câncer. A produção, venda e uso de produtos com o material foi proibida em todo país há dois anos, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

O vice-presidente da Associação Médica Brasileira, Robson Freitas de Moura, conversou com o Jornal da CBN e repudiou a lei sancionada pelo governador Ronaldo Caiado.

Confira a reportagem: http://cbn.globoradio.globo.com/media/audio/267914/aspiracao-do-po-de-amianto-impregna-o-produto-na-p.htm

Leia, também, a nota da AMB sobre o assunto, assinada por diversas Sociedades de Especialidade: https://amb.org.br/wp-content/uploads/2019/05/AMIANTO-%C3%89-PREJUDICIAL-%C3%80-SA%C3%9ADE-3.pdf

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MEC QUER VOLTAR À VELHA POLÍTICA E REATIVAR BALCÃO DE NEGÓCIOS DE ESCOLAS MÉDICAS

As reportagens em vários veículos de circulação nacional, com declarações atribuídas ao diretor de Regulação da Educação Superior da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) do MEC, Marco Aurélio de Oliveira, trouxeram grande preocupação para o meio médico brasileiro. A intenção do MEC de “estudar a liberação de vagas e ofertas de cursos de medicina” pode significar um grande retrocesso no processo de avaliação e qualificação das escolas de medicina, iniciado com a moratória de cinco anos publicada pelo próprio MEC em 2018.

“Durante 15 anos, o Governo Federal abriu indiscriminadamente mais de 200 novos cursos de medicina no país, promovendo um verdadeiro balcão de negócios, com fins econômicos e políticos. Foram autorizadas escolas que estão formando médicos sem as devidas qualificações pela falta de condições mínimas para a formação dos profissionais. Tem escolas funcionando a base de liminares de tão desestruturadas que são. Há bastante tempo a AMB e demais entidades médicas vem denunciando esse verdadeiro caos na formação médica”, explica o vice-presidente da AMB, Diogo Sampaio.

As denúncias apresentadas ao longo do tempo levaram ao caminho para que se pudesse realizar a reorientação da formação médica no Brasil. Foram assinadas duas portarias pelo MEC em abril de 2018, suspendendo por 5 anos a publicação de editais para autorização de novos cursos e para pedidos de aumento de vagas em escolas de medicina. Além disso, foi instituído Grupo de Trabalho para “subsidiar a reorientação da formação médica em cursos de graduação em Medicina”.  O GT criado pela portaria do MEC Nº 328, de 5 de abril de 2018, inclui representantes das entidades médicas (AMB e CFM).  “Esta proposta anunciada pelo diretor da Seres não teve nossa participação e pelas notícias veiculadas tem alta pressão de interesses políticos e financeiros de outros segmentos, menos interessados na qualificação da formação médica. Não podemos regredir e atuaremos firmemente com este propósito”, declara Diogo.

A Associação Médica Brasileira (AMB) é absolutamente contrária à volta da abertura de novos cursos de medicina, sem que O Grupo de Trabalho Instituído portaria 328/2018 tenha concluído seu trabalho, tanto para os critérios de abertura de novas escolas e escolha dos municípios, quanto para a avaliação das atuais. E considera extremamente preocupante a notícia que foi veiculada nesta sexta-feira (07/06) na grande imprensa, informando a intenção do Ministério da Educação (MEC) de estar estudando formas de liberar a abertura de novas vagas e ampliar a oferta de cursos de medicina em instituições de ensino superior em todo o país, acabando com a moratória conquistada no governo anterior pelas entidades médicas. “A AMB fortalecerá sua atuação junto ao MEC e ao Ministério da Saúde para que não se volte a abrir escolas sem que os critérios sejam muito claros e suficientes para uma boa formação e sem que se faça uma rigorosa avaliação das atuais escolas. Inclusive com o fechamento das que não cumprirem as exigências que forem definidas após conclusão deste trabalho, que deve incluir a participação e a colaboração das entidades médicas.”, explica o presidente da entidade, Lincoln Ferreira.

“Não há justificativa republicana para esta proposta estapafúrdia. O MEC deveria estar preocupado em como fiscalizar as escolas existentes, em como fiscalizar a revalidação de diplomas no país e em como financiar o Revalida, que não é realizado desde 2017, fato que vem abrindo flanco para propostas estapafúrdias de novas modalidades revalidação”, critica Diogo Sampaio. E completa: “Não há falta de médicos no Brasil e abertura de escolas não resolve o problema de distribuição de médicos no país. Resolver isso depende de um projeto que dê estabilidade para os médicos irem para locais de difícil provimento. Carreira de Médico de Estado é a alternativa. Mas não podemos esquecer a precariedade da infraestrutura nestes locais, que também precisa ser melhorada para que os médicos possam cumprir seu papel sem riscos.”

Leia a notícia do O Globo, com entrevista da AMB:

https://oglobo.globo.com/sociedade/mec-estuda-rever-suspensao-de-abertura-de-novos-cursos-de-medicina-23725095

AGENDA LEGISLATIVA CONTRA O TABACO

O Dia Mundial sem Tabaco também foi lembrado na Câmara dos Deputados. O presidente da Comissão de Combate ao Tabagismo da AMB e coordenador do Núcleo de Estudos e Tratamento do Tabagismo do IDT/HUCFF- UFRJ, Alberto Araújo, acompanhou de perto as discussões de três agendas nos últimos dias.

Ele participou da sessão solene em comemoração à data no plenário da Câmara dos Deputados; e dos debates públicos sobre a importância da implementação da Agenda 2030, dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável no Brasil; e sobre o Programa Nacional de Diversificação em Áreas Cultivadas com Tabaco (PNDACT).

Lembre-se: tabaco faz mal à saúde, independentemente da forma que é consumido. #VoceConsegue se livrar dele!

Acesse o site da campanha Viva sem Tabaco, promovida pela AMB: https://amb.org.br/voceconsegue/.

MIGUEL JORGE, PRESIDENTE DA WMA, NO CONSELHO DELIBERATIVO

 

 

Na reunião do Conselho Deliberativo da AMB realizada nesta sexta-feira (15), no auditório da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), em Porto Alegre, o presidente da AMB, Lincoln Ferreira, convidou o presidente eleito da WMA – World Medical Association, Miguel Roberto Jorge, para fazer parte da mesa.

 

Miguel Jorge, que também é membro da diretoria da AMB, agradeceu o apoio que recebeu da Associação e do presidente Lincoln Ferreira, na eleição da WMA quando foi eleito logo no primeiro turno com maioria expressiva dos votos. A eleição aconteceu em outubro, durante a Assembleia Geral Anual da WMA na cidade de Reykjavik, na Islândia.

O presidente eleito da WMA contou aos participantes, que vem trabalhando para dar ênfase ao tema: A Relação Médico-Paciente. A WMA é composta por associações médicas de 113 países e representa mais de 10 milhões de profissionais a área e produz orientações relacionadas ao trabalho dos médicos para todo o mundo.

 

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REUNIÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO FORMA PAUTA DE TRABALHO

 

 

Leonardo Lessa Arantes, Presidente da Associação Médica do Espírito Santo, esteve presente à reunião do Conselho Deliberativo da AMB (15/3), no auditório da AMRIGS, em Porto Alegre (RS). Salienta a importância do encontro para a troca de informações e incorporação de itens à pauta de trabalho da AMB.

Assista ao vídeo.

#ConselhoDeliberativoAMB ##ConselhoDeliberativo #AMB #AMRIGS #AMES

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO CIENTÍFICO DA AMB DISCUTE RESOLUÇÃO SOBRE TELEMEDICINA

Começou há pouco a Reunião Extraordinária do Conselho Científico da Associação Médica Brasileira, para tratar sobre a resolução nº 2.227/18, publicação do CFM que busca definir a telemedicina e a teleconsulta no país.

O Conselho Científico é composto pelas 54 Sociedades de Especialidade filiadas à AMB, e nesta reunião, extraordinariamente, conta com a presença do CFM e das federadas da AMB.

O trabalho foi aberto pelo presidente da AMB, Lincoln Lopes Ferreira, e na composição da mesa ainda se encontram Antonio Carlos Palandri Chagas, diretor científico da AMB, Antonio Jorge Salomão, secretário geral da AMB, além do presidente do CFM, Carlos Vital Tavares Corrêa Lima, do vice-presidente, Mauro Luiz de Britto Ribeiro, e do conselheiro federal e relator da resolução, Aldemir Soares.

REVISTA CIENTÍFICA DA AMB TRAZ EDIÇÃO ESPECIAL SOBRE CARDIOLOGIA EM JANEIRO

 

Na sua primeira publicação de 2019, a Revista Científica da AMB (RAMB) apresenta uma edição especial dedicada à Cardiologia. A revista, que é digital, traz 102 páginas e 12 artigos, a maioria com estudos de pesquisadores brasileiros, mas também traz artigos da China e da Turquia. Por ser considerado importante causa de mortalidade cardiovascular, artigos que tratam do Diabetes tem destaque na edição.

 

A RAMB aparece, nos últimos 3 anos, entre as publicações mais acessadas no Brasil, segundo a base de dados Scielo que indexa os periódicos nacionais. São mais de 4 milhões de acessos por ano, que demonstram a força e a credibilidade da revista científica da AMB, além do interesse que os artigos publicados despertam na classe médica nacional e internacional. São recebidos cerca de 550 artigos por ano, com textos originários do Brasil, da Ásia, da Europa e de outros países da América Latina.

 

Para ler a RAMB basta clicar: https://ramb.amb.org.br/ultimas-edicoes/