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BRASIL ADERE A ALIANÇA POR VACINA CONTRA A COVID-19

O governo federal anunciou na quinta-feira (24) a adesão ao Instrumento de Acesso Global de Vacinas Covid-19 (Covax Facility), ação administrada pela Aliança Gavi e a liberação de cerca de R$ 2,5 bilhões para viabilizar o ingresso do Brasil nesta iniciativa. A adesão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União. A participação do Brasil na aliança global foi garantida após o presidente Jair Bolsonaro editar a Medida Provisória 1003/2020, e o investimento foi permitido pela mudança na MP 1004/2020.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República informou que a adesão brasileira garante o acesso a um portfólio de nove vacinas em desenvolvimento contra a Covid-19, além de outras em fase de análise.

“Com isso, espera-se que, por meio deste instrumento, o Brasil possa comprar o equivalente para garantir a imunização de 10% da população até o final de 2021, o que permite atender populações consideradas prioritárias”, afirma a nota.

Pela MP, a adesão brasileira ao Covax Facility não implica a obrigatoriedade da aquisição das vacinas, que dependerá de análise técnica e financeira para cada caso. A compra, se ocorrer, será feita com dispensa de licitação. A medida provisória também autoriza o governo brasileiro a colocar recursos na iniciativa global para garantia de compartilhamento de riscos e aquisição de vacinas.

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NARGUILÉ: USO TRAZ RISCOS SEVEROS À SAÚDE

Uma sessão de 20 a 80 minutos ao redor do narguilé, inalando a fumaça aromatizada e respirando o ar do ambiente, equivale a consumir cem cigarros, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Seduzidos pelas artimanhas da indústria tabagista para atrair clientes, cada vez mais jovens e adolescentes passam a utilizar o produto.

Para alertar toda a população sobre os severos riscos que o narguilé traz para os consumidores e para o ambiente, nessa data em que se comemora o Dia Nacional de Combate ao Fumo (29/08), a Comissão de Combate ao Tabagismo da AMB, juntamente com a  médica especialista em dependência química da Área de Pneumologia do Programa de Tratamento do Tabagismo do InCor, Stella Martins, criaram um material em formato de perguntas e respostas.

O conteúdo, que esclarece dúvidas sobre o tabagismo e o narguilé, agrega a plataforma da AMB https://amb.org.br/cigarro-eletronico/  que também traz informações sobre os malefícios provocados pelo cigarro eletrônico.
De acordo com Stella Martins, a nicotina nos produtos de narguilé é responsável por seu potencial de dependência. “Além da nicotina, as mesmas 4.700 substâncias tóxicas do cigarro convencional estão presentes no narguilé, mas análises comprovaram que a fumaça contém quantidades superiores de itens como nicotina, monóxido de carbono e metais pesados”, explica.
O narguilé e o cigarro eletrônico são tratados como menos nocivos, porém é preciso alertar que esses produtos impõem danos semelhantes ou até piores do que o cigarro convencional. “Uma vez que pode prolongar ou piorar o vício em nicotina e, nos não-fumantes, tornar-se uma porta para o hábito do fumo. Modismos como o narguilé e o cigarro eletrônico escondem riscos extras e ainda são porta de entrada para a dependência em cigarro comum”, enfatiza Alberto Araújo, presidente da Comissão de Combate ao Tabagismo da AMB.

Acesse o link  https://amb.org.br/cigarro-eletronico/ e confira o material.

INCA REALIZA CURSO SOBRE HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS

Nesta terça-feira (05/05) é comemorado o Dia Mundial da Higienização das Mãos. A data foi criada bem antes do surgimento do novo coronavírus, em 2009, pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O objetivo é reforçar a importância de lavar as mãos, principalmente como medida de prevenção às infecções – entre profissionais de saúde e pacientes.

Nesse período de crise provocada pela pandemia de COVID-19, o Instituto Nacional de Câncer (INCA), aproveitou a data para lançar um curso on-line de Higienização das Mãos. As aulas serão destinadas a profissionais e estudantes da área da saúde. As inscrições podem ser realizadas até o dia 22 de maio de 2020.

Acesse o site https://www.inca.gov.br/cursos/higienizacao-das-maos e se inscreva.

 

FALTA DE EPI PREOCUPA OMS

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) está preocupada e alerta em relação a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para os profissionais de saúde que estão na linha de frente em combate ao coronavírus. Além de proteger as equipes, os EPIs também asseguram a saúde do paciente, evitando que um médico contaminado e assintomático os contagie.

A AMB também vem alertando sobre os riscos da não utilizar os EPIs para quem lida com pacientes suspeitos ou diagnosticados com COVID-19. “Felizmente a OMS se manifestou de maneira assertiva, em público, sobre a importância dos equipamentos de proteção. Precisamos ter segurança para estes profissionais que são fundamentais para salvarmos a vida dos pacientes”, alerta Diogo Sampaio, vice-presidente da AMB.

DENUNCIE A FALTA DE EPI

Uma força-tarefa foi iniciada pela AMB para mapear os estabelecimentos de saúde que não estão oferecendo os EPIs para os médicos que estão atuando no combate ao coronavírus. A entidade disponibilizou um canal para que médicos e a comunidade denunciem os locais que não estejam suprindo as equipes de trabalho com estes equipamentos. No site da AMB, clicando no link , está disponível formulário que para formalização detalhamento da denúncia. Vale lembrar que o denunciante será mantido em anonimato durante todo o processo.

“A participação de todos é muito importante. Em menos de 24 horas recebemos centenas de e-mails com denúncias sobre a falta de segurança de alguns profissionais no combate ao COVID-9”, destaca Diogo Sampaio.

Os equipamentos básicos de proteção individual são: máscara tipo N95 ou PFF2; óculos ou Face Shield; luvas; gorro; capote impermeável e álcool Gel 70%.

FOTO: Tedros Adhanom Ghebreyesus – AFP/Arquivos

 

COMO DIAGNOSTICAR O CORONAVÍRUS

As características clínicas da Codiv-19, doença causada pelo novo coronavírus, não são específicas e podem ser similares às causadas por outros vírus respiratórios, que também ocorrem sob a forma de surtos. É o caso, por exemplo, do influenza, parainfluenza, rinovírus, vírus sincicial respiratório e adenovírus. Por isso, conhecer o protocolo correto para diagnosticar casos suspeitos de Covid-19 é fundamental.

Médico, saiba como identificar a doença:

1- A doença Covid-19 apresenta sintomas variados. Os mais comuns são tosse seca, febre (acima de 37,8 ºC) e cansaço. Alguns pacientes também podem sentir dores no corpo, congestionamento nasal, inflamação na garganta ou diarreia.

2 – Em casos mais graves surgem sintomas como síndrome respiratória aguda e insuficiência renal. Pacientes que já tenham outras doenças, principalmente cardiovasculares, têm mais probabilidade de ter a versão mais crítica da Covid-19.

3 – Observe se o paciente tem histórico de viagem para áreas com transmissão local, de acordo com a lista da Organização Mundial de Saúde (OMS), ou contato próximo com um paciente diagnosticado.

4 – Para as pessoas com os sintomas acima, em casos suspeitos de infecção pelo novo coronavírus, priorizar o atendimento, ofertar máscara cirúrgica imediatamente e isolar (acomodar a pessoa suspeita, em local ventilado e sem circulação de pessoas sem proteção) sempre que possível.

5 – Caso haja suspeita para influenza, no decorrer dos exames clínicos para detectar o coronavírus, o Ministério da Saúde recomenda não retardar o início do tratamento com fosfato de oseltamivir, conforme protocolo disponível aqui.

O período de incubação —tempo decorrido entre o contágio e o surgimento dos primeiros sintomas— dura até 14 dias, de acordo com a OMS. Mas alguns pesquisadores acreditam que pode ser de até 24 dias. E, segundo cientistas chineses, alguns pacientes podem transmitir o vírus mesmo antes do aparecimento dos sintomas.

 

OMS DECLARA EMERGÊNCIA GLOBAL:CORONAVÍRUS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, nesta quinta-feira (30), emergência de saúde pública de interesse internacional pelo surto do novo coronavírus. A decisão foi tomada após uma reunião, em Genebra (Suíça), entre especialistas e os governos dos países afetados. Identificado pela primeira vez em dezembro, na China, o vírus já infectou mais de 7,8 mil pessoas, das quais 170 morreram.

Já são 18 nações além da China com registros da infecção. Em três delas (Alemanha, Japão e Vietnã), o vírus contaminou pessoas que não estiveram em território chinês, o que indica transmissão interna nesses locais, cenário que aumenta o risco de propagação global. No Brasil ainda não há casos confirmados de coronavírus, mas o Ministério da Saúde investiga pelo menos nove possíveis infecções em seis estados brasileiros.

A entidade alerta que não há necessidade de restrição de viagens e nem de comércio. A OMS solicita que os países adotem medidas fortes para detectar a doença precocemente, isolar e tratar casos, rastrear contatos e promover medidas de distanciamento social compatíveis com o risco. Além disso, todas as nações são legalmente obrigadas a compartilhar dados completos com a OMS, de acordo com o Regulamento Sanitário Internacional (RSI 2005). Um aconselhamento técnico está disponível no site da entidade.

A OMS orienta as grandes nações a fornecer apoio a países de baixa e média renda para permitir sua resposta a esse evento, bem como facilitar o acesso a diagnósticos, vacinas em potencial e terapêuticas.

Em entrevista coletiva realizada nesta quinta-feira (30), no Ministério da Saúde, o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, informou que o Brasil vai avaliar as orientações da OMS e, caso necessário, adotará medidas no país.