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DIRETOR CIENTÍFICO DA AMB FALA SOBRE A PSYQUALY-COVID À RÁDIO NACIONAL

O diretor científico da AMB, Antonio Carlos Palandri Chagas, foi o entrevistado do programa Tarde Nacional, da Rádio Nacional no dia 21 de outubro. O cardiologista, professor da Faculdade de Medicina da USP e professor Titular da Faculdade de Medicina do ABC apresentou a pesquisa PSYQUALY-COVID, promovida pela AMB e a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), que vai avaliar o psicotrauma, a resiliência e a qualidade de vida dos médicos brasileiros durante a pandemia de COVID-19.

“A pesquisa vai analisar o quanto a pandemia realmente impactou na vida dos profissionais médicos. Quase mil colegas, das mais variadas especialidades, já responderam a esse questionário. A participação de todos é muito importante pois o estudo vai mostrar o quanto a pandemia implicou no dia a dia dos profissionais, o quanto implicou no sono, nas horas excessivas de trabalho, o quanto afetou a segurança econômica e até na qualidade de vida familiar”, destaca Chagas.

Para ouvir entrevista do diretor científico da AMB, acesse o link https://radios.ebc.com.br/tarde-nacional/2020/10/pesquisa-avaliara-o-impacto-da-pandemia-na-vida-dos-medicos

Médico, não deixe de participar! Sua colaboração é muito importante. Acesse https://cardiol.typeform.com/to/g74z9E8k

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JÁ PARTICIPOU DA PESQUISA PSYQUALY-COVID?

O cardiologista Marcus Bolívar Malachias, coordenador da PSYQUALY-COVID e professor da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, convida você para dedicar 10 minutos do seu dia para responder à pesquisa que vai nortear ações de melhorias específicas para a classe médica.

O estudo é direcionado exclusivamente para os médicos, por isso sua contribuição é muito importante! Acesse a pesquisa no link https://cardiol.typeform.com/to/g74z9E8k.


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CONTAMOS COM A SUA PARTICIPAÇÃO, MÉDICO (A) RESIDENTE!

Nesta pandemia de Covid-19 muitos Programas de Residência Médica estão paralisados e outros com os residentes direcionados para a linha de frente em combate ao novo coronavírus. Por isso, a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) convidam a todos os médicos residentes para participarem da PSYQUALY-COVID.

O estudo foi desenvolvido com o objetivo de avaliar o impacto da pandemia na vida dos médicos brasileiros, observando o psicotrauma, a resiliência e a qualidade de vida dos profissionais.

Médico e médica residente, sua participação é muito importante, independentemente de estar envolvido ou não no atendimento dos pacientes com Covid-19.

Acesse a pesquisa no link https://cardiol.typeform.com/to/g74z9E8k.

Os resultados da PSYQUALY COVID serão utilizados para nortear ações de melhorias específicas para a classe médica.

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MÉDICOS ANGOLANOS PARTICIPAM DE CURSO DA ABRAMEDE SOBRE O COMBATE À COVID-19

Por meio de uma parceria entre a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Associação Médica Angolana (ASMEA), a Associação Brasileira de Medicina de Emergência (Abramede) disponibilizou um curso para auxiliar médicos emergencistas da Angola no combate à Covid-19.

“O curso repassa conhecimentos sobre como lidar com o primeiro atendimento, a linha do tempo da doença, os tipos de terapia que podem ser utilizadas, as indicações e necessidades de oferta de oxigênio aos pacientes, e os tipos de dispositivos que podem ser usados no combate à pandemia e aqueles que se demonstraram desnecessários. Além de auxiliar em como reconhecer os sintomas de diferentes estágios da Covid-19″, explica Hélio Penna Guimarães, presidente da Abramede.

O curso foi disponibilizado à ASMEA no dia 14 de setembro e os profissionais angolanos terão acesso liberado por 60 dias. A expectativa é que mais de 100 profissionais de saúde sejam capacitados com a aula. “Essa parceria entre as entidades reforça o compromisso da AMB de difundir o conhecimento científico e a expertise da medicina brasileira para outros países. Nos sentimos honrados em poder contribuir com o avanço da medicina e principalmente em colaborar com os médicos angolanos no combate à Covid-19″, destaca o diretor científico da Associação Médica Brasileira (AMB), Antonio Carlos Palandri Chagas.

Chagas ressalta a importância da Abramede na parceria. “Agradecemos a toda a diretoria da entidade pela eficiência e presteza em levar o curso para os médicos angolanos. O conteúdo científico e a didática estão sendo bastante elogiados tanto pelos participantes quanto pela diretoria da ASMEA”, enfatiza.

Em novembro está prevista a realização de um webinar da AMB em parceria com ASMEA. “Vivemos um momento delicado para a saúde mundial devido a pandemia de Covid-19. Esse cenário reforçou ainda mais a importância da troca de experiências e informações entre os países. A AMB está à disposição para colaborar”, pontua Lincoln Ferreira, presidente da AMB.

MINISTÉRIO DA SAÚDE DEBATE A LOGISTICA PARA DISTRIBUIÇÃO DE MEDICAMENTOS

Nesta terça-feira (22/09), o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Lincoln Ferreira, participou da Reunião Ordinária do Gabinete de Crise – Covid-19 do Ministério da Saúde, em Brasília. No encontro, houve um debate sobre a logística para distribuição de medicamento no País.

Na reunião também foram discutidas demandas da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) sobre a disponibilização do fármaco ‘heparina’, medicação essencial para terapias como a hemodiálise.

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RAMB LANÇA EDIÇÃO ESPECIAL SOBRE COVID-19

A Revista da Associação Médica Brasileira (Ramb) não poderia deixar de contar um uma edição especial para tratar da Covid-19, em virtude da série de artigos recebidos sobre o tema e que foram aprovados pelo Conselho Editorial. A contribuição para os artigos desta publicação veio de pesquisadores da China, da Turquia e dos Estados Unidos, além de 15 estados brasileiros mais o Distrito Federal.

A revista científica da AMB hoje é uma das mais respeitadas no meio científico. Acessada por quase 5 milhões de leitores em todo o mundo em 2019, pela plataforma Scielo e, com fator de impacto, 0.915, que mede a importância de periódicos científicos. Este ano a submissão para a Ramb deve chegar a mais mil artigos, contra os 600 recebidos no ano passado.

Leia, esta e outras edições da Ramb em: www.ramb.amb.org.br

EM AUDIÊNCIA COM MINISTROS DA SAÚDE E DIREITOS HUMANOS, LIDERANÇAS MÉDICAS FAZEM BALANÇO DO ENFRENTAMENTO DA COVID-19

 “Qual a melhor forma de nos comunicarmos com os médicos que estão na linha frente no combate ao novo coronavírus?”. A desafiadora pergunta foi lançada pelo ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, durante teleconferência realizada nesta quarta-feira (29) com as principais lideranças médicas. Durante o encontro, que também contou com a participação da ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves, representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM), da Associação Médica Brasileira (AMB) e dos 27 Conselhos Regionais de Medicina discutiram estratégias de enfrentamento à COVID-19 e apresentaram aos gestores as principais ações e preocupações da categoria.

Ao apresentarem sugestões sobre como alcançar e orientar os médicos brasileiros com as informações mais recentes e relevantes sobre o combate à COVID-19, as lideranças destacaram a importância do uso das redes sociais oficiais para disseminar conteúdo de qualidade aos profissionais. Além de se colocarem à disposição para colaborar com as ações do Governo brasileiro, os representantes do CFM, CRMs e AMB ressaltaram ainda a participação dos Conselhos Nacionais de Secretários de Saúde (Conass) e Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) nessa estratégia.

“Esse encontro foi fundamental para aproximar as duas principais entidades médicas do País – CFM e AMB – com o Ministério da Saúde. Com muita paciência e objetividade, o ministro Pazuello ouviu as contribuições e reivindicações de todos os participantes. Estou certo de que, juntos, sairemos vitoriosos dessa batalha contra essa doença tão perversa”, declarou Mauro Ribeiro, presidente do CFM.

Por sua vez, o presidente da AMB, Lincoln Ferreira, ressaltou que “a qualificação, preparo e dedicação dos médicos brasileiros já são reconhecidas mundialmente. E que neste momento de crise demonstram sua capacidade e lealdade com seu juramento. Obrigado doutores, que fortalecem a relação médico-paciente e que mesmo em locais sem todas as condições atuam de forma exemplar para conseguirem minimizar o sofrimento e curar os infectados.”

Gabinete de Crise – Durante a conferência, o ministro Eduardo Pazuello também detalhou o trabalho realizado pela Pasta no enfrentamento da pandemia e se mostrou aberto ao diálogo com as entidades médicas para fortalecer o cerco contra o novo coronavírus. Na ocasião, ele abriu a possibilidade para se reunir com os representantes dos médicos com maior regularidade e adiantou ser oportuna a participação do CFM e da AMB no Gabinete de Crise para enfrentamento da COVID-19 no Sistema Único de Saúde (SUS).

Criado em maio, o grupo reúne membros do Ministério da Saúde, Conass, Conasems e Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil. O Gabinete de Crise é o fórum de discussões estratégicas para alinhar e decidir ações de monitoramento e mitigação da pandemia no SUS. As reuniões acontecem na sede do Ministério semanalmente para responder às demandas da pandemia, de forma célere e integrada.

Pontos de pauta – Também participou do encontro Raphael Câmara, conselheiro federal de medicina que recentemente assumiu o cargo de secretário Nacional de Atenção Básica, um dos mais importantes dentro da estrutura do Ministério, responsável pela coordenação de atividades de promoção, prevenção e cuidados em saúde em níveis de menor complexidade na assistência.

Na oportunidade, os líderes da classe também fizeram um balanço das ações empreendidas no enfrentamento da pandemia no Estados e levaram aos gestores a preocupação dos médicos com temas como a oferta de equipamentos de proteção individual (EPIs), a contratação de médicos com diplomas não revalidados, a implantação da carreira de estado, além da aplicação de protocolos e diretrizes de tratamento dos pacientes.

Sobre a possibilidade de tratamento farmacológico da COVID-19, o presidente do CFM reiterou o entendimento expresso no Parecer nº 04/2020, referente ao tratamento dos pacientes com diagnóstico confirmado. “Não existem, até o momento, evidências robustas de alta qualidade que possibilitem a indicação de uma terapia farmacológica específica para essa doença. Por isso, em todas as situações deve prevalecer a autonomia do médico e do paciente”, enfatizou.

LIVE DA AMAC DEBATE REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS

Há muito tempo a Associação Médica Brasileira (AMB), vem se posicionando quanto a importância da revalidação de diplomas médicos de egressos do exterior, e em meio à pandemia de coronavírus o oportunismo político quer voltar a debater o Revalida Light. Para alertar sobre os riscos de permitir que egressos do exterior exerçam medicina no Brasil sem o Revalida durante a COVID-19, a Associação Médica do Acre (AMAC), vai realizar uma live com o vice-presidente da AMB, Diogo Sampaio.

O debate será conduzido pela presidente da AMAC, Jene Greyce, e acontecerá no dia 13 de maio (quarta-feira), às 20h (horário de Brasília) e será transmitido no canal do YouTube da AMAC.

Link do canal: https://www.youtube.com/channel/UCaicyU7lBlCqPvtGOuJWvRQ 

MINISTRO DA SAÚDE VISITA HOSPITAIS DE MANAUS

O ministro da Saúde, Nelson Teich, esteve em Manaus (AM) para vivenciar os desafios enfrentados por gestores e profissionais da saúde, durante a crise instalada na região, no contexto da COVID-19. Teich visitou hospitais e ouviu as principais reivindicações das autoridades e entidades médicas do Amazonas. Jorge Akel, presidente da Associação Médica do Amazonas, filiada à AMB, participou da visita do ministro da Saúde.

“Tenho certeza que a única forma de ajudarmos a sociedade e salvar o maior número de pessoas é trabalharmos todos juntos, de forma estruturada e planejada”, destacou Teich em coletiva de imprensa.

O Brasil Conta Comigo

O Amazonas recebeu um reforço de 267 profissionais de saúde, contratados pelo Ministério da Saúde, para atuar no enfrentamento à Covid-19. Os profissionais vão passar por capacitações que incluem aulas teóricas e simulações práticas. Na segunda-feira (04), eles participaram de palestra com Jorge Akel e o psiquiatra Cleber Naief, sobre os cuidados com a saúde mental. A partir de quinta-feira (7), os profissionais começam o atendimento à população.

“A AMB segue acompanhando para garantir que as condições de trabalho para os médicos que aderiram ao programa “O Brasil Conta Comigo”, sejam cumpridas e que eles possam atender a população com os equipamentos de proteção adequados”, destaca Diogo Sampaio, vice-presidente da AMB.

Os médicos que quiserem fazer parte do programa podem se inscrever pelo site https://registrarh-saude.dataprev.gov.br/cadastro.

REVALIDAÇÃO DE DIPLOMA, SIM!

Reportagem desta segunda-feira (4), da Gazeta do Povo, contou com a participação do vice-presidente da AMB, Diogo Sampaio, que evidenciou que são oportunistas as propostas de grupos políticos para que egressos de faculdades de medicina do exterior atuarem no combate à Covid-19, sem revalidação do diploma.

Diogo esclareceu que a proposta traz riscos aos brasileiros. “Em um momento como este, é um inaceitável que políticos interesseiros queiram retomar o tema, que já foi vetado pelo presidente e aprovado pelo Congresso Nacional. A não exigência de Revalida coloca em risco milhões de brasileiros que poderão ser atendidos por pessoas sem comprovação técnica para o exercício da medicina”, disse.

A AMB está acionando judicialmente para que a proposta não seja levada a cabo. Entre os apoiadores da proposta está o Consórcio Nordeste, que deseja que 15 mil egressos do exterior exerçam a medicina sem comprovação técnica.

O caos que se encontra o ensino médico além da fronteira do País vendo sendo objeto de constante pauta da AMB, e assim trabalha para que não se permita o exercício da medicina em território nacional sem o registro legal no CRM e que os egressos formados no exterior revalidem o diploma conforme estabelecido por lei para atuar como médicos no Brasil.

A entidade também solicitou ao ministro da saúde, Nelson Teich, a rejeição da proposta do Consórcio Nordeste. Aceitar isso, além de desrespeitar a legislação brasileira em relação ao exercício legal da medicina, poderá colocar o sistema de saúde em colapso.

Confira a matéria em https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/medicos-sem-registro-e-formatura-precoce-acoes-questionaveis-no-combate-a-covid-19/.